CNPq e Ministério da Saúde vão financiar pesquisas relacionadas a saúde bucal

O CNPq e o Ministério da Saúde recebem até o dia 13 de outubro as propostas de interessados em realizar pesquisas na área de saúde bucal. Serão selecionados projetos que visam contribuir para a política de saúde bucal e para o desenvolvimento científico do país.
Os interessados devem possuir título de doutor, ter currículo cadastrado na Plataforma Lattes e ter vínculo formal com a instituição executora dos estudos. As pesquisas podem ser feitas em diversas áreas. Entre elas: modelos de vigilância em saúde bucal com foco na redução da extrema pobreza; identificação e proposição de modelos de atenção e serviços de saúde bucal; e estudo sobre causas e conseqüências de perda dental, edentulismo, câncer bucal e demais patologias bucais
No total, serão aplicados R$ 2 milhões. A equipe técnica do pesquisador poderá ser constituída por alunos e técnicos. Outros profissionais poderão integrar a equipe na qualidade de colaboradores.
A íntegra do edital está disponível neste link.
Fonte: Agência Gestão CT&I

O CNPq e o Ministério da Saúde recebem até o dia 13 de outubro as propostas de interessados em realizar pesquisas na área de saúde bucal. Serão selecionados projetos que visam contribuir para a política de saúde bucal e para o desenvolvimento científico do país.

Os interessados devem possuir título de doutor, ter currículo cadastrado na Plataforma Lattes e ter vínculo formal com a instituição executora dos estudos. As pesquisas podem ser feitas em diversas áreas. Entre elas: modelos de vigilância em saúde bucal com foco na redução da extrema pobreza; identificação e proposição de modelos de atenção e serviços de saúde bucal; e estudo sobre causas e conseqüências de perda dental, edentulismo, câncer bucal e demais patologias bucais.

No total, serão aplicados R$ 2 milhões. A equipe técnica do pesquisador poderá ser constituída por alunos e técnicos. Outros profissionais poderão integrar a equipe na qualidade de colaboradores.

A íntegra do edital está disponível neste link.

Fonte: Agência Gestão CT&I

Egressos do CsF farão estágio em empresas americanas

Na última quinta-feira (30), o Brasil e os Estados Unidos discutiram a possibilidade de parcerias para promover oportunidades de estágios para estudantes brasileiros egressos de cursos do programa Ciência sem Fronteiras (CsF).

Na última quinta-feira (30), o Brasil e os Estados Unidos discutiram a possibilidade de parcerias para promover oportunidades de estágios para estudantes brasileiros egressos de cursos do programa Ciência sem Fronteiras (CsF). A proposta é estimular a formação de estudantes nos ambientes comercial e econômico.

Participam da ação o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o Departamento de Comércio dos Estados Unidos (DOC) e Na última quinta-feira (30), o Brasil e os Estados Unidos discutiram a possibilidade de parcerias para promover oportunidades de estágios para estudantes brasileiros egressos de cursos do programa Ciência sem Fronteiras (CsF). A proposta é estimular a formação de estudantes nos ambientes comercial e econômico.

Participam da ação o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o Departamento de Comércio dos Estados Unidos (DOC) e a Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil). Esta última, por exemplo, já verificou o interesse de 40 empresas americanas com filiais no Brasil que tem interesse em participar do projeto.

“Queremos que esses estudantes façam o estágio nessas empresas que têm filiais no Brasil, com dois objetivos: eles trarão de volta ao Brasil o know-how apreendido nesse período e terão maior potencial de inserção no mercado de trabalho – seja na própria filial, seja em outra empresa brasileira”, destaca a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana

Lacerda Prazeres.

O programa Ciência Sem Fronteiras prevê que os estudantes selecionados estudem 12 meses nos exterior, sendo três deles dedicados exclusivamente a um estágio. “Estamos facilitando e ampliando o acesso de alunos brasileiros ao ambiente de inovação empresarial americano”, completou o secretário de Inovação do MDIC, Nelson Fujimoto.

Fonte: Agência Gestão CT&I

Brasil tem desafio de erradicar a pobreza e produzir C&T, afirma Dilma

A presidenta da República, Dilma Rousseff, afirmou hoje (3), que o desafio do Brasil é erradicar a pobreza e, ao mesmo tempo, produzir ciência e tecnologia para agregar valor à produção.

A presidenta da República, Dilma Rousseff, afirmou hoje (3), que o desafio do Brasil é erradicar a pobreza e, ao mesmo tempo, produzir ciência e tecnologia para agregar valor à produção. A afirmação foi feita no programa semanal Café com a Presidenta, da Rádio Nacional.

“Esse é o caminho para o Brasil chegar à economia do conhecimento e se encaminhar cada vez mais para ser uma grande nação”, destacou a presidente. De acordo com ela, o Programa TI Maior, lançado recentemente pelo MCTI, terá um papel importante no desenvolvimento de tecnologias. A previsão de investimentos do programa chega a R$ 500 milhões voltados para o estímulo da produção de softwaress o Brasil conta com quase 9 mil empresas que desenvolvem softwares, mas o objetivo do governo é ampliar esse número. “Por isso, vamos investir nas pequenas empresas de tecnologia, que geram muitos empregos – principalmente contando com jovens que têm uma imensa capacidade de criar. Uma das medidas mais importantes desse programa é que nós vamos oferecer cursos para 50 mil trabalhadores do setor de tecnologia da informação”, disse.

Rousseff comentou ainda os resultados da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), ocorrida na semana passada no Rio de Janeiro. Ao todo, mais de 18 milhões de alunos de 44 mil escolas públicas de todo o país participaram da competição – 500 deles foram premiados.

Fonte: Agência Gestão CT&I de Notícias com informações da Agência Brasil

Empresa apoiada pela FAPESB cria equipamento móvel para exploração de poços marginais

No Brasil, cerca de 60% dos campos de petróleo e gás são marginais. A Bahia é o estado que tem o maior número de poços marginais do país.

No Brasil, cerca de 60% dos campos de petróleo e gás são marginais. A Bahia é o estado que tem o maior número de poços marginais do país. Poço marginal é aquele que deixa de ser produtivo e, portanto, rentável para o operador. Isso ocorre por diversas razões e umas delas é o declínio da pressão no fundo do poço. No início, esta pressão pode chegar a 3000 PSI (unidade de medida de pressão). No fundo do poço, a pressão deve ser maior do que na tubulação nele inserida, para que o gás e o óleo saiam com facilidade. Com o passar do tempo, a pressão do poço vai diminuindo até chegar a um ponto em que não há força suficiente para que o óleo ou gás do fundo possam chegar até a tubulação.

Para solucionar esse problema, a empresa Fluxotécnica Equipamentos Industriais Ltda. criou o Petrol-Pack, um sistema de aumento de produção de gás/óleo, para ser aplicado principalmente na exploração em campos marginais. O Petrol-Pack é um equipamento compacto, móvel e com capacidade de explorar poços marginais de pequenas vazões. Ele dispensa equipamentos auxiliares e não depende de água, ar ou energia elétrica para funcionar, eliminando custos com estrutura física para instalação do equipamento.

O dispositivo é instalado sobre os poços que tiveram a produção estagnada devido à existência de grande quantidade de líquido associado ao gás e ao declínio da pressão. O Petrol-Pack possui sistemas de filtragens e separação dos líquidos e sólidos que são extraídos do poço juntamente com o gás. É composto por um conjunto de válvulas e instrumentos de controle do sistema, além de um painel eletrônico. Todos esses componentes são montados em uma base única e instalados diretamente nos poços de gás, que podem ser associados ou não com petróleo, e/ou instalados em sistemas de coleta de gás e vapores. Com o Petrol-Pack, a pressão na tubulação na cabeça dos poços fica próxima de zero, permitindo que o gás e o óleo do fundo dos poços tenham força suficiente para sair.
O próprio Petrol-Pack faz o tratamento do gás extraído e o utiliza como combustível para o seu motor, o que o torna um sistema ainda mais independente. A Fluxotécnica já firmou contratos com a Petrobras para a utilização do Petrol-Pack na Bahia, em Sergipe e no Rio Grande do Norte. Os sistemas já estão em operação. Além disso, algumas unidades já foram vendidas para a Petrobras e outras estão sendo alugadas, tanto para esta empresa, como para empresas independentes produtoras de petróleo. Com o Petrol-Pack, muitos poços marginais, outrora fechados pela inexistência no mercado brasileiro de uma tecnologia que aumentasse a sua produção, voltaram à ativa.

O projeto de desenvolvimento do Petrol-Pack foi coordenado pelo pesquisador João Paulo Paschoarelli Veiga, que recebeu da FAPESB cerca de R$ 450 mil, através do Edital PAPPE – Subvenção Econômica.

Fonte: Lorena Bertino – Ascom/Fapesb

GIRO NA CIÊNCIA – Pesquisadores Israelenses descobrem que cérebro é capaz de aprender durante o sono

O cérebro humano tem a capacidade de captar informações novas durante o sono. Esta é a conclusão de um estudo que acaba de ser publicado por pesquisadores do Instituto Weizmann, de Israel.

O cérebro humano tem a capacidade de captar informações novas durante o sono. Esta é a conclusão de um estudo que acaba de ser publicado por pesquisadores do Instituto Weizmann, de Israel. A pesquisa, realizada ao longo de três anos pela neurobióloga israelense Anat Arzi, examinou a correlação entre olfato e audição e a memória armazenada no cérebro. “É a primeira vez que uma pesquisa científica consegue demonstrar que o cérebro é capaz de aprender durante o sono”, declarou Arzi.

Segundo a cientista, estudos prévios já demonstraram a capacidade de bebês aprenderem enquanto dormem, mas a pesquisa recém-divulgada descobriu que o mesmo vale para os adultos.

O experimento, realizado por Anat Arzi em colaboração com o professor Noam Sobel, diretor do Laboratório do Olfato do Instituto, examinou as reações de 55 pessoas que foram expostas a sequências de sons e cheiros enquanto dormiam. As sequências, que incluiam um intervalo de 2,5 segundos entre o som e o cheiro, expunham os participantes a odores agradáveis (de perfume ou xampu) ou desagradáveis (de peixes podres ou outros animais em decomposição), de forma sistemática e sempre antecedidos por sons que se repetiam.

“A vantagem de se utilizar o olfato é que os cheiros geralmente não interrompem o sono, a não ser que sejam muito irritantes para as vias respiratórias”, explicou a cientista. Durante o experimento, os cientistas observaram sinais de que os participantes adormecidos passaram por uma “aprendizagem associativa”.

“Com o tempo, criou-se um condicionamento. Bastava que os participantes ouvissem determinado som para que a respiração deles se alterasse e se tornasse mais longa e profunda – nos casos de associação com odores agradáveis –, ou mais curta e superficial – nos casos de sons ligados a cheiros desagradáveis”, afirmou Arzi.

A cientista também relatou que as mesmas reações ocorriam na manhã seguinte, quando os participantes acordavam. Se fossem expostos a um som associado com um odor agradável, respiravam longa e profundamente.

“O fato de que as informações ficaram gravadas no cérebro e causaram reações fisiológicas idênticas, mesmo quando os participantes estavam despertos, demonstra que eles passaram por uma aprendizagem associativa enquanto dormiam”, disse.

Para a pesquisadora, a descoberta pode ser “um primeiro passo no estudo da capacidade do cérebro humano de obter uma aprendizagem mais complexa durante o sono”.

Fonte: exame.com

Executivos da ABIPTI apontam o que falta para o Brasil inovar

É preciso descentralizar os investimentos em inovação para desenvolver de forma equilibrada todas as regiões do país.

É preciso descentralizar os investimentos em inovação para desenvolver de forma equilibrada todas as regiões do país. A análise é da presidente da ABIPTI, Isa Assef dos Santos. De acordo com ela, esse processo deve ser puxado pelo governo, mas é importante, ainda, estimular parcerias entre os setores público e privado.

“O governo é a grande liderança e o indutor dessas mudanças comportamentais”, afirma em entrevista à Agência Brasil.. Para ela, ainda há fortes desafios que precisam ser superados para alavancar os investimentos brasileiros em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e com isso estimular uma cultura mais inovadora.

Entre os entraves estão: aprimorar o marco legal, melhorar a infraestrutura laboratorial e capacitar recursos humanos, com investimentos, principalmente, nos institutos de pesquisa públicos. “Eles [os institutos], hoje, têm mais bolsistas do que quadro efetivo”, alerta. “Como é que se consegue ser forte e apresentar bons resultados se não tem quadros?”, questionou?

O vice-presidente da ABIPTI pela região Sul, Luiz Antonio Antoniazzi, também destaca que o Brasil despertou tardiamente para o processo de inovação e que muitos, ao falar nesse processo, só pensam em inovação radical, que consiste no lançamento de um produto, processo ou serviço completamente novo no mercado.

Na opinião dele, são as inovações que incrementam o produto ou processo que têm maior importância. “São pequenas melhorias no produto [já existente]. Requerem menos investimento e menos risco. Já a inovação radical implica mais investimento e um risco maior”, avalia.

Fonte: Agência Gestão CT&I de Notícias com informações da Agência Brasil

Secretários do nordeste buscam unificar e desenvolver a região na área de CT&I

Secretários do Consecti (Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I) e presidentes das Fundações de Amparo à Pesquisa do nordeste reuniram-se na última sexta-feira, 24, de agosto na capital pernambucana para consolidar o Plano do Nordeste de CT&I.

Secretários do Consecti (Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I) e presidentes das Fundações de Amparo à Pesquisa do nordeste reuniram-se na última sexta-feira, 24, de agosto na capital pernambucana para consolidar o Plano do Nordeste de CT&I.
O Plano do Nordeste de CT&I busca alinhar, unir, os estados da região para que os entraves sejam resolvidos de forma mais eficaz e rápida, e assim, conseguir desenvolve-los na área de ciência, tecnologia e inovação que é tão estratégia para o crescimento econômico e social.
No encontro cada secretário expôs a situação de seu estado, colocando suas ações e políticas desenvolvidas e os problemas que precisam ser resolvidos. “Ficamos com uma boa visão geral do que está sendo feito na região”, afirmou Eduardo Setton, vice-presidente do Consecti e secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Alagoas em sua página pessoal.
Além dos secretários apresentarem as questões dos seus estados, a professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Tânia Bacelar, explanou sobre as oportunidades, desafios, riscos futuros e mudanças na base produtiva do Nordeste. E com isso a futura elaboração do Plano do Nordeste de CT&I poderá ser realizada de forma mais completa e de acordo com a realidade da região.
O Plano Nordestino de CT&I será projetado pelo CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégico) organização social ligada ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação. O diretor do CGEE, professor Antônio Galvão, no final da reunião sintetizou o que foi abordado e fez o esboço do que será o Plano do Nordeste de CT&I.
O encontro determinou que no dia 01 de outubro, também em Recife, os secretários e presidentes das Fundações de Amparo à Pesquisa farão uma nova reunião para que Galvão e Tânia apresentem os eixos estruturantes e uma metodologia à montagem do Plano do Nordeste de Ciência, Tecnologia e Inovação.
Fonte: Ascom/Consecti

Secopa-BA realizará seminário sobre tecnologias para megaeventos esportivos

A Secretaria Estadual para Assuntos da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 (Secopa) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-BA) realizará o Seminário Internacional de Tecnologias para Megaeventos, nos próximos dias 10 e 11 de setembro, no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), em Salvador.

A Secretaria Estadual para Assuntos da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 (Secopa) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-BA) realizará o Seminário Internacional de Tecnologias para Megaeventos, nos próximos dias 10 e 11 de setembro, no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), em Salvador. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a Secretaria Estadual de Cultura da Bahia (Secult) e a Associação de Marketing Promocional (Ampro) apóiam a realização.

O evento tem como principal objetivo apresentar experiências nas área de tecnologia e gestão de espetáculos, com enfoque em serviços que já são utilizados internacionalmente em grandes projetos esportivos, como os de tecnologia de informação em arenas esportivas, os efeitos pirotécnicos, de som, vídeo, iluminação e as instalações temporárias. A expectativa é que a exposição, análise e debate sobre esses aspectos sirvam de referência na preparação da Copa das Confederações FIFA Brasil 2013 e da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014™.

Para enriquecer e ampliar o debate, “cases” de sucesso de organizadores de megaeventos esportivos e espetáculos musicais serão apresentados e discutidos. É esperado um público de 250 pessoas, composto de pessoas jurídicas e profissionais ligados ao planejamento, produção e realização de megaeventos esportivos, à exemplo dos representantes das 12 sedes da Copa 2014, organizações públicas, privadas e do Terceiro Setor, fornecedores de produtos e serviços do ramo, investidores nacionais e estrangeiros, operadores de turismo, instituições de ensino e pesquisa, empresas de promoção e eventos e mídia especializada.
O seminário será transmitido ao vivo, através do Site da Secopa, e o link será divulgado em breve. As inscrições são gratuitas, e o cadastramento pode ser feito através do e-mail: credenciamento.tecnologia@secopa.ba.gov.br. Mais informações:

Marketing e Relações Públicas da Secopa: (71) 3103-1500.

Fonte: Ascom Secopa

Seminário Mentes Verdes discute inovação e sustentabilidade na indústria

Acontece na próxima terça-feira (4), em Brasília, o Seminário Mentes Verdes.

Acontece na próxima terça-feira (4), em Brasília, o Seminário Mentes Verdes. O encontro irá discutir a necessidade de incorporar a temática ‘Inovação e Sustentabilidade’ nas agendas prioritárias do governo. O objetivo é sensibilizar autoridades e empresas públicas e privadas para a importância de contribuir com a inovação sustentável no setor industrial. O evento é promovido pela revista VOTO, uma publicação que dá atenção especial aos assuntos correlatos como desenvolvimento, sustentabilidade.

Entre os convidados confirmados estão o Deputado Federal Marco Maia, Ana Maria Viera dos Santos, Diretora do Departamento de Produção e Consumo Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Ministra de Relações Institucionais – Ideli Salvatti, Juan Carlos de La Hoz – Representante do BID no Brasil, Marcos Troyjo – Diretor do BricLab da Columbia University, Marcelo Lyra – Diretor de Sustentabilidade da Braskem entre outras importantes autoridades.

O Seminário é uma das atividades do projeto ‘Mentes Verdes’, uma nova editoria da revista que vai dar espaço para a discussão do cenário atual e dos desafios da indústria brasileira para desenvolver-se sustentavelmente.

No evento, estarão reunidos importantes setores responsáveis pela formação da opinião pública: autoridades do setor, representantes do governo, comunicadores e pesquisadores, que tratarão em suas palestras de temas relevantes como governança e inovação na gestão ambiental, o impacto econômico da sustentabilidade, as vantagens da inovação do plástico verde, o desafio da mobilização social para o tema, a competitividade da indústria petroquímica, e os benefícios da inovação para o desenvolvimento sustentável.

Os temas propostos para o ‘Seminário Mentes Verdes’ envolvem uma larga cadeia ligada à inovação em sustentabilidade – setor de energia, petroquímico, saneamento – e visam apresentar exemplos de sucesso na elaboração de políticas públicas voltadas à sustentabilidade socioeconômica e conservação ambiental.

SERVIÇO

Nome: Seminário Mentes Verdes

Quando: 04 de setembro de 2012, das 14h às 18h30

Local: Complexo Brasil 21- Brasília DF

Clique aqui para maiores informações.

FAPESB COMPLETA 11 ANOS E LANÇA QUATRO NOVOS EDITAIS

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB) completa hoje, 27 de agosto de 2012, 11 anos de existência.

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB) completa hoje, 27 de agosto de 2012, 11 anos de existência. A atuação da Fundação, ao longo destes 11 anos tem impactado de forma positiva o desenvolvimento sustentável da economia baiana, com soluções de ordem econômica e social. Desde a sua criação, a Fundação tem alcançado resultados expressivos no apoio à pesquisa científica, inovação e formação de recursos humanos, tornando-se protagonista no apoio à Ciência, Tecnologia e Inovação (C,T&I) no estado da Bahia.

Para comemorar seu aniversário, a FAPESB está lançou hoje quatro novos editais: Apoio à Publicação Científica e/ou Tecnológica; Apoio à Organização de Eventos Científicos e/ou Tecnológicos; Apoio à Formação de Redes para Articulação entre Pesquisa e Extensão; e o inédito Edital de Apoio à Formação em Línguas Estrangeiras para Certificação de Candidatos ao Programa Ciências sem Fronteiras (CsF).

Com um orçamento para o exercício de 2012 de aproximadamente R$ 91 milhões, a FAPESB situa-se em 4º lugar entre as Fundações de Amparo à Pesquisa em recursos destinados a fomento no Brasil. Segundo Roberto Paulo Machado Lopes, diretor geral da FAPESB, com a mudança nos padrões de comportamento e o reconhecimento do Governo do Estado da importância da C,T&I para a formulação de políticas públicas, as coisas melhoram a cada ano: “Com a expansão da base científica na Bahia e o crescimento do número de pessoas beneficiadas com recursos da FAPESB, este cenário tende a melhorar ainda mais”, diz.

Em 2012, a Fundação ampliou significativamente a quantidade de bolsas concedidas. Todas as cotas de bolsas dos programas de pós-graduação stricto sensu tiveram aumento, bem como a quantidade de bolsas de Iniciação Científica que foi ampliada em mais de 30%. A FAPESB apoia anualmente cerca de quatro mil bolsistas e neste ano os investimentos estimados para o pagamento de bolsas é de 29 milhões de reais. Além disso, seguindo a política de valorização da formação de recursos humanos, a FAPESB aumentou os valores de quatro modalidades de bolsa, equiparando-os aos valores praticados pelo CNPq. São elas: Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado (cotas) e Pós-Doutorado 2.

Segundo Lopes, a Bahia continuará crescendo e avançado na produção cientifica, mas é urgente o esforço no sentido de incorporar a inovação em sua estrutura produtiva: “Prosseguir na transformação de nossa realidade socioeconômica, continuar incluindo milhões de excluídos e realizar o sonho de uma sociedade próspera com equilíbrio ético e social só é possível tornando a ciência e a inovação um processo endógeno e dinâmico da nossa base produtiva. Essa é uma tarefa para os diversos estratos sociais e um esforço conjunto de todos os baianos”, diz.

Fonte: ascom/fapesb