Giro na Ciência – Google cria pulseira médica que monitora saúde do usuário

O Google está desenvolvendo sua própria versão de uma pulseira inteligente, segundo a Bloomberg.O acessório não apenas irá medir sinais vitais do usuário, como frequência cardíaca e temperatura da pele, mas também irá monitorar informações externas, como grau de exposição ao sol.

O Google está desenvolvendo sua própria versão de uma pulseira inteligente, segundo a Bloomberg.O acessório não apenas irá medir sinais vitais do usuário, como frequência cardíaca e temperatura da pele, mas também irá monitorar informações externas, como grau de exposição ao sol.

A pulseira está sendo desenvolvida pelo Google X, o laboratório de inovação da empresa responsável por projetos como o Glass e os carros autônomos. Porém, o acessório não será vendido para consumidores em geral. O Google quer que o aparelho seja usado em testes clínicos e receitado por médicos aos seus pacientes.

A ideia do Google é ajudar profissionais de medicina a monitorarem a saúde de seus pacientes quando eles estão longe do hospital ou do consultório. A Apple está usando a mesma abordagem com o ResearchKit, uma plataforma de software para testes clínicos. A diferença é que os aplicativos do ResearchKit estão disponíveis para qualquer pessoa que tenha um iPhone.

Não é a primeira vez que o Google X desenvolve projetos ligados à medicina. Em 2014, a empresa afirmou que o laboratório estava desenvolvendo lentes de contato que monitora o nível de glicose de pacientes com diabetes.

No começo do ano, o Google X anunciou uma parceria com empresas farmacêuticas na pesquisa da esclerose múltipla.

Fonte: Exame

Interação entre universidade e empresas ainda é desafio no Brasil

A universidade é um ambiente que permite ao aluno conhecer a área do conhecimento estudada durante os anos de graduação. Porém, a preparação para encarar o mundo depois deste ciclo ainda é reduzida.

A universidade é um ambiente que permite ao aluno conhecer a área do conhecimento estudada durante os anos de graduação. Porém, a preparação para encarar o mundo depois deste ciclo ainda é reduzida. Um exemplo disso é que falta apoio para que as empresas desenvolvidas dentro do ambiente acadêmico possam florescer, de fato. As causas são diversas: vão desde impeditivos legais até à própria falta de uma cultura empreendedora dentro do ambiente acadêmico.

Entretanto, há quem consiga fugir destes percalços. É o caso da Movile, empresa que desenvolve aplicativos para celulares, smartphones e tablets, com faturamento anual de R$ 600 milhões. Fabrício Bloisi , CEO da companhia, criou um jogo quando ainda era estudante do instituto de Computação da Universidade de Campinas (Unicamp) e lá fez a companhia nascer e crescer para 20 países.

Para o diretor-executivo da Inova/Unicamp, Milton Mori, exemplos como esse são comuns dentro da instituição. Ela abarca companhias de ex-alunos e ex-professores que nasceram dentro da universidade. São as chamadas empresas filhas, que atualmente somam empresas ativas.

“Elas também licenciam patente da Unicamp e a usam como atividade principal. Com a nossa pesquisa, em novembro do ano passado, estamos chegando a 17 mil empregos através dessas nossas empresas filhas. Um levantamento que vamos lançar em setembro mostra que o faturamento está em mais de R$ 3 bilhões”, destacou Mori, em audiência pública na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado Federal.

Entretanto, para os casos bem-sucedidos, há também os problemas. Muitos deles relacionados à rigidez e às dificuldades impostas pelo marco regulatório. A burocracia impede, por exemplo, que os pesquisadores das universidades que recebam fomento de agências estatais tenham acesso à propriedade da patente, que fica toda para a instituição de ensino. E nem mesmo podem participar de uma companhia que tenha direito a essa patente. Isto, segundo Mori, desestimula o empreendedorismo dentro da academia.

“É muito difícil para um pesquisador que recebe recurso do CNPq e da Fapesp, ou da Capes ou da Finep. Essa propriedade fica 100% na universidade. Ele não consegue fazer mais nada, só pode licenciar, mas fica impedido de ser diretor ou acionista. Quer ser dono da essa empresa, mas não é possível nem com o tempo parcial, nem aposentado”, reclamou.

Problema semelhante é encontrado em Recife (PE). O Porto Digital é um dos empreendimentos inovadores de maior sucesso no Brasil e base para muitas iniciativas similares pelo País afora. Porém, o sucesso no desenvolvimento de inovações vem acompanhado de problemas quando o assunto é legislação. Não a relacionada à atividade inovativa, mas trabalhista.

O ambiente do Porto Digital segue a tendência do Vale do Silício, com ampla liberdade para os pesquisadores utilizarem o tempo como bem entenderem. Porém, a legislação trabalhista tem sido um percalço para uma das principais companhias do local, como o Centro de Estudos de Sistemas Avançados do Recife (C.E.S.A.R), que recebeu mais de cinco mil autuações por conta de falhas no registro de ponto dos funcionários, segundo o especialista Cláudio José Marinho Lúcio.

O custo de R$ 900 por cada autuação, de acordo com Marinho Lúcio, minaria completamente a capacidade de investimentos do C.E.S.A.R em novas soluções inovadoras, uma vez que o lucro da companhia seria utilizado para pagar as multas.

“Lucro, numa atividade como essa de pesquisa e inovação, significa a única forma de utilizar recursos livres para investimento em inovação. Porque a maior parte dos recursos que vão para esses institutos, pesquisas e empresas, para inovoção, para pesquisa e desenvolvimento, estão absolutamente vinculados a uma legislação que nós criamos. A legislação é absolutamente amarrada”, diagnosticou.

Saída

O problema do estímulo à inovação na academia também passa por criar um ambiente propício a essa atividade e por estimular os alunos a buscarem novidades. Só assim, avalia o decano de Administração da Universidade de Brasília (UnB), Luís Afonso Bermúdez, é possível criar as condições para o desenvolvimento da inovação.

“Para que a gente tenha inovação e empreendedorismo, temos que ter transgressão e um ambiente que permita isso, com curiosidade e criatividade. Hoje, quem vai produzir não recebeu bagagem para pensar diferente. Nós não estamos ensinando nossa juventude a pensar na coisa nova”, resumiu.

Gaveta cheia

Outro empecilho é a questão do backlog. Nos últimos anos, o número de pedidos de patente cresceu bastante no Brasil. O ritmo de análise pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), por outro lado, não acompanhou a demanda. Se em 2003 o prazo para a concessão era de sete anos, em 2013 ele saltou para 11 anos. As estimativas são de que cada examinador tem 980 processos por ano, enquanto nos Estados Unidos esta proporção é de 77 patentes por profissional.

Para Milton Mori, do Inova/Unicamp, é fundamental uma reestruturação completa no instituto. “O sistema de registro do INPI é demorado e não sei como resolver. Tanto é que não tem ninguém que está querendo pegar o INPI. Porque tem que arrumar a casa. Tem que ter autonomia, uma reestruturação forte para avançarmos na inovação. Sem isso, o País não vai”, disparou.

Por: Vicente Melo, da Agência Gestão CT&I

Fapesb apoia I Seminário de Pesquisa em Arquivologia da UFBA

O Instituto de Ciência da Informação da Universidade Federal da Bahia, em parceria com o Arquivo Público do Estado da Bahia (unidade vinculada à Fundação Pedro Calmon/Secretaria de Cultura do Estado da Bahia) realizará, no período de 27 a 31 de julho de 2015, o I Seminário de Pesquisa em Arquivologia da UFBA.

O Instituto de Ciência da Informação da Universidade Federal da Bahia, em parceria com o Arquivo Público do Estado da Bahia (unidade vinculada à Fundação Pedro Calmon/Secretaria de Cultura do Estado da Bahia) realizará, no período de 27 a 31 de julho de 2015, o I Seminário de Pesquisa em Arquivologia da UFBA.

O evento visa estimular o debate sobre a pesquisa em Arquivologia, mediante a interlocução entre docentes, estudantes (iniciação científica, mestrado e doutorado) e profissionais da área.

Além do apoio da Fundação Pedro Calmon, são parceiros do evento, a Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Editora da Universidade Federal da Bahia, o programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da UFBA, os grupos de pesquisa CRIDI e GEPICC; bem com a Associação dos Arquivistas da Bahia.

Arquivo Público do Estado da Bahia– Unidade vinculada a Fundação Pedro Calmon/Secretaria de Cultura do Estado da Bahia foi criado em 16 de janeiro de 1890, sendo a segunda mais importante instituição arquivística pública do país.

SERVIÇO

Endereço:
Instituto de Ciência da Informação / UFBA
Rua Basílio da Gama, s/n – Campus Universitário do Canela
CEP: 40110-100 – Salvador/BA

Contato: Iseparq@ufba.br

Período do Seminário: 27 a 31 de Julho de 2015

Inscrição
www.iseparquivologia.ici.ufba.br

Giro na Ciência – Medicamento é capaz de trazer pigmento da pele de volta a pessoas com vitiligo

Os cientistas descobriram que uma droga já existente pode ser capaz de restaurar pigmento na pele de pessoas com vitiligo.

Os cientistas descobriram que uma droga já existente pode ser capaz de restaurar pigmento na pele de pessoas com vitiligo.

Vitiligo é uma doença que faz com que a pele perca seu pigmento, e alguns tratamentos são consistentemente eficazes – embora não para todas as pessoas.

No estudo, que foi publicado recentemente na revista JAMA Dermatology, os pesquisadores deram uma droga chamada citrato de tofacitinibe – utilizada para tratar artrite reumatoide – a uma paciente de 53 anos, com vitiligo, que tinha manchas brancas cobrindo seu rosto, suas mãos e boa parte de seu corpo.

Depois de apenas dois meses, o pigmento tinha parcialmente sumido da face, dos braços e das mãos da mulher. Após cinco meses, as manchas brancas no rosto desapareceram quase por completo. Alguns pontos de seu corpo continuaram manchados, outros não.

Os resultados são encorajadores, especialmente considerando que ela não teve efeitos colaterais adversos ao tomar a droga. Como o estudo foi realizado apenas com uma mulher, mais pesquisas precisam ser feitas para confirmar a eficácia e segurança da droga sobre a vitiligo.

“Embora seja um caso isolado, nós antecipamos o sucesso do tratamento deste paciente com base em nossa compreensão atual da doença e como a droga funciona”, disse o autor do estudo, Brett King, professor assistente de dermatologia na Universidade de Yale School of Medicine, nos EUA. “É um primeiro passo que poderia revolucionar o tratamento de uma doença que pode ser devastadora”, disse.

Fonte: Times

Últimos dias de inscrição para X Encontro Regional de História Oral

Quem quiser participar dos Minicursos (MCs) ou Simpósios Temáticos (STs) do X Encontro Regional Nordeste de História Oral precisa ficar atento aos prazos. A inscrição de participantes nos MCs vai até o dia 5 de julho e para apresentação de comunicação oral nos STs, até o dia 6 de julho.

071_Foto_30_06_2015

Quem quiser participar dos Minicursos (MCs) ou Simpósios Temáticos (STs) do X Encontro Regional Nordeste de História Oral precisa ficar atento aos prazos. A inscrição de participantes nos MCs vai até o dia 5 de julho e para apresentação de comunicação oral nos STs, até o dia 6 de julho.

O evento acontecerá de 10 a 13 de agosto de 2015, na cidade de Salvador – BA, e é promovido pela Associação Brasileira de História Oral (ABHO), por meio de sua Regional Nordeste, juntamente com a Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).

Este ano, o tema do Encontro é “História Oral, Educação e Mídias”, e tem por objetivo propiciar a ampliação do diálogo entre os seguimentos de pesquisadores, em particular, da Área de História, bem como pesquisadores de Áreas afins (Antropologia, Geografia, Sociologia, Educação, etc), intensificando discussões teóricas e metodológicas interdisciplinares.

O evento propiciará, também, a apresentação pública de pesquisas empíricas sobre temas relacionados à História Oral, na perspectiva da sua integração com a Área de Educação e as mídias.

As atividades propostas englobarão discussões sobre memórias e novas tecnologias, destacando temas como a comunicação oral como instrumento da identidade negra; os museus digitais na construção de memórias; as mídias sonoras na formação de identidades ligadas ao espaço geográfico; a produção narrativa de jovens e adultos no contexto das mídias; como também o uso das fontes orais no ensino de história, buscando construir e compartilhar saberes com e na escola.

Fonte: site do evento

Giro na Ciência – Machos e fêmeas sentem dor de formas diferentes

Um novo estudo realizado em Montreal mostrou que camundongos machos e fêmeas usam diferentes tipos de células para responder à dor. Os resultados sugerem que, se algum fator semelhante causa dor em pessoas, o tratamento deve ser adaptado para homens ou mulheres.

070_Foto_30_06_2015

Um novo estudo realizado em Montreal mostrou que camundongos machos e fêmeas usam diferentes tipos de células para responder à dor. Os resultados sugerem que, se algum fator semelhante causa dor em pessoas, o tratamento deve ser adaptado para homens ou mulheres.

Os cientistas sabem que, após uma lesão, entram em ação algumas células denominadas micróglias, na medula espinhal, um processo que está associado à dor persistente. Quando os cientistas desativam a ação da micróglia em camundongos do sexo masculino, os animais tornam-se menos sensíveis a cutucadas. No entanto, nas fêmeas, a desativação das células não causavam nenhum efeito. A pesquisa foi relatada por Jeffrey Mogil e seus colegas, da Universidade McGill, em Montreal, na revista Nature Neuroscience de 29 de junho. Os cientistas sugerem que nas fêmeas as células do sistema imunológico chamadas linfócitos T podem carregar sinais de dor.

Os resultados podem fornecer uma explicação para algumas das diferenças entre as respostas dos machos e das fêmeas quanto à dor, além de oferecem uma advertência para os cientistas: experimentos sobre dor deve incluir ambos os sexos, dizem os autores.

Fonte: sciencenews.org

Presidente da Fapesb participa de Simpósio em Educação Matemática na UESC

O Presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), Eduardo Almeida, participou, na manhã desta segunda-feira, da abertura do 4º Simpósio Internacional de Pesquisa em Educação Matemática, promovido pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), em Ilhéus-Ba.

O Presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), Eduardo Almeida, participou, na manhã desta segunda-feira, da abertura do 4º Simpósio Internacional de Pesquisa em Educação Matemática, promovido pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), em Ilhéus-Ba. O objetivo do evento é reunir educadores da Matemática de todo o Brasil e do exterior, a fim de promover um intercâmbio de experiências que conduzam a avanços nos debates acerca da aprendizagem e do ensino da Matemática.

Para Eduardo, a matemática é uma área de base para o país como um todo. “Precisamos evoluir no ensino da matemática, para atrair e formar talentos. Qualquer país cientificamente qualificado considera a matemática como um de seus pilares”, afirmou. “Para a Fapesb, a matemática é uma área importante, e para o governo também.”
Além de participar do Simpósio, o presidente da Fapesb conheceu os laboratórios da Universidade, conversou com a pró-reitora de pesquisa e extensão, Élida Paulina e com os pesquisadores.

O Simpósio prossegue até o dia 1 de julho. Para mais informações sobre o evento acesse o site: sipemat4.com.br/ocs/index.php/sipemat4/sipemat4

Por: Ascom/Fapesb

Giro na Ciência – Teste de sangue e saliva é eficaz na detecção de cânceres orais

Um novo exame que usa sangue e saliva para detectar câncer de cabeça e de pescoço tem se mostrado promissor em um pequeno número de pacientes.

As descobertas dos cientistas da Universidade Johns Hopkins têm aumentado a esperança para um teste de triagem barato, que poderia ser feito por dentistas ou médicos durante visitas regulares.

069_Foto_29_06_2015

Um novo exame que usa sangue e saliva para detectar câncer de cabeça e de pescoço tem se mostrado promissor em um pequeno número de pacientes. A pesquisa foi publicada na última quarta-feira (24/06) na revista Science Translational Medicine.

Enquanto provavelmente levará anos até que o teste esteja disponível para o público, as descobertas dos cientistas da Universidade Johns Hopkins têm aumentado a esperança para um teste de triagem barato, que poderia ser feito por dentistas ou médicos durante visitas regulares.

Define-se como câncer de cabeça e pescoço os tumores malignos que ocorrem na cavidade oral, faringe e laringe. No Brasil, estima-se aproximadamente 14.170 novos casos de câncer de cavidade oral, por exemplo. Nos Estados Unidos, afeta 50.000 pessoas a cada ano e está em ascensão entre os homens. Os principais fatores de risco são o álcool, tabagismo e papilomavírus humano (HPV), uma infecção comumente transmitida sexualmente que muitas vezes passa despercebida.

“Conseguimos demonstrar que o DNA do tumor no sangue ou saliva pode ser medido com êxito nesses tipos de câncer”, contou o principal autor Nishant Agrawal, professor de otorrinolaringologia e oncologia na Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins.

O estudo envolveu 93 pacientes com câncer que tinham sido diagnosticados anteriormente. Em pacientes portadores de cânceres originados por HPV, os cientistas recolheram amostras de sangue e saliva de DNA relacionado à promoção de câncer. Naqueles com câncer não ligados ao HPV, os médicos buscaram mutações em um punhado de genes relacionados ao câncer.

Os pesquisadores descobriram o DNA do tumor na saliva de 71 dos 93 pacientes (76%) e no sangue de 41 dos 47 (87%). Metade dos pacientes concedeu tanto saliva quanto amostras de sangue aos cientistas, e os testes combinados encontraram DNA do tumor em 45 dessas 47 pessoas (96%). “A combinação de exames de sangue e de saliva pode oferecer a melhor chance de encontrar o câncer”, disse Agrawal.

Mais testes sobre um maior número de pacientes ainda são necessários antes que o teste possa procurar a aprovação do mercado. Uma forma beta do teste pode custar milhares de dólares, mas com o tempo poderia ser oferecido por 50 dólares em ambiente de consultório ou de cuidados primários de um dentista, disseram os pesquisadores.

“Nosso objetivo final é desenvolver melhores testes de triagem para encontrar cânceres de cabeça e pescoço entre a população em geral e melhorar a forma de como monitorar pacientes com câncer de recorrência de sua doença”, afirmou o co-autor Bert Vogelstein, professor de oncologia na Johns Hopkins Kimmel Cancer Center.

Fonte: veja.com (com agência France-Presse)

Professor lança livro sobre ex-votos das Américas com apoio da Fapesb

O professor José Cláudio Alves de Oliveira, Chefe do Departamento de Museologia da UFBA, lançou, no início de junho, o livro “Ex-votos das Américas: Comunicação e Memória social”.

068_Foto_26_06_2015

O professor José Cláudio Alves de Oliveira, Chefe do Departamento de Museologia da UFBA, lançou, no início de junho, o livro “Ex-votos das Américas: Comunicação e Memória social”. Trata-se de uma coletânea de textos organizada por ele, resultado dos estudos realizados por seis pesquisadores que enveredaram, dos Estados Unidos ao Brasil, em salas de milagres e museus, para analisarem a iconografia, gramática, discurso e midiatização dos ex-votos.

O livro foi lançado juntamente com uma exposição gratuita que acontecerá até o dia 30 de junho no Museu de Arte da Bahia – MAB, no Corredor da Vitória, em Salvador. A mostra tem como tema a fé e sua manifestação artístico-religiosa, no âmbito da comunicação e da memória social, a partir de uma abordagem museológica, artística, histórica ou linguística.
O trabalho foi realizado com o apoio da Fapesb, por meio do Edital de Apoio a Pesquisas Interdisciplinares – PROINTER.

SERVIÇO
Exposição Ex-Votos das Américas
Onde: Museu de Arte da Bahia – MAB – Corredor da Vitória, 2340, Salvador-BA.
Quando: até o dia 30 de junho – Sábado e Domingo das 14h às 19h, Segunda e Terça-Feira das 13h às 19h
Entrada gratuita

Por: Ascom/Fapesb

Giro na Ciência – Brasil adquire primeiros ônibus movidos a hidrogênio

067_Foto_25_06_2015

Uma mobilidade urbana sustentável, capaz de reduzir as emissões de gases poluentes e melhorar a qualidade de vida do cidadãos, é uma das realizações mais buscadas por países em desenvolvimento. O Brasil, apesar do seu potencial no setor, ainda caminha devagar no campo das tecnologias necessárias para implementar tais medidas. Contudo, os primeiros passos para alterar este cenário estão sendo dados com a aquisição de três ônibus movidos a hidrogênio – uma tecnologia de energia renovável antipoluente.

Os coletivos novos estão em atividade no estado de São Paulo, primeiro estado a receber os ônibus movidos a hidrogênio do País. Eles não emitem gases poluentes pois utilizam apenas vapor d’água, que é eliminado pelo escapamento dos veículos.

Os veículos usam aproximadamente 45% de energia renovável, de acordo com o Ministério de Minas e Energia (MME), colocando o País em uma posição de destaque mundial. Além do Brasil, as únicas nações capazes de desenvolver e operar coletivos com tal tecnologia são a Alemanha, o Canadá e os Estados Unidos.

O projeto foi coordenado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), a Agência Brasileira de Cooperação (ABC), com a direção do MME e recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Fonte: Agência Gestão CT&I