GIRO NA CIÊNCIA: Operação no feto corrige defeito na medula espinhal

A cirurgia de correção de uma malformação na medula espinhal do feto deve ser feita ainda no útero, segundo uma pesquisa publicada nesta semana no “New England Journal of Medicine”.

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A cirurgia de correção de uma malformação na medula espinhal do feto deve ser feita ainda no útero, segundo uma pesquisa publicada nesta semana no “New England Journal of Medicine”.

O estudo defende que a operação fetal tem mais sucesso no tratamento da espinha bífida (aberta) do que a feita nos bebês após o parto.
O problema surge entre a 6ª e a 10ª semana de gestação, segundo a obstetra Rita de Cássia Sanchez Oliveira, coordenadora da equipe de medicina fetal do hospital Albert Einstein.

Quando o feto é malformado, há uma falha no processo de fechamento da coluna, e a medula espinhal fica exposta ao líquido amniótico. Isso causa danos nos nervos. “Se a medula fica exposta na gestação inteira, há consequências, como paraplegia e problemas na bexiga.”

O procedimento-padrão é fechar a coluna logo após o parto. Mas essa cirurgia pode causar problemas de cicatrização. A consequência é o acúmulo de líquor (líquido que circula na medula espinhal) no cérebro. “Isso causa uma compressão que leva a retardo mental.”

Para evitar a malformação, os obstetras recomendam que as grávidas tomem uma suplementação de ácido fólico, substância necessária para a divisão celular mais rápida que acontece no embrião no início da gestação.

A PESQUISA
Os resultados publicados nesta semana têm informações sobre 158 bebês que sofreram a cirurgia ou dentro do útero ou dias após o parto.
A cirurgia fetal foi feita entre a 19ª e a 25ª semana de gestação, na Universidade Vanderbilt, no Hospital Infantil da Filadélfia e na Universidade da Califórnia.

Os bebês operados no útero tiveram resultados melhores em testes de desenvolvimento mental e motor aos dois anos e meio.

Desse grupo, 42% das crianças puderam andar sem muletas ou suportes, contra 21% do segundo grupo.

A primeira cirurgia fetal feita na Universidade Vanderbilt foi em 1997. Daniel Meyer, hoje com 13 anos, usa cadeira de rodas e tem uma vida ativa: joga tênis, basquete e pesca, como conta sua mãe, Cory Meyer. “Estou feliz com a decisão que tomamos de fazer a cirurgia fetal”, disse o pai, Scott Meyer.

PROBLEMAS
Os nascimentos prematuros foram mais comuns entre bebês que receberam cirurgia no útero. Foram 80% de partos prematuros, contra 15% no grupo-controle.

A operação, que corta o útero para chegar ao feto, pode impedir futuras gestações, afirma a obstetra do Einstein. “Por isso, o Conselho Federal de Medicina proibiu essa cirurgia aqui.”

Em sua tese de doutorado, Oliveira fez cirurgias experimentais em ovelhas para desenvolver uma técnica que dispense o corte do útero.
O procedimento é laparoscópico e requer só dois furos no útero. “Agora, estamos buscando autorização para testes em humanos.”

Fonte: Folha.com

GIRO NA CIÊNCIA: Cientistas criam líquido para visualizar nervos em cirurgias

Cientistas americanos desenvolvem um líquido fluorescente para injetar nos pacientes durante as cirurgias. O objetivo da técnica é facilitar a identificação dos nervos mais sensíveis, deixando de confiar apenas na experiência e no monitoramento eletrônico.

foto090211Cientistas americanos desenvolvem um líquido fluorescente para injetar nos pacientes durante as cirurgias. O objetivo da técnica é facilitar a identificação dos nervos mais sensíveis, deixando de confiar apenas na experiência e no monitoramento eletrônico. Segundo a pesquisa, divulgada no site do jornal britânico Daily Mail, isso é importante para evitar que um pequeno dano cause dores ou paralisias.

O líquido foi desenvolvido por uma equipe da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, e consiste no fragmento de uma proteína contendo aminoácidos. Os especialistas injetaram o produto em camundongos e descobriram que criava um contraste entre nervos e os tecidos, o que poderia tornar o trabalho nas cirurgias muito mais fácil.

O estudo apontou que a olho nu, a diferença de cor proporcionada pelo líquido é dez vezes maior do que seria em situações normais. Além disso, os efeitos permanecem cerca de oito horas após a aplicação, sem causar efeitos colaterais aparentes sobre os camundongos.

O professor da universidade da Califórnia Roger Tsien, co-autor do estudo, comparou a utilização do líquido em cirurgias com o serviço em escavações. “A analogia que eu uso é que, quando os trabalhadores da construção estão escavando, eles precisam de um mapa mostrando onde os cabos elétricos subterrâneos são enterrados, e não apenas planos antigos de precisão questionável”.

Já o professor assistente Quyen Nguyen afirmou que devem ser feitos testes em humanos no futuro. “É claro que ainda temos que testar em pacientes, mas nós mostramos que a sonda fluorescente também se amplia em amostras de tecido humano”, disse.

Fonte: O DIA Online

GIRO NA CIÊNCIA: Controverso, teste genético pelo correio chega ao Brasil

Muito comum nos Estados Unidos, o teste que vasculha o DNA em busca de doenças genéticas acaba de chegar ao Brasil.

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Muito comum nos Estados Unidos, o teste que vasculha o DNA em busca de doenças genéticas acaba de chegar ao Brasil.

Muito comum nos Estados Unidos, o teste que vasculha o DNA em busca de doenças genéticas acaba de chegar ao Brasil. Por R$ 4.990, um laboratório de Minas Gerais promete identificar os riscos de desenvolver 46 moléstias. De Alzheimer à obesidade.

O exame é controverso e condenado por alguns especialistas. Eles dizem que, atualmente, pouco adianta saber se um indivíduo tem 3% ou 4% a mais de chances de desenvolver uma doença.

O diretor da clínica, Sérgio Pena, médico-geneticista da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e um dos pioneiros do exame de paternidade por DNA do Brasil, defende a análise.

Para ele, quando uma pessoa identifica que tem um risco maior de ter uma doença, como diabetes, pode mudar seu estilo de vida e, assim, minimizar as chances de efetivamente desenvolvê-la.

“Em casos como os de câncer de mama, por exemplo, seria possível intensificar as consultas com o médico e fazer exames com mais regularidade”, disse à Folha.

O kit de coleta é enviado para a casa do paciente, que recolhe células da boca e as envia para o laboratório.

Ao invés de mapear todo o genoma, o teste busca variações específicas no DNA, os SNP’s (pronuncia-se “snip”). A partir delas, calcula-se o “perigo”.

“Todo o processo tem o acompanhamento de um médico”, diz Pena.
Ao final do processo, o paciente tem direito a uma consulta com um geneticista. Se não puder comparecer, ela pode ser feita por e-mail.
Uma pesquisa com 2.037 pessoas que se submeteram a esse tipo de teste, publicada no “New England Journal of Medicine”, indica que não houve mudanças significativas nos hábitos alimentares ou na prática de exercícios desses indivíduos. Ou seja, não adiantou muita coisa.

O estudo também apontou que alguns laboratórios deram até diagnósticos conflitantes para as mesmas amostras de DNA.

“Sou contra esse tipo de teste para quem não tem casos de doenças genéticas graves na família” afirma Mayana Zatz, geneticista que comanda o maior laboratório de genética da América Latina, o Centro de Estudos do Genoma Humano da USP. “Com certeza, é um prato cheio para os hipocondríacos”, avalia a cientista.

Folha de SP

Projeto apoiado pela Fapesb dá origem a mais de 300 outros produtos científicos

O Programa de Apoio a Núcleos de Excelência – PRONEX é uma iniciativa do CNPq voltada para grupos de alta competência que possam agir como nucleadores no setor de sua atuação.

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O Programa de Apoio a Núcleos de Excelência – PRONEX é uma iniciativa do CNPq voltada para grupos de alta competência que possam agir como nucleadores no setor de sua atuação. Tais grupos, liderados por pesquisadores consolidados e reconhecidos nas suas áreas, devem ser “capazes de funcionar como fonte geradora e transformadora de conhecimento científico-tecnológico para aplicação em programas e projetos de relevância ao desenvolvimento do país” (Portal CNPq). Em 2003, as fundações de amparo à pesquisa dos estados se juntaram ao CNPq no esforço PRONEX.

Nesse contexto, em 2003, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia – FAPESB lançou seu primeiro Edital PRONEX. Dentre os projetos aprovados à época estava o Núcleo de Pesquisa em Química Analítica da Bahia (NQA): Química para Segurança e Agregação de Valor a Alimentos, coordenado pelo Prof. Dr. Jailson Bittencourt de Andrade (UFBA). Em 2006 e novamente em 2009, o projeto foi contemplado com mais dois apoios PRONEX, em um total de R$ 2.075.000,00 (dois milhões e setenta e cinco mil reais). Recentemente, o NQA publicou um relatório de atividades para o período 2004-2009, iniciativa que merece reconhecimento por favorecer o acompanhamento da política PRONEX e a divulgação dos seus resultados.

Nos seis anos de PRONEX, o NQA contabilizou 67 dissertações de mestrado e 53 teses defendidas, além de 28 dissertações e 33 teses em andamento; 243 publicações científicas; uma ampliação do número integrantes de 205 para 333 (sempre com a participação de alunos do 2º grau e de graduação, ao lado dos esperados mestres, doutores e pesquisadores); e aumento de bolsistas de produtividade nos níveis 1 e 2 no CNPq (de 8 em 2003 para 12 em 2009).

Da leitura do relatório, é expressiva a atuação no NQA como formador e nucleador: dentre os alunos formados pelo NQA, em 2009, sete se encontravam em universidades estaduais, dez permaneciam na UFBA, 20 se inseriram em outras instituições federais, seis em empresas públicas e quatro em empresas privadas; dos seis grupos iniciais, aqueles dois mais jovens em 2003 se fortaleceram e consolidaram seus programas de pós-graduação e houve interseção com novos grupos, como o INCT em Energia e Ambiente, formando uma rede multidisciplinar benéfica ao desenvolvimento do Estado e do país.

Fonte: Fapesb

A Fapesb e o Ministério da Ciência e Tecnologia de Moçambique discutem acordo de cooperação

A Fundação de Amparo à Pesquiso do Estado da Bahia (FAPESB) e o Ministério da Ciência e Tecnologia da República de Moçambique manifestam interesse em formalizar Acordo de Cooperação.

foto mocambique 2011A Fundação de Amparo à Pesquiso do Estado da Bahia (FAPESB) e o Ministério da Ciência e Tecnologia da República de Moçambique manifestam interesse em formalizar Acordo de Cooperação.

Com o objetivo de promover o desenvolvimento econômico sustentável e erradicaçào da pobreza absoluta, o Governo de Moçambique tem estabelecidos vários programas que tendem a criar a capacidade que o país precisa para avançar com os objectivos de desenvolvimento nacional.

Como uma ação que concorre para a concretização desse objetivo o Ministério da Ciência e Tecnologia de Moçambique (MCT) e a Fundação de Amparo à Pesquiso do Estado da Bahia (FAPESB), manifestaram interesse em formalizar acordo de cooperação e intercâmbio nas seguintes áreas:

• Concessão de Bolsas de Pós-Graduação para Pesquisadores Moçambicanos fazerem Mestrado e Doutorado nas Universidades do Estado da Bahia;
• Estreitamento de relações entre o MCT/Moçambique e a FAPESB através do FNI (Fundo Nacional de Investigação de Moçambique);
• Abertura do acesso à base de dados de avaliadores externos da FAPESB pelo FNI para avaliação de propostas de projectos submetidas ao FNI em Moçambique;
• Financiamento de projetos conjuntos de pesquisa envolvendo investigadores de Moçambique e das Universidades e Instituições de Pesquisa do Estado da Bahia; e
• Outros tópicos de interesse comum a serem identificados pelas nossas equipas técnicas.

Brasileiro se interessa mais por ciência

Não é só por bola de futebol que o brasileiro se interessa, mas também por pipetas e microscópios. Pelo menos é isso o que sinaliza uma pesquisa do MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia).

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Não é só por bola de futebol que o brasileiro se interessa, mas também por pipetas e microscópios. Pelo menos é isso o que sinaliza uma pesquisa do MCT

Não é só por bola de futebol que o brasileiro se interessa, mas também por pipetas e microscópios. Pelo menos é isso o que sinaliza uma pesquisa do MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia).

De acordo com os dados, o brasileiro está mais interessado em ciência e tecnologia do que estava em 2006 e o interesse declarado (ou seja, o que a pessoa afirma ter) já supera até o tema “esportes”.

No entanto, apenas 12% dos entrevistados conseguem citar o nome de um cientista brasileiro e só 18% sabem mencionar de cabeça uma instituição científica.

Quem consegue nomear está na parte mais rica da população. “Isso mostra que o Brasil ainda é uma país extremamente desigual”, analisa o físico Ildeu de Castro Moreira, coordenador do trabalho.

E os cientistas mais citados são Oswaldo Cruz e Carlos Chagas. “Praticamente ninguém menciona cientistas sociais, sendo que o Brasil têm nomes importantíssimos como Paulo Freire e Gilberto Freyre”, completa.

A pesquisa consultou 2.016 brasileiros com objetivo de investigar as atitudes e percepções dos brasileiros sobre a ciência e tecnologia. O trabalho dá continuidade a uma investigação similar realizada em 2006.

RESULTADOS
A amostra foi desenhada de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de modo que os resultados possam ser projetados para o que o brasileiro “médio” pensa sobre vários temas.
O nível de interesse em ciência e tecnologia aumentou significativamente desde 2006. O número de interessados ou muito interessados no tema subiu de 41% para 65% dos respondentes.

Em ambiente, o interesse disparou de 58% para 83% no mesmo período –empatando com o gosto por medicina e saúde. Para o coordenador do trabalho, o resultado condiz com o momento atual de preocupações ambientais no mundo e no Brasil- especialmente na Amazônia.

FUTEBOL E CIÊNCIA
Outro dado que chama atenção é que o tema “ciência” tem quase o mesmo nível de interesse declarado (65%) que esportes (62%). “As pessoas, no geral, estão mais interessadas em todos os assuntos. No caso da ciência, isso reflete o momento positivo da situação econômica do país e a ampliação do acesso a espaços e atividades científico-culturais”, explica Moreira.

Apesar do interesse científico declarado de boa parte dos entrevistados, 92% dos consultados revelaram que não frequentam museus de ciência (37% dos quais sob a justificativa de que eles não existem na sua região).
Mesmo baixo, o número de visitantes dobrou desde 2006, passando de 4% para pouco mais de 8%.

Entre as pessoas com ensino superior completo, no entanto, o índice de visitação sobe para 14% dos respondentes- e se aproxima dos índices europeus, que é 18%.

MAIS CONFIANÇA
Outro dado que muda de acordo com a escolaridade e classe econômica do entrevistado é o índice de confiança em determinados profissionais como fonte de informação –com exceção de médicos, que são “confiáveis” para todas as classes.

Entre os mais pobres, a confiança nos religiosos é maior do que nos cientistas. Já nas classes com mais recursos e formação, os campeões são os cientistas de instituições públicas. Quem faz ciência em instituições privadas parece ter uma certa descrença do entrevistado.

Em relação à ciência brasileira, a opinião geral é que ela vai bem. A avaliação sobre a posição da ciência do Brasil no mundo tem se tornado cada vez mais positiva.

Para metade dos brasileiros consultados, ela está hoje em uma posição intermediária. Mas, novamente, o resultado muda conforme a condição econômica: pessoas de classes menos favorecidas têm, em geral, uma posição mais otimista em relação à ciência brasileira.

Em outras palavras, quanto menor o nível econômico do entrevistado, mais ele declara achar que a ciência nacional é bastante avançada.

Fonte: Folha de SP

CNPEM inicia o 20º Bolsas de Verão

O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) iniciou a 20ª edição do Programa Bolsas de Verão. Participam 20 estudantes universitários, 16 brasileiros e quatro do exterior (Chile, Colômbia, Argentina e Costa Rica).

O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) iniciou a 20ª edição do Programa Bolsas de Verão. Participam 20 estudantes universitários, 16 brasileiros e quatro do exterior (Chile, Colômbia, Argentina e Costa Rica). Nos meses de janeiro e fevereiro os estudantes desenvolverão projetos científicos sob orientação de pesquisadores dos três Laboratórios Nacionais que integram o CNPEM: o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio) e o Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE).

O Bolsas de Verão foi criado em 1991 e realizado pela primeira vez em 1992, pelo LNLS. Desde então, 210 bolsistas participaram do Programa, que tem o objetivo de estimular vocações para a atividade científica e tecnológica. Cada estudante tem a missão de realizar um projeto científico, que é proposto por um pesquisador-orientador, e apresentar resultados ao final de 55 dias de trabalho. Dez bolsistas desenvolverão projetos no LNBio, sete no LNLS e três no CTBE.

Neste ano, 330 estudantes inscreveram-se no Programa, 197 do Brasil e 133 de outros países da América Latina e Caribe. Os 20 aprovados foram selecionados a partir de critérios que levam em conta, fundamentalmente, currículo e desempenho acadêmicos. Para realizar o Programa, o CNPEM conta com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Centro Latino Americano de Física (CLAF).

Fonte: ABTLuS/Cnpem

Edital MCT/CNPq/FNDCT/MEC/CAPES/FAP’s nº 56/2010 – REFLORA

O presente Edital tem por objetivo selecionar propostas para apoio financeiro a projetos que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico do País, por meio da pesquisa, resgate e uso das informações e disponibilização no Herbário Virtual Autenticado de Espécies da Flora do Brasil – REFLORA, abrangendo as plantas coletadas nos séculos XVIII, XIX e XX e depositadas nos herbários do Royal Botanic Gardens de Kew, Inglaterra, e doMuséum National d’Histoire Naturelle de Paris, França. Pretende-se, com isto, promover a ampliação do conhecimento, uso sustentável e conservação da flora brasileira, a validação da identidade taxonômica de todos os espécimes analisados, a designação das modalidades de materiais-tipo encontrados e a capacitação de estudantes brasileiros em taxonomia de espécies da flora do país.

Edital MCT/CNPq/MMA/MEC/CAPES/FNDCT – Ação Transversal/FAPs nº 47/2010 – Sistema Nacional de Pesquisa em Biodiversidade – SISBIOTA BRASIL

O presente Edital tem por objetivo selecionar propostas para apoio financeiro a projetos no âmbito do Programa SISBIOTA-Brasil (Sistema Nacional de Pesquisa em Biodiversidade), visando fomentar a pesquisa científica para ampliar o conhecimento e entendimento sobre a biodiversidade brasileira e melhorar a capacidade preditiva de respostas às mudanças globais, particularmente às mudanças de uso e cobertura da terra e mudanças climáticas, associando formação de recursos humanos, educação ambiental e divulgação do conhecimento científico.

Edital FAPESB 030/2010 – Cooperação Internacional Fapesb/ INRIA

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia – FAPESB, no uso das suas atribuições, torna público o Edital FAPESB 030/2010, fruto de cooperação do Governo do Estado da Bahia, da Secretaria de Ciência e Tecnologia e Inovação – SECTI e da FAPESB com o Institut National de Recherche en Informatique et en Automatique – (INRIA), França, e convida os interessados a apresentarem propostas para o financiamento de atividades de cooperação internacional em projetos conjuntos de pesquisa/desenvolvimento.