Fonte: SECOM
Link: http://www.secom.ba.gov.br/modules/debaser2/visualizar.php?audiovideo=0&xfid=69462
Premiação se dedica à produção científica das mulheres

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) lançou nesta terça-feira (20) o edital do Prêmio Bahia pela Diversidade, cujo tema, nesta edição, será Mulheres na Ciência. É a primeira vez que a premiação se dedica à produção científica das mulheres, nas áreas de Ciências Exatas e da Terra e Engenharias, e Ciências Biológicas.
O edital é organizado pela entidade em parceria com a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado (Secti) e pela Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM). Serão condecoradas duas candidatas na categoria “Pesquisadoras de Destaque”, cada uma com o prêmio de R$ 15 mil, e quatro na categoria “Jovens Pesquisadoras”, que ganham R$ 5 mil cada.
Não há aplicação obrigatória para o valor oferecido, que será de uso livre da ganhadora. Entre os critérios exigidos para concorrer, é preciso ser brasileira (ou naturalizada); residente e domiciliada na Bahia; ter obtido o título de doutora ou mestra (este último, no caso da categoria Jovens Pesquisadoras) há mais de oito anos; e estar vinculada a um centro de pesquisa ou instituição acadêmica do estado. As candidaturas serão feitas na etapa de consulta pública, na qual a comissão receberá indicações de nomes.
Qualquer pessoa pode indicar uma pesquisadora e vale autoindicação. Cada CPF inscrito pode estar relacionado a no máximo seis nomes no total, sendo três na área de Ciências Exatas, da Terra e Engenharias; e três na área de Ciência Biológicas.
A etapa de consulta pública encerra no dia 3 de fevereiro, às 17 horas. A cerimônia de premiação será realizada no dia 8 de março, quando é celebrado o Dia Internacional da Mulher.
Fonte: Bom Dia Agora

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) lança nesta terça-feira o edital do Prêmio Bahia pela Diversidade , cujo tema, nesta edição, será Mulheres na Ciência. É a primeira vez que a premiação se dedica à produção científica das mulheres, nas áreas de Ciências Exatas e da Terra e Engenharias, e Ciências Biológicas. O edital é organizado pela entidade em parceria com a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado (Secti) e pela Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM).
Serão condecoradas duas candidatas na categoria “Pesquisadoras de Destaque”, cada uma com o prêmio de R$ 15 mil, e quatro na categoria “Jovens Pesquisadoras”, que ganham R$ 5 mil cada. Entre os critérios exigidos para concorrer, é preciso ser brasileira (ou naturalizada); residente e domiciliada na Bahia; ter obtido o título de doutora ou mestra há mais de oito anos; e estar vinculada a um centro de pesquisa ou instituição acadêmica do estado.
Fonte: Rádio Tropical Sat
A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) lança nesta terça-feira (20) o edital do Prêmio Bahia pela Diversidade (clique aqui para acessar o edital), cujo tema, nesta edição, será Mulheres na Ciência. É a primeira vez que a premiação se dedica à produção científica das mulheres, nas áreas de Ciências Exatas e da Terra e Engenharias, e Ciências Biológicas. O edital é organizado pela entidade em parceria com a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado (Secti) e pela Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM). Serão condecoradas duas candidatas na categoria “Pesquisadoras de Destaque”, cada uma com o prêmio de R$ 15 mil, e quatro na categoria “Jovens Pesquisadoras”, que ganham R$ 5 mil cada.
Fonte: Conquista Urgente
Link: http://www.conquistaurgente.com.br/noticias/7933-2016/12/21/mulheres-na

O edital Bahia pela Diversidade – Edição Mulheres nas Ciências, foi lançado nesta terça-feira (20) pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado (Secti), e a Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM). Com o objetivo de valorizar pesquisadoras e cientistas, a premiação destaca mulheres que através da extensão de seu trabalho, contribuem de maneira relevante para o desenvolvimento do estado da Bahia.
O presidente da Fapesb, Eduardo Almeida, comenta a importância da premiação. “Este prêmio tem um aspecto muito especial. Buscamos dar suporte para que as mulheres possam ganhar um espaço maior de relevância no cenário da ciência e tecnologia no Brasil. A premiação vai contemplar o trabalho de seis pesquisadoras. Duas com pelo menos oito anos de experiência ganharão R$ 15 mil cada, e quatro com menos tempo de experiência ganharão R$ 5 mil cada. As indicações estão abertas à comunidade, ou seja, as candidatas podem ser indicadas pelas instituições em que trabalham ou podem se inscrever para participar da premiação”.
As interessadas em concorrer aos prêmios precisam atender a alguns critérios de elegibilidade, como ser brasileiras natas ou naturalizadas e residir no estado da Bahia, além de possuir título de doutora ou mestra e atuar nas áreas de Ciências Exatas, da Terra e Engenharias e Ciências Biológicas e estar vinculada a uma instituição acadêmica ou centro de pesquisa localizado na Bahia. No processo de escolha, elas terão os currículos avaliados por consultores dos quadros de universidades e centros de pesquisa de fora da Bahia. O anuncio das vencedoras está previsto para o dia 8 de março de 2017, Dia Internacional da Mulher.
Para a secretária de Políticas para as Mulheres do Estado, Olívia Santana, a iniciativa estimula o debate nas universidades sobre a equidade de gênero. “Já temos uma presença expressiva de mulheres nas ciências sociais, queremos aumentar o número de cientistas na área das Ciências Exatas e das Engenharias. É importante que elas tenham incentivos governamentais e da área privada para que a gente possa ir quebrando barreiras e possibilitando o avanço das mulheres nesses campos de pesquisa que ainda têm predominância masculina”.
De acordo com a vice-diretora de pesquisa do instituto Gonçalo Moniz, Marilda de Souza, a premiação ajuda a quebrar paradigmas e dá suporte na luta pela igualdade de gênero. “Com a modernidade as mulheres se integram melhor para a capacidade produtiva. Hoje a mulher lida melhor com o fato de ser mãe, pesquisadora e precisar trabalhar. Mas as dificuldades ainda são muitas e incentivos como este são sempre muito bem vindos”.
Fonte: Fiocruz
Fomentar a diversidade na área das pesquisas científicas é buscar a promoção das igualdades e a inclusão das diferenças no âmbito acadêmico. Pensando nisso, a Fapesb, em parceria com a Secti, e com a Secretaria Estadual de Políticas para Mulheres da Bahia, lança o edital Bahia pela Diversidade – Edição Mulheres nas Ciências.
Fonte: CNT
Edição Mulheres nas Ciências, foi lançado na terça-feira pela Fapesb, em parceria com a Secti e a Secretaria de Políticas para Mulheres. Com o objetivo de valorizar pesquisadoras e cientistas, a premiação destaca mulheres que através da extensão de seu trabalho, contribuem de maneira relevante para o desenvolvimento do estado da Bahia.
Fonte: TVE Bahia
Link: https://youtu.be/qJP2nAKvbiA
Foi em novembro passado que o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) confirmou a inclusão desse novo instituto de pesquisa baiano entre os 100 novos INCTs a serem efetivamente financiados ao longo de seis anos pelo governo federal em parceria com as fundações estaduais de amparo à pesquisa. No caso da UFBA, terminaram entre os financiados seis institutos nacionais, que passam a receber recursos simultaneamente do governo federal e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).
A Universidade Federal da Bahia e especialmente sua Faculdade de Comunicação (Facom-UFBA) são agora a sede do centro nacional de referência em pesquisa sobre democracia digital, governo eletrônico e comunicação política online. O responsável por isso é o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Democracia Digital (INCT-DD), que será inaugurado na Facom em janeiro próximo.
Foi em novembro passado que o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) confirmou a inclusão desse novo instituto de pesquisa baiano entre os 100 novos INCTs a serem efetivamente financiados ao longo de seis anos pelo governo federal em parceria com as fundações estaduais de amparo à pesquisa. Em meados do ano, ele já figurara na lista total de 252 projetos dessa natureza aprovados para possível financiamento. No caso da UFBA, terminaram entre os financiados seis institutos nacionais, que passam a receber recursos simultaneamente do governo federal e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).
O INCT-DD agregará praticamente todos os grupos e laboratórios nacionais que atuam nas linhas relacionadas ao tema da democracia digital. Isso inclui âmbitos tão diversos quanto e-participação, e-deliberação & esfera pública online, governo eletrônico & parlamento digital, transparência digital & governo aberto, internet e sociedade civil & grassroots (movimentos sociais nascidos da base da sociedade) e-democracy, política em ambientes digitais, além de códigos e privacidade & governança da internet.
Uma grande rede, ele já parte para ação com o trabalho de 79 pesquisadores, dos quais, 44 atuantes em centros de pesquisa brasileiros e 35 estrangeiros: 15 australianos, 12 europeus de 8 diferentes países, seis americanos, um chileno e um canadense. No conjunto, a rede envolve 37 instituições, entre universidades, centros de pesquisa e laboratórios – 16 brasileiras e 21 estrangeiras. “Estamos todos muito animados com as perspectivas de um centro de pesquisa de nível internacional dedicado a explorar meios e modos de usar a tecnologia para produzir mais- e melhor- democracia”, diz Wilson Gomes, professor titular da Facom, e coordenador do INCT-DD, ao lado do colega Othon Jambeiro.
A proposta desse INCT voltado à democracia digital foi submetida por ambos ao CNPq em 2014. Cinco anos atrás, eles haviam criado na Facom o Centro de Estudos Avançados em Democracia Digital (CEADD) que em larga medida pode ser tomado como um embrião do novo Instituto. Mas vale registrar que Gomes e Jambeiro já vinham desde a década de 1990 desenvolvendo uma linha de pesquisa consistente e respeitada dentro e fora do país na área de comunicação e política.
“O centro pré-existente reúne alguns grupos de pesquisa da UFBA e de fora dela, e foi implantado com recursos originários de editais do Pronex, o Programa de Apoio a Núcleos de Excelência, cujas fontes eram CNPq e Fapesb, e do programa CT-Infra, da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Já o INCT-DD, que está sendo implantado agora, com recursos provenientes de chamada específica de 2014, ou seja, 50% vindos do CNPq e Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e outros 50% da Fapesb, representa um considerável upgrade no alcance, na extensão e no financiamento da rede do CEADD”, explica Wilson Gomes.
Mantém-se, claro, uma relação entre o INCT-DD e CEADD, explicada por Gomes em termos didáticos: o INCT-DD é uma rede de laboratórios, grupos e centros de pesquisa associados para pesquisar democracia digital e o CEADD é a liderança dessa rede. “Seus laboratórios são os centrais da rede”, detalha. A coordenação do INCT é responsabilidade dos coordenadores do CEADD.
Wilson Gomes ressalta a importância de se estudar democracia digital. “Vivemos num mundo digitalizado, as pessoas estão hiperconectadas, o uso de ferramentas e ambientes digitais para o desenvolvimento de projetos que fortalecem a democracia é uma consequência da vida. Fazemos tudo digitalmente, então, temos também a necessidade de ter governos digitais. O cidadão está no universo digital, o Estado e a democracia também precisam estar”, diz.
A linha de pesquisa que ele e Jambeiro iniciaram lá nos anos 1990, com o passar do tempo foi se ampliando Ao lado da publicação de teses e artigos, workshops, encontros anuais com os grupos de pesquisa da rede, vieram também projetos de consultoria. “Prestamos consultoria ao Gabinete Digital do governo do Rio Grande do Sul. O governo desenvolveu um Centro de Informação com o propósito de aumentar a transparência, informar e estimular a participação e o controle social.”, conta o pesquisador.
Ele relata também o convite feito recentemente pelo governo Temer para colaborar com a proposta de criação do “Governo Digital do Brasil”, uma espécie de plataforma de serviços públicos digitais que adequa a linguagem técnica governamental a um formato de fácil entendimento para o cidadão, com atualização diária de notícias, promovendo a convergência de conteúdos dos 39 ministérios e de mais de 260 órgãos federais.
A evolução do CEADD ao INCT-DD abre, na visão de Wilson Gomes, novas possibilidades para internacionalizar mais a produção científica da Bahia e do Brasil na área de democracia digital e amplia o possível impacto da pesquisa na sociedade e nos projetos de governo no Brasil. “Vai ser muito importante para a UFBA sediar a coordenação de uma rede nacional e internacional de pesquisa em democracia digital. Há poucos centros de referência assim no mundo. São dois na Inglaterra, dois nos Estados Unidos, ou seja, quatro grandes centros, seremos o quinto. Isso nos define também como um centro de excelência em pesquisa”, diz Wilson Gomes.
Fonte: Edgard Digital / UFBA
UNEB lança a primeira Graduação Tecnológica em Jogos Digitais da Bahia. O curso será ofertado, no período vespertino, pelo Departamento de Ciências Exatas e da Terra (DCET) do Campus I, em Salvador. A seleção de candidatos para as 25 vagas oferecidas pela universidade será feita exclusivamente pela edição 2017.1.
O mercado mundial de jogos deve gerar 99.6 bilhões de dólares em 2016, o montante é 8,5% superior ao registrado no ano passado. Isso é o que aponta o Relatório Global do Mercado de Games publicado pela Newzoo, empresa especializada em pesquisas da indústria de games.
É em meio a essa projeção de crescimento da indústria internacional que a UNEB lança a primeira Graduação Tecnológica em Jogos Digitais da Bahia. O curso será ofertado, no período vespertino, pelo Departamento de Ciências Exatas e da Terra (DCET) do Campus I, em Salvador.
A seleção de candidatos para as 25 vagas oferecidas pela universidade será feita exclusivamente pela edição 2017.1 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do Ministério da Educação (MEC), que utiliza o resultado obtido pelo estudante no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2016.
A graduação, que é também a primeira da UNEB na modalidade tecnológica, é fruto dos trabalhos desenvolvidos pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Comunidades Virtuais, que há 14 anos discute as relações entre jogos digitais e os diferentes espaços de aprendizagem.
“A ideia é que os estudantes que ingressem no curso tenham uma visão sistêmica do processo de desenvolvimento de jogos, interagindo com professores especialistas e profissionais de áreas como programação, roteiro, arte e design de jogos, captação de recursos, gestão, inteligência artificial, gameproduto e gamecultura”, explica a coordenadora do Comunidades Virtuais, Lynn Alves.
A graduação tecnológica terá carga total de 2.115 horas-aula, divididas em seis semestres (três anos). E o diploma de nível superior que será expedido para os concluintes permite que os interessados possam seguir na carreira acadêmica.
“Esse é um curso que culmina com todo um processo que vem sendo construído na UNEB. Ele nasce do amadurecimento do Comunidades Virtuais e dos profissionais que contam a história desse centro, e do amadurecimento também da nossa universidade”, avalia Lynn.
Ainda de acordo com a pesquisadora, mesmo sendo uma graduação tecnológica, os estudantes poderão se inserir na pesquisa, por meio da iniciativas do centro, e os que tiverem interesse também serão incentivados ao ingresso na indústria de games estadual, nacional e internacional.
O curso vai respeitar a natureza multidisciplinar da área de jogos e promoverá a interlocação com as graduações de Design, de Sistemas da Informação (SI), Psicologia e da área de Educação ofertadas também pela UNEB.
Segundo o professor do curso Filipe Pereira, que é CEO da Aoca Game Lab, durante a primeira semana de aulas, os ingressantes serão recepcionados com uma aula inaugural, oficinas e visitas a estúdios de desenvolvimento de games.
O curso já nasce com o suporte de projetos incubados no Comunidades Virtuais, a exemplo do Aoca, e de profissionais que possuem relação com o Parque Tecnologico da Bahia e com a Bahia Indie Game Developers (BIND). A UNEB possui também um curso de Especialização em Game Design e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Comunidades Virtuais já desenvolveu 12 jogos digitais com o objetivo de facilitar a aprendizagem e é referência do país nessa área.
Fonte: UNEB
O texto também autoriza o Executivo a reduzir a exigência para 50%, quando se tratar de empresa que desenvolva software ou preste serviços de tecnologia. Além disso, a proposta determina que o Conselho Nacional de Zonas de Processamento de Exportação poderá modificar esses percentuais mínimos.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (15/12) Projeto de Lei 5957/2013, com origem no PLS 764/2011 de autoria da senadora Lídice da Mata (PSB-BA), que altera uma série de aspectos da lei que institui as Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs) – Lei 11.508/07. Agora o projeto segue para análise do Plenário da Câmara, depois retorna ao Senado.
Já aprovado anteriormente nas Comissões de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia e de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara, a principal modificação na proposta original diz respeito à inclusão de empresas prestadoras de serviço nessas localidades. Atualmente, a legislação prevê apenas a presença de indústrias nas ZPEs.
Segundo o projeto, empresas autorizadas a operar em Zonas de Processamento de Exportação podem adquirir bens de capital com benefícios tributários previstos em lei para a instalação de unidade industrial ou empresa prestadora de serviços, mesmo antes do alfandegamento da área. Até hoje, a legislação permite o funcionamento da zona especial e o usufruto dos benefícios somente após a instalação da alfândega. A empresa beneficiada, no entanto, terá de pagar os tributos devidos, acrescidos de juros, caso a autorização para a instalação da ZPE caduque, seja revogada ou o pedido seja indeferido em definitivo.
O texto também autoriza o Executivo a reduzir a exigência para 50%, quando se tratar de empresa que desenvolva software ou preste serviços de tecnologia. Além disso, a proposta determina que o Conselho Nacional de Zonas de Processamento de Exportação poderá modificar esses percentuais mínimos. Caso isso ocorra, o órgão poderá redirecionar parte da produção para o mercado interno. Por fim, o texto revoga o artigo da lei que prevê a possibilidade de fixação de um valor mínimo para os investimentos totais de empresas que operem em zonas e processamento de exportação.
Fonte: ABRAZPE