FAPESB promove encontro de Incubadoras de Empresas

A FAPESB promoveu nesta quarta-feira, 03/04, o Seminário de Apresentação de resultados dos projetos apoiados no Edital 20/2011 – Apoio às Incubadoras de Empresas.

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A FAPESB promoveu nesta quarta-feira, 03/04, o Seminário de Apresentação de resultados dos projetos apoiados no Edital 20/2011 – Apoio às Incubadoras de Empresas. O objetivo foi apresentar os resultados parciais das atividades desenvolvidas pelas incubadoras apoiadas pela Fundação.

Cinco incubadoras de empresas participaram do encontro: o Centro de Empresas Nascentes, CENA, da FTC, sob coordenação de José Roberto Salomão, a Incubadora de Empresas de Base Tecnológica, INCUBATEC, da UNEB, coordenada por Leonardo Dell’Orto, a Incubadora de Negócios da UNIFACS, coordenada por Marcelo Dultra, a Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da UFBA, INOVAPOLI, sob coordenação de Paulo Roberto Bastos, e a Incubadora de Empresas do SENAI, coordenada por Josiane Barbosa.

Além de aspectos gerais como estrutura física, serviços prestados, processo de incubação e acompanhamento, os coordenadores apresentaram as empresas incubadas e alguns trabalhos por elas desenvolvidos, bem como seu faturamento e o número de empregos gerados. Algumas empresas hoje já consolidadas no mercado baiano passaram por algumas destas incubadoras, como é o caso da empresa Jus Brasil, que em sua fase inicial ficou incubada na UNIFACS.

No período da tarde, os representantes das incubadoras reuniram-se com gestores da FAPESB e com o Diretor de Inovação, Arthur Brandão, para discutir sobre alguns pontos mostrados durante as apresentações. Uma das questões levantadas foi a importância de investimentos na captação de mais empresas para as incubadoras.

Por meio do Edital de Apoio às Incubadoras de Empresa a FAPESB apoia a implantação, o desenvolvimento e a consolidação de Incubadoras de Empresas de Base Tecnológica no Estado da Bahia. O objetivo é fortalecer e consolidar as incubadoras como instrumentos de auxílio a empresas e empreendedores nascentes e, consequentemente, como agentes de desenvolvimento sócio-econômico sustentável do Estado da Bahia.

Fonte: Ascom/Fapesb

Programa de bolsas de iniciação cientifica da UNEB oferece 413 vagas para estudantes da universidade

A UNEB, por meio da Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PPG), inscreve – até o dia 18 de abril – para a seleção de 413 bolsistas de Iniciação Científica (IC) dos programas Pibic/CNPq, Pibic-AF/CNPq, Pibit/CNPq, Fapesb/IC-cotas, Picin/UNEB e Pibit/UNEB.

A UNEB, por meio da Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PPG), inscreve – até o dia 18 de abril – para a seleção de 413 bolsistas de Iniciação Científica (IC) dos programas Pibic/CNPq, Pibic-AF/CNPq, Pibit/CNPq, Fapesb/IC-cotas, Picin/UNEB e Pibit/UNEB.

Os interessados devem se inscrever no site www.ppg.uneb.br e encaminhar os documentos exigidos no edital para o Núcleo de Pesquisa e Extensão (Nupe) de cada departamento.

As bolsas de iniciação só serão concedidas aos estudantes regularmente matriculados nos cursos de graduação da instituição e que estejam vinculados a projeto ou subprojeto de pesquisa devidamente constituído por professores da universidade.

De acordo com o edital a duração das bolsas é de 12 meses e a bolsa-auxílio varia entre R$400 a R$ 420. O resultado está previsto para ser divulgado em junho deste ano.

Serviço
O que: inscrições para seleção de bolsistas de Iniciação Científica (IC)
Quando: até 18 de abril
Onde: via internet
Mais informações no site www.uneb.br.

Com apoio da FAPESB, pesquisador cria ferramentas de entretenimento para pessoas com deficiência

O pesquisador Xisto Lucas Junior, do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) de Salvador, criou, com apoio da FAPESB, jogos digitais que favorecem o desenvolvimento de habilidades cognitivas e linguísticas de pessoas com transtornos comunicativos e/ou de linguagem.

017.foto27032013O pesquisador Xisto Lucas Junior, do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) de Salvador, criou, com apoio da FAPESB, jogos digitais que favorecem o desenvolvimento de habilidades cognitivas e linguísticas de pessoas com transtornos comunicativos e/ou de linguagem. Os games foram desenvolvidos em um sistema eletrônico, portátil, adaptável, dinâmico, interativo e acessível de Comunicação Alternativa ou Aumentativa (CAA).

Para que os jogos fossem acessíveis ao público alvo, o pesquisador desenvolveu um Sistema Eletrônico Portátil baseado na CAA. O Sistema Eletrônico é um tablet com tela sensível ao toque (touch screen), feito de material rígido e impermeável, resistente a impactos. Sua adaptabilidade e formato permitem assistir a necessidade específica do indivíduo, respeitando seu grau de desenvolvimento e maior independência e agilidade comunicativas.

A equipe criou imagens eletrônicas que, divididas em grupos de sujeito, verbo e objetos, permitem às crianças formarem frases e se comunicarem em diversos contextos, como escola, casa, banheiro e alimentação. A equipe também desenvolveu três jogos: “Cidade Sustentável”, em que as crianças direcionam cada material reciclável para a lixeira correta; “Segurança Pública”, que ensina a criança a ter certos cuidados, como, por exemplo, ao atravessar a rua; e “Alimentação Saudável”, em que é possível escolher o que se quer comer e montar o prato de acordo com as cores dos alimentos. Além disso, as crianças ainda podem desenhar, montar quebra-cabeças, acessar mapas e fazer contas na calculadora.

Além de auxiliar no desenvolvimento linguístico e cognitivo, esse sistema contribui no processo de inclusão social e digital. Por suas características móveis, pode ser usado em diferentes locais como escolas, centros de tratamentos, domicílios e parques. Também permite um maior grau de independência e agilidade comunicativa, integrando o indivíduo ao meio social. O intuito da equipe é distribuir o ambiente interativo para a rede pública de ensino e/ou saúde como uma tecnologia assistiva, sendo comercializado apenas para instituições e grupos privados.

Fonte: Ascom/Fapesb
Foto cedida pelo pesquisador

DAAD abre edital para bolsas de pós-graduação nas áreas de desenvolvimento sustentável

Interessados em se candidatar a bolsas de estudos para pós-graduação na Alemanha nas áreas de desenvolvimento sustentável já podem acessar o roteiro de inscrição e a lista de cursos no site do DAAD (www.daad.org.br > bolsas > pós-graduação).

Interessados em se candidatar a bolsas de estudos para pós-graduação na Alemanha nas áreas de desenvolvimento sustentável já podem acessar o roteiro de inscrição e a lista de cursos no site do DAAD (www.daad.org.br > bolsas > pós-graduação). As inscrições devem ser encaminhadas, preferencialmente, para as universidades, seguindo o cronograma do curso escolhido. Para aqueles que preferirem enviar a documentação ao DAAD, o prazo é 31 de julho de 2013.

O programa, anteriormente chamado de pós-graduação com relevância para países em desenvolvimento, destina-se a jovens graduados que tenham dois anos de experiência profissional. Importante ressaltar que os cursos não são voltados a recém-formados.

Nesta edição, são oferecidos 36 cursos com a titulação Master em diferentes áreas. Há também três opções de doutorado: Development Research, na Universidade de Bonn, Agricultural Economics and Related Sciences, na Universidade de Giessen/Hohenheim, e Mathematics in Industries and Commerce, na TU Kaiserslautern.

O programa, mantido com recursos do Ministério Federal de Cooperação Econômica e Desenvolvimento alemão (BMZ), é divulgado em nível mundial e oferece anualmente cerca de 290 bolsas de estudo distribuídas para candidatos procedentes de mais de 70 países da Ásia, Oriente Médio, África e América Latina.

Confira o roteiro de inscrição, a lista de cursos contemplados com bolsas e outras informações sobre o programa no site www.daad.org.br.

Fonte: Ascom/DAAD

Especialização em políticas públicas para a educação básica inscreve até 5 de abril

O Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT) do Campus XVII da UNEB, em Bom Jesus da Lapa, está com inscrições abertas, até o dia 5 de abril, para a especialização em gestão e políticas públicas para a educação básica.

O Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT) do Campus XVII da UNEB, em Bom Jesus da Lapa, está com inscrições abertas, até o dia 5 de abril, para a especialização em gestão e políticas públicas para a educação básica.

Estão sendo disponibilizadas 60 vagas, direcionadas a graduados em pedagogia e áreas afins. Os interessados devem preencher o formulário de inscrição e os demais documentos especificados em edital e apresentá-los no colegiado do curso de pedagogia da unidade, de segunda a sexta-feira das 8h às 12h e das 14h às17h. O valor da taxa é R$ 70. Há ainda a opção de enviar os documentos autenticados pelos Correios (via Sedex).

Serão ofertadas seis bolsas integrais, das quais três serão destinadas a técnicos administrativos e três a egressos do campus.

Etapas de seleção
A seleção que ocorre nos dias 8 a 11 de abril consiste em três etapas: prova escrita, entrevista e análise curricular.

O resultado será divulgado no dia 17 de abril e a matrícula, com taxa de R$ 75, será realizada nos dias 19 a 25 do mesmo mês. O curso, que tem início no dia 10 de maio e duração de 13 meses, tem um investimento total de R$ 2.340, que pode ser dividido em 13 parcelas de R$ 180.

A especialização tem carga-horária de 465 horas, as aulas serão ministradas um fim de semana por mês sempre as sextas, sábados e domingos das 8h às 18h.

De acordo com a coordenação, o candidato selecionado que não comparecer no prazo estipulado para efetivação da matrícula perderá sua vaga. Nesse caso, será procedida nova chamada, respeitando-se a ordem de classificação, para efetivar a matrícula nos dias 29 e 30 de abril.

Mais informações no site www.uneb.br.

Serviço
O que: inscrições para especialização em gestão e políticas públicas para a educação básica
Quando: até 5 de abril
Onde: no Campus XVII da UNEB, em Bom Jesus da Lapa, ou pelos Correios (via Sedex)
Fonte: Ascom/UNEB

Disco analógico premiado pela Fapesb otimiza aprendizado em teoria musical

Lápis, transferidor e conhecimentos em geometria. Talvez essa seja a fórmula para uma grande ideia inovadora. No caso de Lucas Duque Artigas, pesquisador independente premiado pela Fapesb, foi preciso, sobretudo, inquietar-se com a tradicional didática em teoria musical para construir o “Easy Music”.

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Lápis, transferidor e conhecimentos em geometria. Talvez essa seja a fórmula para uma grande ideia inovadora. No caso de Lucas Duque Artigas, pesquisador independente premiado pela Fapesb, foi preciso, sobretudo, inquietar-se com a tradicional didática em teoria musical para construir o “Easy Music”. O disco analógico funciona como uma espécie de tabuada para estudantes de música, com a qual é possível visualizar as notas pertencentes às formações de acordes e escalas mais utilizados na música atual.

As lacunas nas aulas de instrumento que cursava há um semestre fizeram Lucas Artigas perceber que o tempo gasto para encontrar formações de acordes, a partir da nota tônica – grau que determina a formação do acorde ou escala – poderia ser otimizado. Ele então levou três dias para construir o primeiro disco em papel. “Eu pensei: vou colocar essa lógica numa tabela para girar e não ter que ficar escrevendo ou contando sempre que quiser buscar as formações”, lembra o pesquisador.

As 12 notas musicais da escala ocidental (Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si) e seus intervalos nas formações de acordes e escalas, no disco, possibilitam uma visualização concreta que pode levar a novas lógicas de regras de formações. O aparelho circular, composto por duas lâminas de PVC, que foi idealizado como um fomento à iniciação em teoria musical, tornou-se um produto. Hoje, com um custo aproximado de R$11,00 (onze reais) por unidade, a produção torna-se viável se feita em escala maior.

Concepção da ideia
O dispositivo foi planejado para abordar as formações dos acordes e escalas mais básicos. Ainda assim, há sempre uma nova possibilidade encontrada. “Quando mostrei o disco a outros professores, eles encontraram várias possibilidades que eu desconhecia”, diz Artigas. O disco tem um manual impresso no verso com as instruções de uso. Mesmo assim, o pesquisador salienta a importância das aulas: “Ainda são de extrema importância as pesquisas, aulas, exercícios e todas as possibilidades de ampliar o conhecimento em teoria musical”.

Ao estudar com o dispositivo, é preciso que o aluno conheça o instrumento musical que deseja tocar. “O disco ensina ao interessado a teoria musical, ou seja, as notas que deve executar para encontrar as formações desejadas”, explica o pesquisador. Se o aluno deseja executar a formação do acorde de Ré Maior no seu teclado, basta posicionar o Ré ou “D” na faixa guia e visualizar instantaneamente a terça maior “F” e a quinta justa “A” no anel do acorde Maior. Com isso, formaria a tríade da composição do Acorde. “Depois é [só] encontrar nas teclas do teclado as notas Ré, Fá sustenido e Lá e pressioná-las simultaneamente”, completa. De acordo com Artigas, não há outra invenção que confira apoio visual aos estudantes dessa forma, valorizando a notação musical e as cifras.

Concurso Ideias Inovadoras
Através de uma amiga, Artigas soube do concurso Ideias Inovadoras da FAPESB. O dispositivo já estava pronto e foi necessário apenas realizar a inscrição. O pesquisador acreditou que poderia ganhar um prêmio, mas não como primeiro colocado. “A gente estava produzindo tudo sem saber, ou contar com o concurso”. Ele brinca que os nomes difíceis dos projetos concorrentes, de certo modo, o intimidaram. Artigas ficou muito feliz com o resultado e mais ainda por ter sido premiado, com R$15.000 (quinze mil reais) por um projeto da área de música.

Para o músico, é muito positivo que um pesquisador independente, que não esteja vinculado a instituições de ensino superior, institutos, etc, seja reconhecido dessa maneira. Hoje, o inventor tem parceiros, como o designer Maurício Figueiredo, que elaborou o layout do Easy Music. Bastante envolvido, Figueiredo assegura: “É o projeto das nossas vidas”.
Com o dinheiro do prêmio, Artigas e Figueiredo irão investir na produção de vídeo aulas. Eles desenvolveram embalagens para o disco e pretendem vendê-los em excursões pelo interior dos estados.

Enquanto isso não acontece, aguardam o resultado de outro edital, em que almejam um escritório no Parque Tecnológico de Salvador. “Lá a gente poderia ter uma sede, uma sala para produzir essas vídeo aulas, e para receber clientes. Há salas de convenções, onde a gente pretende receber professores para apresentar os produtos”, confidencia Artigas.

Fonte: Edvan Lessa/ UFBA

Recife sedia encontro preparatório do Fórum Mundial de Ciência em abril

Recife vai sediar o 5º encontro regional preparatório do Fórum Mundial da Ciência (FMC), entre 15 e 16 de abril, na sede da Regional Nordeste do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, na Cidade Universitária.

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Recife vai sediar o 5º encontro regional preparatório do Fórum Mundial da Ciência (FMC), entre 15 e 16 de abril, na sede da Regional Nordeste do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, na Cidade Universitária. O encontro antecede o evento internacional marcado para novembro, no Rio de Janeiro – a ser realizado pela primeira vez fora da Europa.

Pela importância do fórum mundial, a comissão executiva nacional – composta por 12 entidades que compõem o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação – decidiu organizar sete debates regionais, em diferentes capitais, para discutir questões relacionadas aos principais desafios da ciência no século XXl. Desde agosto do ano passado, foram realizados quatro encontros, em São Paulo, Belo Horizonte, Manaus e Salvador. Os dois próximos estão previstos para Porto Alegre, em maio, e Brasília, em junho.

Na capital pernambucana, além das quatro temáticas comuns a todos as etapas preparatórias – educação em ciência; difusão e acesso ao conhecimento e interesse social; ética na ciência; e ciência para o desenvolvimento sustentável e inclusivo – o encontro pretende abordar diferentes combinações do tripé “Oceanos, clima e desenvolvimento”, com ênfase na identificação das contribuições científicas para a compreensão dos fenômenos, para o enfrentamento e a adaptação às mudanças anunciadas e para o desenvolvimento sustentável e inclusivo das populações a elas submetidas.

Para o secretário de ciência e tecnologia de Pernambuco, Marcelino Granja, a temática é pertinente diante da compreensão da comunidade científica e do governo local da necessidade de maior investimento em pesquisas sobre o oceano pela sua influência no clima. “Para que ele seja explorado com sustentabilidade e possa contribuir para o desenvolvimento”, justifica. “O oceano influencia no clima e o clima no desenvolvimento. É um tema importante e de interesse universal”, acrescenta.

Aprofundamento
Para o encontro estão previstas as participações de palestrantes internacionais, de especialistas na área climática e de representantes de instituições científicas e tecnológicas do Nordeste e de outras localidades do país. Granja considera o momento estratégico para aprofundar as discussões na região, que passa por uma fase de forte crescimento, de aumento da inclusão social e de reforço no aporte na área de ciência e tecnologia.

“A nossa FAP [Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco – Facepe], por exemplo, multiplicou por dez a sua capacidade de investimentos, de R$ 5 milhões ara cerca de R$ 50 milhões anuais entre 2007 e 2012. Isso foi um avanço radical no panorama da ciência e tecnologia no Estado”, afirma.

“Esperamos, ao final dos encontros, produzir um documento e um manifesto que será lido no fórum em novembro”, diz o secretário executivo do MCTI, Luiz Antonio Elias, que no dia 7 se reuniu com o secretário Marcelino Granja e representantes de instituições científicas e tecnológicas para discutir a programação regional.

Fonte: Ascom do MCTI

Colóquio de práticas pedagógicas inovadoras da UNEB inscreve trabalhos até 31 de março

A Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) da UNEB prorrogou, até o dia 31 de março, o prazo de envios de trabalhos para o III Colóquio de Práticas Pedagógicas Inovadoras na Universidade, que acontece nos dias 21 e 23 de agosto, no Campus I da universidade, em Salvador.

A Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) da UNEB prorrogou, até o dia 31 de março, o prazo de envios de trabalhos para o III Colóquio de Práticas Pedagógicas Inovadoras na Universidade, que acontece nos dias 21 e 23 de agosto, no Campus I da universidade, em Salvador.

A iniciativa que possui o objetivo de refletir e disseminar conhecimentos e práticas da docência universitária é organizada em parceria com o Departamento de Educação (DEDC) do campus e o grupo de pesquisa Docência Universitária e Formação de Professores (Dufop), ambos vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Educação e Contemporaneidade (PPGEduC) da universidade.

Os interessados em apresentar os trabalhos devem ler atentamente os critérios de submissão e efetuar inscrição online.

Aqueles que desejam se inscrever no evento como ouvintes terão até o dia 1º de agosto para garantir a participação no colóquio. Os interessados deverão efetuar pagamento de taxa no valor de R$ 35 (professores da UNEB) e R$ 70 (docentes de outras instituições).

Compartilhar ideias e conhecimento
A programação do evento vai reunir palestras, comunicações orais e apresentações culturais. A conferência de abertura será ministrada pela professora Flávia Vieira, da Universidade do Minho (Uminho), em Portugal. A docente abordará o tema Autonomia: significados e possibilidades de seu desenvolvimento na formação universitária.

Mais informações no site www.uneb.br.
Fonte: Ascom/UNEB

Presidente Dilma anuncia Plano de R$ 32,9 bi para inovação

A Presidenta Dilma Rousseff lançou ontem, 14/03, o Plano Inova Empresa, que integra diferentes ministérios e fontes de recursos e vai aplicar R$ 32,9 bilhões em inovação nos próximos anos.

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A Presidenta Dilma Rousseff lançou ontem, 14/03, o Plano Inova Empresa, que integra diferentes ministérios e fontes de recursos e vai aplicar R$ 32,9 bilhões em inovação nos próximos anos. O Plano está diretamente alinhado com os esforços da FINEP – Agência Brasileira da Inovação, a principal instituição nacional de financiamento público a projetos de C,T&I, que participou diretamente da formulação de toda a proposta.

“Inovar para o Brasil é estar à altura do seu potencial. O Estado hoje dispõe de meios que permitem a indução de desenvolvimento”, disse ela em seu discurso durante o lançamento, que ocorreu em meio à reunião geral da MEI (Mobilização empresarial pela Inovação).

De acordo com Dilma, o Governo Federal buscou integrar ministérios e instituições em uma verdadeira mobilização pela Inovação. “É um grande casamento. E neste união, o meu “dote” é o de promover este encontro de tantos agentes públicos em prol deste tema hoje relevante”, afirmou.

Para a presidenta, o Inova Empresa reproduz a fórmula dos programas sociais Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida, que alcançaram sucesso após agregar recursos e ações dispersas do governo. “Isso é inédito na história da política de ciência e tecnologia desse país”, apontou Marco Antonio Raupp, ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, a respeito da concentração de recursos e da participação integrada do governo. O ministro acrescentou que o plano deve receber mais R$ 3,5 bilhões da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel/MC).

“Nas audiências públicas para regulação do setor, a agência está exigindo das empresas investimento em pesquisa e desenvolvimento em telecomunicações, área de importância decisiva para o nosso desenvolvimento”, destacou.

Detalhes do Plano
O plano contém quatro linhas de financiamento a atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação (P,D&I): subvenção econômica a empresas (R$ 1,2 bilhão); fomento para projetos em parceria entre instituições de pesquisa e empresas (R$ 4,2 bi); participação acionária em empresas de base tecnológica (R$ 2,2 bi) e crédito para empresas. Esta última, com disponibilidade de R$ 20,9 bilhões, oferecerá empréstimos com taxas de juros subsidiadas (2,5% a 5% ao ano), quatro anos de carência e 12 anos para pagamento. Os agentes executores são a FINEP, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e o Banco Nacional Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Além dos R$ 32,9 bilhões já programados, o Plano deverá receber um aporte de mais R$ 3,5 bilhões, por meio da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), para atividades de P&D no setor de telecomunicações. Os recursos estão condicionados ao término de processos de regulação do setor, atualmente em consulta pública.
Somados os recursos próprios e as iniciativas conjuntas com outras instituições, a FINEP vai operacionalizar cerca de 40% dos recursos anunciados, abrangendo modalidades como crédito e subvenção econômica, além dos financiamentos dedicados a instituições científico-tecnológicas.

“Com este Plano, o financiamento do Governo Federal para inovação tecnológica atingirá um patamar sem precedentes. Estamos dando um salto rumo à consolidação da ciência, tecnologia e inovação como eixo estruturante e sustentado da economia brasileira”, avalia o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, responsável pela articulação do Plano Inova Empresa junto aos demais ministérios envolvidos.

“Não faltarão recursos para quem inova”, afirma o presidente da FINEP, Glauco Arbix. Ele acredita que há uma nova cultura de inovação em curso. “Com este Plano, busca-se criar um ambiente amigável, diminuir a carga de burocracia das empresas e mitigar os esforços entre os diversos agentes envolvidos com a inovação”, explica.

Gestão e estímulos a ações
O Plano Inova Empresa terá um comitê gestor formado pela Casa Civil da Presidência da República, pelos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação, da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior, e da Fazenda, além da recém-criada Secretaria da Micro e Pequena Empresa.
O Plano tem a participação ainda de outros oito ministérios: Saúde, Defesa, Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Educação, Trabalho e Emprego, Comunicações, Minas e Energia e Meio Ambiente.

Entre as ações a serem incentivadas nos sete eixos estratégicos estão:
Agropecuária e Agroindústria: insumos; mecanização e agricultura de precisão; genética; rastreabilidade, planejamento e controle de produção agropecuária; sanidade agropecuária e bem-estar animal; equipamentos, tecnologia de alimentos e embalagens com novas funcionalidades.
Energia: redes elétricas inteligentes; veículos híbridos e eficiência energética veicular; tecnologias para gaseificação da biomassa.
Petróleo e gás: tecnologias para a cadeia do pré-sal e para a exploração do gás não convencional.

Saúde: investimentos em oncologia e biotecnologia; equipamentos e dispositivos médicos.

Defesa: propulsão espacial, satélites e plataformas especiais; sensores de comando e controle.

Tecnologia da Informação e Comunicação: computação em nuvem, mobilidade e internet; semicondutores e displays; softwares; banda larga e conteúdos digitais.

Sustentabilidade socioambiental: combate aos efeitos de mudanças climáticas, efeito estufa e poluentes; tratamento de resíduos, águas e solos contaminados; redução do desmatamento da Amazônia; mobilidade e transportes sustentáveis; saneamento ambiental.

FINEP: integração de instrumentos e descentralização
Por meio dos programas e editais com participação da FINEP, já é possível se candidatar a uma parcela dos R$ 30 bilhões anunciados pelo Governo Federal. Para facilitar o alcance dos recursos e desenvolver potencialidades locais, a FINEP redesenhou sua política de financiamento e está apostando na integração de instrumentos (próprios e com outras instituições) e na descentralização da aplicação financeira.

Uma das novas ações é o Inova Energia – iniciativa conjunta da FINEP, BNDES e ANEEL com R$ 3 bilhões em recursos totais. O objetivo é selecionar planos de negócios de empresas brasileiras que contemplem projetos de inovação ligados ao setor energético.

Já a política de descentralização empreendida pela Financiadora ganhou mais um componente com o lançamento do INOVACRED. “Pela primeira vez, vamos descentralizar não só a subvenção, como também o crédito. Trabalharemos com agentes estaduais que irão conferir mais capilaridade à nossa atuação”, afirma Glauco Arbix.

Por meio desse programa, a FINEP está selecionando agentes financeiros(Bancos de Desenvolvimento, Agências Estaduais de Fomento e Bancos Estaduais Comerciais com carteira de desenvolvimento), descentralizando a atividade de crédito.

Cada agente terá recursos disponibilizados no valor de até R$ 30 milhões para o financiamento de empresas com receita operacional bruta de até R$ 90 milhões. A meta é, em cinco anos, financiar quase duas mil empresas inovadoras.

Uma ação de integração de instrumentos e instituições já acontece no Inova Petro, programa que envolve recursos da FINEP (nas modalidades de crédito, subvenção econômica e cooperativo ICT-Empresa) e do BNDES, e conta com apoio técnico da Petrobras. O programa vai despejar R$ 3 bilhões na cadeia de fornecedores do setor de óleo e gás, e um edital já está aberto desde setembro.

Já o TECNOVA, também lançado em setembro, conta com R$ 190 milhões (recursos da subvenção econômica) para aplicação em micro e pequenas empresas. Ele irá possibilitar o desenvolvimento de novos produtos, serviços e processos que agreguem valor aos negócios e ampliem seus diferenciais competitivos. O programa será operado por parceiros descentralizados em cada estado da Federação a partir de uma carta convite da FINEP.

Fonte: Portal FINEP