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Professores baianos lançam dicionário de artistas com apoio da Fapesb
Quarta-feira, 23 de abril de 2014

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As biografias e obras de artistas nascidos ou que viveram na Bahia e aspectos de movimentos artísticos são temas do Dicionário Manuel Querino de Arte na Bahia, um banco de dados digital cujo lançamento ocorre no dia 25 de abril de 2014, às 16 horas, na Sala dos Conselhos da Reitoria da UFBA, em Salvador. Após o lançamento, o acesso ao Dicionário será feito gratuitamente na Internet pelo endereço www.dicionario.belasartes.ufba.br.

A iniciativa homenageia Manuel Querino, o fundador da História da Arte Baiana, aprimora a pesquisa realizada pelos seus sucessores Carlos Ott, Marieta Alves e incorpora as revisões e atualizações do conhecimento empreendidas na pós-graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFBA, além de possibilitar a contribuição do leitor sugerindo novos verbetes e corrigindo informações dos já publicados.

O projeto foi possível graças à ação interinstitucional entre a Escola de Belas Artes da UFBA e o Centro de Artes, Humanidades e Letras da UFRB, contou com patrocínio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB), através do Edital Ação-Referência e consiste em uma obra de referência que se destina a registrar e divulgar através de verbetes a biografia dos artistas baianos ou que aqui trabalharam, os movimentos artísticos e as obras de arte relevantes de todas as épocas com as referências documentais, bibliográficas e iconográficas. Inicialmente o Dicionário cobre as artes plásticas, mas no futuro abrangerá outras linguagens artísticas como a música e a dança, como era a intenção de Manuel.

O Dicionário foi organizado pelos professores Luiz Alberto Freire (coordenador-UFBA), Maria Herminia Olivera Hernandez (vice-coordenadora-UFBA), Dilson Rodrigues Midlej (UFRB) e Suzanne de Pinho Pêpe (UFRB).

Evento: Lançamento do Dicionário Manuel Querino de Arte na Bahia
Dia e hora: 25 de abril de 2014, sexta-feira, às 16 horas
Local: Reitoria da UFBA, Sala dos Conselhos – Rua Padre Feijó, s/n, Canela, Salvador

Prof. Dr. Luiz Freire – (71) 9975-1751, dicionariomanuelquerino@gmail.com
Profa. Dra. Maria Hermínia – (71) 8124-1707, dicionariomanuelquerino@gmail.com

Ministério da Saúde lança Chamada Pública de Iniciativas Educacionais para Vigilância em Saúde
Quarta-feira, 16 de abril de 2014

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O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS/MS), lança o Chamamento Público para seleção de propostas de iniciativas educacionais aplicadas à Vigilância em Saúde. O objetivo é selecionar propostas que contribuam para qualificar os trabalhadores atuantes na Vigilância em Saúde no Brasil. Dessa forma, o Chamamento constitui uma ferramenta para o estabelecimento de parcerias entre instituições de ensino e o Ministério da Saúde, a fim de contribuir com o fortalecimento das ações de Vigilância em Saúde, no âmbito do SUS.

As instituições interessadas poderão submeter propostas com um ou mais projetos, nos seguintes níveis:
• Recursos educacionais – incluem o desenvolvimento de jogos, aplicativos, produção de vídeos, tradução de materiais educativos, entre outros, bem como a difusão tecnológica desses recursos.
• Cursos de capacitação – cursos de curta duração, especialmente em áreas priorizadas descritas no anexo I do Chamamento, preferencialmente à distância.
• Cursos de pós-graduação – cursos de especialização ou mestrado, realizados por instituições de ensino devidamente autorizadas pelo Ministério da Educação, em modalidade presencial ou à distância.

Os formulários encontram-se disponíveis no sítio eletrônico da SVS por este link.

O prazo para submissão de propostas encerra-se em 26/05/2014.

Clique aqui para ler a íntegra do Chamamento Público nº 5 – Iniciativas Educacionais aplicadas à Vigilância em Saúde.

Para quaisquer informações adicionais, entrar em contato com a Coordenação Geral de Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços (CGDEP), pelo telefone (61) 3213-8401 ou e-mail qualifica.svs@saude.gov.br.

Por: Luci Scheffer – CGDEP

Pesquisa apoiada pela Fapesb é publicada em renomada revista científica do Reino Unido
Segunda-feira, 14 de abril de 2014

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Um grupo de pesquisa do Laboratório de Bioquímica e Química de Microrganismos (LBQM), no Instituto de Química da Universidade Federal da Bahia (UFBA), juntamente com pesquisadores do Instituto de Física da UFBA e do Departamento de Ciências Exatas e da Terra da UNEB (Campus Salvador), desenvolveu, com o apoio da Fapesb, um projeto de criação de microtubos metálicos que imitam a forma de microrganismos. Os resultados da pesquisa foram publicados na revista eletrônica Biomaterials Science, editada pela prestigiosa Royal Society of Chemistry, a maior agência não governamental de suporte para educação em química do Reino Unido.

Os pesquisadores utilizam o conceito de biomimética e biomimetismo, que consiste em usar estruturas produzidas pela natureza, de forma a imitar suas propriedades ou formas. Fungos filamentosos são cultivados em soluções contendo nanopartículas de ouro que, por sua vez, são assimiladas na parede celular do microrganismo. No fim, são produzidas as chamadas “células ciborgues”, termo científico novo que significa: células modificadas com nanomateriais que podem desempenhar funções completamente diferentes de sua especialização original.

O professor dr. Marcos Malta, coordenador do projeto, explica: “Utilizamos esses fungos ‘ciborgues’ como molde para produção de microtubos de ouro através de um simples tratamento térmico. O mais interessante nesse trabalho é que os microtubos produzidos retém a forma morfológica das células originais”. Segundo dr. Malta, esses microtubos metálicos podem ter importantes aplicações no futuro na área de eletroquímica, eletroanalítica e desenvolvimento de sensores.

Malta lembra que o projeto é financiado exclusivamente pela Fapesb, através do Edital Pronem: Programa de apoio a Grupos Emergentes e do Edital Pronex: Programa de Apoio a Núcleos de Excelência. Além disso, todo o trabalho foi desenvolvido na Bahia, com pesquisadores de instituições baianas. “Sem dúvida, esse trabalho demonstra que podemos fazer ciência de qualidade e impacto aqui na Bahia. A área de biomateriais ainda é incipiente no Brasil e estamos trabalhando para tornar Salvador um centro de pesquisa de alta qualidade nessa área”, diz dr. Malta.

O artigo, publicado como “communication” na revista eletrônica Biomaterials Science, pode ser acessado livremente através da página da revista ou diretamente neste link.

Por: Lorena Bertino – Ascom Fapesb
Foto: Microtubos de ouro obtidos do fungo Aspergillus niger

FAPESB participa de parceria Brasil-Reino Unido de apoio à pesquisa e inovação no País
Sexta-feira, 11 de abril de 2014

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O governo do Reino Unido anunciou o lançamento de uma parceria com o Brasil que deverá injetar cerca de R$ 200 milhões em projetos colaborativos de pesquisa científica e inovação tecnológica no País pelos próximos três anos.

Metade desse dinheiro virá de um fundo criado no início deste mês pelo governo britânico, no valor de $375 milhões de libras esterlinas (cerca de R$ 1,4 bilhão), dedicado a apoiar o desenvolvimento de países emergentes por meio de investimentos em ciência e tecnologia. A outra metade virá de agências de fomento brasileiras, que se comprometeram a dar uma contrapartida de igual valor a cada libra investida no País.

Quinze nações emergentes serão beneficiadas pelo fundo britânico, batizado de Fundo Newton, incluindo China, Índia e África do Sul. O Brasil receberá $27 milhões de libras (cerca de R$ 100 milhões), divididos em três parcelas anuais de $9 milhões de libras (R$ 33 milhões) cada.

Por enquanto, apenas um terço da contrapartida brasileira está garantida, graças a uma parceria com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), que se comprometeu a investir “no mínimo” $3 milhões de libras (R$ 11 milhões) por ano nos próximos três anos. Os outros dois terços estão sendo negociados com agências de fomento federais e outros eventuais parceiros.

“Mais importante do que o dinheiro investido são as parcerias que isso gerar”, disse ao Estado o presidente da Confap, Sergio Luiz Gargioni. Todos os projetos submetidos ao fundo deverão ser desenvolvidos em parceria por pesquisadores e/ou empresas do Brasil e do Reino Unido. A expectativa é que a primeira chamada para submissão de propostas seja lançada nos próximos dois meses. Os recursos poderão ser usados tanto para bolsas quanto para projetos de pesquisa acadêmica ou de inovação tecnológica na indústria.

Prioridades. Ainda que seja uma parceria com investimentos iguais dos dois lados, o objetivo, segundo representantes do Consulado-Geral Britânico em São Paulo, é beneficiar o Brasil, e os projetos deverão ser voltados para a solução de problemas brasileiros. Os grandes temas de pesquisa selecionados para o programa são segurança alimentar, transformação urbana, bioeconomia e doenças negligenciadas.

“O Reino Unido é um líder mundial na colaboração no campo de pesquisa científica internacional e vê muitos ganhos em parcerias com países como o Brasil, que tem demonstrado um avanço acelerado no investimento em ciência e inovação e está posicionado para ser uma das potências científicas do futuro”, afirmou, em nota divulgada pelo consulado, o ministro das Finanças do Reino Unido, George Osborne, que participou de um evento de celebração do acordo com o Brasil na Universidade de São Paulo (USP) na manhã de quinta-feira (10).

Além de Gargioni, representando as Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs), participaram do evento o reitor da USP, Marco Antonio Zago, e os presidentes do CNPq, Glaucius Oliva, e da Capes, Jorge Guimarães.

Internacionalização. A parceria com o Reino Unido deverá ajudar a reduzir uma das principais limitações do desenvolvimento científico-tecnológico do Brasil, que é a baixa internacionalização de suas pesquisas – algo que afeta diretamente a qualidade e o impacto da ciência produzida no País, assim como a posição das universidades brasileiras nos rankings internacionais.

“Temos uma clara visão de que parcerias internacionais ajudam e melhoram a qualidade dos nossos projetos de pesquisa”, disse ao Estado o presidente da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe), Diogo Simões. “A participação das FAPs nessa iniciativa será muito importante para descentralizar os investimentos do fundo. É uma missão estratégica para nós aumentar esse nível de cooperação.”

Por: Herton Escobar / O Estado de S. Paulo

Desenbahia passa a financiar projetos de inovação
Quarta-feira, 9 de abril de 2014

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INOVACRED é a nova linha de financiamento que a Desenbahia lança quinta-feira (10). O objetivo é financiar projetos de investimentos em inovação visando maior competitividade de micros, pequenas e médias empresas. Segundo seu presidente, Vitor Lopes, a Desenbahia passa a atuar como repassadora do Programa Inovacred da FINEP, com envolvimento direto de secretarias estaduais (Sefaz, Secti e SICM), instituições do sistema FIEB, além da FAPESB e do SEBRAE. Trata-se de um marco importante de reforço na política estadual de inovação. O volume inicial de recursos chega a R$ 80 milhões.

A linha INOVACRED Desenbahia pode financiar projeto de inovação entre R$ 150 mil reais e R$ 10 milhões de reais, com juros reduzidos de 3,5% ao ano, e prazo de até 96 meses. O objetivo é estimular as empresas na introdução de novos produtos, processos, serviços, marketing e até mesmo novo método organizacional. Assim, a linha financia equipamentos e instrumentos, matérias-primas, material de consumo, aquisição de tecnologia, patenteamento e licenciamento, treinamentos, softwares customizados. Em casos especiais, a linha viabiliza a instalação de empresas no Parque Tecnológico da Bahia.

Segundo João Paulo Rodrigues Matta, Analista de Desenvolvimento da Desenbahia, o INOVACRED oferece ao empresariado baiano uma linha de crédito inédita no mercado e representa um avanço no sistema governamental de inovação. Principalmente porque atua em parceria com instituições interessadas na propagação da cultura da inovação, incluindo as universidades, associações e órgãos de classe. Entre os setores prioritários estão biotecnologia, fármacos, nanotecnologia, biocombustíveis, energia alternativa, transporte, games e audiovisuais.

REVISTA DESENBAHIA – A apresentação da nova linha de financiamento vai ocorrer na mesma solenidade de lançamento da 19ª Revista Desenbahia, publicação acadêmica, no auditório da Agência de Fomento (10/04), às 14h30. Da programação consta palestra sobre “Inovação como vetor de transformação do negócio”, a cargo de Rafael Lucchesi, Diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e dirigente do Sesi e Senai. O evento é aberto.

Por: Thiago Ribeiro de Souza/Desenbahia

Estão abertas as inscrições para o Edital SENAI SESI de inovação 2014
Segunda-feira, 7 de abril de 2014

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Estão abertas as inscrições para o Edital SENAI SESI de Inovação – edição 2014. Os recursos chegam a R$ 30,5 milhões, sendo R$ 20 milhões para projetos do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), R$ 7,5 milhões para projetos do Serviço Social da Indústria (SESI) e R$ 3 milhões em bolsas de pesquisa em Desenvolvimento Tecnológico e Industrial (DTI) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Esta edição traz novidades.

Diferentemente dos outros anos, haverá ciclos contínuos de inscrição. Assim, as empresas terão chance de submeter propostas a qualquer tempo, até 15 de fevereiro de 2015, com possibilidade de seleção em avaliações trimestrais.

“Quem sai ganhando são as empresas. O prazo agora é maior. Assim, dentro desses períodos de avaliação, poderão surgir novas ideias e projetos que terão mais chance de aprovação”, explica Jefferson Gomes, gerente executivo de inovação e tecnologia do SENAI.

O edital tem como objetivo custear projetos de inovação tecnológica que se estendam às áreas de saúde, segurança, qualidade de vida, educação e cultura, por meio de produtos, processos e serviços. Pode concorrer qualquer empresa do setor industrial de micro, pequeno, médio e grande portes. Nesta edição, as startups também serão contempladas e terão aporte de R$ 5 milhões do valor total.

Entenda como funciona o Edital SENAI SESI de Inovação 2014.

As empresas precisam atuar em parceria com os Departamentos Regionais do SENAI, do SESI, do SENAI/Cetiqt ou com o CNPq. As inscrições devem ser feitas pela internet, na página do edital. O edital foi lançado em 2004, em uma iniciativa do SENAI para promover a inovação na indústria brasileira. Naquele ano, os sete projetos aprovados receberam, juntos, R$ 375 mil. Em 2008, o edital ganhou a parceria do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio do CNPq. No ano seguinte, o SESI reforçou esse time. Desde a primeira edição até 2013, o Edital de Inovação já recebeu 3.066 propostas. Ao todo, 524 projetos foram aprovados.

Na Paraíba, informações sobre o Edital SENAI SESI de Inovação podem ser obtidas através do telefone: (83) 2101-5437.

Por: Portal fiepb.com.br

Secti forma comissão mista para regulamentar Lei de Inovação da Bahia
Segunda-feira, 7 de abril de 2014

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) cria comissão mista para discutir a regulamentação da Lei 11.174, conhecida como a Lei de Inovação da Bahia. (…)

Pesquisadores apoiados pela Fapesb lançam livro sobre culinária da Bahia de Todos os Santos
Sexta-feira, 4 de abril de 2014

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A equipe de pesquisadores do Instituo Kirimurê, que realiza estudos na Baía de Todos os Santos de forma inter e multidisciplinar, com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia – Fapesb, acaba de lançar sua mais nova publicação, o Atlas da culinária na Baía de Todos os Santos, organizada por Jailson de Andrade, Vanessa Hatje, Gal Meirelles e Núbia Ribeiro.

O livro resulta de um projeto de levantamento de dados realizado em 18 meses de trabalho de identificação de pratos consumidos nas localidades da Baía. Trata-se de um amplo levantamento dos hábitos alimentares e práticas sociais associados aos pratos, além de uma análise biológico-físico-química de seus ingredientes. A pesquisa foi apoiada pela Fapesb por meio do Edital Ação Referência e resultou no registro e análise de 30 pratos utilizados no cotidiano da Baía de Todos os Santos.

“Ao sistematizar informações sobre a culinária praticadas em localidades na BTS, o Atlas favorece a realização de novas pesquisas ao tempo em que contribui para o registro dos hábitos alimentares hoje observados”, afirma Roberto Paulo Lopes, diretor geral da Fapesb.

O Atlas da culinária na Baía de Todos os Santos inclui receitas de diversos pratos, dentre eles moquecas, mariscada, acarajé, abará, além de dicas sobre o preparo básico de alguns ingredientes e uma sessão especial com o perfil dos cozinheiros e um pouco de suas histórias.

O livro é a quarta publicação realizada pelos pesquisadores do Instituto Kirimurê, que já lançaram, também, o Baía de Todos os Santos: Aspectos Oceanográficos, em 2009; Baía de Todos os Santos: Aspectos Humanos, em 2011; e Baía de Todos os Santos em Retalhos, em 2013. As duas primeiras publicações podem ser encontradas no site da Fapesb.

Clique aqui e confira a entrevista de Jailson de Andrade sobre o Atlas da culinária na Baía de Todos os Santos, para a Rádio Cultura.

Por: Lorena Bertino – Ascom/Fapesb
Foto: Vanessa Hatje, Jailson de Andrade, Dora Leal, Roberto Paulo Lopes e Gal Meirelles durante o lançamento do livro na Fapesb

Fiocruz Bahia promove II Oficina de Produção Científica
Terça-feira, 1 de abril de 2014

A Fiocruz Bahia, em colaboração com a Universidade de McGill, promoverá, no período de 14 a 17 de abril, a II Oficina de Produção Científica: Escrevendo e Publicando Artigos Eficientemente. (…)

Aprovada em 1º turno PEC que incentiva ciência e tecnologia
Sexta-feira, 28 de março de 2014

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou na última terça-feira (25), em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 290/13, da deputada Margarida Salomão (PT-MG), (…)

Fapesb reúne-se com delegação canadense para discutir acordo de cooperação
Sexta-feira, 28 de março de 2014

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Nesta quinta-feira, 27/03, a Fapesb recebeu uma delegação canadense para discutir possíveis acordos de cooperação a fim de apoiar pesquisas conjuntas entre ambos os países. A equipe canadense era composta por Margaux Béland, vice-presidente de parcerias canadenses do Canadian Bureau for International Education (CBIE), Michael Owen, vice-presidente de pesquisa, inovação e internacional do Instituto de Tecnologia da Universidade de Ontario, Neil Besner, reitor e vice-presidente acadêmico e internacional da Universidade de Winnipeg, Ray Hoemsen, diretor de pesquisa aplicada e comercialização do Red River College, de Winnipeg, Jean Saint-Vil, diretor de políticas e relações internacionais do Conselho de Ciências Naturais e Pesquisas em Engenharia do Canadá (NSERC) e Stacie Travers, gerente do Programa de Bolsas Ciência sem Fronteiras Canadá-Brasil do CBIE.

A visita da delegação à Fapesb tem como objetivo construir parcerias de pesquisas sustentáveis a longo prazo entre Instituições de Ensino Superior (IES) baianas e canadenses, para fomentar a pesquisa através da colaboração e mobilidade do corpo docente e dos alunos. Segundo Margaux Béland, o Canadá é o destino número um para os brasileiros que querem aprimorar a língua inglesa, fazendo com que as instituições canadenses recebam muito mais alunos do Brasil do que o inverso. Por esta razão, há um grande interesse em aumentar a reciprocidade: “Nós estamos no mesmo hemisfério, queremos estreitar relações com os países das Américas. Nós canadenses precisamos conhecer mais o Brasil”,disse.

O diretor geral da Fapesb, Roberto Paulo Lopes, concordou com o fato de que ambos os países têm como um de seus principais focos estimular a pesquisa aplicada para o desenvolvimento da economia. Segundo Neil Besner, no Canadá, 40% da pesquisa acontece nas universidades, enquanto 60% se dá nas indústrias, ao contrário do Brasil em que a pesquisa se desenvolve muito mais nas universidades. Além disso, as universidades são incentivadas pelo governo canadense a venderem os seus produtos: “As empresas contratam as universidades para ajudá-las no desenvolvimento de produtos e uma parte do dinheiro fica nas universidades”, explicou Besner. Michael Owen explicou ainda que os alunos são incentivados a montarem seus próprios negócios, uma maneira de mover a propriedade intelectual das universidades para o mercado.

A escolha do Brasil para a realização deste acordo tem diversas razões, dentre elas, o fato de o país investir somas significativas em cooperações nacionais e internacionais, grande parte delas financiadas por Fundações de Amparo à Pesquisa. Entre abril e maio de 2013, a delegação canadense com representantes de 14 universidades visitou as FAPs de São Paulo e Pernambuco, também procurando estabelecer parcerias. Cinquenta instituições de todas as províncias do Canadá expressaram interesse em participar do acordo de cooperação com o Brasil, sendo 28 universidades, 15 faculdades e sete politécnicas.

Uma das preocupações discutidas durante a reunião foi o fim do Programa Ciência sem Fronteiras, previsto para daqui a dois anos. Margaux Béland disse que o programa possibilita a entrada de muitos alunos brasileiros nas instituições canadenses e que a troca de experiências é muito importante: “O CsF termina em dois anos e queremos ter a certeza de que iremos aproveitar essa experiência no futuro”, afirmou.

Por: Lorena Bertino – Ascom/Fapesb

Quem será o próximo brasileiro financiado pela Fundação Gates?
Quarta-feira, 26 de março de 2014

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Três inovadores do Brasil acabam de receber 100 mil dólares cada um do Grand Challenges Explorations (GCE). Você tem até o dia 6 de maio para se juntar a esse time.

A 13ª edição do GCE busca estratégias em doenças tropicais negligenciadas, ferramentas inovadoras contra diarreia em crianças, novas maneiras de medir o desenvolvimento cerebral fetal e infantil e soluções para melhorar a comunicação com agricultores e incentivar a adoção de comportamentos saudáveis.

Confira aqui os novos desafios em português.

Se você tem uma ideia inovadora para solucionar problemas em saúde, agricultura e desenvolvimento e quer colocá-la em prática, tudo o que tem de fazer é explicá-la em duas folhas de papel. Esse é o único requisito para concorrer ao financiamento de 100 mil dólares oferecido pelo programa Grand Challenges Explorations (GCE), da Fundação Bill & Melinda Gates em parceria com as Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs) de 17 estados brasileiros.

Não é necessário enviar currículo, artigos publicados, referências nem resultados prévios. O Grand Challenges Explorations (GCE) baseia a sua seleção exclusivamente na qualidade da proposta e no seu potencial para resolver grandes desafios globais em saúde, agricultura e desenvolvimento e melhorar a vida de milhares de pessoas ao redor do mundo. Por isso, o programa não leva em conta a identidade do autor durante a seleção e convida qualquer pessoa a enviar seus projetos.

“Você não precisa ser um cientista famoso para ter sua proposta aprovada”, diz Ricardo Capúcio de Resende, engenheiro mecânico da Universidade Federal de Viçosa (UFV) financiado no ano passado e um dos seis brasileiros já contemplados no programa. “Quanto mais seu projeto for inusitado e com potencial para impactar países em desenvolvimento, maiores são as chances de ele ser contemplado.”

Os participantes selecionados ganham 100 mil dólares para colocar seu projeto em prática. Se ele for bem-sucedido, é possível concorrer a um financiamento adicional de até 1 milhão de dólares para ampliar a escala da inovação.

Graças à parceria com as Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) de 17 estados brasileiros os pesquisadores desses estados que forem contemplados no programa receberão um adicional de 50 mil a 100 mil dólares por projeto.
O GCE realiza duas chamadas por ano e premia de sessenta a oitenta projetos por rodada.

A 13ª edição está com inscrições abertas até 6 de maio e busca projetos para os cinco desafios abaixo:

• Novas maneiras de medir o desenvolvimento cerebral fetal e de crianças com até 1 ano (NOVO)
• Novas maneiras de trabalhar juntos: estratégias de integração de serviços de saúde já existentes para aumentar o alcance de intervenções comunitárias em doenças tropicais negligenciadas (NOVO)
• Promoção de comportamentos saudáveis: engajar, quebrar paradigmas e superar obstáculos
• Ferramentas e modelos inovadores para apoiar intervenções em distúrbios entéricos
• Inovações nos sistemas de prestação de contas e de feedback em projetos de desenvolvimento agrícola

Para uma descrição completa dos 5 tópicos em português, clique aqui. Apenas propostas que respondam diretamente aos desafios apresentados em cada tópico serão consideradas.

Veja o vídeo do Grand Challenges Explorations em português para mais detalhes sobre o programa.

Brasileiros já contemplados

Desde quando foi lançado, em 2008, o GCE já financiou mais de 850 pesquisadores em 50 países. Seis brasileiros já fazem parte dessa grande rede de inovadores e foram contemplados porque apresentaram ideias inovadoras e de impacto para resolver problemas globais. Em outubro do ano passado, pela primeira vez, três deles foram financiados numa única rodada do programa. Veja abaixo:

Floriano Paes Silva Júnior, farmacêutico da Fiocruz: testará pela primeira vez um sistema rápido e automatizado para avaliar a eficácia de medicamentos nunca antes usados contra a esquistossomose e a filariose.

Mateus Marrafon, engenheiro agrônomo da Universidade Estadual Paulista (Unesp): fita semeadora biodegradável tão barata e fácil de manusear que transforma qualquer pessoa num pequeno produtor de alimentos.

Ricardo Capúcio de Resende, engenheiro mecânico da Universidade Federal de Viçosa (UFV): máquina manual de semeadura específica para mulheres agricultoras que é leve, fácil de usar e capaz de plantar até duas culturas ao mesmo tempo.

Outros três brasileiros já foram contemplados em rodadas anteriores do GCE, em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Como se inscrever:

1. Leia cuidadosamente os desafios propostos: certifique-se de que seu projeto se encaixa perfeitamente nos tópicos. Propostas fora dos temas não serão consideradas.

2. Faça o download do formulário de inscrição: todas as propostas devem ser enviadas online e em inglês. Prove em duas páginas que sua ideia é inovadora, os impactos que ela pode gerar e como será aplicada. Veja aqui as dicas de como preencher a proposta.

3. Crie uma conta, inscreva um desafio e envie sua proposta: para inscrever e enviar seu projeto, é preciso criar uma conta no site em: https://gce.gatesfoundation.org

Confira os critérios envolvidos na escolha das propostas e tire outras dúvidas sobre o programa na sessão FAQ.
Não tem nenhuma pesquisa que se encaixe nos tópicos propostos desta rodada? Inscreva-se para receber avisos sobre o lançamento de novos desafios e concorrer nas próximas edições.

GIRO NA CIÊNCIA – Vídeo mostra exoesqueleto robótico que será usado na Copa
Terça-feira, 25 de março de 2014

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A menos de três meses do início da Copa do Mundo 2014, o neurocientista Miguel Nicolelis segue em sua corrida para que uma pessoa paralítica dê o pontapé inicial no torneio. Um vídeo publicado por ele nesta terça-feira mostra um exoesqueleto robótico similar ao que será usado na Copa.

Uma das inovações do projeto de Nicolelis é que ele emprega uma interface cérebro-máquina direta para comando do exoesqueleto. Em vez de manusear um joystick ou outro tipo de controle mecânico, o deficiente físico poderá controlar seus passos com o pensamento.

O neurocientista brasileiro lidera um grupo de pesquisadores na Universidade Duke, na Carolina do Norte, Estados Unidos. É também fundador do Instituto Internacional de Neurociências de Natal, no Rio Grande do Norte.

Veja a mensagem e o vídeo que Nicolelis publicou em sua página no Facebook:

“Faltando 79 dias para a abertura da Copa do Mundo, todos os 8 pacientes que fazem parte do Projeto Andar de Novo já estão aptos a controlar os movimentos do exoesqueleto usando a atividade elétrica cerebral. O videoclipe abaixo mostra um dos momentos históricos em que um desses pacientes usou a sua atividade cerebral pela primeira vez para controlar os movimentos de um andador robótico que simula o funcionamento do nosso exoesqueleto.
O princípio está provado!
Mais uma etapa vencida!”

http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/video-mostra-exoesqueleto-robotico-que-sera-usado-na-copa

Por: Exame.com

Proposta facilita importação de mercadorias para pesquisa científica
Terça-feira, 25 de março de 2014

A Câmara analisa o Projeto de Lei 4411/12 que prevê a simplificação do processo de importação de mercadorias destinadas à pesquisa científica e tecnológica. (…)

Parcerias Federais e Internacionais são foco de discussão no CONFAP
Quinta-feira, 20 de março de 2014

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Nos dias 17 e 18 de março, ocorreu, na cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerias, o Fórum Nacional do CONFAP (Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa), com a presença de representantes das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs), de órgãos de fomento federais e de organizações internacionais de apoio e disseminação de atividades de pesquisa científica e tecnológica.

Durante a abertura do evento, ocorreu a inauguração da nova sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), em que o presidente do Confap, Sergio Luiz Gargioni, destacou a importância das ações das FAPs no desenvolvimento da sociedade. Segundo Gargioni, os investimentos conjuntos das Fundações de Amparo ultrapassam os R$ 2,5 bilhões anuais.

No primeiro dia do Fórum, dentre outros temas, discutiu-se a votação da PEC 290, que trata da alteração e acréscimo de termos à Constituição Federal para estimular a parceria científica entre os setores público e privado, marcada para quarta-feira (19), no Plenário da Câmara dos Deputados.

No segundo dia, foi aprovado o Regulamento do Programa de Cooperação CAPES/FAPs, que prevê acordos ou convênios entre ambas as instituições, com o objetivo de promover a capilaridade das ações voltadas à formação de recursos humanos altamente qualificados, com vistas a reduzir assimetrias regionais, fortalecer e ampliar a pós-graduação nos estados.

Um dos temas centrais do segundo dia foi o de cooperações internacionais, em que foram discutidas perspectivas de articulação e de apoio das FAPs a projetos cooperativos no Brasil e no exterior. Os participantes apresentaram e discutiram algumas iniciativas de apoio compartilhado a projetos de pesquisa científica e tecnológica.

Durante o Fórum, foi assinado um memorando de entendimento entre o Confap e o British Council, conselho britânico que tem entre suas missões o estímulo à cooperação científica e tecnológica internacional com o Reino Unido. O documento estabelece uma plataforma legal para o desenvolvimento de atividades em conjunto com as FAPs para a formação e o intercâmbio de cientistas entre Brasil, Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e atividades de integração em pesquisa, inovação e políticas públicas, entre outras.

Em seu discurso, Sergio Gargioni lembrou da missão realizada em outubro do ano passado em que nove FAPs, dentre elas a FAPESB, visitaram universidades e instituições de Londres e debateram sobre o tema de Tecnologias de Baixo Carbono.

Por: Ascom/Fapesb (Com informações da Agência Fapesp)
Foto: representantes das FAPs reúnem-se no CONFAP

Inscrições do Proaj podem ser feitas pela internet até dia 20
Quarta-feira, 19 de março de 2014

O Programa de Aprendizado Jovem (PROAJ), coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI) em parceria com SENAI-BA, está com inscrições abertas para os cursos gratuitos de preparação nas áreas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). (…)

Fitossanidade da bananeira é tema de workshop
Segunda-feira, 17 de março de 2014

A Embrapa Mandioca e Fruticultura (Cruz das Almas, BA), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, vai realizar, de 26 a 30 de maio, o I Workshop sobre Fitossanidade na Cultura da Bananeira. (…)

Clélio Campolina é novo ministro de Ciência e Tecnologia
Sexta-feira, 14 de março de 2014

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O reitor Clélio Campolina Diniz assume nesta segunda-feira, dia 17, o Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação em substituição ao professor Marco Antonio Raupp. Ele será empossado pela presidente Dilma Rousseff em cerimônia em Brasília, às 10h, junto com os outros cinco ministros nomeados: Miguel Rosseto (Desenvolvimento Agrário), Gilberto Occhi (Cidades), Eduardo Lopes (Pesca e Aquicultura), Neri Geller (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e Vinicius Nobre Lages (Turismo).

Clélio Campolina Diniz dirige a UFMG desde 2010. É professor titular aposentado do Departamento de Economia e do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (Cedeplar) da Faculdade de Ciências Econômicas (Face) da UFMG.

Integrante desde 2010 do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), órgão de assessoramento da Presidência da República, publicou mais de 100 trabalhos no Brasil e no exterior e recebeu dezenas de condecorações e prêmios acadêmicos.

Possui graduação em Engenharia de Operação pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas, 1967), graduação em Engenharia Mecânica (PUC Minas, 1970), especialização em Desarollo y Planificación pelo Instituto Latinoamericano de Planificación Económica y Social (Ilpes, 1971), mestrado em Ciência Econômica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp, 1978), doutorado em Ciência Econômica (Unicamp, 1987) e pós-doutorado pela University of Rutgers (1991).

Foi diretor da Face, presidente do Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-TEC), coordenador da área de economia do Conselho Técnico-Científico da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e presidente da Câmara de Ciências Sociais Aplicadas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).

Fonte: Site da UFMG com informações do Blog do Planalto

FAPESB apoia I Semana de Empreendedorismo e Inovação da UNIFACS
Quinta-feira, 13 de março de 2014

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A Agência de Inovação e a Incubadora de Negócios da UNIFACS promovem no período de 31 de Março a 04 de Abril de 2014, a I Semana de Empreendedorismo e Inovação da UNIFACS – I SEI.

O evento pretende integrar as quatro escolas da instituição no que se refere às temáticas de empreendedorismo e inovação e, tem por objetivo macro a abordagem destes temas de forma transversal.

Nesse sentido, a UNIFACS promoverá a sensibilização da comunidade acadêmica, a discussão e a troca de experiências em uma variada programação com palestras, oficinas, sessões paralelas, dinâmicas de capacitação, e outras metodologias ao longo da I SEI. Os participantes previamente inscritos e com 100% de frequência terão direito a certificado.

Acesse o link: http://bit.ly/1seiunifacs e faça sua inscrição! Vagas limitadas!

Clique aqui para ver a programação.

Câmaras Básicas da Fapesb realizam primeiras reuniões de 2014
Terça-feira, 11 de março de 2014

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Teve início na manhã desta terça-feira, na Fapesb, a agenda de reuniões das Câmaras Básicas da Fundação, começando com a de Ciências Biológicas. Durante a reunião, os membros da câmara e o diretor geral da Fapesb, Roberto Paulo Machado Lopes, falaram sobre as atividades realizadas em 2013 e o planejamento das atividades de 2014.

Dentre os assuntos discutidos, falou-se sobre a situação dos projetos contemplados em 2013, o aumento do valor das bolsas, parcerias internacionais e ampliação do número de bolsas de mestrado: “Queremos estimular todas as universidades da Bahia que já têm Programa de Mestrado a criarem, também, um Programa de Doutorado”, afirmou Roberto Paulo.

Durante todo o mês de março, as câmaras se reunirão na Fapesb. Confira abaixo a agenda:

• 11/03 – (08H30 ÀS 12H00): CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
• 12/03 – (08H30 ÀS 12H00): ENGENHARIAS E COMPUTAÇÃO
• 13/03 – (08H30 ÀS 12H00): INTERDISCIPLINAR
• 13/03 – (14H00 ÀS 17H30): CIÊNCIAS MATEMÁTICAS E NATURAIS
• 19/03 – (08H30 ÀS 12H00): CIÊNCIAS MÉDICAS E DA SAÚDE
• 20/03 – (08H30 ÀS 12H00): CIÊNCIAS SOCIAIS APLICÁVEIS
• 24/03 – (08H30 ÀS 12H00): CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS
• 25/03 – (08H30 ÀS 12H00): LINGUAGENS E ARTES
• 26/03 – (08H30 ÀS 12H00): INOVAÇÃO
• 27/03 – (08H30 ÀS 12H00): CIÊNCIAS HUMANAS E EDUCAÇÃO

Por: Ascom/Fapesb