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Fapesb participa de evento sobre inovação e empreendedorismo em Biotecnologia

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Nos dias 09, 10 e 11 de junho, acontecerá, no o Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Bahia (UFBA), o evento Empreenda em Biotecnologia. O objetivo é fomentar e discutir práticas e implementação de Bionegócios e Empreendedorismo em Biotecnologia como estratégia competitiva e de fortalecimento do desenvolvimento sustentável do país.

No dia 09/06, o professor Júlio César Rocha, da Faculdade de Direito da Ufba, falará sobre Direito Ambiental, Biotecnologia e o Novo Marco da Biodiversidade. Neste dia, haverá o lançamento do livro “Direito Ambiental, Conflitos Socioambientais e Comunidades Tradicionais”.

No dia 10/06, o Coordenador de Competitividade Empresarial da Fapesb, Alzir Mahl, fará palestra sobre os Incentivos da Fundação ao Empreendedor Baiano. Haverá, também, uma mostra de iniciativas de empreendedorismo em Biotecnologia, como da Empresa Júnior de Biotecnologia da UFBA, Eleva.

No último dia do evento, a Dra. Muriel Brossard irá discursar sobre Biotecnologia:Negócios e Internacionalização. Na ocasião, será lançado o site www.empreendaembiotec.ufba.br.

As atividades acontecerão na Sala da Congregação às 17h. Os participantes receberão certificado.

Clique aqui para ver o cartaz do evento.

Por: Ascom/Fapesb

Fapesb apoia X Reunião Regional da FeSBE

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No período de 04 a 06 de junho de 2015 será realizada a X Reunião Regional da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), no Campus da Universidade Federal da Bahia – UFBA, em Salvador (BA). A comissão organizadora local será composta por professores e pesquisadores de Instituições de Ensino Superior sediadas no Estado da Bahia, que são atuantes nas áreas dentro do escopo da FeSBE. A X Reunião Regional contará também com a participação de palestrantes das demais regiões do país, tendo uma abrangência nacional.

O evento é interdisciplinar e visa levar os conhecimentos atuais em Biologia Experimental para o estado e região, beneficiando, particularmente, os pós- graduandos e motivando os estudantes de graduação para o trabalho científico. A X Reunião Regional conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).

Para mais informações, acesse o site do evento.

Por: Ascom/Fapesb

Fapesb assina memorando de entendimento com Irlanda

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Durante reunião do Fórum do Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap), que aconteceu em Brasília nos dias 26 e 27 de maio, o diretor geral da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia, (FAPESB), Eduardo Almeida, assinou um memorando de entendimento com a Irlanda, para futuras parcerias. Conduzido pelo Research Brazil Ireland (RBI), um grupo de irlandeses participou do Fórum com o intuito de promover e apoiar pesquisas entre os dois países.

A representante irlandesa Sarah O’Sullivan, diretora de colaborações internacionais do RBI, apresentou as atividades do órgão no apoio à mobilidade de pesquisadores. Ela encorajou as agências brasileiras de fomento à pesquisa a identificarem áreas nas quais buscam colaborações para que a RBI possa ajudá-las a localizar parceiros ideais para os projetos. Outros representantes de instituições irlandesas apresentaram programas de fomento ao setor de ciência e tecnologia realizados em seu país que poderiam ser objeto de parceria com o Brasil no âmbito do RBI. Um memorando de intenções já havia sido assinado em março entre Confap e Irlanda.

Reconhecendo as restrições fiscais no Brasil no momento, O’Sullivan incentivou todas as agências a manterem “vivas” as conversas entre Brasil e Irlanda. “Estamos abertos a todo tipo de colaborações, seja envolvendo centros de pesquisas irlandeses e brasileiros, formando parcerias estratégicas entre os pesquisadores ou, ainda, fazendo visitas técnicas iniciais. O importante é que nós continuemos conversando e que entendamos as necessidades um dos outros”, disse.

Além da Fapesb, outras 12 Fundações de Amparo à Pesquisa assinaram o memorando de entendimento. O intuito é promover o intercâmbio entre Brasil e Irlanda em cinco áreas principais: tecnologias da informação e comunicação; ciência ambiental e tecnologias; materiais avançados e nanotecnologia; biofarmacêuticos, biotecnologia e saúde; energia sustentável; e agroprodução.

Por: Ascom/Fapesb com informações da Ascom/Fapesc e RBI

Fapesb promove palestra para alunos de graduação da Estácio-FIB

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Você sabe o que é inovação? E empreendedorismo? Já ouviu falar do Concurso Ideias Inovadoras? Como a Fapesb pode te apoiar? Essas e outras perguntas foram respondidas na palestra proferida nesta quarta-feira na Faculdade Estácio-FIB, em Salvador, pela coordenadora de Apoio ao Desenvolvimento tecnológico e empreendedorismo da Fapesb, Vivian Alves.

Para um auditório lotado de alunos dos cursos de Engenharia, Vivian explicou o papel da Fapesb para o fomento à pesquisa e inovação. Ela falou sobre a estrutura organizacional da Fundação, sua missão, seus princípios e características dos apoios, como se inscrever em um edital, como submeter um projeto e as formas de avaliação.

A palestra teve como foco o Concurso Ideias Inovadoras, cujo lançamento está previsto para a segunda semana de junho. Vivian falou sobre alguns dos projetos vencedores e a necessidade de difundir o Concurso entre os alunos de graduação e principalmente do ensino médio. “Recebemos projetos muito bons e, entre os vencedores, sempre tem projetos da área de engenharia e de TI”, afirmou. “Estamos contando com o apoio da Secretaria de Educação (SEC), através do Instituto Anísio Teixeira, para divulgar o concurso nas escolas, pois apenas na Bahia temos cerca de 1300 escolas públicas de ensino médio”, disse.

Este ano, além das categorias já englobadas em 2014, o Concurso Ideias Inovadoras terá uma nova categoria criada a pedido da Secretaria de Educação: Inovações Educacionais.

Fiquem atentos e acompanhem mais informações em nosso portal.

Por: Ascom/Fapesb

Senai Cimatec inaugura supercomputador desenvolvido com apoio da Fapesb

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A Bahia foi introduzida no universo das pesquisas em computação de alto desempenho, na tarde desta quarta-feira (27), com a inauguração do supercomputador mais rápido da América Latina e um dos mais velozes do mundo. O equipamento, batizado de Cimatec Yemoja (Iemanjá, em iorubá), foi instalado no Centro de Supercomputação para Inovação Industrial do Senai Cimatec, inaugurado na mesma ocasião.

Com capacidade para realizar 400 trilhões de operações por segundo (Teraflops) – o equivalente ao processamento de 40 mil computadores convencionais –, a máquina será utilizada prioritariamente nas pesquisas em geofísica, mas beneficiará a comunidade acadêmica, a indústria de petróleo e gás e a sociedade em geral, contribuindo significativamente para o desenvolvimento de estudos em campos complexos, como os do pré-sal.

O Governo do Estado é parceiro no Centro de Supercomputação para Inovação Indústria, onde está instalado o supercomputador, juntamente com a companhia de óleo e gás BG Brasil, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), o Senai Nacional e a Intel.

Área estratégica

“A área de supercomputação é estratégica da indústria brasileira. O Governo do Estado contribuiu para a construção do equipamento de diversas maneiras e investiu, por meio do edital da Fapesb, R$ 4 milhões. Nós temos consciência da evolução tecnológica que máquinas desse porte proporcionam. Ela vai ajudar para o desenvolvimento de pesquisas também em universidades e ampliação da cadeia produtiva”, afirmou o secretário estadual de Ciência Tecnologia e Inovação, Manoel Mendonça.

Com o Cimatec Yemoja, o processo de exploração submarina do pré-sal, que normalmente leva 100 dias e custa em torno de US$ 100 mil, será otimizado. A expectativa é que o tempo e valor sejam reduzidos pela metade. De acordo com o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), Ricardo Alban, o supercomputador coloca a Bahia mais competitiva em relação ao estudo e produção de energia no mundo.

“Essa tecnologia se torna de extrema importância no momento em que a gente tem uma queda do preço do barril de petróleo no mercado internacional. A gente começa a colocar o nosso petróleo em condições de competir com o de outros lugares de uma maneira mais equilibrada”, ressaltou Alban.

O supercomputador tem capacidade para transformar ondas sísmicas emitidas de um navio para o fundo do oceano em imagens tri e quadridimensionais. Através do procedimento é possível identificar os pontos de maior concentração de petróleo e gás natural no subsolo.

“O supercomputador vai permitir o processamento de imagens muito maior do que os computadores anteriores. Com ele, vamos diminuir o risco e otimizar os processos de exploração submarina de óleo e gás, principalmente no pré-sal”, explica Nelson Silva, presidente da BG Brasil, empresa que investiu R$ 32 milhões para a construção do supercomputador.

Supercomptação

O Centro de Supercomputação para Inovação Industrial do Senai Cimatec poderá ajudar na produção de energia alternativa, modelagem de carro, previsão do tempo, dados do mercado de ações, efeito de medicações no corpo, entre outras demandas. De acordo com o secretário Manoel Mendonça, a supercomputação irá colocar a indústria da Bahia em um novo patamar de competitividade mundial.

A inauguração do segundo supercomputador no estado está prevista para meados de 2016. O novo modelo será utilizado especificamente para pesquisa e poderá ser usado por diversas empresas, além de servir de laboratório para pesquisadores e estudantes.

Fonte: Secom-Ba

Fapesb apoia XI Seminário de Jogos Eletrônicos, Educação e Comunicação
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Nos dias 1 e 2 de junho acontecerá, em Salvador, o XI Seminário Jogos Eletrônicos, Educação e Comunicação – construindo novas trilhas, que conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb). Esta edição visa dar continuidade e fortalecer as discussões iniciadas em 2005, na UNEB, que contribuíram para a criação da Rede Brasileira de Jogos e Educação (RBJE), tornando-se um marco para pesquisadores da área. A décima primeira edição tem como desafio estabelecer uma interlocução entre jogos eletrônicos, aprendizagem e avaliação.

O objetivo principal do evento é reunir uma rede de pesquisadores e desenvolvedores de jogos a fim de discutir e explorar esse campo de estudo e produção, mapeando as estratégias teórico-metodológicas que são utilizadas para avaliar a aprendizagem mediada pelos games comerciais ou aqueles voltados para fins educacionais. Este tema vem sendo objeto de investigação de pesquisadores em todo o mundo, ao longo dos últimos dez anos, mas ainda não foram encontrados mecanismos efetivos utilizados para avaliar a contribuição dos jogos eletrônicos para o processo de aprendizagem. A socialização e o intercâmbio das pesquisas existentes sobre essa questão podem contribuir para o encontro de possíveis caminhos no processo de avaliação mediada pelos games.

O evento se constitui em um locus para potencializar o desenvolvimento da ciência, inovação e tecnologia no país. A área de games representa hoje a maior indústria de entretenimento, agregando profissionais e pesquisadores com distintas expertises que desenvolvem novas metodologias para produção de games. Tanto a nível de pesquisa quanto de desenvolvimento, a realização de práticas inovadoras é fundamental, na medida em que potencializa uma rede criativa de pesquisadores e profissionais com diferentes expertises, que juntos constroem um conhecimento coletivo, trazendo contribuições para os diferentes campos de conhecimento.

Clique aqui e confira a programação do evento.

Fonte: www.comunidadesvirtuais.pro.br/seminario-jogos/2015/home/

Encerra esta semana o prazo para envio de resumos à FeSBE

Esta sexta-feira, dia 22 de maio, é o prazo final para envio de resumos à Reunião anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE). (…)

Anpei seleciona cases de inovação para evento nacional

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Empresas e instituições científicas e tecnológicas (ICTs), de qualquer porte ou setor, que tenham desenvolvido projetos inovadores, têm a chance de apresentar seu case na 15ª Conferência Anpei de Inovação Tecnológica – que acontece entre os dias 24 e 26 de agosto em Cabo de Santo Agostinho (PE). Trata-se do maior e mais importante evento sobre inovação do País, que reunirá especialistas do Brasil e exterior para apresentar macrotendências, discutir políticas públicas e compartilhar as melhores práticas em inovação. A Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei), que promove o evento, espera um público superior a duas mil pessoas.

Nesta edição, serão selecionados 33 cases para apresentação, em sessões paralelas. Cada empresa ou ICT terá 20 minutos de tempo para apresentar seu case, seguido de 10 minutos para esclarecimentos de dúvidas. “É uma possibilidade única de divulgar seu esforço inovativo e compartilhar experiências com um público bastante especializado, fazendo benchmarking de suas práticas com outras empresas”, afirma Celso Barbosa, coordenador geral do evento. No ano passado, foram apresentados 24 cases de grandes empresas, como Whirlpool e Samarco, e de médias e pequenas, como Pro Solus e Engpiso.

Inscrição – Os cases podem ser submetidos até o dia 10 de junho pelo site http://anpei.tempsite.ws/15conferencia/. Eles serão avaliados por um Comitê Técnico composto por integrantes da Anpei e especialistas do sistema nacional de inovação. Os critérios de seleção são: aderência ao tema central do evento (Inovação e Competitividade Globais: construindo as pontes com o futuro), originalidade, ineditismo, replicabilidade, impacto da tecnologia, resultados do projeto, estágio do esforço inovador, e clareza do texto de apresentação do case.

Até 10 de julho, a Anpei divulgará os cases que foram selecionados, solicitando ajustes se necessário. Os aprovados terão até o dia 22 de julho para enviar à Anpei as apresentações em Power Point que irão utilizar na Conferência. Haverá ainda uma avaliação das apresentações a serem feitas, sendo que a provação final será comunicada até o dia 7 de agosto. Mais informações pelo telefone (11) 3842-3533, com Ana Paula Andriello (apandriello@anpei.org.br).

Fonte: Acadêmica Agência de Comunicação

Colóquio de Pedagogia Histórico-Crítica acontece com apoio da Fapesb

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De 20 a 22 de maio, a UNEB Campus X promove o II Colóquio de Pedagogia Histórico-Crítica, que tem como objetivo dar continuidade à primeira edição, realizada em 2014, cujas discussões giraram em torno dos limites e das possibilidades de uma pedagogia contra hegemônica. O evento conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).

Tendo em vista a formação do professor, o colóquio de Pedagogia Histórico-Crítica, configura-se como espaço privilegiado, político e acadêmico, de debates, produção e socialização do conhecimento. Trata-se, portanto, de um importante canal de diálogo entre os estudantes e pesquisadores da área, promovendo e fortalecendo a pesquisa na graduação na formação inicial do pedagogo, bem como de outros profissionais de ensino.

Este ano, o evento terá os seguintes eixos temáticos: Educação infantil e ensino fundamental; Formação de professores; Educação, trabalho e políticas educacionais.

Para inscrições e mais informações, acesse o site do evento.

Por: Ascom/Fapesb

Comitê Temático da Tecnologia e Inovação reúne-se na Fapesb

O Comitê Temático da Tecnologia e Inovação (CT-TI) reuniu-se nesta segunda-feira, na Fapesb, para discutir as ações de Tecnologia e Inovação para as microempresas e empresas de pequeno porte (MPEs). (…)

Fapesb apoia Olimpíada Baiana de Química 2015

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Estão abertas até o dia 7 de junho de 2015 as inscrições para a Olimpíada Baiana de Química (OBAQ 2015). O evento é uma atividade de extensão do Instituto de Química da Universidade Federal da Bahia (UFBA) que integra o Programa Nacional Olimpíadas de Química, e é promovido pela Associação Brasileira de Química (ABQ). Na edição 2015, a OBAQ conta, mais uma vez, com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).

O aluno que quiser participar deve solicitar ao professor de sua escola que faça a sua inscrição no site da OBAQ, onde também poderá ler o Regulamento do evento.

O exame será aplicado no dia 1 de agosto, às 14 horas, nos Pólos de Aplicação indicados pela coordenação da olimpíada.

Para mais informações, acesse o página www.obaq.ufba.br. Em caso de dúvidas, envie um e-mail para obaq@ufba.br.

Por: Ascom/Fapesb

UNEB discute com Fapesb estratégias de potencialização do fomento à pesquisa

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O reitor da UNEB, professor José Bites de Carvalho, se reuniu com o novo diretor da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), Eduardo Santana de Almeida, para discutir o papel das Universidades Públicas Baianas, em especial a UNEB, na política de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação.

O reitor pontuou as iniciativas da UNEB nas áreas do ensino, pesquisa, extensão e relações internacionais. Destacou, por exemplo, o papel do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) que atua diretamente na área do ensino, mas que também funciona como uma importante ação de iniciação científica.

A visita, que teve como objetivo inicial dar as boas vindas à nova diretoria da Fapesb e apresentar a gestão da UNEB, se configurou em um importante momento para discutir estratégias de potencialização das políticas de fomento à pesquisa como meio de consolidação da Universidade na busca de excelência acadêmica.

Eduardo Santana de Almeida afirmou que a Fundação pode ampliar as ações de fomento à pesquisa para doutorados, o que se afina com as ações da UNEB voltadas para a implantação de Doutorados Interinstitucionais (Dinter) em campi do interior.

O encontro contou também com a presença da vice-reitora da UNEB, professora Carla Liane, dos pró-reitores de Pesquisa e Ensino de Pós-Graduação (PPG), professor Atson Fernandes, de Extensão (Proex), Maria Celeste de Castro, e outros membros da Equipe Central de Gestão Universitária (ECGU) da Universidade.

Ao discutir a relevância da ampliação das políticas de fomento à pesquisa, a vice-reitoria, professora Carla Liane, pontuou que estas ações devem“fortalecer a política de captação de recursos, garantindo suporte institucional aos pesquisadores das diferentes áreas na captação e execução dos projetos beneficiados”.

De acordo com a vice-reitora o fortalecimento da produtividade tende a repercutir na pontuação dos programas de pós-graduação, na criação de novos programas da universidade e no desenvolvimento do Estado.

Fonte: www.uneb.br

Fapesb e Canadá discutem acordo de cooperação

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A professora Miriam Capretz do Departamento de Engenharia Elétrica e da Computação da Western University, Canadá esteve em reunião com o diretor geral da Fapesb, Eduardo Almeida, na última quinta-feira (14/05) para discutir um possível acordo de parceria entre a Fapesb e agências de fomento do Canadá. Miriam, que veio ao Brasil para participar do evento “Ciência sem Fronteiras – Joint Road Show 2015″, promovido pela UFBA, disse que o objetivo da visita era identificar áreas comuns de pesquisa e engajar professores brasileiros e canadenses para promover o intercâmbio cultural de estudantes de ambos os países.

“Enquanto o objetivo do Road Show é recrutar alunos para pós-graduação no Canadá através do programa Ciência Sem Fronteiras, eu gostaria de investigar com a Fapesb possibilidades de colaboração de longa duração”, explicou a professora. “Precisamos identificar áreas comuns para que possamos começar a cooperar efetivamente”, completou.

Segundo Eduardo, a Fapesb tem um grande interesse em estabelecer este acordo de colaboração internacional: “A ideia é que a gente continue os diálogos para ver se avançamos na parceria entre a Fapesb e agências de fomento do Canadá”, falou o diretor.

Por: Ascom/Fapesb

Conselho Curador aprova novo Diretor Científico da Fapesb

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Foi aprovado na tarde desta sexta-feira, em reunião extraordinária do Conselho Curador, o novo Diretor Científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), professor Saulo Carneiro de Souza Silva. Bacharel e Doutor em Física pela Universidade de São Paulo (USP), Pós-Doutor pela USP, Consejo Superior de Investigaciones Científicas (Madri, Espanha) e Queen Mary University of London (Reino Unido), Saulo é, atualmente, professor titular da UFBA, lotado no Instituto de Física. Ele assume a Diretoria Científica em substituição a Elias Ramos, recentemente convocado para assumir o cargo de Diretor de Inovação junto à FINEP.

Para o diretor geral da Fapesb, Eduardo Almeida, o novo Diretor Científico tem um perfil bastante adequado para o cargo: “Saulo tem um histórico de contribuições relevantes como cientista, fazendo parte da lista recentemente divulgada dos pesquisadores mais citados no Google Scholar”, disse. Para o Superintendente de Desenvolvimento Científico da SECTI, Luiz Antônio Pontes, a chegada de Saulo à Fapesb vem fortalecer a nova equipe gestora da Fundação: “Nós vemos que está se montando não só na SECTI mas também na Fapesb uma equipe de respeitabilidade, com professores e pesquisadores do CNPq, e acho que isso é muito bom para o Estado da Bahia e para a Ciência e Tecnologia”, afirmou.

Saulo diz estar otimista como Diretor Científico: “Agradeço a aprovação e o convite que foi feito para essa diretoria. Encontrei na SECTI e na diretoria geral da Fapesb nomes com currículos excelentes, com perfis científicos, e isso mostra que podemos ficar otimistas com o que vai ser essa diretoria”. O novo diretor falou também sobre um dos desafios que terá que enfrentar junto à diretoria geral, que é a questão da desburocratização dos processos: “Você afasta o bom cientista quando burocratiza demais os processos e lendo a entrevista de Eduardo no boletim da Fapesb eu vi que há uma intenção clara de tentar resolver esse problema”.

Além de colaborar com a diretoria geral para a manutenção das ações da Fapesb e as modernizações necessárias, Saulo diz que se dedicará também, a ações para distribuição de recursos: “Vou prezar com mais força, com critérios de qualidade e excelência, pela distribuição de recursos, que é um projeto da Diretoria Geral no qual estarei empenhado em colaborar”.

Confira o Currículo Lattes do novo Diretor Científico da Fapesb.

Por: Lorena Bertino – Ascom/Fapesb

Fórum Baiano de Educação em Direitos Humanos acontece em maio

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Acontece nos dias 25 e 26 de maio, no Campus I Salvador da Uneb (Universidade do Estado da Bahia), o II Fórum Baiano de Educação em Direitos Humanos. O evento, nesta edição, discute as práticas educativas na área do Ensino de jovens e Adultos (EJA) visando a promoção do protagonismo juvenil na perspectiva dos Direitos Humanos.

O Fórum é um evento interinstitucional originado do compromisso comum de diversas instituições educacionais com a EJA. A UFBA é parceira da iniciativa, liderada pelo Grupo de Pesquisa em Educação e Direitos Humanos da Universidade do Estado da Bahia (GREDHI- UNEB) do Mestrado Profissional em Educação de Jovens e Adultos (MPEJA), em parceria com a Universidade Católica do Salvador (UCSAL) e Universidade do Sudoeste da Bahia (UESB).

O coletivo agrega estudiosos de diversas áreas do saber e da prática que, no encontro, buscarão tecer reflexões, divulgar pesquisas e fomentar debates sobre concepções de juventude e suas construções históricas, sobre a diversidade e a inclusão dos jovens no espaço escolar e na sociedade, sempre no horizonte de interlocução com o tema Educação em Direitos Humanos.

Fonte: https://www.ufba.br/noticias

Mais informações: http://www.fbedh.uneb.br/

Rui Costa anuncia parcerias para pesquisas voltadas à cafeicultura

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Os cafeicultores baianos vão contar, para melhorar a produção, com pesquisas realizadas em parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), universidades baianas e a Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa). A novidade foi anunciada pelo governador Rui Costa, na manhã desta segunda-feira (11), durante a abertura do 16° Simpósio Nacional do Agronegócio Café, que continua até quarta (13), no Othon Palace Hotel, no bairro de Ondina, em Salvador.

Rui avalia que a cafeicultura é muito importante na Bahia e afirma que o Estado está trabalhando para a expansão da atividade em várias regiões. Ele anunciou parcerias para incentivar a pesquisa. “Temos na Bahia seis universidades federais e quatro estaduais, além dos institutos federais [Ifbas]. Os produtores poderão provocar os pesquisadores e para cada real privado, investido em pesquisa na Bahia, eu garanto colocar mais um real, por meio da Fapesb [Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado]. Eu entendo que a pesquisa é fundamental para alavancar a produtividade”.

Ainda de acordo com o governador, o Estado está apostando também em obras estruturantes para reduzir os efeitos da seca na cultura do café. “Temos investimentos em grandes barragens e adutoras e também projetos capilares, com sistemas menores, como barragens subterrâneas e pequenos barramentos, proporcionando água para os pequenos produtores. A ideia é aumentar a capilaridade desses investimentos amenizando a falta de distribuição de água ao longo do ano”.

Pequenos agricultores e grandes empresários

Natalino Alves da Silva é pequeno agricultor e faz parte de uma associação com 22 produtores na região de Itamaraju, no sul do estado. “Esses investimentos que o governo está fazendo vão ser bons porque o agricultor, às vezes, fica trabalhando de forma inadequada. Eu vendi um gado e comprei uma área para plantar café. Com pesquisa e assistência técnica, vai melhorar a produção e teremos um retorno melhor. Vai ficar mais fácil pagar as prestações da fazenda”.

Segundo o presidente da Associação dos Cafeicultores, João Alves, cerca de 19 mil produtores de café, que sustentam a família com a atividade, serão beneficiados. “Agora nós vamos ter um foco maior na pesquisa e na assistência técnica, com o governo se dedicando a isso. Teremos recursos do Funcafé, pois é o que o governador está autorizando a Secti a fazer”.

O empresário Sílvio Leite é paulista e informa que adquire grãos de pequenos agricultores que produzem café especial na Bahia. “A Chapada Diamantina é nosso principal foco, mas também compramos no cerrado baiano, na região de Vitória da Conquista e em Barra do Choça, elaborando os melhores ‘blends’ oferecidos ao mercado brasileiro”. Ele diz que sua formação é de classificador e degustador de café. “Eu estava no exterior, fiz um trabalho com cafés produzidos no mundo inteiro e me engajei na cafeicultura baiana há 20 anos. Hoje estou muito feliz”.

Bahia conquista prêmios de qualidade

No evento, o pesquisador José Brás Matiello foi homenageado pela sua contribuição para a cafeicultura e aprovou a iniciativa do financiamento. “Eu acredito que a formação da equipe é importante para pesquisa e, como o governador disse, é fundamental a pesquisa aplicada. A gente sempre tem batalhado nisso, a pesquisa tem que resolver problema do agricultor e não somente criar conhecimento”.

Para o economista Paulo Rabello, especialista em cafeicultura, a Bahia, se não for a maior produtora de Café, deverá ser sempre a melhor. “Isso está demonstrado com a sequência de prêmios de qualidade que os cafeicultores baianos têm recebido. O fato de o governo estar sensível ao aumento da produtividade e à melhoria da comercialização é um fato auspicioso”.

Fonte: Secom/BA

Salvador sedia maior evento de Engenharia de Fabricação do país com apoio da Fapesb

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De 18 a 22 de maio, a Associação Brasileira de Engenharia e Ciências Mecânicas (ABCM) promoverá o 8º Congresso Brasileiro de Engenharia de Fabricação, no Centro de Convenções do SENAI CIMATEC, em Salvador, Bahia. O evento conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).

O COBEF é o maior evento nacional na área de Engenharia de Fabricação realizado a cada dois anos com apoio da Associação Brasileira de Engenharia e Ciências Mecânicas (ABCM). Este congresso tem como missão proporcionar um amplo fórum para apresentações e discussões críticas dos novos resultados da pesquisa básica e aplicada a tecnologias de fabricação.

As áreas abordadas no COBEF compreendem as seguintes temáticas:
• Fundição
• Usinagem
• Metrologia
• Tribologia
• Conformação
• Metalurgia do Pó
• Manufatura Virtual
• Engenharia de Superfícies
• Soldagem e União de Materiais
• Novas Tecnologias de Fabricação
• Processos de Adição de Materiais
• Processamento de Materiais Não Metálicos e Compósitos
• Projeto Manufatura e Montagem: Planejamento, Gestão e Automação

Clique aqui para mais informações sobre o evento.

Por: Ascom/Fapesb

Projeto de pesquisadora baiana pode auxiliar em questões criminais

Larvas de mosca podem indicar o tempo pós-morte. Trabalho foi realizado graças ao apoio da Fapesb.

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Você já pensou no quanto os insetos podem ser importantes em questões criminais? O estudo de insetos como ferramenta para processos criminais, chamado de Entomologia Forense, foi o foco da pesquisa realizada pela bióloga e professora de Zoologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Favízia Freitas de Oliveira. Contemplada pelo Edital de Apoio a Pesquisas para Segurança Pública da Fapesb, Favízia desenvolveu um estudo da bionomia de dípteros (moscas) e coleópteros (besouros) que utilizam carcaças para se alimentarem e depositarem seus ovos.

O primeiro trabalho de Entomologia Forense no Brasil foi realizado pelo pesquisador Roquette Pinto, em 1908, na cidade do Rio de Janeiro. Ele publicou uma pesquisa que é considerada o primeiro registro sobre esse assunto no país. Entre os anos 1914 e 1923, Oscar Freire, professor de Medicina Legal da Faculdade de Medicina da Bahia (atualmente Universidade Federal da Bahia), realizou pesquisas envolvendo sucessão ecológica de insetos em cadáveres humanos. De lá para cá, houve um espaço de tempo grande, sem que fossem feitas pesquisas deste tipo na Bahia. Apesar da grande importância e utilidade da Entomologia Forense na resolução de Crimes, especialmente para o cálculo de Intervalo Post-Mortem (IPM), e do pioneirismo do estado no tema, a Bahia ainda dispõe de poucos estudos na área e, consequentemente, poucos dados acerca da entomofauna característica da região. Isso dificulta bastante os estudos e a utilização dessa ferramenta como atividade corriqueira nos laudos periciais. Para sanar essa lacuna, desde 2008, Favízia, junto com uma equipe formada por alunos da UFBA, UEFS, UCSAL e peritos do Departamento de Polícia Técnica (compartilhando a coordenação com o perito Dr. Torriceli Souza Thé), retomaram essa linha de pesquisa no estado da Bahia, com o apoio da Fapesb.

Em seus experimentos, a equipe utilizou carcaças de porcos, uma vez que o organismo destes animais se assemelha ao do ser humano. A pesquisa levou em conta situações variadas, utilizando, por exemplo, carcaças expostas ou enterrados em covas rasas. O trabalho também foi realizado em dois períodos, seco e chuvoso, pois a velocidade do processo de decomposição depende das condições ambientais. A cada fase de decomposição, as espécies de insetos colonizando as carcaças foram coletadas e catalogadas.

Por serem os primeiros organismos a localizarem um corpo em decomposição, o experimento com os insetos ajuda a entender como ocorre o processo de sucessão ecológica nos corpos. Segundo Favízia, esses conhecimentos são extremamente importantes porque, caso outros métodos falhem, a presença dos insetos no cadáver pode dar um cálculo aproximado do tempo da morte, bem como onde e como a morte ocorreu.

O ciclo de vida de um inseto começa com a oviposição (ou larviposição), passando pelo desenvolvimento do ovo em larva, pupa e finalmente emergindo em um indivíduo adulto. Fazendo o estudo desse ciclo e da sucessão de insetos que chegam ao corpo – já que nem todos localizam o corpo ao mesmo tempo ou utilizam os mesmos recursos na carcaça – é possível não apenas calcular o IPM, como também descobrir se o corpo foi movido de lugar. Cada região geográfica tem as suas espécies de insetos e nem sempre os mesmos serão encontrados em todos os corpos. Os estudos comprovaram que em áreas litorâneas, próximas ao mar, onde há salinização e maresia, a fauna pode ser totalmente diferente daquela de áreas mais florestadas, ou de caatinga. Logo, se um corpo encontrado em uma floresta estiver sendo habitado por insetos típicos de litoral, é muito provável que ele tenha sido movido de lugar.

Por meio dos insetos, os peritos também podem identificar a morte por envenenamento. Se todas as larvas na carcaça estiverem mortas antes de terem emergido, é sinal de que foram envenenadas. É possível, ainda, fazer testes de DNA por meio dos insetos, caso o corpo esteja muito degradado. Neste caso, analisa-se o conteúdo estomacal da larva, de onde é possível extrair uma porção de DNA. “Através dos insetos, a gente tem uma série de respostas sobre quem é o morto, onde e como ele morreu”, diz Favizia.

Com o fomento da Fapesb, a equipe de pesquisa adquiriu um aparelho chamado Estereomicroscópio, que faz fotomontagens ampliadas em até 120 vezes. Com ele, é possível fazer um perfil fatiado dos insetos, montando uma fotografia em 3D e visualizando caracteres que não seriam vistos em uma foto plana. O apoio também propiciou a compra de material de consumo e a contratação de alunos por meio de bolsa, para que pudessem desenvolver a pesquisa.

A bolsista Leda Naly de Oliveira, formada em Geografia, diz que participar do projeto foi uma experiência enriquecedora: “Essa pesquisa me possibilitou ter um conhecimento diferente daquele que tinha antes, pois eu ficava voltada apenas para o meu campo de geografia, e essas pesquisas me possibilitou agora essa interação biogeográfica, de associar o meu campo com outro, ampliando meus horizontes”. Já Ana Carolina Araújo, também bolsista do projeto, diz que desde a graduação, sempre teve interesse por entomologia forense, e que participar das pesquisas foi a realização de um sonho: “Sem o apoio financeiro e institucional para a execução desse trabalho, seria impossível, pois é um gasto muito grande. A Fapesb nos dá incentivo e a gente dá como contrapartida esse conhecimento, oferecendo ferramentas práticas para que os peritos possam fazer a identificação e toda a análise em relação à Entomologia Forense”.

A pesquisa já foi concluída e gerou três dissertações de mestrado. Os resultados serão publicados em forma de artigo ainda esse semestre. O conhecimento gerado pelo projeto já está sendo utilizado pelo Departamento de Polícia Técnica do Estado.

Por: Lorena Bertino – Ascom/Fapesb

Secretário de CT&I apresenta panorama para desenvolvimento de ciência e tecnologia no Estado

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Uma ponte entre o conhecimento e o negócio, que possibilite o envolvimento dos atores do sistema brasileiro de pesquisa e inovação para a construção de uma cadeia produtiva de conhecimento fortalecida. A abordagem, discutida pelo secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Manoel Mendonça, durante palestra realizada nesta quinta-feira (7), no Lazareto da Fapesb, reuniu os principais pesquisadores de campo de C&T da Bahia.

Promovida pela Academia de Ciências da Bahia, a palestra ‘Pensando Cadeias de Processamento do Conhecimento no Estado da Bahia’ explicitou a necessidade de se estabelecer relações entre o âmbito acadêmico, indústria e empresa. Mendonça apresentou os principais pontos negativos e positivos do cenário atual, onde é possível prospectar soluções inovadoras que atendam aos problemas da sociedade e falou sobre o trabalho realizado pela pasta que coordena.

“É importante conversar com a Academia, que é a principal fonte de produção de conhecimento. Conversando com os pesquisadores podemos entender as grandes competências do Estado e também aprender um pouco mais sobre a área. Foi muito enriquecedor, pois eles entenderam que a Secti está empenhada em construir um trabalho sólido”, afirmou o secretário.

Manoel Mendonça também apresentou soluções que atendam ao ecossistema para desenvolvimento da tecnologia. De acordo com o titular da Secti, isso será possível por meio da convergência entre demanda e oferta de espaços de participação; do estímulo para aproximação da sociedade e a C,T&I; do aprimoramento da Política e regulamentação de C,T&I; e do estabelecimento de cultura inovadora no Estado.

A professora aposentada da UFBA, Iraci Picanço participou da palestra e definiu o encontro como excelente em vários sentidos. “Esse diálogo sobre a ciência na Bahia e a importância de ver que em ciência e tecnologia temos uma busca muito clara, sistematizada e de qualidade, assumida pelo secretário da Secti. Essa conversa foi fundamental, principalmente para mim que sou da área de humanas, mas que sinto ausência da ciência na formação dos nossos estudantes”, pontuou a professora.

Por: Marcia do Amparo – Ascom/SECTI

9º Congresso Norte-Nordeste de Psicologia acontece em Salvador com apoio da Fapesb

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Entre os dias 13 e 16 de maio de 2015 Salvador sediará o 9º Congresso Norte e Nordeste de Psicologia (CONPSI), que ocorrerá no Centro de Convenções, com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb). O CONPSI possui uma marcante trajetória na história da difusão da psicologia no Brasil. Fruto da parceria entre o então Departamento de Psicologia da Universidade Federal da Bahia e o Conselho Regional de Psicologia da Bahia, a primeira edição do evento ocorreu em 1999 na cidade de Salvador.

O evento é bianual e, até o ano de 2013, foram realizadas oito edições alocadas em diferentes cidades do norte e nordeste do Brasil. O evento reúne entre 3500 a 5500 participantes, assim distribuídos: estudantes (aproximadamente 70%), professores e pesquisadores (cerca de 20%) e profissionais de psicologia (cerca de 10%). No CONPSI, entidades científicas e profissionais de psicologia encontram espaço para planejarem suas ações institucionais, mediante assembleias e reuniões de trabalho.

Confira a programação e demais informações no site do evento.