Fundação Bill & Melinda Gates e FAPESB selecionam projetos inovadores de saúde

Uma boa ideia na cabeça, duas páginas de inscrição e é tudo o que você precisa para concorrer ao financiamento de 150 a 200 mil dólares oferecido pela Fundação Bill & Melinda Gates em parceria com as FAPs (Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa) de 17 estados brasileiros, dentre elas a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia – FAPESB.

Uma boa ideia na cabeça, duas páginas de inscrição e é tudo o que você precisa para concorrer ao financiamento de 150 a 200 mil dólares oferecido pela Fundação Bill & Melinda Gates em parceria com as FAPs (Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa) de 17 estados brasileiros, dentre elas a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia – FAPESB. O Grand Challanges Explorations (GCE) é um programa de financiamento para indivíduos com ideias inovadoras e arrojadas para solucionar grandes desafios na área de saúde, agricultura e desenvolvimento.

Lançado pela Fundação Bill & Melinda Gates em 2008, o GCE já financiou mais de 700 pesquisadores de 45 países. Desde seu início, inúmeros brasileiros já concorreram, mas apenas três foram contemplados. “O Brasil tem uma grande capacidade inovadora, com um número expressivo de artigos científicos publicados”, disse Steve Buchsbaum, Diretor Adjunto de Descoberta e Pesquisa Translacional da Fundação Bill & Melinda Gates. “Com esta parceria com as FAPs, queremos estimular uma participação maior de inovadores brasileiros que apresentem ideias fortemente promissoras”.

O GCE está aberto a pesquisadores de diferentes áreas e níveis de experiências: estudantes, professores, Ph.D. e cientistas das mais diversas organizações tais como universidades, laboratórios públicos, instituições de pesquisa, organizações sem fins lucrativos e empresas privadas.

A inscrição é feita online e o candidato preenche apenas duas páginas de apresentação da proposta. Não há necessidade de enviar dados preliminares ou comprovação de sucesso. O projeto precisa apenas ser novo e com potencial de provocar uma mudança significativa. Os selecionados serão conhecidos no início de 2013 e receberão 100 mil dólares da Fundação Bill & Melinda Gates para sua execução, mais um complemento de 50 a 100 mil dólares das FAPs parceiras. Os projetos bem sucedidos com os recursos iniciais terão a oportunidade de concorrer a um financiamento adicional de até 1 milhão de dólares.

“Este é mais um importante instrumento de apoio à inovação e acreditamos que essa complementação de financiamento oferecida pelas FAPs reflete a confiança que temos na capacidade dos cientistas brasileiros em contribuir para a saúde global”, afirma o Professor Mario Neto, presidente da FAPEMIG e da CONFAP, a Confederação Nacional das FAPs.

O GCE realiza duas chamadas públicas por ano e contempla aproximadamente 80 projetos a cada rodada. Esta chamada receberá propostas até o dia 7 de novembro de 2012. A cada rodada, 4 a 6 desafios são apresentados em busca de soluções originais. Para a 10ª rodada as propostas devem se enquadrar nos tópicos abaixo:

• Novas Abordagens para a Investigação de Compostos Antimalária;
• Projetos de Cooperação Funcionam. Conte Isso para Todo Mundo;
• Novas Abordagens em Sistemas Modelo, Diagnósticos e Medicamentos para Doenças Tropicais Negligenciadas Específicas;
• Inovações que Facilitem o Trabalho de Mulheres em Pequenas Lavouras.

Os temas desta chamada são: malária, doenças tropicais negligenciadas, comunicação de projetos sociais e inovações para mulheres agricultoras.

Para ter acesso a descrição completa dos tópicos e outras informações visite nossa página em português: www.grandchallenges.org/bre

Antes de enviar a proposta, o candidato deve criar uma conta no site do GCE: www.gce.gatesfoundation.org

Exemplos de propostas contempladas

Em 2010, o pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais, Antônio Ávila foi contemplado com financiamento do GCE para desenvolver tijolos de biocompósitos para substituir os tijolos convencionais e o cimento na construção de fossas sanitárias. Sua equipe vem testando a resistência desses tijolos e seu grau de biodegradação para definir sua adequação para construção de latrinas que irão se decompor uma vez que as fossas estejam cheias, permitindo uma possível reutilização da terra para a agricultura ou uso comunitário.

Outros projetos recentemente aprovados no mundo incluem: a criação de uma classe de pequenas moléculas capazes de ativar o HIV para que sejam destruídos pelos antirretrovirais; a descoberta de um contraceptivo a base de cálcio que depois de introduzido pode agir por meses; e o desenvolvimento de armadilhas ao ar livre para reduzir o número de mosquitos infectados por malária em áreas endêmicas.

Fonte: Portal Fundação Bill & Melinda Gates

GIRO NA CIÊNCIA – Washit usa água do chuveiro para lavar roupa

Quatro estudantes turcos criaram um chuveiro inteligente, o Washit. O dispositivo consegue reaproveitar os recursos gastos durante o banho para lavar roupa.

Quatro estudantes turcos criaram um chuveiro inteligente, o Washit. O dispositivo consegue reaproveitar os recursos gastos durante o banho para lavar roupa.

O equipamento foi criado pelos designers Ahmet Burak Aktas, Salih Berk Ilhan, Adem Onalan e Burak Soylemez. Inicialmente, o Washit era apenas um projeto acadêmico, até que a equipe venceu um prêmio internacional de design.

O Washit tem o visual de um chuveiro com uma máquina de lavar roupa acoplada em um de seus lados. O aparelho tem um sistema de encanamento fechado com duas bombas de água, um aquecedor, uma unidade de armazenamento e três filtros de água: de carbono, dejetos orgânicos e químicos. Isso garante a pureza da água usada para lavar roupa.

Enquanto o usuário toma banho, o equipamento recolhe a água residual do banho. Ela passa pelos filtros e é encaminhada para o tanque de armazenamento. Depois disso, ela pode ser usada novamente para lavar roupa ou para o próximo banho.

Portanto, o Washit garante economia e um desperdício menor de água. Afinal, chuveiros e máquinas de lavar estão entre os principais responsáveis pelo gasto de água, um recurso que precisa ser preservado.

Os criadores acreditam que o equipamento pode ser usado em escala doméstica e em banheiros públicos. Porém, a produção em larga escala do Washit ainda está distante de virar realidade.

Fonte: exame.com

FAPERN traz especialistas em divulgação científica

Com o objetivo de fornecer aos jornalistas que atuam nos veículos de comunicação do Estado ferramentas que possibilitem o aprimoramento da prática na cobertura de temas de ciência, tecnologia e inovação, a Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte (FAPERN) realiza nos dias 01 e 02 de outubro, no auditório do Anfiteatro das Aves (A) do Centro de Biociências da UFRN, curso de capacitação em Jornalismo Científico, com o tema Interações entre Mídia e Ciência.

Com o objetivo de fornecer aos jornalistas que atuam nos veículos de comunicação do Estado ferramentas que possibilitem o aprimoramento da prática na cobertura de temas de ciência, tecnologia e inovação, a Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte (FAPERN) realiza nos dias 01 e 02 de outubro, no auditório do Anfiteatro das Aves (A) do Centro de Biociências da UFRN, curso de capacitação em Jornalismo Científico, com o tema Interações entre Mídia e Ciência.

As palestras serão ministradas pelo físico Ildeu de Castro Moreira, o neurocientista Sidarta Ribeiro e a jornalista Mariluce Moura. Responsável pela palestra de abertura, que será sobre “Política científica e política tecnológica: isso dá pauta?”, Ildeu tem vasta experiência com divulgação científica, tendo sido coordenador da Comissão Executiva do Ano Mundial da Física (2005) no Brasil e membro da Comissão Interministerial para as Comemorações do Centenário do Vôo do 14 bis e coordenador da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia nos anos de 2004 a 2007.

Atualmente é diretor do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia do Ministério da Ciência e Tecnologia e membro do Conselho Nacional de Política Cultural e do CTC da Educação Básica (CAPES). Como pesquisador, é doutor em física pela UFRJ, professor do Instituto de Física da UFRJ e do Programa de Pós-graduação em História da Ciência e das Técnicas e Epistemologia (UFRJ). Trabalha nas áreas de física teórica (sistemas não-lineares), de história da ciência, em particular história da ciência no Brasil, e comunicação pública da ciência.

No dia 02 pela manhã, o neurocientista Sidarta Ribeiro, diretor de Instituto do Cérebro da UFRN vai falar sobre as suas estratégias para dar visibilidade ao trabalho desenvolvido nos laboratórios. O trabalho de Sidarta e seus colaboradores tem alcançado grande repercussão não só nos periódicos acadêmicos, mas também nos chamados veículos de comunicação de massa. Jornais e emissoras de TVs de circulação nacional já publicaram notícias sobre as pesquisas realizadas em Natal, pelo Instituto do Cérebro.

No segundo expediente do dia 02 é a vez de Mariluce Moura, que é diretora de redação da Revista Pesquisa FAPESP, editada pela Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo e presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Científico. Na vida acadêmica, é graduada em jornalismo e tem mestrado e doutorado. Juntamente com outros cientistas brasileiros, integra a chamada Comissão do Futuro, instituída pelo então ministro de CTI, Aloisio Mercadante. O tema de sua conferência será: “Dá pra falar de ciência jornalisticamente?”.

O curso é destinado a jornalistas que atuam nos diversos veículos de comunicação (jornais, TV, rádio, Internet etc.) e em assessoria de imprensa/comunicação de instituições de pesquisa e inovação. Além dos jornalistas, pesquisadores também poderão se inscrever, para que compreendam a necessidade de investirem na divulgação de seus trabalhos e de que forma podem fazer essa divulgação.

Com a realização do curso, a FAPERN está cumprindo o objetivo de “Apoiar ações de difusão e popularização da CTI como estratégia para promover a inclusão social” previsto no Plano de Ação de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Rio Grande do Norte 2011-2020.

A participação é gratuita para inscritos. A ficha de inscrição e a orientação de como se inscrever estão disponíveis no site da FAPERN (www.fapern.rn.gov.br)

Fonte: FAPEMIG com informações da FAPERN

UFBA oferece vaga de Pós-doutorado em Genômica e Proteômica de Biofilmes Bacterianos

Está aberta uma vaga para pós-doutorado, com bolsas do CNPq, em genômica e proteômica de biofilmes bacterianos no Laboratório de Biologia Molecular Carmen Lemos do Instituto de Biologia (IBIO) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Salvador.

Está aberta uma vaga para pós-doutorado, com bolsas do CNPq, em genômica e proteômica de biofilmes bacterianos no Laboratório de Biologia Molecular Carmen Lemos do Instituto de Biologia (IBIO) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Salvador.

A pesquisa será desenvolvida sob coordenação da professora Paula Ristow, em colaboração com a Fiocruz Bahia e o Instituto Pasteur de Montevidéu, Uruguai. A vaga é para o período de um ano e os candidatos precisam preencher um dos perfis abaixo:

a) Proteômica: doutorado em biologia molecular, biologia celular, ciências biológicas, ciências biomédicas, microbiologia ou áreas afins. Demonstrar conhecimento e ter experiência comprovada em pesquisa com proteômica (eletroforese de proteínas, western-blot, espectometria de massas);

b) Bioinformática: doutorado em bioinformática, ciências biológicas, ciências biomédicas ou áreas afins; demonstrar conhecimento e ter experiência comprovada em pesquisa com bioinformática.

Os interessados em se candidatar deverão enviar um currículo atualizado, uma carta de interesse e os nomes e informações de contato de duas referências para o e-mail da coordenadora do projeto: paula.ristow@ufba.br .

Serão aceitas inscrições até o dia 25 de setembro de 2012 e podem se inscrever brasileiros e estrangeiros. A bolsa do CNPq é de R$ 3.700,00.

Fonte: Ascom/Fiocruz

Inaugurada primeira etapa do Parque Tecnológico da Bahia

Foi inaugurado na manhã de hoje, 19/09, o primeiro prédio do Parque Tecnológico da Bahia, o Tecnocentro, que abriga 16 instituições entre empresas âncoras, institutos de pesquisa e universidades.

Foi inaugurado na manhã de hoje, 19/09, o primeiro prédio do Parque Tecnológico da Bahia, o Tecnocentro, que abriga 16 instituições entre empresas âncoras, institutos de pesquisa e universidades. Dentre as autoridades, estavam presentes na solenidade de abertura o Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, o Governador do Estado da Bahia, Jaques Wagner, e o Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia, Paulo Câmera.

O Parque Tecnológico da Bahia é um projeto coordenado pelo Governo do Estado em Parceria com o Governo Federal e foi implantado em uma área de aproximadamente 25.900m², elaborado dentro do conceito de sustentabilidade. Contém um prédio de quatro pavimentos, duas alas, biblioteca, auditório, restaurante e áreas de convivência. No Parque, estão instaladas empresas internacionalmente conceituadas além de instituições públicas de pesquisa, incubadoras e universidades. Nesta primeira etapa, foram investidos R$ 53 milhões de reais.

Segundo o Secretário Paulo Câmera, o Parque foi inaugurado com 90% de taxa de ocupação. “Vamos colocar outras empresas aqui dentro para podermos intensificar esse apoio e formar aqui um Parque Tecnológico de grandes ambientes científicos”, disse. O secretário citou a presença das empresas baianas, dos cientistas, de todas as universidades estaduais e federais da Bahia, além das empresas internacionais. “Se tudo andar como a gente pretende, nos próximos seis meses faremos a cessão de uso de um terreno para a Petrobras construir um laboratório de campos maduros e para que o SESC e o SENAI façam uma área de biotecnologia”, afirmou o secretário.

O Ministro Antônio Raupp saudou a Bahia por adotar o caminho da incorporação do conhecimento e da sustentabilidade nas atividades econômicas. “Aqui no Brasil o Governo Federal já incorporou esse conceito de desenvolvimento sustentável, essa é a política econômica da presidente Dilma Rousseff, e nesse contexto, o papel da Ciência, Tecnologia e Inovação é crucial, está no coração do desenvolvimento econômico”, disse. O Ministro parabenizou toda a sociedade baiana pela concretização do Parque Tecnológico como um esforço na incorporação do conhecimento, das tecnologias e pelo estímulo à inovação em produtos e serviços das empresas. “Um parque tecnológico é um elemento que cria um ambiente de cooperação entre empresas e instituições que se dedicam a gerar conhecimento científico e transformá-los em valor econômico”, ressaltou o ministro.

O governador Jaques Wagner, que antes da solenidade realizou uma visita pelos pavimentos do Parque Tecnológico, afirmou que faz questão de conhecer com certo grau de detalhes o que está sendo inaugurado: “Quero falar da minha satisfação daquilo que me orgulha muito como governador do estado. Em cada sala que eu entrei de empresas incubadas, já consolidadas ou internacionais, ouvi de todos a mesma frase: que estão extremamente satisfeitos com a relação com o governo – e isso para mim não é o mais importante, pois é a nossa obrigação sermos facilitadores para aqueles que querem investir principalmente em inovação e tecnologia – mas principalmente que estão satisfeitos com a qualidade e a criatividade da nossa mão de obra trabalhando aqui em nosso Parque Tecnológico”.

Para a implantação da segunda etapa do Parque, o governo fará um investimento de mais R$ 59 milhões. Esta segunda etapa envolverá a construção de infraestrutura laboratorial, escola de iniciação científica e museu, com entrega prevista para dezembro 2014.

Fonte: Lorena Bertino – Ascom/Fapesb

GIRO NA CIÊNCIA – Cientistas criam técnica de levitação para líquidos

Cientistas do Laboratório Nacional Argonne, localizado nos arredores de Chicago (EUA), criaram uma nova técnica capaz de levitar líquidos e pequenos comprimidos. Sem qualquer truque envolvido, apenas física, a equipe usou um aparelho para erguer e manter gotas de diferentes soluções e objetos leves suspensos no ar, tudo com o auxílio das ondas sonoras.

Cientistas do Laboratório Nacional Argonne, localizado nos arredores de Chicago (EUA), criaram uma nova técnica capaz de levitar líquidos e pequenos comprimidos. Sem qualquer truque envolvido, apenas física, a equipe usou um aparelho para erguer e manter gotas de diferentes soluções e objetos leves suspensos no ar, tudo com o auxílio das ondas sonoras.

O dispositivo é formado por dois pequenos alto-falantes que, quando perfeitamente alinhados, criam duas ondas sonoras inaudíveis e estacionárias, isto é, que permanecem em posições constantes, porém contrárias. A pressão exercida por estas forças é suficiente para cancelar os efeitos da gravidade, permitindo que substâncias e objetos leves fiquem “presos” em determinados pontos, como se estivessem levitando.

De acordo com os cientistas, esta nova técnica poderá ser usada para transformar medicamentos cristalinos em amorfos (sem forma definida). “A maioria dos remédios no mercado tem forma cristalina. Por este motivo, não são completamente absorvidas pelo corpo, reduzindo a sua eficácia”, explicou Yash Vaishnav, um dos cientistas da pesquisa. Já em estado amorfo, os medicamentos são altamente solúveis e, por isso, mais eficientes.

Veja com seus próprios olhos, no vídeo abaixo, a técnica capaz de levitar substâncias: https://youtu.be/669AcEBpdsY

Fonte: exame.com

Decit e CNPq lançam edital para apoiar pesquisas em doenças negligenciadas

O Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde (Decit/SCTIE/MS) lançou, em parceria com o CNPq, uma chamada pública para os interessados em desenvolver pesquisas em doenças negligenciadas. Os projetos deverão ser enviados até o dia 9 de novembro.

O Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde (Decit/SCTIE/MS) lançou, em parceria com o CNPq, uma chamada pública para os interessados em desenvolver pesquisas em doenças negligenciadas. Os projetos deverão ser enviados até o dia 9 de novembro.

O objetivo do edital é apoiar atividades de pesquisa e inovação em doenças negligenciadas que contribuam para o avanço do conhecimento e gerem produtos voltados para a melhoria das condições de saúde da população brasileira.

Os projetos aprovados terão recursos totais de R$ 18 milhões provenientes do Decit/SCTIE/MS . O dinheiro será repassado ao CNPq e será liberado de acordo com a disponibilidade orçamentária e financeira. A divulgação dos resultados será feito por meio do Diário Oficial da União e pelo site do CNPq a partir do dia 30 de novembro.

A íntegra do edital está disponível neste link.

Fonte: Agência Gestão CT&I

Estudo mostra vantagens da fabricação de nano argila no Brasil

O Brasil poderá ter uma fábrica de nano argila para embalagens de alimentos. Na última semana, a secretaria de inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgou estudo de viabilidade para a construção no país de uma planta de insumos de tamanho microscópico (nanométricos), voltada para a fabricação de embalagens plásticas.

O Brasil poderá ter uma fábrica de nano argila para embalagens de alimentos. Na última semana, a secretaria de inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgou estudo de viabilidade para a construção no país de uma planta de insumos de tamanho microscópico (nanométricos), voltada para a fabricação de embalagens plásticas.

A análise da consultoria Nanobusiness, contratada pela secretaria por meio de licitação, identificou a nano argila como o insumo de maior potencial para a indústria nacional do setor. O composto torna as embalagens mais resistentes, flexíveis e impermeáveis, além de conferir a elas propriedades bactericidas e eliminadoras de oxigênio.

Conforme o estudo, a escolha desse setor se explica pela liderança do Brasil como produtor e exportador de alimentos. Investimentos nessa área podem conferir ao país vantagens comparativas em relação à concorrência ao, por exemplo, melhorar a conservação e a durabilidade dos produtos.

O investimento inicial necessário, de acordo com o estudo, para colocar em funcionamento uma planta para a produção de nano argilas seria de R$ 29 milhões. Com financiamento público, a taxa de retorno foi calculada entre 40% e 63%. O investidor recuperaria o capital investido em cinco anos e meio.

Ainda de acordo com o documento, a estimativa é de que o mercado nacional de insumos nanométricos aplicados às embalagens, incluindo a produção de nano argilas, chegue a algo entre R$ 14 milhões e R$ 41 milhões em 2016, com consumo de cerca de 390 toneladas de nano insumos.

Fonte: Agência Gestão CT&I de Notícias com informações do MDIC

Bahia abre vagas para agentes de inovação

Até o dia 14 de setembro, os interessados poderão se inscrever para participar do programa Agentes Locais de Inovação (ALI) na Bahia.

Até o dia 14 de setembro, os interessados poderão se inscrever para participar do programa Agentes Locais de Inovação (ALI) na Bahia. A ideia é disseminar soluções de inovação e tecnologia para micro e pequenas empresas (MPE). O ALI é um projeto desenvolvido entre o Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas (Sebrae) e o CNPq.

As vagas de agente contemplam os municípios de Salvador (15 vagas), Feira de Santana (oito), Vitória da Conquista (três), Ilhéus (duas) e Barreiras (duas). Há uma vaga para orientador, responsável por coordenar o trabalho dos 30 agentes.

Os candidatos que pretendem concorrer à vaga de orientador precisam ter a formação superior concluída, no mínimo, há seis anos, em qualquer área, e mestrado ou doutorado nos cursos de administração de empresas, engenharias, ciências econômicas, publicidade, sistemas de informação e ciência da computação. Outro requisito é ter experiência comprovada na área de gestão, mercado, inovação e tecnologia.

Para o cargo de agente é indispensável ter formação superior concluída há no máximo três anos em engenharia civil, engenharia de alimentos, engenharia de produção, engenharia elétrica, engenharia ambiental, engenharia mecânica, design, moda, marketin