Fapesb lança seis editais no valor de R$ 34,8 milhões

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) lançou, nesta quinta-feira, seis editais no valor total de R$ 34.832.000,00 (trinta e quatro milhões, oitocentos e trinta e dois mil reais).

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) lançou, nesta quinta-feira, seis editais no valor total de R$ 34.832.000,00 (trinta e quatro milhões, oitocentos e trinta e dois mil reais). Nos últimos sete anos, a Fapesb lançou 189 editais e chamadas públicas, destinando R$ 543,8 milhões ao fomento de projetos de pesquisa científica e de inovação e apoiou cerca de 4.600 projetos. Confira os seis novos editais:

EDITAL 003/2015 – PROGRAMA INFRAESTRUTURA DE PESQUISA
Universidades, instituições de ensino e centros de pesquisa localizados na Bahia podem contar com o apoio da Fapesb para a implantação, ampliação, recuperação e modernização de sua infraestrutura física para pesquisa. Por meio do Programa de Infraestrutura de Pesquisa, a Fapesb busca o fortalecimento da pós-graduação stricto sensu no Estado, promovendo a melhoria dos laboratórios e a aquisição de equipamentos.
A Fapesb espera que os projetos a serem apoiados por este edital se desdobrem na criação de novos Programas de Pós-Graduação stricto sensu ou na melhoria dos seus conceitos nas avaliações da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes. Os projetos deverão ainda contribuir para a ampliação do conhecimento e das competências científicas do estado, estimulando o desenvolvimento de novas tecnologias.
O valor do Edital de Infraestrutura de Pesquisa é de R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais).

EDITAL 004/2015 – COOPERAÇÃO INTERNACIONAL
Para estimular a parceria entre pesquisadores brasileiros e estrangeiros, a Fapesb, por meio do Edital de Cooperação Internacional, apoia projetos de pesquisa conjuntos, que deverão ser desenvolvidos por pesquisadores doutores, vinculados a instituições de ensino superior ou de pesquisa, localizadas na Bahia, em parceria com pesquisadores estrangeiros, vinculados a instituições científicas e/ou tecnológicas sediadas no exterior.
O objetivo da Fapesb com este edital é contribuir para a formação de profissionais qualificados nas instituições baianas através da ampliação do número de doutores, pós-doutores e pesquisadores visitantes, o aumento do número de Cursos/Programas de Pós-Graduação e de ações institucionais de cooperação internacional.
Para este edital, a Fapesb disponibilizou R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais).

EDITAL 005/2015 – UNIVERSAL
A fim de apoiar projetos de pesquisa que contribuam de forma significativa para o desenvolvimento científico e/ou tecnológico do Estado da Bahia, em qualquer área do conhecimento, a Fapesb lançou o Edital Universal Fapesb. O edital segue os moldes do Edital Universal do CNPq e contempla três faixas. A Faixa A destina-se a jovens pesquisadores, que obtiveram o título dentro dos últimos 5 anos; a Faixa B é para pesquisadores em consolidação; e a Faixa C abrange os pesquisadores já consolidados.
O valor deste edital é de R$ 8.500.000,00 (oito milhões e quinhentos mil reais).

EDITAL 008/2015 – APOIO A PROJETOS DE PESQUISA PARA JOVEM CIENTISTA NO ESTADO DA BAHIA
Pesquisadores doutores recentemente formados podem contar com o apoio da Fapesb para o desenvolvimento de projetos de pesquisa. Por meio do edital de Apoio a Projetos de Pesquisa para Jovem Cientista, a Fapesb fomenta projetos propostos por doutores com até 5 anos de formação. O intuito da Fundação é estimular novos talentos, ampliando as competências científicas e/ou tecnológicas nas instituições de ensino superior localizadas no estado.
A Fapesb disponibilizou R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais) para este edital.

EDITAL 011/2015 – PROGRAMA DE BOLSAS DE MESTRADO E DOUTORADO
Fortalecer a Pós-Graduação no estado da Bahia é o principal objetivo deste edital. Por meio da concessão de bolsas de Mestrado Acadêmico ou Doutorado, a Fapesb visa contribuir para a formação de recursos humanos qualificados para pesquisa científica, tecnológica e inovação.
Para isso, foram disponibilizados R$ 10.332.000,00 (dez milhões, trezentos e trinta e dois mil reais), sendo R$ 9.360.000,00 da Fapesb e R$ 972.000,00 da CAPES.

EDITAL 013/2015 – APOIO A PROJETOS DE PESQUISA E PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO NA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TIC NO ESTADO DA BAHIA
Com este edital inédito, a Fapesb busca fortalecer a área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) no estado. O objetivo é fomentar projetos de pesquisa desenvolvidos por pesquisadores doutores, a fim de consolidar e ampliar as competências científicas e tecnológicas na área de TIC, nas instituições de ensino superior e de pesquisa, públicas ou particulares sem fins lucrativos, localizadas no estado da Bahia.
Para este edital, a Fapesb disponibilizou R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais).
Todos estes editais têm como objetivo, também, a formação de novos grupos de pesquisa, promovendo o fortalecimento da base de pesquisadores da Bahia e o incremento da produção científica baiana, na sua quantidade, diversidade e principalmente qualidade, em todas as áreas do conhecimento.

Clique aqui para conferir os editais.

Por: Ascom/Fapesb

Doença misteriosa é descoberta por pesquisadores baianos com apoio da Fapesb

Os pesquisadores Gúbio Soares e Silvia Sardi, do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Bahia (UFBA), descobriram um novo vírus que vem causando sintomas semelhantes aos da dengue e assustando a população baiana.

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Sintomas semelhantes à dengue têm acometido diversos moradores de Camaçari, Salvador, Feira de Santana e outros municípios.

Os pesquisadores Gúbio Soares e Silvia Sardi, do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Bahia (UFBA), descobriram um novo vírus que vem causando sintomas semelhantes aos da dengue e assustando a população baiana. O Zika Vírus foi identificado esta semana em amostras de sangue de pacientes de Camaçari, por meio de uma técnica chamada RT-PCR. A descoberta foi possível graças ao apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) que disponibilizou recursos através do Programa de Apoio à Pesquisa para o SUS (PPSUS).

Segundo Gúbio, o Zika Vírus causa um quadro muito parecido com o da Dengue, em que o paciente pode apresentar sintomas como febre, diarreia, dores e manchas no corpo. Porém, este novo vírus é mais fraco e os sintomas mais brandos: “Zika Vírus não é tão grave quanto Dengue ou Chikungunya, não leva o paciente à morte. O quadro parece alérgico, é mais tranquilo e o tratamento é o mesmo”, explica o pesquisador. Além destes sintomas, o paciente pode apresentar sinais de conjuntivite.

O Zika Vírus nunca foi detectado no Brasil ou na América Latina. Esta é uma descoberta inédita, muito importante para o país em termos científicos, mas também para tranquilizar a população: “Quando você dá um diagnóstico, o paciente já vai mais tranquilo para o hospital”, diz Gúbio. “É muito importante para nosso grupo ter descoberto este vírus pela primeira vez no Brasil, e isso graças ao apoio da Fapesb.”

O Zika Vírus é transmitido pela picada do mosquito aedes aegypti, aedes albopictus e outros tipos de aedes.

Por: Lorena Bertino – Ascom/Fapesb

Confira entrevista do diretor geral da Fapesb para a agência Ciência e Cultura

O novo diretor da Fapesb, Eduardo Santana de Almeida comenta sobre os planos e propostas da nova gestão e de sua experiência como pesquisador. Eduardo Santana é doutor em Ciência da Computação e professor adjunto da Universidade Federal da Bahia.

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O novo diretor da Fapesb, Eduardo Santana de Almeida comenta sobre os planos e propostas da nova gestão e de sua experiência como pesquisador. Eduardo Santana é doutor em Ciência da Computação e professor adjunto da Universidade Federal da Bahia.

Como você caracteriza o cenário baiano para a pesquisa?
Se observarmos os últimos anos, poderemos identificar uma importante melhora. Por exemplo, em 2000, a Bahia possuía 37 programas de mestrado, onde 32 deles estavam nas Federais. Em 2009, a Bahia já contava com 108 programas (58 nas Federais, 35 nas Estaduais e 15 nas Particulares), um aumento significativo. Por outro lado, em 1998, a Bahia contava com 14 Programas de Doutorado todos em instituições Federais. Em 2008, o estado já contava com 39 programas (33 nas Federais, 4 nas Estaduais e 2 nas Particulares).

Podemos associar a Bahia como grande polo de desenvolvimento de pesquisas? Se sim, como isso se constituiu?
Em algumas áreas temos um desempenho muito bom. Por exemplo, o único programa de pós graduação do norte/nordeste conceito 7 da CAPES é o de Saúde Coletiva da UFBA. Por outro lado, temos poucos programas com o conceito 6. Assim, precisamos melhorar em algumas áreas importantes. Por exemplo, em áreas estratégicas como: Computação, Física, Química e Matemática, não temos programas de excelência. Em Pernambuco, por exemplo, a UFPE tem conceito 6 para importantes cursos como Computação, Física e Química.

De que forma a sua gestão pretende contribuir nas áreas de pesquisa e inovação?
Acredito que devemos ter um maior foco em determinadas ações, em especial: os editais para bolsas de mestrado e doutorado, cooperação internacional, ações estratégicas na área de pesquisa para o estado visando o fortalecimento de competências já existentes e criação de novas áreas chaves, além de ações visando a interação entre empresas e universidades. Além disso, pretendemos acompanhar mais de perto essas ações com alguns indicadores para melhor entender o reflexo das mesmas.

Como está o andamento dos projetos, existirá alguma mudança? Há novos projeto e novos editais? Quais?
Estamos trabalhando duro para o lançamento dos novos editais. Temos algumas mudanças principais que estão alinhadas com o que comentei anteriormente: ajustamos todos os editais para dar uma maior flexibilidade aos pesquisadores com base em itens apoiados e exigências; lançaremos alguns editais em áreas estratégicas para o Estado e criaremos um edital no modelo do Edital Universal do CNPq.

Como é ter tido pesquisa financiada pela Fapesb no mestrado e agora retornar como diretor?
Uma satisfação muito grande. Algo como olhar para trás e pensar em toda a caminhada e ver que todo o esforço valeu a pena. Certamente, aquele apoio para o meu trabalho de mestrado foi de suma importância, pois me deu a possibilidade de focar só na minha pesquisa, uma vez que eu precisava de recursos para me manter fora do estado.

Quais as possibilidades de novas parcerias com as universidades?
Pretendemos manter algumas ações existentes e ajustar outras ao longo da gestão. Todos esses aspectos estão sendo analisados pela nossa equipe com o objetivo de contribuir com as universidades na busca pela excelência.

O que pretende fazer diferente da gestão de Roberto Lopes?
Se observamos as diferentes gestões da FAPESB, acredito que todos os diretores contribuíram de alguma forma. Na minha gestão, pretendo estabelecer o fomento estratégico com diferentes ações; aumentar a eficiência na condução dos processos administrativos trazendo redução significativa do trabalho dos pesquisadores; além de definir uma série de indicadores para a fundação. Os mesmos serão de fundamental importância para direcionamento e acompanhamento das ações estabelecidas.

Quais são os principais investimentos planejados para a sua gestão?
O fomento estratégico aos cursos de Pós Graduação visando a excelência acadêmica; o fortalecimento dos acordos de cooperação internacional; e o fomento à pesquisa e inovação em áreas estratégicas para o Estado.

O seu histórico com a Fapesb, inclusive como pesquisador, contribui de que forma para o seu trabalho atual?
Até Março deste ano, eu estava atuando como pesquisador e vice-coordenador da câmara de Engenharias e Computação, então eu entendo bem alguns problemas enfrentados pela comunidade cientifica. Assim, espero que ao fim da minha gestão, esses aspectos possam ser mitigados.
É possível que a crise federal impossibilite a realização desses projetos?
Certamente, o cenário de crise é preocupante. Assim, as nossas ações devem ser cuidadosamente planejadas para maximizar o uso dos recursos e o retorno das mesmas.

Pensando no atual momento do país, de crises financeiras, é possível que as áreas de ciência e tecnologia dos estados sejam afetadas?
Acredito que sim. No entanto, temos que buscar o diálogo com os diferentes atores envolvidos no processo para manter a “máquina” andando e em constante evolução.

Falando um pouco do nosso trabalho na Agência de Notícias em C,T&I – Ciência e Cultura, como a Fapesb estuda abarcar os projetos nas universidades que promovam a divulgação e a popularização da ciência de maneira mais profissional?
Acredito que através de editais para popularização da ciência, por exemplo. Existe a possibilidade disso para 2015.

Como fomentar uma aproximação entre escolas e as pesquisas científicas para que a ciência e a tecnologia façam parte do cotidiano de jovens e de cada vez mais brasileiros?
Esse aspecto é de fundamental importância e envolve outras entidades. No nosso caso, temos um constante diálogo com a Secretaria de Ciência Tecnologia e Inovação (SECTI) que trabalha também com ações desse tipo. A FAPESB tem também algumas ações específicas como editais que permitem a participação de alunos de escolas e iremos estabelecer uma maior aproximação com esse público. Mas, certamente, é algo que precisamos avançar muito e despertar desde cedo esse interesse nos jovens.

Secretário de C&T, Manoel Mendonça, fará palestra na Fapesb

No dia 07 de maio, o Secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Manoel Mendonça, estará na Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapesb) para falar sobre Cadeias do Processamento do Conhecimento no Estado da Bahia.

No dia 07 de maio, o Secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Manoel Mendonça, estará na Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapesb) para falar sobre Cadeias do Processamento do Conhecimento no Estado da Bahia. A palestra, promovida pela Academia de Ciência da Bahia, acontecerá no salão Lazareto da Fapesb, às 9h00. A entrada é gratuita e aberta ao público.

Palestra: Pensando Cadeias de Processamento de Conhecimento no Estado da Bahia
Data: 07 de maio de 2015
Horário: às 9h00
Local: Fapesb – Rua Professor Aristides Novis, 203, Colina de São Lázaro, Federação
Clique para ver o convite.
Por: Ascom/Fapesb

Seminário de Trabalho em Enfermagem é realizado em Salvador com apoio da Fapesb

Teve início ontem o 4º Seminário Internacional sobre o Trabalho em Enfermagem, promovido pela Associação Brasieira de Enfermagem (ABEn), que acontece até o dia 25 no Hotel Fiesta em Salvador-BA.

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Teve início ontem o 4º Seminário Internacional sobre o Trabalho em Enfermagem, promovido pela Associação Brasieira de Enfermagem (ABEn), que acontece até o dia 25 no Hotel Fiesta em Salvador-BA. O tema do evento é “A Precarização do Trabalho em Enfermagem” e o objetivo é aprofundar a discussão sobre as transformações do campo do trabalho em enfermagem determinadas pelo modo de produção capitalista a fim de provocar o surgimento de propostas de intervenções para as entidades politicamente organizadas. O Seminário está sendo realizado com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).

Durante a solenidade de abertura, as autoridades da área de enfermagem presentes enfatizaram o caráter político do evento e a importância de se discutir a valorização do profissional. Tânia Bulcão, presidente da ABEn Bahia, lembrou da seriedade do tema diante das atuais ameaças vindas do Congresso Nacional: “Escolhemos esse tema e discutir um assunto tão delicado, com todas as ameaças do momento, nos cai muito bem”.

Segundo ela, a presença de tantos profissionais de diferentes estados é um gesto de reconhecimento da relevância desta discussão. “Este é um evento político, técnico e científico, e espero que saiamos daqui transformados e sigamos firmes na luta pela defesa do nosso campo de trabalho”, disse.

Ângela Alvarez, presidente da ABEn Nacional, disse que é importante ter clareza sobre o valor do trabalho da enfermagem para toda a sociedade e que o Seminário Internacional sobre o Trabalho em Enfermagem tem oportunizado essa reflexão, articulando as diversas faces da profissão. Ela falou ainda sobre a necessidade de se garantir condições justas de trabalho para os enfermeiros, pois o número de profissionais por paciente nos centros urbanos brasileiros está aquém da necessidade da população, o que compromete o trabalho. “Não podemos deixar de nos colocar sobre nossos direitos e defender a saúde para todos”, afirmou.

Também fizeram parte da solenidade de abertura Maria Luisa Castro, presidente do Conselho Regional de Enfermagem da Bahia (COREN-BA), Lúcia Esther Duque, presidente do Sindicato de Enfermeiras e Enfermeiros do Estado da Bahia (SEEB), Heloniza Gonçalves Costa, Diretora da Escola de Enfermagem da UFBA, Marcos Brandão, diretor de Assuntos Profissionais da ABEn Nacional, Cristina Melo, coordenadora da comissão Científica do 4º SITEn, Valdirlei Castagna, diretor da Confederação Nacional dos Trabalhaores em Saúde (CNTS) e Félix Rígoli, representante da Organização Panamericana de Saúde no Brasil.

O evento seguiu na manhã desta sexta-feira com a Mesa Redonda “Precarização: implicações na formação e no trabalho em enfermagem”, coordenada por Maria Luisa.

Por: Lorena Bertino / Ascom-Fapesb

Fapesb apoia IV Seminário Enlaçando Sexualidades

De 27 a 29 de maio, a Universidade do Estado da Bahia (UNEB) promove o IV Seminário Enlaçando Sexualidades, em Salvador-BA. O evento tem como foco central temas que sugerem tensões, regras, normas, rupturas, emoções e biopoderes, tanto pelas interações face a face, quanto pelas relações institucionais.

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De 27 a 29 de maio, a Universidade do Estado da Bahia (UNEB) promove o IV Seminário Enlaçando Sexualidades, em Salvador-BA. O evento tem como foco central temas que sugerem tensões, regras, normas, rupturas, emoções e biopoderes, tanto pelas interações face a face, quanto pelas relações institucionais. O Seminário pretende discutir, caminhar e promover deslocamento em algumas das mais significativas experiências dos sujeitos contemporâneos, bem como em algumas das mais sapientes estratégias institucionais, quais sejam as moralidades, as famílias e a fecundidade.

No primeiro dia, o evento trará o Fórum de extensão universitária “Gênero e Sexualidades: Engajamento Político e Transformação Social”, seguido do Fórum “Corpo, Gênero e Sexualidade”. Neste, as mesas serão compostas por estudantes de pós graduação de diversas áreas (Ciências Sociais, Psicologia, Educação) envolvendo alunos de graduação. O intuito é promover o diálogo entre jovens pesquisadores de todo o país, que trabalhem com questões relacionadas ao tema. Nos demais dias, a programação conta com conferências e mesas redondas, que englobam diversos tópicos em torno da sexualidade.

O IV Seminário Enlaçando Sexualidades conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).

Para mais informações, acesse o site do evento.

Por: Ascom/Fapesb

Giro na ciência: A Apple abre pesquisa para desenvolvedores de aplicativos médicos

Pesquisadores da área médica estão empenhados em realizar descobertas que trazem mudanças para a vida de todos. Para isso, foi criado o ResearchKit, uma estrutura de software aberto de pesquisa que torna mais fácil para pesquisadores e desenvolvedores criarem aplicativos que possam revolucionar a medicina, com a possibilidade de transformá-la para sempre.

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Pesquisadores da área médica estão empenhados em realizar descobertas que trazem mudanças para a vida de todos. Para isso, foi criado o ResearchKit, uma estrutura de software aberto de pesquisa que torna mais fácil para pesquisadores e desenvolvedores criarem aplicativos que possam revolucionar a medicina, com a possibilidade de transformá-la para sempre.

O ResearchKit pode usar dados de iPhones dos participantes, incluindo acelerômetro, giroscópio, microfone e informações de GPS, e também pode acessar informações de saúde recolhidas por outros aplicativos e acessórios, desde que o usuário do iPhone queira participar do estudo e autorize a utilização de suas informações.

Apple Opens ResearchKit To Medical Research App Developers

Giro na Ciência – Cientistas criam câmera digital que gera sua própria energia

Câmeras digitais e painéis solares possuem em comum uma característica especial: ambos convertem a luz que captam em corrente elétrica. A diferença está no uso que os aparelhos fazem da corrente.

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Câmeras digitais e painéis solares possuem em comum uma característica especial: ambos convertem a luz que captam em corrente elétrica. A diferença está no uso que os aparelhos fazem da corrente. As câmeras medem a intensidade da luz que bate na lente, enquanto os painéis solares geram energia.

Um grupo de engenheiros da universidade de Columbia, em Nova York, decidiu usar essa característica em comum para criar uma câmera que gera sua própria energia. Ou seja: ela pode tirar fotos infinitamente, sem nunca precisar ser recarregada ou ter as pilhas trocadas.

A câmera é feita de sucata e foi apresentada nesta quarta-feira (15) em um congresso de fotografia computacional, a área da ciência que estuda como a computação pode revolucionar a arte de tirar fotos.

A máquina não consegue tirar as fotos ou gravar os vídeos mais bonitos do mundo. Mas essa nunca foi a intenção de seus criadores, que planejam usá-la como uma “prova de conceito”, ou seja, um modelo prático que possa provar um conceito estabelecido por uma pesquisa.

O que torna a câmera especial é seu sensor de imagem. Normalmente, esse componente registra a intensidade da luz que bate na lente da máquia usando milhões de fotodiodos, semicondutores que convertem a luz em corrente elétrica. Essa corrente, por sua vez, é codificada em forma de informações binárias, criando a foto digitalizada.

Na câmera da universidade de Columbia, os fotodiodos alternam constantemente entre o modo de converter luz em informação e de geração de energia, no qual a corrente elétrica carrega a bateria.

Com isso, se a câmera está em uma área com bastante claridade, ela pode tirar uma foto por segundo, indefinidamente, sem precisar ser carregada por uma fonte externa. Os cientistas que a criaram afirmam que essa é a primeira câmera que é inteiramente autoalimentada.

A ideia dos pesquisadores é usar a tecnologia para, no futuro, equipar a chamada “Internet das Coisas”, a rede de aparelhos conectados como fechaduras, eletrodomésticos e lâmpadas.

Fonte: Universidade de Columbia

Diretor geral da Fapesb visita FAPs

Nesta quinta-feira (16/04), o diretor geral da Fapesb, Eduardo Almeida, reuniu-se com o presidente da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap), Francisco César de Sá Barreto, no Ceará.

Nesta quinta-feira (16/04), o diretor geral da Fapesb, Eduardo Almeida, reuniu-se com o presidente da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap), Francisco César de Sá Barreto, no Ceará. Na manhã desta sexta-feira (17/04), Eduardo visitou a Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe), onde reuniu-se com o diretor científico, Paulo Cunha.

Além de conhecer as Fundações de Amparo e saber mais sobre seus programas de apoio, o objetivo das visitas foi verificar a possibilidade de firmar parcerias institucionais para a realização de ações conjuntas. Eduardo, que é da área de Ciência da Computação, aproveitou para conhecer os sistemas de informação utilizados pelas duas Fundações.
Para os próximos meses, estão previstas visitas a outras FAPs.

Por: Ascom/Fapesb