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Publicado em: 13/04/2017 às 09:10

Especial Páscoa: Projeto financiado pela Fapesb estuda qualidade de amêndoas de cacau para a produção de chocolate

Por: Ascom/Fapesb

Além de um feriado religioso, a Páscoa também é lembrada pelos chocolates. Amargo, ao leite, branco, com castanhas, sem lactose, meio amargo… são muitos os tipos que podemos encontrar por aí. E que todos eles são deliciosos, disso ninguém discorda. Mas você já parou para pensar nas misturas que estão por trás da fabricação de chocolates?

Os pesquisadores Carlyle Matos e Cilene Souza não só pensaram nisso, como desenvolveram o estudo “Caracterização, Avaliação e Customização da Qualidade de Amêndoas de Cacau de Variedades Clonais para Produção de Chocolate”, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), através do edital Apoio às Soluções Inovadoras para Lavoura Cacaueira.

“O trabalho buscou caracterizar e avaliar as propriedades físicas, físico-química, química e sensorial de diferentes variedades clonais de cacaueiro resistentes à vassoura-de-bruxa para estabelecer padrões de qualidade de amêndoas de cacau a serem utilizados na produção de chocolates finos univarietal ou de blends específicos”, afirma Carlyle.

A ideia do projeto partiu da observação de que o desenvolvimento de diferentes clones do cacaueiro resistente ao ataque da vassoura-de-bruxa e a abertura de novos mercados para produção de massa de cacau e chocolates especiais com qualidade diferenciada, dependia diretamente da qualidade de matéria prima. Os pesquisadores perceberam então a necessida¬¬de informações sobre a qualidade das sementes frescas e posteriormente das amêndoas fermentadas e secas de clones promissores.

Para Carlyle, o incentivo da Fundação foi essencial para o desenvolvimento do trabalho: “o apoio da FAPESB funcionou como aporte de recurso financeiro para aquisição de materiais, equipamentos, reagentes e pagamento de bolsista, contribuindo significativamente para o desenvolvimento das atividades do projeto, pois sem esse suporte o projeto não seria viabilizado”, afirma Carlyle.

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