Edital 002/2013 – Participação em Eventos Científicos e/ou Tecnológicos em Território Nacional (Maio,Junho e Julho)

Em resposta ao Edital FAPESB 002/2013 – Participação em Eventos Científicos e/ou Tecnológicos – Etapa 1 , a FAPESB recebeu 13 (treze) propostas sendo 06 (seis) da Faixa 1 (pesquisadores consolidados) e 07 (sete) da Faixa 2 (pesquisadores em fase de consolidação). Dessas, 12 (doze) propostas foram enquadradas, sendo 05 (cinco) na Faixa 1 e 07 (sete) na Faixa 2. Na Faixa 1 (pesquisadores consolidados) 03 (três) propostas foram beneficiadas e na Faixa 2 (pesquisadores em fase de consolidação) 06 (seis) propostas foram beneficiadas, no montante total de R$ 11.094,90 (onze mil noventa e quatro reais e noventa centavos). Esse valor possibilitou o atendimento de 100% (cem) da demanda qualificada para esta modalidade – Participação em Evento Científico ou Tecnológico em Território Nacional.

Edital 002/2013 – Participação em Eventos Científicos e/ou Tecnológicos em Território Internacional (Maio,Junho e Julho)

Em resposta ao Edital FAPESB 002/2013 – Participação em Eventos Científicos e/ou Tecnológicos – Etapa 1, a FAPESB recebeu 47 (quarenta e sete) propostas. Dessas, 38 (trinta e oito) foram enquadradas, sendo 16 (dezesseis) beneficiadas, no montante total de R$ 68.279,86 (sessenta e oito mil, duzentos e setenta e nove reais e oitenta e seis centavos). Esse valor possibilitou o atendimento de 100 % da demanda qualificada para a modalidade Participação em Evento Científico ou Tecnológico em Território Internacional.

Edital 001/2013 – Organização de Eventos Científicos e/ou Tecnológicos

Em resposta ao Edital 001/2013 – Apoio à Organização de Eventos Científicos e/ou Tecnológicos a serem realizados no período de agosto a dezembro de 2013, a FAPESB recebeu 134 (cento e trinta e quatro) propostas, em uma demanda bruta de R$ 2.327.607,00 (dois milhões trezentos e vinte e sete mil e seiscentos e sete reais). Dessas, 113 (cento e treze) foram enquadradas, sendo 66 (sessenta e seis) classificadas beneficiadas, 14 (quatorze) classificadas e não beneficiadas por limitação orçamentária, 33 (trinta e três) não classificadas e 21 (vinte e uma) não enquadradas.

Pós-graduação gratuita da UNEB reabre inscrições até quarta-feira

O Departamento de Educação (DEDC), do Campus I da UNEB, em Salvador, reabriu as inscrições do curso de especialização em metodologia do ensino para a educação profissional até a próxima quarta-feira (17).

O Departamento de Educação (DEDC), do Campus I da UNEB, em Salvador, reabriu as inscrições do curso de especialização em metodologia do ensino para a educação profissional até a próxima quarta-feira (17).

A pós-graduação lato sensu, ofertada gratuitamente pela universidade, em parceria com a Secretaria estadual da Educação (SEC), por meio da Superintendência de Educação Profissional (Suprof), vai qualificar 1.620 professores da rede pública estadual de educação profissional.

De acordo com a coordenação da iniciativa, as inscrições foram reabertas para completar as 356 vagas disponíveis. O curso tem como objetivo qualificar e promover a reciclagem do conhecimento docente sobre as metodologias aplicadas ao ensino da educação profissional.

A pós-graduação é voltada para as pessoas graduadas em cursos de bacharelado, licenciatura e tecnológicos. Os interessados devem se inscrever no DEDC, das 8h às 12h e das 13h às 17h, apresentando os documentos exigidos no edital.

A especialização tem carga de 450 horas-aula com duração de um ano. Além disso, 80% do curso será realizado presencialmente e 20% a distância.

As aulas presenciais serão ministradas em nove polos formativos, respectivamente em Alagoinhas, Barreiras, Irecê, Itabuna, Juazeiro, Salvador, Serrinha, Valença e Vitória da Conquista. As atividades do curso têm previsão de início para o mês de maio.
Mais informações no site www.uneb.br.

Serviço
O que: inscrições para especialização em metodologia do ensino para a educação profissional
Quando: até 17 de abril, das 8h às 12h e das 13h às 17h
Onde: DEDC/ Campus I, em Salvador

Fundação Bill & Melinda Gates realiza parceria com a FAPESB para seleção de projetos inovadores de saúde

Uma boa ideia na cabeça, duas páginas de inscriçãoe é tudo o que você precisa para concorrer ao financiamento de 100 mil dólares oferecido pela Fundação Bill & Melinda Gates em parceria com a FAPESB e as Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs) de outros 16 estados brasileiros.

Uma boa ideia na cabeça, duas páginas de inscriçãoe é tudo o que você precisa para concorrer ao financiamento de 100 mil dólares oferecido pela Fundação Bill & Melinda Gates em parceria com a FAPESB e as Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs) de outros 16 estados brasileiros. O GrandChallangesExplorations (GCE) é um programa de financiamento para indivíduos com ideias inovadoras e arrojadas para solucionar grandes desafios na área de saúde,agricultura e desenvolvimento.

As inscrições para a 11ª edição do GCE estão abertas até 7 de maio a jovens pesquisadores, cientistas e a empreendedores da iniciativa privada ou de organizações não governamentais. Nesta chamada, os candidatos devem apresentar novas soluções de impacto global em 5 diferentes temas: convergências entre saúde humana e animal, interoperabilidade de indicadores sociais, a nova geração da camisinha, doenças tropicais negligenciadas e inovações para mulheres agricultoras.

Lançado pela Fundação Bill & Melinda Gates em 2008, o GCE financiou mais de 800 pesquisadores de 52 países. Três brasileiros já foram contemplados. Um deles é o engenheiro mecânico Antônio Ávila, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O prêmio o estimulou a tirar do papel seu projeto de fossa sanitária biodegradável. Formada por tijolos que se decompõem no meio ambiente, ela se degrada quando está cheia e permite a reutilização do solo para agricultura.

Ao redor do mundo, foram premiados projetos inovadores nas mais diversas áreas. Pesquisadoresda Tanzânia receberam o financiamento de 100 mil dólares para investigar armadilhas ao ar livre capazes de reduzir o número de mosquitos infectados por malária em áreas endêmicas. Outro estudo contemplado se propõe a pesquisar uma classe de pequenas moléculas capazes de ativar o HIV para que o vírus seja depois destruído por antirretrovirais.

“Precisamos de novas ideias transformadoras para superar problemas persistentes em saúde e desenvolvimento”, afirma Chris Wilson, Diretor de Descobertas em Saúde Global e Pesquisa Translacional da Fundação Bill & Melinda Gates. “A inspiração pode vir de qualquer lugar e esperamos que esta nova rodada do Grand ChallengesExplorationsrevele abordagens inovadoras para melhorar vidas ao redor do mundo.”

Para estimular ainda mais a participação de brasileirosno programa, a Fundação Bill & Melinda Gates fechou em dezembro de 2011 uma parceria com 17 Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs), incluindo a FAPESB. Se um projeto for contemplado pelo GCE, a Fundação do estado do pesquisador vai oferecer um adicional de 50 mil a 100 mil dólares.

A Fundação Bill & Melinda Gates acredita que boas ideias para os desafios globais podem vir de qualquer indivíduo. Por isso, o programa não exige do candidato doutorado ou qualquer outra titulação acadêmica, mas seleciona projetos com base em sua solidez e potencial de inovação. O GCE está aberto a estudantes, professores e cientistas com diferentes níveis de experiência ligados a universidades, laboratórios públicos e instituições de pesquisa. Jovens empreendedores, representantes da iniciativa privada e organizações não governamentais também podem concorrer.

As inscrições devem ser feitas online e em inglês e vão até o dia 7 de maio. Os selecionados serão conhecidos no segundo semestre de 2013 e receberão 100 mil dólares da Fundação Bill & Melinda Gates mais um complemento de 50 mil a 100 mil dólares das FAPs parceiras. Os projetos bem sucedidos com os recursos iniciais terão a oportunidade de concorrer a um financiamento adicional no valor de 1 milhão de dólares.

Durante a inscrição, não há necessidade de enviar dados preliminares ou comprovação de resultados. O candidato deve apresentar sua proposta de forma clara em apenas duas páginas, explicando por que ela é inovadora,que impacto ela pode gerar e como a pesquisa proposta vai demonstrar sua aplicabilidade. É muito importante certificar-se de que seu projeto se encaixa perfeitamente nos tópicos propostos. Projetos fora dos temas não serão considerados. O GCE realiza duas chamadas por ano e contempla aproximadamente 80 projetos por rodada. A cada edição, são apresentados de 4 a 5 desafios em diferentes tópicos.

A 11ª edição busca ideias e soluções dentro dos cinco tópicos abaixo:
• O Conceito de Saúde Única: a Convergência da Saúde Humana e Animal na Busca Por Novas Soluções
• Aumentando a Interoperabilidade de Dados Sociais de Qualidade
• Desenvolvimento de uma Nova Geração de Preservativos
• Novas Abordagenspara Detecção, Tratamento e Controle de Doenças Tropicais Negligenciadas
• Inovações que Facilitem o Trabalho de Mulheres em Pequenas Lavouras
Clique aqui para ver a descrição completa dos tópicos acima.

Para inscrever e enviar seu projeto, é preciso criar uma conta do GCE em: https://gce.gatesfoundation.org

Estudos específicos em prematuridade
Projetos de pesquisa para prevenir ou tratar bebês prematuros podem concorrer a outro financiamento específico oferecido pela Fundação Bill & Melinda Gates em parceria com o Ministério da Saúde e o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação. O programa Grandes Desafios Brasil: Prevenção e Manejo dos Nascimentos Prematuros vai oferecer 16,2 milhões a estudos científicos inovadores que ajudem a prevenir a prematuridade e a tratar suas consequências. A chamada procura soluções de grande impacto em quatro áreas: pesquisa biológica, tecnologia médica e desenvolvimento de produtos, prestação de serviços e mecanismos para mudanças de comportamentos.

Além de pesquisadores e cientistas, jovens empreendedores da iniciativa privada e organizações não governamentais também podem se candidatar ao financiamento.

Para se inscrever, o candidato deve submeter eletronicamente uma carta de intenções (em português e em inglês) até o dia 7 de maio, seguindo os procedimentos descritos na página do CNPq: http://bit.ly/Xl0G2X.

Capes aprova mestrado sobre educação e territórios semiáridos da UNEB de Juazeiro

O Departamento de Ciências Humanas (DCH) do Campus III da UNEB, em Juazeiro, conquistou a aprovação de sua primeira pós-graduação stricto sensu pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), vinculada ao Ministério da Educação (MEC).

O Departamento de Ciências Humanas (DCH) do Campus III da UNEB, em Juazeiro, conquistou a aprovação de sua primeira pós-graduação stricto sensu pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), vinculada ao Ministério da Educação (MEC).

O mestrado acadêmico em educação, cultura e territórios semiáridos já deve iniciar o processo seletivo para a primeira turma no final deste semestre. O curso deve ofertar 20 vagas.

Os interessados poderão escolher entre as linhas de pesquisa: educação para convivência com o semiárido e letramento e comunicação intercultural.

Mais informações no site www.uneb.br.
Fonte: Ascom/UNEB

FAPESB destina R$8 milhões para infraestrutura de pesquisa da Bahia

Está com inscrições abertas o Edital de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa da FAPESB, no valor de R$ 8 milhões, com o objetivo de fortalecer a pós-graduação stricto sensu, através do apoio a projetos de implantação, ampliação, recuperação e/ou modernização de infraestrutura física para pesquisa.

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Está com inscrições abertas o Edital de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa da FAPESB, no valor de R$ 8 milhões, com o objetivo de fortalecer a pós-graduação stricto sensu, através do apoio a projetos de implantação, ampliação, recuperação e/ou modernização de infraestrutura física para pesquisa. O edital de Infraestrutura é voltado para os programas de pós-graduação stricto sensu de instituições de ensino superior ou centros de P&D, públicos e particulares sem fins lucrativos, sediados na Bahia.

A coordenadora do Edital de Infraestrutura, Lorena Moreno, explica que, este ano, existem três faixas de classificação, diferente dos anos anteriores em que havia apenas duas. A Faixa 1 é voltada para Programas de Pós-Graduação com doutorado em processo de consolidação (nota 4 na Capes) e Programas de Pós-Graduação com potencial para implementação de doutorado, ou seja, mestrados cujas notas sejam 4 ou 5 na Capes. A Faixa 2 abrange programas de pós-graduação com cursos de mestrado (nota 3 na Capes), ou que ainda não foram consolidados, nem receberam nota da CAPES: “A Faixa 2 visa justamente o fortalecimento destes cursos de mestrado”, diz Moreno.

A terceira faixa, criada este ano, apoia a aquisição de Equipamentos para Pesquisa, Multiusuários, com valor mínimo de R$ 100 mil, cada. O objetivo da Faixa 3 é apoiar a aquisição de Equipamentos para Pesquisa que normalmente não podem ser adquiridos em Editais de auxílio à pesquisa regulares ou temáticos, em função do seu custo elevado. Um dos requisitos para a solicitação de apoio neste Faixa é que cada proposta seja sustentada por pelo menos três projetos que já tenham sidos apoiados pela FAPESB, coordenados por diferentes pesquisadores. “O objetivo desta exigência é caracterizar os equipamentos solicitados como Multiusuários”, explica Moreno.

Com o intuito de inovar seu Programa de Infraestrutura de Pesquisa, a FAPESB, através da coordenadora do referido Edital, realizou pesquisas nas Fundações de Amparo à Pesquisa do Brasil. Por meio desta pesquisa, a FAPESB buscou encontrar as melhores formas de potencializar a estruturação dos laboratórios das instituições de ensino superior ou centros de P&D, sediados na Bahia.

O presente Edital destina 50% dos recursos previstos nesta linha de fomento para o apoio aos Programas de Pós-Graduação de instituições estaduais de ensino superior e pesquisa, desde que preservado o mérito da proposta. Com isso, a FAPESB pretende promover a desconcentração espacial do apoio e a valorização das Universidades Estaduais.
Clique aqui para acessar o Edital de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa. Para obter informações ou tirar dúvidas sobre o conteúdo do Edital, entre em contato pelo e-mail infra@fapesb.ba.gov.br ou pelo telefone (71) 3116-7663 / 7665.

Fonte: Ascom/Fapesb

FAPESB lança edital de Programa de Pesquisa para o SUS

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB) lançou, na manhã desta quinta-feira, 04/04, o Edital 20/2013 – Programa de Pesquisa para o SUS: Gestão Compartilhada em Saúde, em parceria com o Ministério da Saúde (MS), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (SESAB). Por meio deste edital, no valor de R$ 7 milhões, a FAPESB visa financiar projetos de pesquisa que promovam o desenvolvimento científico, tecnológico ou de inovação da área de saúde, em temas prioritários para o Estado.

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB) lançou, na manhã desta quinta-feira, 04/04, o Edital 20/2013 – Programa de Pesquisa para o SUS: Gestão Compartilhada em Saúde, em parceria com o Ministério da Saúde (MS), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (SESAB). Por meio deste edital, no valor de R$ 7 milhões, a FAPESB visa financiar projetos de pesquisa que promovam o desenvolvimento científico, tecnológico ou de inovação da área de saúde, em temas prioritários para o Estado.

O Secretário da Saúde da Bahia, Jorge Solla, agradeceu ao diretor geral da FAPESB, Roberto Paulo Machado Lopes, pela parceria, lembrando, também, de outros parceiros importantes como a Fiocruz, a Universidade Federal da Bahia (UFBA) e as universidades estaduais. “Iniciativas como esta têm se mostrado positivas e gerado bons resultados. As edições anteriores do edital PPSUS tiveram uma grande adesão e as pesquisas desenvolvidas trouxeram contribuições importantes para o Sistema Único de Saúde”, disse Solla.

Roberto Paulo também ressaltou a importância das parcerias entre a FAPESB e as secretarias de estado para a criação de editais que estejam alinhados com as demandas da população. “Acho que as demandas sociais crescem em quantidade e complexidade e ninguém melhor do que as secretarias para identificar estas demandas”, disse. Roberto Paulo falou que, além de ter um apelo importante, a área de saúde na Bahia conta com a vantagem de ter uma boa base científica: “Há áreas que trabalham na fronteira do conhecimento, como é o caso da saúde, e quando lançamos editais nesta área, a resposta é sempre muito boa”. O diretor da FAPESB lembrou, também, do edital de Apoio a Projetos de Pesquisa em Doenças Negligenciadas, lançado no início de março, no valor de R$ 4 milhões.

O diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, Handerson Jorge Dourado, destacou o volume de recursos para este edital, o maior já disponibilizado desde a sua primeira edição. Ele enfatizou a construção das linhas de pesquisa, definidas por meio de seminários realizados com representantes do SUS, da comunidade científica e da sociedade. “Foi um trabalho árduo que realizamos em parceria com os setores da Secretaria de Saúde. Garimpamos problemas e necessidades de pesquisa da área de saúde, chamamos a academia e a partir dos encontros definimos as linhas desse edital”, explicou.

O diretor científico da FAPESB, Eduardo Boery, falou sobre o crescimento da Fundação no apoio ao PPSUS: “Estamos sendo convidados pelo Ministério da Saúde a participar de seminários levando nossa experiência do PPSUS a outras agências de fomento”, disse.

Este ano, o edital do PPSUS traz uma inovação. Além da faixa para Projetos de Pesquisa, há uma faixa para Projetos de Pesquisa Multicêntricos. Tratam-se de projetos que exigem, obrigatoriamente, a formação de um Núcleo Central de Pesquisa, que envolvam no mínimo três instituições de nível superior e/ou pesquisa distintas e sediadas no Estado da Bahia, e que seja coordenado por pesquisadores doutores. Segundo a coordenadora do Programa de Parcerias Federais da FAPESB, Mariana Ponte, a intenção desta nova faixa é incentivar projetos mais robustos e com maior aplicabilidade para o SUS: “Queremos envolver maiores áreas territoriais dentro do estado”, afirma.

Clique aqui para ver o Edital.

Fonte: Ascom/Fapesb

FAPESB aumenta número de bolsas de Iniciação Científica em 2013

De 2011 para 2012, a Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB) aumentou em 41% o número de bolsas de Iniciação Científica (IC) para as Instituições de Ensino Superior (IES) e Institutos de Ciências e Tecnologia (ICTs) do estado.

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De 2011 para 2012, a Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB) aumentou em 41% o número de bolsas de Iniciação Científica (IC) para as Instituições de Ensino Superior (IES) e Institutos de Ciências e Tecnologia (ICTs) do estado. A previsão é de que em 2013 este número aumente ainda mais. O valor das bolsas também sofreu alteração, passando de R$ 360,00 para R$ 400,00, equiparando-se aos valores praticados pelo CNPq.

A Iniciação Científica é um importante meio de iniciar o aluno universitário no mundo da pesquisa. A estudante do 3º ano do curso de Oceanografia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Julianna Oliveira, de 23 anos, é bolsista de IC da FAPESB. Seu projeto é um estudo sobre a resposta fisiológica dos corais em diferentes condições de pH da água. Para Julianna, a experiência está possibilitando uma rotina laboratorial imprescindível para seu futuro profissional: “Se você quiser seguir carreira acadêmica, a Iniciação Científica é uma coisa necessária para que você tenha noção do que vai fazer quando for um pesquisador ou professor”, diz.

Mesmo para os alunos que não pretendem seguir carreira acadêmica, a Iniciação Científica serve como experiência para executar na prática o que se aprende em sala de aula. Segundo Julianna, as disciplinas são muito teóricas e não há uma quantidade suficiente de aulas práticas. “A Iniciação Científica é importante para você se familiarizar com sua área, pois na pesquisa você tem uma visão mais ampla dos assuntos, uma aplicação maior da teoria”, diz.

O orientador de Julianna, o professor Ruy Kikuchi, do Instituto de Geociências da UFBA, explica que o primeiro passo para o aluno desenvolver um projeto é conversar com os professores que exerçam atividades científicas em sua unidade. “Geralmente as oportunidades são anunciadas pelos professores, que recrutam os alunos em períodos pré-bolsa, quando se começa a escrever o projeto para submissão”. Segundo Kikuchi, os professores levam em conta o coeficiente de rendimento do aluno. Portanto, os alunos que têm as melhores notas têm maiores chances de serem selecionados. Outra maneira de se inserir em atividades de IC é oferecer-se para trabalhar de forma voluntária: “Muitas vezes o aluno não consegue a bolsa, mas pode desenvolver o trabalho como voluntário e concorrer a uma bolsa na próxima seleção”, diz o professor.

Em 2010, a FAPESB concedeu 970 bolsas de IC, passando para 1035 em 2011 e fechando 2012 com 1465. Para Julianna, o fomento da FAPESB é importante, pois se não houvesse auxílio financeiro, muitos alunos não teriam condições de participar de um projeto de pesquisa. “Precisamos de um meio para receber financiamento, pois, mesmo que não seja um valor alto, para um estudante de graduação ajuda bastante”, diz Julianna.

O processo de Iniciação Científica envolve diversas atividades que vão desde a escolha do tema, passando pela etapa de execução do projeto – na qual o aluno desenvolve sua pesquisa por meio de coleta de dados e experimentos ¬– até a elaboração de relatórios. Alguns projetos de IC servem de base para a monografia do aluno. Segundo o professor Kikuchi, a boa relação entre aluno e orientador pode facilitar o processo: “Se a dupla der certo o projeto pode evoluir e tornar-se cada vez mais complexo, podendo ser alterado e ajustado na medida em que o aluno desenvolve mais espírito crítico”, diz. Neste caso, o trabalho pode tornar-se uma monografia e até gerar uma publicação para alguma revista científica.

Em 2013, a FAPESB aumentará em torno de 30% o número de bolsas de Iniciação Científica. “Nosso objetivo é estimular a educação científica e incentivar talentos potenciais entre estudantes do Ensino Superior, mediante o envolvimento em atividades de pesquisa desenvolvidas com pesquisadores já consolidados”, afirma Roberto Paulo Machado Lopes, diretor geral da FAPESB.

Fonte: Ascom/Fapesb
Foto: Julianna Oliveira e seu orientador Ruy Kikuchi