Fapesb promove workshop de resultados parciais do edital Tecnova

Apresentar um panorama do andamento dos projetos apoiados pelo Edital (029/2013) Tecnova. É o objetivo do Workshop de Acompanhamento dos resultados parciais realizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), nos dias 09 e 10 de março, às 9h, no Espaço Lazareto, sede da Fundação. O evento é aberto ao público e conta com a participação das empresas contempladas pelo edital.

Apresentar um panorama do andamento dos projetos apoiados pelo Edital (029/2013) Tecnova. É o objetivo do Workshop de Acompanhamento dos resultados parciais realizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), nos dias 09 e 10 de março, às 9h, no Espaço Lazareto, sede da Fundação. O evento é aberto ao público e conta com a participação das empresas contempladas pelo edital.

O coordenador de apoio à competitividade empresarial da Fapesb, Alzir Mahl explica que “nestas apresentações, as empresas estarão mostrando os resultados, dificuldades, execução dos recursos. Esta é uma ação já recorrente e faz parte da metodologia de gestão do edital Tecnova da Fapesb” e completa “este Edital visa apoiar projetos de inovação tecnológica, que envolvam significativo risco tecnológico associado a oportunidades de mercado”.

Lançado em 2013, o Tecnova que é uma parceria entre a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e Fapesb tem como objetivo, apoiar, por meio da concessão de recursos de subvenção econômica (recursos não-reembolsáveis), o desenvolvimento de produtos (bens ou serviços) e/ou processos inovadores de empresas baianas com fins lucrativos para o desenvolvimento dos setores econômicos, considerados estratégicos pelas políticas públicas federais e aderentes à Política de Inovação do Estado da Bahia.

SERVIÇO

O quê: Workshop de Acompanhamento dos resultados parciais do Tecnova
Onde: Espaço Lazareto, sede da Fapesb – Rua Aristides Novis, n.º 203, Colina de São Lázaro – Federação.
Quando: Dias 09 e 10 de março
Horário: 9h
Aberto ao público.

Fonte: Ascom/Fapesb

Giro na ciência: 8 benefícios que a interação entre indústrias e universidades trazem para um país

Fortalecimento do empreendedorismo, multiculturalismo, estímulo à inovação, aumento da competitividade… Ex-professor universitário e atual presidente da indústria de semicondutores HT Micron, Ricardo Felizzola, lista algumas vantagens dessa união de sucesso!

Fortalecimento do empreendedorismo, multiculturalismo, estímulo à inovação, aumento da competitividade… Ex-professor universitário e atual presidente da indústria de semicondutores HT Micron, Ricardo Felizzola, lista algumas vantagens dessa união de sucesso!

A parceria mais estreita entre indústrias e universidades é fundamental para o desenvolvimento social e econômico. O presidente da empresa de semicondutores HT Micron, Ricardo Felizzola, conhece de perto as duas realidades e é quem garante isso. Foi pesquisador e professor do curso de Ciências da Computação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) por dez anos e largou a carreira universitária para abrir o próprio negócio. A empresa HT Micron, da qual é um dos fundadores, começou como uma startup na Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos). E por isso mesmo, Felizzola, que também é membro da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), da Confederação Nacional da Indústria (CNI), apresenta oito vantagens dessa interação:

1. Fortalecimento do empreendedorismo
O empreendedorismo, que promove o surgimento e crescimento de novas empresas, deve ser estimulado no ambiente acadêmico. Nos Estados Unidos, há muitas escolas de negócios que são referência no mundo, como Harvard e Wharton, em que professores continuam trabalhando em empresas. No Brasil, o enfoque está mais em administração do que em negócios e, muitas vezes, os professores não são incentivados a conciliar a vida acadêmica com o dia-a-dia nas indústrias. “Estas escolas voltadas a ensinar administração focam em projetos e na sua execução, mas esquecem de algo importante muito valorizado em escolas de negócios: verificar os resultados”, destaca Felizzola.

2. Transformação de empresas em ambientes educacionais
As universidades são ambientes educacionais por natureza, enquanto as empresas são vistas como locais de treinamento. No entanto, a interação com o mundo acadêmico poderá incentivar indústrias a se tornarem ambientes educacionais, com projeto de pedagógico e de desenvolvimento de novas habilidades e competências.

3. Transferência de conhecimento e geração de valor
Como ambientes naturais onde o conhecimento é incentivado e valorizado, as universidades podem transmitir esse valor ao ambiente de negócios. A partir daí, também aprendem a captar recursos ao negociar as invenções para que se tornem inovações. Um exemplo nesse sentido é o Google, que foi criado no ambiente universitário e virou um negócio muito lucrativo.

4. Interação entre diferentes culturas
Tanto o ambiente empresarial quanto o acadêmico têm seu próprio conjunto de crenças e valores. Ao interagirem, indústrias e universidades podem harmonizar suas culturas e aperfeiçoá-las ao incorporar o que há de melhor em cada uma delas.

5. Profissionais que atendam às reais demandas sociais e econômicas
A universidade deve se preocupar em formar profissionais com competências para atender demandas sociais. Além disso, os estudantes devem sair da universidade com habilidades para negociar e reconhecer o valor econômico das suas competências. Mais do que trabalhadores, as universidades devem ser polos para formar empreendedores.

6. Incorporação da visão de mercado pelas universidades
A base da sociedade moderna é a troca e a negociação. Essa premissa, do ambiente empresarial, poderá contribuir para a reformulação da gestão das universidades, sobretudo as públicas, tornando-as mais eficientes e integradas ao sistema econômico. É necessário reconhecer que tanto as invenções quanto a própria formação de profissionais têm um valor social e econômico. Alunos formados no sistema público precisam, por exemplo, oferecer uma contrapartida pela educação financiada pela sociedade. Já os estudantes que abandonam os estudos nas universidades precisariam custear os anos que foram investidos em sua educação.

7. Estímulo à inovação
No ambiente inovador, universidades focam em criar novidades e as empresas em produzir os novos produtos em série e mais baratos para o consumidor. Além disso, as universidades podem incentivar o surgimento de startups. De acordo com Felizzola, a empresa grande, em geral, aperfeiçoa produtos, enquanto a indústria nova é que é inovadora e vem para desafiar os grandes negócios.

8. Crescimento da competitividade
Ao estimular a inovação, aperfeiçoar a gestão de empresas e academia e melhorar a formação da mão-de-obra, a interação da indústria com universidades potencializa a geração de ativos econômicos ricos em conhecimento e promove o crescimento da competitividade de um segmento produtivo, região e país. Ocorre nesses locais um efeito multiplicador e a geração de um ciclo virtuoso de inovação: currículos acadêmicos com conteúdos mais inovadores e formação de profissionais que geram produtos inovadores e são mais empreendedores. Mais produtos e empresas bem sucedidas geram mais empregos, arrecadação de tributos, riquezas que, por sua vez, geram melhores ambientes e demanda para universidades e empreendimentos inovadores.

Por Maria José Rodrigues
Colaboraram Diana Jungmann, Fabiano Barreto, Julieta Cunha e Leonardo Fernandes
Infografia: Rafael James
Fonte: Agência CNI de Notícias

MCTI/MAPA/CNPq abrem chamada nº02/2016 em agroecologia e produção orgânica

Está aberta a chamada do MCTI/MAPA/CNPq nº 02/2016 para implementação e/ou manutenção de núcleos de estudo em agroecologia e produção orgânica.

Está aberta a chamada do MCTI/MAPA/CNPq nº 02/2016 para implementação e/ou manutenção de núcleos de estudo em agroecologia e produção orgânica.

Válida para Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, esta chamada tem por objetivo apoiar projetos que integrem atividades de extensão tecnológica, pesquisa científica e educação profissional para construção e socialização de conhecimentos e técnicas relacionados a Agroecologia e aos Sistemas Orgânicos de Produção.

A chamada busca, ainda, a promoção dessas técnicas, por meio da implantação ou manutenção de Núcleos de Estudo em Agroecologia e Produção Orgânica – NEAs em instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, conforme definido pelo artigo 1.º da Lei 11.892/08.

O período de inscrições vai do dia 12/02/2016 ao dia 12/05/2016. Para mais informações, acesse este documento.

Desenvolvido pela Maqhin app ‘Vigilante’ recebe apoio da Fapesb e prepara versão comercial

Um cano furado, buraco, lixo e desordem pública são problemas típicos de grandes cidades.

Um cano furado, buraco, lixo e desordem pública são problemas típicos de grandes cidades. Encontrando uma solução inovadora, inspirado em um estilo de vigilância colaborativa, a empresa Maqhin Soluções Inovadoras, com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado da Bahia (Fapesb), desenvolveu um aplicativo e rede social de cooperação entre pessoas, mídias e instituições, o Vigilante.

De acordo com Rafael Câmara, sócio diretor da Maqhin, que atualmente está incubada pelo Parque Tecnológico da Bahia, explica que o app “possibilita que cidadãos e atores influenciadores na dinâmica da cidade reportem, impulsionem e solucionem qualquer tipo de problema público através de cadastros com foto, localização no mapa”.

A ideia de criar a rede social surgiu por conta das demandas de reclamações da população, em prol de melhorias para a cidade. Câmara também disse que o acesso ao Vigilante funciona de forma simples, acessado através do painel administrativo do app. “Ele [o Vigilante] é um gestor inteligente de demandas públicas que dá uma visão macro da cidade e aproxima os gestores da população”, afirmou Rafael.

O sócio diretor da Maqhin fala sobre a importância do apoio da Fapesb para moldar uma promissora empresa baiana. “O apoio da Fapesb deu a cara que a Maqhin possui hoje. Sem esse apoio, os caminhos certamente seriam mais complexos e talvez ainda não estivéssemos alcançado o atual estado de maturidade com as atuais 13 pessoas que formam a equipe”, relatou.

Ainda de acordo com Câmara, devido ao aporte financeiro concedido pela Fundação possibilitou a consolidação de dois grandes projetos da startup. “Nossos dois maiores projetos apoiados pela Fapesb, que são o Vigilante e o Today, foram apoiados pelo edital PAPPE e o Tecnova, respectivamente. Os dois projetos receberam recursos por 18meses com valor aproximado de 300 mil reais”, afirmou.

O Vigilante possibilita o registro de mais de 250 tipos de ocorrências relacionados a transtornos urbanos para alertar órgãos e instituições competentes. Os registros podem ser realizados de maneira anônima, sendo monitorada pelo denunciante. Atualmente, a empresa responsável pelo serviço iniciou a fase de negociações com prefeituras, governos e instituições públicas e algumas parcerias estão sendo tratadas.

Rafael comenta os planos para o futuro da empresa incubada. “Espero que a Maqhin continue se destacando como a criadora de soluções inovadoras, mas que produtos como o Vigilante, Today e alguns outros que estamos desenvolvendo (GeoProfit Strategy, Sistema Integrado de Autoatendimento, Motolive, Eu Amo Animais), ganhem vida própria e se tornem empresas bem maiores que a empresa”, concluiu.

Fonte: Ascom/Fapesb

China revela 3 projetos de detecção de ondas gravitacionais

Cientistas chineses contam com três projetos diferentes envolvendo a detecção de ondas gravitacionais, anunciou a imprensa local, poucos dias depois que um grupo de pesquisadores confirmou a previsão do físico Albert Einstein.

Esses projetos permitirão à China virar o “líder mundial” no campo desta pesquisa, segundo as fontes. Pequim dedica milhões de dólares à conquista do espaço, considerada um novo símbolo da potência do país.

Cientistas chineses contam com três projetos diferentes envolvendo a detecção de ondas gravitacionais, anunciou a imprensa local, poucos dias depois que um grupo de pesquisadores confirmou a previsão do físico Albert Einstein.

Esses projetos permitirão à China virar o “líder mundial” no campo desta pesquisa, segundo as fontes. Pequim dedica milhões de dólares à conquista do espaço, considerada um novo símbolo da potência do país.

Em um marco para a física e a astronomia, cientistas de vários países anunciaram na quinta-feira passada ter detectado de forma direta as ondas gravitacionais, ondulações do espaço-tempo que foram previstas por Albert Einstein em 1915.

Dois buracos-negros se chocaram há 1,3 bilhão de anos. O cataclismo lançou estas ondas em todas as direções até que chegaram à Terra no dia 14 de setembro, onde foram captadas por instrumentos instalados nos Estados Unidos.

Esta descoberta foi feita em colaboração com equipes de investigação europeias, especialmente de França, Itália e Alemanha. As ondas gravitacionais são produzidas por perturbações na trama do espaço-tempo pelos efeitos do deslocamento de um objeto de grande massa. Estas perturbações se deslocam na velocidade da luz em forma de ondas e nada as detêm.

Este fenômeno costuma ser representado como a deformação que ocorre quando um peso repousa sobre uma rede. Neste caso, a rede representa o tecido do espaço-tempo. A descoberta é histórica porque permite verificar de forma direta uma das previsões da teoria geral da relatividade.

Os físicos determinaram que as ondas gravitacionais detectadas em setembro nasceram na última fração de segundo antes da fusão de dois buracos negros, objetos celestes ainda misteriosos que resultam do colapso gravitacional de estrelas gigantes.

A possibilidade de uma colisão entre esses corpos havia sido prevista por Einstein, mas o fenômeno nunca tinha sido observado. De acordo com a teoria geral da relatividade, um par de buracos negros em que cada um orbita em torno do outro perde energia, produzindo ondas gravitacionais.

Ser capaz de detectar essas ondas que viajam sem perturbação por milhões de anos torna possível voltar para o primeiro milissegundo do chamado Big Bang.

Fonte: Site Exame

Com o tema Inovação e Empreendedorismo, Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia abre as inscrições

Estão abertas até sete de março as inscrições para o Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia.

Estão abertas até sete de março as inscrições para o Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia. Com o tema Inovação e Empreendedorismo, o prêmio convida estudantes, jovens pesquisadores e equipes de pesquisa a apresentarem trabalhos desenvolvidos nas áreas de inovação tecnológica, geração de startups e aceleradoras e gestão da inovação, além de modelos e propostas voltados para o empreendedorismo e de ferramentas facilitadoras da criação de uma cultura empreendedora em empresas e instituições.

Dividido em cinco categorias, o Prêmio Mercosul mobiliza desde estudantes do ensino médio até pesquisadores sêniores, incluindo equipes de pesquisa. O objetivo é reconhecer os trabalhos que representem uma contribuição para o desenvolvimento científico e tecnológico dos países membros e associados ao Mercosul e incentivar a pesquisa e a inovação no bloco. Além disso, o prêmio contribui para o processo de integração regional a partir do incremento na difusão de realizações e dos avanços no campo do desenvolvimento científico e tecnológico do Mercosul.

O Prêmio Mercosul é lançado simultaneamente na Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela. Para mais informações, acesse o site http://www.premiomercosul.cnpq.br/web/pmct/inicial.​

Fonte: Agência de Notícias Anpei.

Giro na ciência: Minúsculo disco de vidro é capaz de armazenar 360 TB de dados por 13,8 bilhões de anos

Estima-se que os seres humanos estejam produzindo diariamente dados equivalentes a 10 milhões de discos Blu-ray e muitos desses dados precisam ser armazenados em algum lugar.

Estima-se que os seres humanos estejam produzindo diariamente dados equivalentes a 10 milhões de discos Blu-ray e muitos desses dados precisam ser armazenados em algum lugar.

Agora, pesquisadores no Reino Unido podem ter encontrado a solução: um disco digital de dados de cinco dimensões (5D) que pode armazenar 360 terabytes de dados por, pelo menos, cerca de 13,8 bilhões de anos.

Para criar o disco de dados, os pesquisadores da Universidade de Southampton utilizaram um processo chamado de “exposição a lasers de femtosegundos” que cria pequenos discos de vidro usando um laser ultrarrápido gerador de pulsos curtos e intensos de luz. Estes pulsos podem gravar dados em três camadas de pontos nanoestruturados separados por 5 micrometros (o equivalente a 0,005mm).

As 5 dimensões são representadas, em primeiro lugar, pela posição tridimensional de cada ponto dentro das camadas e em seguida, pelas dimensões adicionais que caracterizam o tamanho e a orientação do ponto. As nanoestruturas criadas pela tecnologia podem ser lidas utilizando um microscópio óptico em conjunto com um polarizador (um filtro desenvolvido para bloquear polarizações específicas de luz).

A equipe por trás dos novos discos 5D diz que eles poderiam ser muito úteis para instituições que lidam com grandes arquivos, como bibliotecas, museus e qualquer outro lugar com extensos registros.“É emocionante pensar que criamos a tecnologia para preservar documentos e informações e armazená-los no espaço para as gerações futuras. Esta tecnologia pode garantir a última prova da nossa civilização: tudo o que aprendemos não será esquecido”, disse um dos pesquisadores, Peter Kazansky.

Os pesquisadores estão apresentando seu trabalho na International Society for Optical Engineering Conference, em São Francisco, EUA, nesta semana. Depois disso, pretendem se encontrar com especialistas da indústria para a criação de uma parceria com intuito de melhor desenvolver a tecnologia, fazendo-a alcançar um estágio que poderia ser utilizado em produtos comerciais.

O suporte de armazenamento foi apelidado de “cristal de memória de Superman”, em alusão aos cristais de memória dos filmes do Superman. De fato, a criação parece de outro mundo! Ela não apenas pode armazenar quantidades absurdas de dados, como também pode suportar temperaturas de até 1.000 °C.

A tecnologia já havia sido demonstrada pela primeira vez em 2013, mas agora tornou-se capaz de armazenar muito mais dados. A equipe já salvou cópias da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), o livro “Óptica” de Isaac Newton, A Magna Carta e A Bíblia do Rei Jaime (Anglicana), nos minúsculos e revolucionários discos.
Fonte: Science Alert
Foto: Reprodução / Jamie Condliffe

 

Projetos de cinco FAPs selecionados em edital da França

Cinco projetos brasileiros foram selecionados para serem realizados em parceria com as instituições francesas INRIA (Institut National de Recherche en Informatique et en Automatique) e CNRS (Centre National de la Recherche Scientifique).

Cinco projetos brasileiros foram selecionados para serem realizados em parceria com as instituições francesas INRIA (Institut National de Recherche en Informatique et en Automatique) e CNRS (Centre National de la Recherche Scientifique). A chamada foi lançada em parceria com nove FAPs (Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa) por meio do CONFAP, tendo sido selecionados projetos de cinco estados diferentes. A lista dos aprovados está disponível neste link.
A chamada apoia pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação que serão desenvolvidas por pesquisadores brasileiros e franceses na área de TIC (Ciências e Tecnologia de Informação e Comunicação). O objetivo é fortalecer a evolução institucional das cooperações já firmadas por meio da formação de equipes associadas e induzir novas cooperações franco-brasileiras.

Por: Coordenadoria de Comunicação do CONFAP

Fapesb adere ao Programa Horizonte 2020

Em 2016, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) fará parte do Programa Horizonte 2020, em conjunto com outras FAPs brasileiras. O Horizonte 2020 é um programa de apoio à Pesquisa, Inovação e Cooperação Internacional desenvolvido pela União Europeia (UE).

Em 2016, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) fará parte do Programa Horizonte 2020, em conjunto com outras FAPs brasileiras. O Horizonte 2020 é um programa de apoio à Pesquisa, Inovação e Cooperação Internacional desenvolvido pela União Europeia (UE).

Com objetivo de responder à crise econômica através do desenvolvimento de tecnologias que possam gerar empregos, crescimento e inovação, o programa promoverá a transferência de tecnologia e sinergias entre Academia e a Indústria. Contando com recurso de cerca de 80 bilhões de euros distribuídos durante os sete anos de vigência do programa (2014-2020), ele se configura, atualmente, como o maior na área de financiamento de pesquisa e inovação da União Europeia (UE).

Candidatos Brasileiros são elegíveis para participar. Os interessados devem acessar este documento que contém as condições e diretrizes do programa.

Por: Ascom/Fapesb

Edital 003/2016

Edital para seleção de propostas para o desenvolvimento de projetos de pesquisa científica e/ou tecnológica no Estado da Bahia, em qualquer área do conhecimento. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia – FAPESB torna público o presente Edital e convoca pesquisadores vinculados às instituições de ensino superior e pesquisa e/ou às instituições de pesquisa e desenvolvimento, públicas ou particulares sem fins lucrativos, localizadas no Estado da Bahia, a apresentarem propostas para o apoio financeiro a projetos de pesquisa científica e/ou tecnológica, em qualquer área do conhecimento. Este Edital submete-se, no que couber, aos dispositivos da Lei Federal No 8.666/93, da Lei Estadual No 9.433/05, do Decreto Estadual No 9.266/04 e em consonância com as orientações registradas no Manual do Pesquisador Outorgado, disponível no Portal da FAPESB (http://www.fapesb.ba.gov.br). 1. Orientações Gerais 1.1 Objetivo Apoiar projetos de pesquisa científica e/ou tecnológica, que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e/ou tecnológico do Estado da Bahia, em qualquer área do conhecimento. Este Edital objetiva também a formação de novos grupos de pesquisa, visando o fortalecimento da base de pesquisadores do Estado e o incremento da produção científica baiana, na sua quantidade, diversidade e principalmente qualidade. 1.2 Valor e Classificação dos projetos 1.2.1 Os recursos alocados pela FAPESB, para este Edital, são da ordem de R$ 8.500.000,00 (oito milhões e quinhentos mil reais), distribuídos em 03 (três) Faixas: 1.2.1.1 Faixa A – Destinada exclusivamente a pesquisadores que obtiveram o título de doutor a partir de 2007, inclusive. 1.2.1.1.1 Não poderão concorrer nesta Faixa Bolsistas de Produtividade em Pesquisa (PQ/DT) do CNPq, categorias 1 e 2 ou Bolsistas BJT do Programa Ciência sem Fronteiras. 1.2.1.2 – Faixa B – Destinada exclusivamente a pesquisadores Bolsistas de Produtividade em Pesquisa (PQ/DT) do CNPq categoria 2, ou ainda, a pesquisadores que não possuem bolsas destas modalidades, em qualquer categoria.