Inscrições abertas para mestrado e doutorado no Senai Cimatec

As inscrições para o processo seletivo dos cursos de Mestrado e Doutorado da Faculdade SENAI CIMATEC estão abertas. Podem participar do processo graduados em cursos de nível superior, preferencialmente, nas áreas de engenharia, administração, economia, matemática, física e em cursos superiores de tecnologia.

As inscrições para o processo seletivo dos cursos de Mestrado e Doutorado da Faculdade SENAI CIMATEC estão abertas. Podem participar do processo graduados em cursos de nível superior, preferencialmente, nas áreas de engenharia, administração, economia, matemática, física e em cursos superiores de tecnologia. São quatro opções de curso dentro de dois distintos programas: os cursos de Mestrado Acadêmico e Doutorado, em Modelagem Computacional e Tecnologia Industrial (MCTI), e os cursos de Mestrado Profissional e Doutorado, em Gestão e Tecnologia Industrial (GETEC), todos reconhecidos pelo MEC e recomendados pela CAPES.Acesse: http://www.senaicimatec.com.br/processos/mestrado-e-doutorado/#/

Projeto desenvolve novas alternativas para a produção de abacaxi no semiárido baiano

Rico em vitaminas, protagonista de doces e sobremesas, o abacaxi pode ser encontrado facilmente na mesa dos baianos. Dados recentes apresentam a Bahia como 4º maior produtor da fruta no país. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia, através do Edital de Apoio a Soluções Inovadoras para a Fruticultura no Estado da Bahia, contemplou o projeto ‘Novas alternativas para a produção de abacaxi no semiárido baiano’, realizado nos municípios de Cruz das Almas e Itaberaba.

Rico em vitaminas, protagonista de doces e sobremesas, o abacaxi pode ser encontrado facilmente na mesa dos baianos. Dados recentes apresentam a Bahia como 4º maior produtor da fruta no país. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia, através do Edital de Apoio a Soluções Inovadoras para a Fruticultura no Estado da Bahia, contemplou o projeto ‘Novas alternativas para a produção de abacaxi no semiárido baiano’, realizado nos municípios de Cruz das Almas e Itaberaba.

O projeto avalia novos genótipos de abacaxizeiro na condição do semiárido baiano, com a pretensão de difundir “tipos” de abacaxis resistentes à fusariose, testando quatro sistemas de produção: tradicional (sequeiro); somente irrigado; somente com mulching plástico; e irrigado + mulching plástico. “Entre os genótipos avaliados estão uma cultivar já lançada, dois híbridos ainda não lançados e uma variedade coletada na Natureza. Todos resistentes à fusariose, principal limitação à produção de abacaxi no Brasil”, afirmou o pesquisador para Melhoramento Genético e Fitopatologia do Abacaxizeiro da Embrapa, Davi Junghans.

A coordenadora de Apoio a Tecnologias Sociais e Ambientais da Diretoria de Inovação da Fapesb, Talita Assis esclarece como funcionam o acompanhamento e suporte dado pela Fundação. “Realizamos visitas técnicas para verificar in loco como os projetos são executados e quais resultados foram alcançados até o momento da visita. É uma oportunidade também para tirar dúvidas dos pesquisadores e orientá-los quanto à execução financeira e técnica dos projetos. O projeto tem parceria com a Cooperativa Agroindustrial de Itaberaba – COOPAITA, que é indispensável, pois o fato de o experimento estar sendo executado na propriedade de um dos cooperados possibilita o acompanhamento e a validação do projeto por parte dos produtores”.

Para os abacaxicultores da região, o projeto trará uma série de benefícios, com aquisição de mudas mais sadias, diminuição no custo de produção, menor impacto ao meio ambiente e uma produção livre da aplicação de fungicidas para fusariose, principal doença que ataca a planta. “Temos observado também que dois dos demais genótipos (um híbrido e uma cultivar) tem apresentado desempenho satisfatório apenas nos ensaios irrigados”, disse Junghans.

O pesquisador destaca também que o apoio da Fapesb foi fundamental para aquisição de bens e serviços, dando aplicabilidade ao projeto. “Sem dúvida, fornecer as condições para que os ensaios agronômicos pudessem ser instalados e mantidos em Itaberaba, maior produtor de abacaxi no estado da Bahia. Ademais, deve-se citar o auxílio da FAPESB na concessão de bolsas de Apoio Técnico e de Iniciação Científica, vinculadas ao projeto, utilizadas nos trabalhos relacionados à produção de mudas e na avaliação dos ensaios montados em Itaberaba”, finalizou Junghans.

O projeto conta com a parceria da Embrapa Mandioca e Fruticultura, Coopaita, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia(UFRB) e a Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (BahiaTer).

Academia de Ciências da Bahia realiza palestra sobre Design-Based Research

CONFAP - Academia de Ciências da Bahia realiza palestra sobre Design-Based ResearchDiscutir a utilização do DBR para elaborar pesquisas em educação e ciência humanas e sociais aplicadas. Com esse objetivo a Academia de Ciências da Bahia realiza nesta quinta-feira (27), às 9h, no espaço Lazareto da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia, a palestra “Design-Based Research – metodologia para pesquisa aplicada em educação”, gratuitamente.

Na oportunidade, o Prof. Alfredo Matta apresenta origens, influências, características, fases, proposição de sumário, potenciais de resultado da metodologia inovadora e recente. O principal objetivo da palestra é fomentar os avanços de novas práticas cientificas e tecnológicos, através deste novo método de ensino.

Desde 2010, a ACB busca contribuir para o desenvolvimento da ciência e da tecnologia, fomentando a ligação entre os setores acadêmico, produtivo e governamental do Estado da Bahia. Através de uma série de palestras gratuitas que estimulam o aperfeiçoamento do ensino das ciências na sociedade baiana.

SERVIÇO
O que: Palestra “Design-Based Research – metodologia para pesquisa aplicada em educação”.
Quando: 27 de outubro de 2016 às 9h.
Onde: Espaço Lazareto – Fapesb. Rua Aristides Novis, 203, Colina de São Lázaro, Federação, Salvador-BA.
Entrada gratuita

Fonte: CONFAP

 

Link: http://confap.org.br/news/academia-de-ciencias-da-bahia-realiza-palestra-sobre-design-based-research/

Insetos retirados de corpos já ajudaram polícia a elucidar 48 crimes

Larvas e insetos se tornam aliados da polícia e podem solucionar assassinatos apontando a hora da morte e se houve deslocamento do corpo, por exemplo

Nada como um inseto para testemunhar um assassinato. Ele é a fonte mais confiável para dizer quando a vítima morreu, em que local o crime aconteceu e até se drogas e algum tipo de veneno foram, eventualmente, utilizados no ato. E tudo o que ele precisa para sanar dúvidas de quem busca solucionar assassinatos é de uma certa maturidade – um tempo de desenvolvimento em estufas de laboratório, com dieta restrita, até atingir a fase adulta. Este ano, eles “testemunharam” 48 casos na Bahia.

O mais recente é o caso do médico Luiz Carlos Correia Oliveira, cujo corpo foi encontrado em estado avançado de esqueletização no último dia 14. Em geral, os insetos são capazes de passar por um “interrogatório” duas semanas após serem encontrados em cadáveres. E na Bahia, quem “traduz” as respostas dadas por eles é a equipe de Entomologia Forense do Departamento de Polícia Técnica (DPT), formada pelos peritos criminais e entomólogos Torriceli Sousa Thé e Vanessa Morato, além de dois estagiários do curso de Biologia: Ramon Lima e Paulo Davi.

“Os insetos mais comuns encontrados nas nossas perícias são insetos urbanos, aqueles que convivem com humanos, os chamados sinantrópicos”, explica a bióloga, perita criminal e entomóloga Vanessa Morato. Segundo ela, os mais comuns são espécies próprias de climas tropicais, como moscas e besouros, que compõem a chamada fauna cadavérica.

O nome pode não ser dos mais convidativos, mas o testemunho dos insetos é essencial para solucionar crimes. “Nós somos consultados, principalmente, para estimativa de intervalo pós-morte e, com menos frequência, para saber se houve deslocamento de cadáver”, explica o perito criminal, biólogo, mestre e doutor em Patologia Humana e pós-doutor em Entomologia Forense pela Fiocruz/Ufba, Torriceli Souza Thé.

O laboratório onde eles trabalham funciona nas dependências do Departamento de Polícia Técnica da Bahia (DPT), nos Barris, e foi inaugurado em 2007. É um dos dois únicos no país com coordenação própria na Polícia Técnica. O outro fica na Paraíba. O estado do Rio de Janeiro já teve uma coordenação própria. Hoje, no entanto, busca implantar um laboratório nas dependências do Instituto Médico-Legal. Quando o serviço é requisitado, uma das peritas da equipe, também entomóloga, faz o que pode.

Delatores
Apesar da carência de profissionais especializados e de espaços dedicados à Entomologia, os bichinhos costumam ser convincentes e fornecem respostas essenciais à resolução de crimes, especialmente quando não há testemunhas oculares do fato. O nível de decomposição de um cadáver não é capaz de dizer, por si só, quando aquela pessoa morreu – mas os insetos podem.

Os bichos também são bons delatores quando, numa tentativa de despistar um assassinato, o corpo é retirado do local do crime e deixado em outro. Segundo Torriceli Thé, há insetos próprios de um tipo de vegetação ou área. Encontrar uma espécie de mosca típica de Mata Atlântica num cadáver localizado em uma área de vegetação de restinga, por exemplo, é um indicativo de que o crime pode ter ocorrido num local diferente de onde o corpo foi localizado.

Essencial
Em locais onde não há o trabalho da Entomologia Forense, quesitos como hora da morte e possibilidade de deslocamento do corpo ficam sem resposta. “Essas questões ficam como inconclusivas, porque os preceitos da Medicina Legal, que levam em conta a questão da rigidez cadavérica para determinar o horário da morte, foram feitos em países com clima diferente do nosso, então não se aplicam aqui”, afirma Torriceli.

O trabalho também é fundamental nos casos em que o corpo está em estado avançado de decomposição. “É possível encontrar informações genéticas no trato intestinal dos insetos, além de vestígios de alimentos consumidos pela vítima”, diz o entomólogo. Nesses casos, a entomotoxicologia forense é capaz de fornecer informações sobre substâncias encontradas em corpos em estado avançado de decomposição, enquanto a entomogenética oferece perfil de DNA da vítima.

Apesar da importância do trabalho, a presença do entomologista forense – aquele que traduz o que diz o inseto – ainda é pouco frequente. Faltam profissionais especializados, inclusive na Bahia. Para Torriceli, o ideal seria que o laboratório tivesse pelo menos quatro peritos – são dois. Mesmo assim, o laboratório baiano serve de referência para uma série de trabalhos acadêmicos: nos últimos nove anos, foram quatro dissertações de mestrado, uma tese de doutorado e inúmeros trabalhos de conclusão de curso de graduação. A parceria venceu três editais de financiamento.

É a parceria com a academia – no caso baiano, com a Universidade Federal da Bahia (Ufba) e a Faculdade Bahiana de Medicina e Saúde Pública – que assegura o funcionamento. Foi a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) quem investiu R$ 350 mil no laboratório, incluindo equipamentos e pessoal.

Fragmentos
Embora contribuam para a conclusão do laudo cadavérico, os entomólogos raramente conhecem o desfecho do trabalho. Isso porque as informações encontradas por eles são uma etapa da perícia. Eles também não são informados sobre a identidade da vítima onde as larvas ou insetos foram encontrados.

“Principalmente para ser imparcial, nós só recebemos a larva do animal e o número da perícia. Se eu vejo que tem algum dado que não está batendo e está atrapalhando, eu converso com o médico legista e pergunto”, explica Vanessa. Uma demanda do laboratório, segundo Torriceli, é justamente conhecer um pouco mais sobre o resultado do trabalho realizado no laboratório.

Promotores criminais desconhecem técnica de investigação
Quando recebem o inquérito policial sobre um homicídio, promotores criminais também têm a sua disposição o laudo cadavérico, com informações da perícia feita no Departamento de Polícia Técnica (DPT). Mas, apesar de achar interessante o trabalho, o promotor criminal Davi Gallo, do Ministério Público da Bahia, nunca tinha ouvido falar da Entomologia Forense – foi informado, aliás, pelo CORREIO.

“É realmente interessante, mas nesse tempo todo que eu tenho na área, nunca tinha ouvido falar, nem encontrei nos laudos nada sobre o aparecimento dessa especialidade. Nessa parte de crimes dolosos, essa questão realmente fica a cargo de nós, promotores criminais e nós sempre conversamos, mas nunca sobre a respeito disso”, afirma.

O delegado Adailton Adan pontua que a questão do tempo de morte é muito importante para a investigação de casos de homicídios. “Determinadas evidências da morte só podem ser desvendadas por uma equipe dessa natureza. E a determinação do tempo de morte é preponderante para a investigação”, avalia. O trabalho, destaca Adan, torna mais técnica a investigação, a partir da coleta e embasamento em provas científicas.

 

Fonte: Correio 24h

Link: http://www.correio24horas.com.br/detalhe/salvador/noticia/insetos-retirados-de-corpos-ja-ajudaram-policia-a-elucidar-48-crimes/?cHash=fbf552be5c78fee0f2bb98464917728e

 

CORREIO DA BAHIA - Insetos Retirados de Corpos Já Ajudaram Poícia a Elucidar 48 Crimes

 

Academia de Ciências da Bahia realiza palestra sobre Design-Based Research

Discutir a utilização do DBR para elaborar pesquisas em educação e ciência humanas e sociais aplicadas. Com esse objetivo a Academia de Ciências da Bahia realiza nesta quinta-feira (27), às 9h, no espaço Lazareto da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia, a palestra “Design-Based Research – metodologia para pesquisa aplicada em educação”, gratuitamente.

Discutir a utilização do DBR para elaborar pesquisas em educação e ciência humanas e sociais aplicadas. Com esse objetivo a Academia de Ciências da Bahia realiza nesta quinta-feira (27), às 9h, no espaço Lazareto da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia, a palestra “Design-Based Research – metodologia para pesquisa aplicada em educação”, gratuitamente.

Na oportunidade, o Prof. Alfredo Matta apresenta origens, influências, características, fases, proposição de sumário, potenciais de resultado da metodologia inovadora e recente. O principal objetivo da palestra é fomentar os avanços de novas práticas cientificas e tecnológicos, através deste novo método de ensino.

Desde 2010, a ACB busca contribuir para o desenvolvimento da ciência e da tecnologia, fomentando a ligação entre os setores acadêmico, produtivo e governamental do Estado da Bahia. Através de uma série de palestras gratuitas que estimulam o aperfeiçoamento do ensino das ciências na sociedade baiana.

SERVIÇO
O que: Palestra “Design-Based Research – metodologia para pesquisa aplicada em educação”.
Quando: 27 de outubro de 2016 às 9h.
Onde: Espaço Lazareto – Fapesb. Rua Aristides Novis, 203, Colina de São Lázaro, Federação, Salvador-BA.
Entrada gratuita
Outras informações: (71) 3116-7654 (manhã) – (71) 98672-2370

Visitantes da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia conhecem trabalho da Fapesb

Os visitantes da 13ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia puderam conhecer detalhes do trabalho realizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia, durante quatro dias de funcionamento do evento, que aconteceu no Senai-Cimatec, em Piatã.

Os visitantes da 13ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia puderam conhecer detalhes do trabalho realizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia, durante quatro dias de funcionamento do evento, que aconteceu no Senai-Cimatec, em Piatã. Com um estande na entrada da Exposição Tecnológica, a Fapesb realizou um quiz interativo sobre a instituição.

Alinhado com a temática “Ciência Alimentando o Brasil”, os projetos ‘Azeite de dendê microencapsulado’, ‘Caracterização, avaliação e customização da qualidade de amêndoas de cacau e variedades clonais para produção de chocolate’, ‘Preparações culinárias com o pescado na região de São Francisco do Conde’, ‘Moscatrativo’ e ‘Mosquito Zero’, estiveram demonstrando seus produtos e resultados no estande da Fapesb.

O estande também recebeu a visita do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab. O diretor-presidente da Fapesb, Eduardo Almeida comemora a participação da Fapesb na SNCT. “É muito positivo que a Fundação participe de eventos que popularizam a ciência e tecnologia, principalmente a SNCT que vem crescendo a cada ano, com intensa participação da sociedade”. De acordo com a organização, o evento atraiu mais de 15 mil pessoas para o Senai Cimatec.

Na Bahia, organizada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia contou com o apoio da Braskem; Grupo Neoenergia (Coelba); Companhia de Gás da Bahia (Bahiagás); Banco do Nordeste; Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); MCTIC; Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia; Companhia de Processamento de Dados da Bahia (Prodeb) além das secretarias estaduais de Infraestrutura (Seinfra), Educação (SEC), Desenvolvimento Rural (SDR).

Ministro de C&T visita estande da Fapesb

O estande da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia recebeu nesta quinta-feira (20), durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, a visita do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab. O evento que acontece no Senai Cimatec até o próximo sábado (22), apresenta novidades na área de C&T, com o tema “Ciência Alimentando o Brasil”.

O estande da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia recebeu nesta quinta-feira (20), durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, a visita do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab. O evento que acontece no Senai Cimatec até o próximo sábado (22), apresenta novidades na área de C&T, com o tema “Ciência Alimentando o Brasil”.

Durante a visita, o ministro conheceu detalhes do projeto ‘Caracterização, avaliação e customização da qualidade de amêndoas de cacau e variedades clonais para produção de chocolate’, da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira(Ceplac), desenvolvido pelos pesquisadores Carlyle Matos e Cilene Souza.

“O projeto consiste em estudar as características físicas, físico-químicas, químicas e sensoriais de variedades clonais do cacau, com tolerância ou resistência ao fungo da vassoura de bruxa. Através da pesquisa, a gente faz o chocolate de cada variedade estudada e misturas (blends), para melhoramento dos atributos sensoriais que não são bem aceitos pelo consumidor de chocolate”, explica Cilene.

Para o diretor-presidente da Fapesb, Eduardo Almeida expor os projetos de pesquisa apoiados pela Fundação, é uma forma de mostrar os resultados e estimular a produção de conhecimento científico. “A Fapesb é uma instituição referência para o fomento da Ciência e Tecnologia no Estado, por isso a participação na SNCT é crucial para estimularmos jovens estudantes a se tornarem futuros pesquisadores”, destaca Almeida.

A pesquisadora Cilene explica que “é de suma importância participar da SNCT porque é uma forma de despertar o público diverso para a pesquisa e ver a importância do que é o conhecimento sobre a qualidade dos alimentos que a gente consome no dia a dia. Isso é o mais importante de tudo”, concluiu.

A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia acontece no Senai Cimatec, em Piatã, até sábado (22), com entrada gratuita. Ainda vão circular pelo estande da Fapesb, projetos sobre cacau, polpa de frutas, águas salobras, mangas, azeite de dendê, pescado, aplicativo contra o aedes aegypti, além de uma armadilha para moscas.

Livro sobre evolução das ciências é lançado em Salvador

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Foto: Claudionor Jr. – Ascom/Educação

Para fortalecer ainda mais o ensino da Ciência na sala de aula, a Secretaria da Educação do Estado e a Academia de Ciências da Bahia (ACB) lançaram, nesta quarta-feira (19), no Instituto Anísio Teixeira, livro ‘Uma breve história da Ciências – A aventura do conhecimento científico ao longo dos séculos’. De autoria de Alex Vieira dos Santos, Amilcar Baiardi e Daniel Baiardi, o livro faz uma abordagem da evolução das Ciências da Grécia clássica à modernidade e é um instrumento para que estudantes e professores tenham acesso à esta trajetória do conhecimento científico.

“Nosso objetivo, com esta publicação, é divulgar e popularizar as Ciências entre jovens e adultos. A proposta é que seja trabalhado em sala de aula a história das Ciências em atividades multidisciplinares, o que já venho fazendo como professor, no Colégio Estadual Pinto de Carvalho. A intenção é desmistificar a ideia de que o conhecimento científico é para uma minoria e estimular novos quadros nas Ciências, principalmente as Exatas”, ressalta um dos autores, Alex dos Santos.

A estudante Ruth Leal, 18 anos, do 3º do ano do Colégio Estadual Aplicação, afirma que, como uma admiradora da Química e das Ciências Exatas em geral, está ansiosa para começar a leitura do livro. Ela revela, orgulhosa, a sua iniciativa de, juntamente com outros colegas, estimular o estudo de Química no laboratório da unidade escolar onde estuda. “No laboratório, com uma linguagem simples, damos aulas para outros colegas que estão com dificuldades de compreender os conteúdos de disciplinas como Química ou Matemática e, com isso, quebramos o paradigma de que a Ciência Exata é complicada”.

Lançamento
O lançamento do livro ocorre no âmbito do projeto Ciência na Escola, da Secretaria da Educação. O subsecretário da Secretaria da Educação do Estado, Nildon Pitombo, considera que “o livro é um valioso referencial e irá potencializar todo o trabalho que vem sendo desenvolvido por estudantes e professores dentro do projeto Ciência na Escola”, afirma.

O vice-presidente da Academia de Ciências da Bahia, Edvaldo Boaventura, representando o presidente da entidade, o Dr. Roberto Santos, destacou a importância da formação científica dos estudantes com vistas à transformação social da sua realidade. “Que esta publicação seja semeada em toda a rede estadual, por meio da Secretaria da Educação da Bahia, neste novo momento que o órgão passa, nesta visão extraordinária sobre Ciências e Tecnologia e que vem cumprindo o seu papel de buscar, permanentemente, a construção de uma escola produtora de conhecimento científico através da educação tecnológica”, enfatiza.

Fonte: SEC BAHIA

Projetos dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) baianos são classificados para financiamento

Os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia desenvolvem pesquisa científica com o intuito de promover o avanço da competência nacional em diversas áreas de atuação. Sob o âmbito da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), foram selecionados seis projetos dos INCT’s baianos.

CNPq e FAPs definem cofinanciamento de projetos de INCTs

A definição de cofinanciamento para as propostas de Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT) apresentadas no âmbito da Chamada INCT – MCTI/CNPq/CAPES/FAPs nº 16/2014 foi objeto de deliberação de reunião do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) na sede do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em Brasília, no dia 5 de outubro de 2016.

Os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia desenvolvem pesquisa científica com o intuito de promover o avanço da competência nacional em diversas áreas de atuação. Sob o âmbito da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), foram selecionados os INCT’s em Estudos Interdisciplinares e Transdisciplinares em Ecologia e Evolução (IN-TREE); de Geofísica do Petróleo; de Doenças Tropicais; de Energia e Ambiente; em Democracia Digital; em Ambientes Marinhos Tropicais. A seleção das propostas atendeu aos critérios de mérito científicos previstos, avaliados pelo Comitê Julgador da Chamada INCT- MCTI/CNPq/CAPES/FAPs nº16/2014.

Neste primeiro momento, serão financiados, por parcerias entre os entes federais (CAPES, CNPq/MCTIC e FINEP/FNDCT) e estaduais, 100 projetos, resultantes da presente fase de negociação (realizada a partir das 252 propostas divulgadas em maio deste ano). As demais propostas recomendadas no mérito que não foram contempladas entre os 100 projetos selecionados para financiamento poderão solicitar um selo de reconhecimento e manter o status de INCT.

A lista dos 100 projetos selecionados será, ainda, submetida à aprovação da Diretoria Executiva do CNPq e do Comitê de Coordenação dos INCTs (Coordenado pela Secretaria Executiva do MCTIC). A previsão é a de que a lista final seja divulgada na segunda quinzena de Novembro deste ano.

O encontro contou com a presença do Presidente substituto do CNPq, Marcelo Morales e da Diretora de Cooperação Institucional do CNPq, Glenda Mezarobba; além da Vice-Presidente do Confap e Presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás, Maria Zaira; e representantes das FAPs do Distrito Federal, Piauí, Tocantins, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Maranhão, Rondônia, Rio de Janeiro, Sergipe, Ceará, Paraná, Pernambuco e Minas Gerais.

Com informações da Coordenação de Comunicação Social do CNPq