Projeto apoiado pela Fapesb estuda as dificuldades enfrentadas por escritoras negras baianas

Apesar dos grandes avanços que as mulheres têm conquistado pela igualdade de gênero, ainda há muito caminho a ser percorrido. Principalmente no mercado editorial. Escritoras baianas e negras ainda enfrentam diversos obstáculos para publicação de suas obras. Foi o que identificou a pesquisadora Taise Campos no projeto “Modos de Produção, Publicação e Circulação de Obras de Escritoras Negras Baianas”, apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia.

Apesar dos grandes avanços que as mulheres têm conquistado pela igualdade de gênero, ainda há muito caminho a ser percorrido. Principalmente no mercado editorial. Escritoras baianas e negras ainda enfrentam diversos obstáculos para publicação de suas obras. Foi o que identificou a pesquisadora Taise Campos no projeto “Modos de Produção, Publicação e Circulação de Obras de Escritoras Negras Baianas”, apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia.

“O projeto parte da constatação da invisibilidade que atinge escritoras negras, advinda muitas vezes da dificuldade de publicação de suas obras e da pouca circulação destas. Assim, nos propomos a investigar como tais escritoras driblam, de alguma maneira, as “barreiras” impostas à produção, publicação e circulação de seus escritos, resistindo a interdições e silenciamentos de suas vozes”, afirma Taise.

O trabalho, que foi sua dissertação de mestrado, identificou que “a orientação patriarcal e hegemônica buscou destituir o lugar de fala das mulheres, mantendo-as longe do acesso ao conhecimento” e que as escritoras buscaram criar “linhas de atuação para fazer notáveis suas vozes dentro de uma sociedade modelada culturalmente pelo patriarcalismo, eurocentrismo e capitalismo”, destaca.

A invisibilidade das escritoras negras é um cenário que precisa ser revertido. O incentivo à leitura de autoras mulheres, o reconhecimento dessas escritoras e a divulgação de obras dessas mulheres são ações que podem contribuir para diminuição da desigualdade de gênero. Taise sugere que “é preciso que se criem aberturas às vozes de mulheres e negras em vários setores sociais, especialmente nas instituições educacionais, que se constituem fonte de formação literária para tantos sujeitos”.

Mês das Mulheres
Durante o mês de março, em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia realiza diversas ações para reconhecer e abrir espaço para as pesquisadoras de ciência, tecnologia e inovação. Dentre as iniciativas, estão a campanha #SerMulher, nas redes sociais, a entrega do prêmio Bahia Pela Diversidade – Mulheres nas Ciências e a produção de matérias com pesquisadoras que estudam questões de gênero e relacionadas às mulheres.

Estudos da Fiocruz-BA aguardam por R$ 12 milhões da Fapesb

Fundação sobre com atraso e corte de repasses por parte do governo do estado

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Só no Instituto Gonçalo Moniz, braço da Fiocruz na Bahia, mais de R$ 12 milhões aguardam para serem liberados – entre eles, R$ 1,5 milhão de uma pesquisa do médico e pesquisador baiano Mitermayer Galvão Reis, que estudaria os efeitos do vírus da zika em bebês nascidos de mães expostas à doença: “A situação mais grave é a da microcefalia, mas ele pode desenvolver alterações oculares, neurológicas, auditivas, motoras, que, às vezes, podem passar despercebidas”.

Reis, pesquisador baiano de renome internacional, ainda tem outra importante pesquisa que não saiu do papel. Ele aguarda o repasse de parte de R$ 930 mil para começar um estudo sobre esquistossomose em Salvador. Seriam analisados todos os mananciais hídricos da cidade para identificar caramujos contaminados com o verme Schistosoma.

Corte de verba para a Fapesb afeta 80% das pesquisas da Fundação

Os benefícios do estudo, segundo o médico, seriam o mapeamento de área de risco da doença e o teste de um novo e mais preciso método de diagnóstico da enfermidade, através da análise da urina. “Os exames de fezes não são muito sensíveis, tanto que pedimos duas ou três amostras para fazer o diagnóstico”, explica.

Outras pesquisas que estão ameaçadas são as coordenadas pelo laboratório da professora Tânia Fischer, o Centro de Desenvolvimento Territorial e Gestão Social (Ciags). A unidade já teve estudos premiados em âmbito nacional e internacional, a exemplo da conduzida pela Major Denice Santiago, sobre a aplicação da Lei Maria da Penha na Bahia.

Atualmente, ela tem seis projetos em andamento financiados com recursos da Fapesb. Tânia recebeu a primeira parcela desse valor no início do ano e depois não viu mais a cor do dinheiro. Um dos que correu risco de ser extinto foi o Projeto Gestão e Salvaguarda do Patrimônio Cultural dos Povos e Comunidades de Terreiros, que, inclusive, gerou como produto a criação de um Plano Museológico para o Memorial de Mãe Menininha do Gantois. A iniciativa só não parou porque contava com recursos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

Por conta da falta de recursos, ela teve de suspender um estudo sobre a importância dos mestrados profissionais para a criação de tecnologias de gestão social e outro que visava o apoio e implantação dos núcleos de pesquisa de desenvolvimento territorial em diferentes regiões da Bahia.

Há ainda quem dê um jeitinho para não colocar os projetos em risco. Aguardando recursos para concluir um estudo de cooperação internacional sobre os mecanismos de defesa sobre leishmaniose, a pesquisadora Valéria Borges foi fazendo arranjos para conseguir que a sua orientanda de doutorado, Nívea Farias Luz, conseguisse pelo menos ter material suficiente para concluir a pesquisa que daria origem à tese.

Ela foi alocando recursos que sobraram de outros projetos, pedindo a colaboração de outros laboratórios parceiros para conseguir reagentes químicas e viabilizar a conclusão. Tanto esforço valeu a pena: o trabalho da estudante foi contemplado com o Prêmio Capes-Interfarma de Inovação e Pesquisa.

 

Fonte: Correio 24h

Link: http://www.correio24horas.com.br/detalhe/salvador/noticia/estudos-da-fiocruz-ba-aguardam-por-r-12-milhoes-da-fapesb/?cHash=d2a45f7d68b11545c4dc912e5ac470e5

Corte de verba para a Fapesb afeta 80% das pesquisas da Fundação

Atraso nos repasses atrapalha estudos sobre zika, trombose e leptospirose, entre outros

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Mais de 80% dos estudos que têm apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) estão sem receber recursos com regularidade desde 2015. Sem dinheiro, os pesquisadores são obrigados a cruzar os braços para pesquisas como a que estudaria os efeitos do zika vírus em bebês nascidos de mães expostas à doença, ou a que avaliaria a relação entre o uso de anticoncepcional e os casos de trombose.

Segundo dados da própria fundação, dos 813 projetos apoiados por ela, 652 estão com repasses em atraso. Destes, 539 não receberam nenhuma verba que estava destinada e 113 estão aguardando o pagamento da segunda parcela dos recursos.

Em protesto à situação, o reitor da Universidade Federal da Bahia (Ufba), João Carlos Salles, enviou uma carta dirigida ao governador Rui Costa manifestando sua preocupação com o quadro financeiro da instituição, que dá suporte a mais de 3 mil pesquisadores em toda a Bahia e tem dívida de mais de R$ 70 milhões.

No manifesto, ele exemplifica que os pesquisadores da Ufba tiveram, em 2016, um valor aprovado em projetos que não chega nem a 10% da quantia selecionada em 2015. Ele destaca ainda que “a fundação tem contribuído para o processo de interiorização do ensino superior no estado da Bahia, particularmente apoiando a rede de universidades e institutos, estaduais e federais, disseminados por quase todo nosso território”.

Mais protestos
Protestos semelhantes já foram feitos por outras entidades, como o Instituto Gonçalo Muniz, braço da Fiocruz na Bahia, e pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), junto com a Academia Brasileira de Ciências (ABC), todos direcionados ao governador Rui Costa (PT).

Na carta conjunta da SBPC e da ABC, de 21 de fevereiro, as entidades destacam o endividamento da fundação. “A situação já chegou a tal gravidade que a Fapesb se tornou inadimplente com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o que a impede de receber aportes federais a exemplo do que ocorreu recentemente com os recursos da repatriação destinados a atividades de ciência, tecnologia e inovação”, destaca.

Procurado através de assessoria, o governador Rui Costa não se manifestou sobre o conteúdo das cartas até o fechamento desta edição, às 23h desta quarta-feira (22).

Queda
O presidente da Fapesb, Eduardo Almeida, revela que desde 2015 a instituição tem sofrido com o contingenciamento de recursos. “Nossa execução está em torno de 50% a 55% do que éramos para receber. Se tivéssemos com o repasse 100%, seria algo em torno de R$ 100 milhões, R$ 120 milhões”, diz. Ele ressalva que os pagamentos aos 2.750 bolsistas apoiados pela instituição estão sendo honrados.

Segundo ele, o resultado varia de acordo com arrecadação de impostos estaduais, já que o Artigo 5º da Lei Estadual nº 7.888/2001 determina que o governo repasse 1% da Receita Tributária Líquida para a fundação. Porém entre 2014 e 2016 não houve alterações significativas na arrecadação tributária do estado, de acordo com o Transparência Bahia.

Enquanto em 2014 a receita tributária bruta arrecadada foi de R$ 20,251 bilhões, em 2016 subiu para R$ 20,502 bilhões. Quando questionada sobre o cumprimento desse repasse legal, a Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz) afirmou, em nota, que “as únicas vinculações de receitas permitidas são aquelas de natureza constitucional, o que não é o caso em pauta”.

A informação divulgada pela Sefaz é de que, em 2016, foram repassados R$ 60,7 milhões para a Fapesb e, deste montante, ainda falta R$ 1,9 milhão a ser quitado. Para o ano de 2017, deve ser repassado um valor semelhante, de acordo com a pasta. Cerca de 80% dos recursos da Fapesb são provenientes de repasses do governo do estado; o restante vem de parcerias internacionais e federais.

O presidente da Fapesb ressalta a importância social da instituição, principalmente para a formação de mestres e doutores, e a contradição que é ter uma redução tão significativa no repasse de verbas.

“Em 2000, a Fapesb não existia e a Bahia tinha 30 projetos de pós-graduação. Oito anos depois da sua fundação, em 2009, a Bahia já contava com mais de 100 programas. “Hoje, a Bahia cresceu, por causa do surgimento de novas universidades no estado. A demanda aumentou e os recursos diminuíram”, comenta.

Eduardo Almeida diz, no entanto, que houve reuniões com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e com a Sefaz para discutir soluções para o problema. Mas ele não disse que medidas seriam tomadas. Procurada, a Secti disse que não iria se pronunciar sobre o assunto.

O médico Mitermayer Galvão Reis, pesquisador ligado à Fiocruz, aponta o prejuízo causado pela suspensão das pesquisas. “Eu faria um apelo ao governador para que os recursos sejam liberados. A Fapesb teve uma importância enorme no desenvolvimento científico no estado”, diz.

Ele lamenta, principalmente, pelos cientistas mais jovens, estudantes de mestrado ou doutorado, que ainda não têm currículo para pleitear recursos junto a um grande número de instituições. “Os mais jovens não têm outras alternativas de, como nós mais maduros, buscar recursos fora do Brasil ou junto a agências nacionais”, explica.

 

Fonte: Correio 24h

Link: http://www.correio24horas.com.br/detalhe/salvador/noticia/corte-de-verba-para-a-fapesb-afeta-80-das-pesquisas-da-fundacao/?cHash=eb2902d6b3a402902d7c8d14a800d34c

Fapesb tem dívida de R$ 70 milhões; reitor envia ofício a Rui

bahia-noticias-fapesb-tem-dividas-de-70-milhoesO reitor da Universidade Federal da Bahia (Ufba), João Carlos Salles, encaminhou um ofício ao governador Rui Costa na qual manifesta preocupação com a situação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), que acumula R$ 70 milhões em dívidas. O débito reúne projetos já aprovados que ainda não foram pagos e projetos selecionados ainda não contratados. “Parte dessa dívida envolve projetos apoiados em parceria com agências do governo federal, e a continuidade desta situação levará a FAPESB a uma inadimplência com tais agências, trazendo evidentes prejuízos para a Bahia. Para ilustrar, informamos que os valores totais de projetos de docentes da UFBA em 2016 não chegam a 10% dos valores aprovados no ano anterior”, aponta o reitor. Salles defendeu no documento a relevância da Fapesb, que foi criada há 15 anos na esteira de outras fundações de amparo à pesquisa regionais, inspiradas na Fapesp, de São Paulo, que tem sido “a experiência mais duradoura e de maior sucesso”, considerando que outras instituições do gênero deixaram de existir em outros estados. O gestor faz um apelo ao governador para buscar uma solução para a fundação. “Foi a relevância dessa instituição para a ciência e educação no país e no nosso estado que levou, recentemente, a Academia Brasileira de Ciência e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, através de seus presidentes, a expressarem preocupações com a situação ora vivenciada pela FAPESB”, relata.

 

Fonte: Bahia Notícias

Link: http://www.bahianoticias.com.br/noticia/204904-fapesb-tem-divida-de-r-70-milhoes-reitor-envia-oficio-a-rui.html?utm_source=principal&utm_medium=link&utm_campaign=destaques

Negócios: Inovação nas PMEs

Cinquenta e seis propostas de empresas baianas foram selecionadas para concorrer ao edital Pappe Integração

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Cinquenta e seis propostas de empresas baianas foram selecionadas para concorrer ao edital Pappe Integração, que dispõe de R$ 21 milhões para cumprir o objetivo de estimular a capacidade inovativa das microempresas (faturamento até R$ 240 mil/ano) e das empresas de pequeno porte (faturamento até R$ 2,4 milhões/ano) das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Fruto de parceria entre a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) e Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), por intermédio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), os projetos de inovação selecionados são das áreas de comércio e serviço, biotecnologia, economia criativa, acessibilidade, saúde, segurança, games e combate ao vírus zika e ao mosquito Aedes aegypti.

Do total das 56 propostas selecionadas, 31 são de empresas de porte micro e 25 de empresas de pequeno porte, dos setores de TICs, engenharias e saúde, dos municípios de Salvador, Ilhéus e Feira de Santana. Segundo Alzir Mahl, coordenador de Competitividade Empresarial da Fapesb, o resultado preliminar é bastante significativo pelo número de empresas de micro e pequeno portes contempladas. “A fundação mantém o firme propósito de apoiar a melhoria da competitividade das empresas baianas através da inovação tecnológica. Este apoio também é um indutor ao desenvolvimento socioeconômico da Bahia, pois existem empresas do interior sendo apoiadas”.

 

Fonte: Correio24h

Link: http://www.correio24horas.com.br/detalhe/negocios/noticia/inovacao-nas-pmes/?cHash=91c6a1498cf5ad809d9828614e4d16a1

Edital Pappe Integração seleciona 56 propostas de empresas de micro e pequeno porte

secom-pappe-integracaoCom o objetivo de apoiar o crescimento de empreendimentos baianos de micro e pequeno porte, o edital Pappe Integração, parceria da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) e Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), selecionou 56 propostas dos 98 projetos inscritos no sistema da Fapesb.

O edital 008/2016 – Subvenção Econômica/Pappe Integração dispõe o valor de R$ 21 milhões para as áreas de comércio e serviço, biotecnologia, economia criativa, acessibilidade, saúde, segurança, games e combate ao Vírus Zika e ao mosquito Aedes Aegypti. Do total de 56 propostas selecionadas, 31 propostas são de empresas de porte micro e 25 de empresas de pequeno porte, dos setores de TIC´s, engenharias e saúde, dos municípios de Salvador, Ilhéus e Feira de Santana.

Segundo o coordenador de Competitividade Empresarial da Fapesb, Alzir Mahl, o resultado preliminar é bastante significativo pelo número de empresas de micro e pequeno porte contempladas. “A fundação mantém o firme propósito de apoiar a melhoria da competitividade das empresas baianas através da inovação tecnológica. Este apoio também é um indutor ao desenvolvimento sócio econômico da Bahia, pois existem empresas do interior sendo apoiadas”, destacou.

A próxima etapa inclui prazo para apresentação de recurso administrativo por parte das empresas proponentes. Depois de aprovadas, as propostas receberão recursos de subvenção econômica, para inovação tecnológica em produtos, processos e serviços, sendo divulgado resultado final do edital. Concluída esta fase, serão realizados os demais trâmites de visitas, análise de documentos para contratação e repasse dos recursos para as empresas aprovadas. O resultado preliminar do edital está disponível no site da Fapesb.

Fonte: SECOM

Link: http://www.secom.ba.gov.br/2017/03/137927/Edital-Pappe-Integracao-seleciona-56-propostas-de-empresas-de-micro-e-pequeno-porte.html

Edital Pappe Integração seleciona 56 propostas de empresas de micro e pequeno porte

Com o objetivo de apoiar o crescimento de empreendimentos baianos de micro e pequeno porte, o edital Pappe Integração, parceria da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) e Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), por intermédio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), selecionou 56 propostas dos 98 projetos inscritos no sistema da Fapesb.

Com o objetivo de apoiar o crescimento de empreendimentos baianos de micro e pequeno porte, o edital Pappe Integração, parceria da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) e Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), por intermédio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), selecionou 56 propostas dos 98 projetos inscritos no sistema da Fapesb.

O edital 008/2016 – Subvenção Econômica/Pappe Integração dispõe o valor de R$ 21 milhões para as áreas de comércio e serviço, biotecnologia, economia criativa, acessibilidade, saúde, segurança, games e combate ao Vírus Zika e ao mosquito Aedes Aegypti. Do total de 56 propostas selecionadas, 31 propostas são de empresas de porte micro e 25 de empresas de pequeno porte, dos setores de TIC´s, engenharias e saúde, dos municípios de Salvador, Ilhéus e Feira de Santana.

Segundo Alzir Mahl, Coordenador de Competividade Empresarial da Fapesb, o resultado preliminar é bastante significativo pelo número de empresas de micro e pequeno porte contempladas. “A Fundação mantém o firme propósito de apoiar a melhoria da competitividade das empresas baianas através da inovação tecnológica. Este apoio também é um indutor ao desenvolvimento sócio econômico da Bahia, pois existem empresas do interior sendo apoiadas”, destacou.

A próxima etapa conta com o prazo para apresentação de recurso administrativo por parte das empresas proponentes. Concluída essa fase, serão realizados os demais trâmites de visitas, análise de documentos para contratação e repasse dos recursos para as empresas aprovadas.

Consulte o resultado preliminar do edital 008/2016 – Subvenção Econômica/Pappe Integração aqui.

Diálogos para Inovação e Empreendedorismo promove palestra e encontro com pró-reitores de extensão na Fapesb

O projeto Diálogos para Inovação e Empreendedorismo, desenvolvido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia promoveu nesta quinta-feira (16), durante da reunião da Câmara de Inovação, a palestra “Novos paradigmas de avaliação da produção acadêmica e seus desdobramentos nas atividades de pesquisa, ensino e extensão”, apresentada pela professora e pesquisadora Tânia Fischer e um encontro com pró-reitores de extensão das universidades estaduais e federais do Estado.

O projeto Diálogos para Inovação e Empreendedorismo, desenvolvido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia promoveu nesta quinta-feira (16), durante da reunião da Câmara de Inovação, a palestra “Novos paradigmas de avaliação da produção acadêmica e seus desdobramentos nas atividades de pesquisa, ensino e extensão”, apresentada pela professora e pesquisadora Tânia Fischer e um encontro com pró-reitores de extensão das universidades estaduais e federais do Estado.

Sob olhares atentos, a professora explanou sobre a participação nos grupos de formulação de novas políticas para avaliação da produção técnica e tecnológica no âmbito do Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG). Pela tarde, o diretor de Inovação da Fapesb, Lázaro Cunha recebeu pró-reitores de extensão para discutir uma agenda de trabalho visando formulação de iniciativas que tragam contribuição para o desenvolvimento da CT&I no Estado.

O projeto Diálogos para Inovação e Empreendedorismo tem como proposta estreitar as relações com o público externo e estimular o debate sobre temas relevantes para o ecossistema de inovação na Bahia.