Bahia Faz Ciência inspira professora a criar projeto com alunos de escola pública

Projeto visa despertar interesse nos alunos pela área da ciência

O que surgiu como uma ideia de levar a produção científica para o conhecimento popular, hoje, tomou proporções maiores e serve de inspiração para atividades de iniciação científica entre estudantes da Escola Estadual Eloyna Barradas, localizada em Eunápolis, extremo Sul da Bahia. Através de uma iniciativa da professora de história, Érica Nunes, os alunos aprofundam, durante as aulas, o conhecimento nos diversos projetos divulgados na série de reportagens produzida pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti).

A professora, que entrou em contato com a equipe do Bahia Faz Ciência (BFC) através das redes sociais, para comunicar a atividade que vinha realizando, contou que a ideia de trabalhar a metodologia com os alunos surgiu de uma situação adversa. “Nos últimos meses fomos presenteados com uma reforma em nossa estrutura física. Mas, enquanto a reforma não ficava pronta, precisávamos improvisar. E a partir daí surgiu a ideia de utilizar as matérias divulgadas pelo Bahia Faz Ciência na aula de iniciação científica”, explicou.

Érica afirma que o conhecimento pelo BFC surgiu após ver uma publicação nas redes sociais. “Em uma das postagens, vi a matéria sobre o uso do abacaxi para a produção de um curativo. Sou de Itaberaba e esse fruto é a base da produção agrícola da minha cidade. Mesmo morando tão longe, a matéria despertou o desejo de incluir o material no meu programa curricular de Iniciação Científica”, disse.

Desde então, surgiu um novo projeto dentro daquela escola, intitulado Caçadores de Cientistas, do qual os alunos, divididos em equipes, precisam pesquisar cientistas desconhecidos da grande mídia ou que não apareçam nos livros didáticos. “A ideia era que cada equipe apresentasse uma pequena biografia, além de um trabalho que tivesse ligação com nosso cotidiano. Agora, os cientistas do Bahia Faz Ciência serão pesquisados pelos estudantes para a produção de uma revista eletrônica com foco em assuntos científicos”, contou. Atualmente, a turma está na fase de análise das matérias, roda de conversa sobre objetivo de cada pesquisa, discussão sobre a importância dos testes e patenteamento, além de como cada pesquisa se relaciona com conteúdos abordados em outras disciplinas.

Além de Iniciação Científica, com a professora Érica Nunes, formada em história pela Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), a iniciativa contou com a contribuição da disciplina de biologia, com a professora Regina Souza, formada pela Universidade Estadual Santa Cruz (Uesc).

Para Érica, é importante despertar o interesse pela ciência desde cedo. Segundo ela, trazer para a sala de aula as experiências científicas desenvolvidas na Bahia por diferentes pessoas e em realidades tão distintas, podem contribuir para despertar os jovens para o ato de fazer ciência. “Nossa escola é carente, localizada em um bairro periférico. Meus alunos enfrentam inúmeras dificuldades em uma escola de tempo integral. Precisamos que eles se enxerguem como sujeitos de transformação social, e a ciência – independente de qual área – tem esse poder”, ressaltou.

Bahia Faz Ciência

A Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e a Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb) estrearam, no dia 8 de julho, o Bahia Faz Ciência, uma série de reportagens sobre como pesquisadores e cientistas baianos desenvolvem trabalhos em ciência, tecnologia e inovação de forma a contribuir com a melhoria de vida da população em temas importantes como saúde, educação, segurança, dentre outros. As matérias são divulgadas semanalmente, sempre às segundas-feiras, para a mídia baiana, e postadas no site e redes sociais da Secretaria. Se você conhece algum assunto que poderia virar pauta deste projeto, as recomendações podem ser feitas através do e-mail comunicacao.secti@secti.ba.gov.br

Série de reportagens sobre ciência na Bahia completa 20 edições

Reportagens divulgam como a ciência contribui para a melhoria de vida dos baianos

Com o intuito de aproximar a população dos estudos científicos, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) estreou, no dia 8 de julho, a série de reportagens Bahia Faz Ciência. Agora, após vinte semanas, a série completa duas dezenas de edições em que busca informar como os pesquisadores e cientistas baianos se destacam quando o assunto é ciência, tecnologia e inovação.

As matérias são divulgadas semanalmente, sempre às segundas-feiras, para a mídia baiana, e está disponível no site e redes sociais da Secretaria. De acordo com a secretária da Secti, Adélia Pinheiro, o cenário atual em que a pesquisa científica se encontra é o momento ideal para mostrar à população o que é produzido no meio acadêmico. “Com os recentes cortes da União, é necessário apresentar para os baianos que a educação é o principal meio para gerar emprego e renda. Além disso, as pesquisas científicas retornam para a sociedade em forma de vacinas, programas sociais ou modelos de gestão”, afirmou.

Um exemplo prático sobre como a produção científica gera benefícios para a população diz respeito aos pesquisadores do Instituto Gonçalo Moniz (Fiocruz Bahia), que, financiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapesb), foram responsáveis por identificar o vírus zyka, conforme explica o diretor da Fapesb, Márcio Costa. “É importante ressaltar que os estudos realizados em universidades estão mais próximos do nosso dia a dia do que se imagina. Todo o conhecimento investido agrega valor para a população baiana que avança através da ciência, tecnologia e inovação”, destacou.

Em sua estreia, o Bahia Faz Ciência trouxe o estudo de pesquisadores do Instituto Federal Baiano (IFBaiano), em Ilhéus, que descobriram novas maneiras de ajudar quem tem diabetes. A pesquisa investigou a casca da fruta mangostão, a fim de criar uma farinha a ser consumida tanto para prevenir a diabetes, quanto para ajudar a controlar os níveis de açúcar para quem é diabético. Além disso, novos tipos de vacina, agrotóxico natural e trabalhos de inteligência artificial já foram temas neste projeto. Ficou curioso para saber mais sobre essas pesquisas? Então fique ligado na série Bahia Faz Ciência e se você conhece algum projeto científico que poderia virar pauta e gostaria que tivesse mais visibilidade, envie sua sugestão para o e-mail comunicacao.secti@secti.ba.gov.br. A mensagem deve conter título e resumo do projeto junto ao contato do pesquisador.

A iniciativa faz parte dos esforços da Secti em disseminar o ramo científico e torná-lo mais democrático. “Apesar de um estudo ser produzido por um grupo de pesquisadores, o conhecimento pertence a todos. Por isso, queremos levar a ciência para os quatro cantos da Bahia e fazer o nosso estado avançar, demonstrando que além de todos os encantos, a nossa terra é repleta de sabedoria e criatividade”, finalizou Adélia Pinheiro.

Fapesb marca presença em encontro nacional dos Institutos de Ciência e Tecnologia

III Seminário tem o objetivo de avaliar e apresentar os feitos das INCTs

A Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb), vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), participa em Brasília, representada pelo seu diretor geral, Márcio Costa, do III Seminário de Avaliação dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia, que acontece nos dias 19 e 20 de novembro. Na ocasião, os diversos representantes como gestores, financiadores, diretores e coordenadores do cenário de pesquisa científica nacional poderão apresentar seus resultados, assim como serão avaliados perante a produtividade e os feitos ao longo do ano.

O diretor da Fapesb, Márcio Costa, acredita que ocasiões como esta propiciam a oportunidade de levar as conquistas locais da Bahia para todo o território nacional. “Temos uma grande representação aqui no que diz respeito às diversas instituições voltadas para pesquisa cientifica em nosso país, então temos a chance de conhecer melhor o que está acontecendo além da nossa região, assim como criar um networking para possíveis parcerias e buscar inspiração para soluções que possam beneficiar a Bahia”, comentou.

O evento contará com reuniões, mesas redondas, mini simpósios, além de exposições, oficinas e encontros com o setor produtivo. O III Seminário de Avaliação dos INCTs é apoiado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), e realizado pelos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT), Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), CNPq e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em parceria com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Ministério da Educação (MEC) e Ministério da Infraestrutura.

Fapesb participa do evento Empreender o Futuro da Escola de Administração da UFBA

Fundação marca presença em programação com foco em negócios digitais

Em comemoração aos 60 anos da Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia (Ufba), será realizada a Semana Empreender o Futuro, que acontece entre os dias 18 e 22 de novembro, no próprio Campus da Eaufba, no Vale do Canela. Entre os convidados, compostos por membros do ecossistema de inovação, está a Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb), que participa das atividades no dia 21 de novembro, quando serão abordadas temáticas de “negócios digitais” em conferências, bate-papos, palestras e oficinas acerca do cenário tecnológico digital. As inscrições, que tem entrada gratuita, podem ser feitas através do portal https://www.empreenderofuturo.com/.

 

Fapesb divulga resultado preliminar da 2ª fase do edital Centelha Bahia

Resultado final desta etapa será divulgado no dia 28 de novembro
O Edital Centelha Bahia, que vai conceder R$ 1,6 milhão em recursos para negócios inovadores, divulgou os resultados preliminares da sua segunda fase. O Programa selecionou 100 projetos que irão concorrer na terceira etapa do edital, constituída pela análise do fomento, envolvendo recursos e orçamentos sobre a produtividade das pesquisas.

O resultado final da fase 2 está programado para ser publicado no dia 28 de novembro, após a análise dos recursos, com a fase 3 tendo início em 29 de novembro com duração até o dia 9 de dezembro. Para conferir os resultados, é preciso acessar o site www.programacentelha.com.br/ba ou www.fapesb.ba.gov.br, além disso é possível tirar dúvidas ou obter mais informações através do e-mail centelha@fapesb.ba.gov.br.

No total, foram 2047 participantes inscritos no edital Centelha Bahia e 932 propostas de negócios, espalhadas por 86 municípios, que buscam trazer ideias inovadoras para promover o avanço do estado. Os números constatam as investidas do Governo da Bahia em disseminar a democratização ao acesso à ciência, tecnologia e inovação e celebra a liderança em quantidade de propostas, tornando o povo baiano, pioneiro em inovação.

O Programa Centelha é resultado de uma ação cooperada de parceiros do Ecossistema de Inovação. Na Bahia, a execução é da Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapesb), que é vinculada à Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), enquanto no âmbito federal fica por conta da Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep) e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). São também apoiadores o Conselho das Fundações de Amparo (Confap), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) e a Fundação CERTI.

Seminário do PPSUS apresenta trabalhos para melhorar a saúde pública

A Fapesb, vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, é uma das apoiadoras do programa

O seminário do Programa de Pesquisa para o SUS (PPSUS), que busca apresentar os resultados alcançados pelos pesquisadores até o presente momento, acontece a partir desta terça-feira (12), no auditório da Escola de Saúde Pública Prof. Jorge Novis, e ao longo de três dias abre espaço para que os participantes apresentem e debatam os seus projetos. Com foco em gestão compartilhada em saúde, o PPSUS é um programa apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb), pelo Ministério da Saúde e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Presente no evento junto a diversos pesquisadores e autoridades da área de saúde,  o diretor geral da Fapesb, Márcio Costa, afirma que espera continuar com essas parcerias para que o programa permaneça impactando diretamente no cenário de saúde. “Precisamos mostrar esses resultados para a população, por isso reafirmo o compromisso da Fundação e ressalto a importância deste momento para avaliar e aprimorar, como for possível, os trabalhos desenvolvidos”, declarou.

Workshop sobre Propriedade Intelectual: Protocolo de Madrid

Em uma economia baseada em conhecimento, a Propriedade Intelectual (PI) se converte em um ativo importante para empresas de pequeno e médio porte e start ups.

Apesar da PI poder fortalecer a competitividade e se tornar uma fonte potencial de renda, empresas de pequeno e médio porte não costumam ter tempo, recursos ou conhecimentos para gerenciar seus ativos de PI da forma mais eficiente possível.

Pensando nisso, a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), em parceria com o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), propõem um workshop com o objetivo promover a importância da propriedade intelectual para a geração de negócios a empresários e empreendedores afastados dos grandes pólos industriais e com perfil de exportação, bem como a maneira como o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) pode auxiliar o empresário na geração de negócios.

Contamos com sua participação que pode ser confirmada através do link: https://www.sympla.com.br/workshop-sobre-propriedade-intelectual-protocolo-de-madrid__716161

Fapesb firma parceria que gera edital para estudantes desenvolverem seus trabalhos na Alemanha

Acordo aconteceu durante reunião do Confap em São Paulo

Dar oportunidade a estudantes de doutorado com bolsas de estudo e um intercâmbio na Alemanha. Esta foi mais uma façanha alcançada pela Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb) ao firmar acordo com o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD), na última reunião do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), que aconteceu em São Paulo. Os interessados em se candidatar podem acessar o link do edital para obter mais informações: https://www.daad.org.br/pt/2019/10/14/programa-de-auxilio-para-doutorandos-na-alemanha/.

A bolsa, que é fornecida pela Fapesb ou pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), tem período de vigência entre 2 e 6 meses de estadia no país. Aos estudantes selecionados, serão ofertados benefícios como auxílio para passagem aérea e seguro-saúde, além da bolsa auxílio. Para se candidatar é necessário ter disponibilidade para estudar no exterior por até seis meses sem interrupção, estar matriculado no curso de doutorado em uma universidade brasileira, ter uma carta de recomendação do orientador brasileiro e ser aceito por um orientador da instituição alemã.

A próxima chamada estará aberta até o dia 2 de dezembro de 2019, para estadias que vão de 1º de maio de 2020 até 31 de janeiro de 2021.

Fapesb firma parceria com Fapesp para apoiar pesquisas científicas

Edital lançado pelas fundações fortalece as redes de pesquisa entre Bahia e São Paulo

Fortalecer o intercâmbio entre pesquisadores baianos e paulistas. Esse é o principal objetivo de uma parceria firmada entre as Fundações de Amparo à Pesquisa da Bahia e de São Paulo (Fapesb e Fapesp), lançada, nesta sexta-feira (25), durante a abertura da etapa Salvador da IV Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação. As propostas, que visam o desenvolvimento de projetos de pesquisa colaborativa, contarão com apoio financeiro no valor total de R$ 1 milhão e 525 mil.

Diretor geral da Fapesb, Márcio Costa acredita que a parceria é estratégica para o intercâmbio de projetos desenvolvidos na Bahia e em São Paulo. “Esse programa vai possibilitar a consolidação de grupos de pesquisa, fortalecendo e ampliando as redes existentes em áreas de interesse específico. Nosso foco está nas iniciativas de interesse mútuo que contribuam para o avanço do conhecimento científico e tecnológico nos respectivos estados”, disse.

Serão apoiados pelo Edital Fapesb/Fapesp 004/2019, projetos de pesquisa elaborados conjuntamente por dois pesquisadores: o primeiro, vinculado a instituições de ensino superior e/ou pesquisa baianas e o segundo, vinculado a instituições de ensino e pesquisa e universidades paulistas, com duração máxima de 24 meses. Os interessados em submeter propostas podem consultar o Edital no site da Fundação.

Os recursos financeiros previstos para o Edital, nos valores de R$ 525 mil por parte da Fapesb e R$ 1 milhão da Fapesp, visam contratar até cinco pesquisas com teto máximo de R$ 100 mil e R$ 200 mil, respectivamente. Os R$ 25 mil restantes serão utilizados para cobrir os custos referentes às atividades de operacionalização do Programa. As Fundações vão receber propostas de pesquisa em todas as áreas e que abranjam conhecimentos avançados em pelo menos um dos seguintes temas: Tecnologias de informação e comunicação (pesquisa colaborativa conduzida em conjunto por um pesquisador da área de computação e um pesquisador de outra área do conhecimento); Energias renováveis; e Eficiência energética.

Fapesb confirma adesão ao Famelab Brasil 2020; inscrições abertas

Interessados em participar da Chamada devem se atentar aos requisitos e prazos

A Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb) confirmou, nesta terça-feira (22), a adesão ao FameLab Brasil 2020. A Chamada de Propostas visa identificar e apoiar estudantes no âmbito da competição internacional FameLab de comunicação científica. O concurso, que foi lançado em 2005 pelo Festival de Ciência de Cheltenham, na Inglaterra, e está presente em 32 países, consiste na realização de uma apresentação oral sobre um tópico de ciência e/ou tecnologia, com a duração máxima de três minutos, sem recurso de PowerPoint ou outro dispositivo eletrônico de apresentação, e com uso limitado de materiais de apoio portáteis.

Entre os objetivos da Chamada estão: promover a aproximação entre cientistas e público em geral, por meio da contextualização e abordagem de temas científicos do dia a dia da sociedade; incentivar o desenvolvimento de competências de comunicação, em especial, a habilidade oral; desenvolver habilidades e oportunidades para cientistas e engenheiros se envolverem com o público de uma maneira interativa e informativa, reconhecendo a importância da comunicação; compartilhar conhecimento, inovação e ciência desenvolvidos em universidades, centros de pesquisa e empresas em uma ampla rede internacional; e fomentar a paixão por ciência e inovação.

Podem se inscrever pessoas com idade mínima de 21 anos, sem limite máximo, e fluentes em português e inglês, que se enquadrem nos seguintes requisitos: brasileiro residindo no Brasil com Mestrado (stricto sensu), doutorado, pós-doutorado e livre-docente, em andamento ou concluído(s), nas áreas de Ciências da Vida ou Ciências Exatas, Tecnológicas e Engenharias em uma Instituição de Ensino Superior (IES) brasileira reconhecida pelo MEC;  estrangeiros que estejam devidamente matriculados e cursando mestrado, doutorado, pós-doutorado ou livre-docência nas áreas de Ciências da Vida ou Ciências Exatas, Tecnológicas e Engenharias em uma Instituição de Ensino Superior (IES) brasileira reconhecida pelo MEC; e candidatos de anos anteriores que não tenham sido contemplados com o prêmio.

Mais informações, bem como acesso a todos os itens da chamada podem ser consultados pelo endereço www.famelab.com.br. Neste mesmo site, é possível submeter as candidaturas em cadastro eletrônico acompanhado de um vídeo de inscrição. Vale lembrar que a adesão da Fapesb à presente Chamada acontece por meio do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap).