Edital do British Council em parceria com a Fapesb tem solenidade de premiação em Goiânia

O evento contará com a presença de todos os bolsistas selecionados, representantes da Embaixada Britânica, do British Council, além dos presidentes das Fundações. A solenidade de premiação acontece na próxima terça-feira, dia 18 de abril, às 8h, no Palácio das Esmeraldas, em Goiânia.

O Programa de Bolsas de Estudos de Mestrado para Grupos Sub-Representados na Ciência no Brasil, realizado por meio do British Council e co-financiado pelas Fundações de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB), Goiás (FAPEG), e Paraíba (FAPESQ/PB), contemplou dez candidatos de diferentes áreas para participar de um programa de mestrado no Reino Unido. A solenidade de premiação acontece na próxima terça-feira, dia 18 de abril, às 8h, no Palácio das Esmeraldas, em Goiânia.

O evento contará com a presença de todos os bolsistas selecionados, representantes da Embaixada Britânica, do British Council, além dos presidentes das Fundações. “A Fapesb entra como cofinanciadora desta iniciativa porque acreditamos que é preciso diminuir as desigualdades nos campos da ciência, tecnologia e inovação. A diversidade é um valor que possibilita agregar mais talentos a serviço do desenvolvimento do nosso estado”, afirma Lázaro Cunha, diretor-presidente da Fapesb.

Sob a linha de Professional Development & Engagement (PDE) do Fundo Newton, o programa busca fortalecer a participação de grupos sub-representados, como minorias étnicas e pesquisadoras de ciência e inovação no Brasil, além de influenciar mais práticas e políticas inclusivas. Ao todo, foram dez candidatos selecionados dos três estados, sendo que duas são baianas: Kivia Vieira, na área de geologia; e Tamiles Batista Silva, na área de nutrição.

De acordo com a estudante Tamiles Batista Silva as expectativas são as melhores possíveis. “Pretendo aproveitar ao máximo essa oportunidade única que me foi dada. O apoio da Fapesb foi essencial e mostra a preocupação com ciência e futuros pesquisadores da Bahia, criando alternativas e ferramentas para mudar uma realidade, através da educação e da ciência. Esse é só o começo, e acredito que esse apoio fomentará o desenvolvimento de pesquisas na inovação e tecnologia, criando novos sistemas que visem facilitar e levar a conhecimento para todos”.

Para a estudante, Kívia Vieira, explica que terá a oportunidade de desenvolver seu projeto de pesquisa em uma universidade renomada, aprimorar o inglês e aprender muito com alguns dos melhores profissionais do mundo. “São muitas as vantagens! Terei a oportunidade de fazer mestrado em uma universidade do Reino Unido, o que possibilitará o uso de todas as ferramentas que eu preciso no meu projeto de pesquisa. Tenho certeza que esta é uma oportunidade única e que me trará bons frutos no futuro”.

O programa conta com as seguintes etapas: curso de inglês e preparação para o exame IELTS, curso de inglês de verão no Reino Unido, mestrado integral no Reino Unido e atividades de disseminação de impacto (ações de compartilhamento das conclusões acadêmicas e experiências pessoais). Cada um dos selecionados receberá valores próximos a £40.000 (quarenta mil libras esterlinas), que cobrirá todos os custos das atividades acadêmicas.

SERVIÇO
Solenidade de Premiação do Programa de Bolsas de Estudos de Mestrado para Grupos Sub-Representados na Ciência no Brasil
18 de abril, às 8h.
Palácio das Esmeraldas – Salão Dona Gercina Borges Teixeira.
Na cidade de Goiânia, Goiás.

Especial Páscoa: Projeto financiado pela Fapesb estuda qualidade de amêndoas de cacau para a produção de chocolate

Os pesquisadores Carlyle Matos e Cilene Souza não só pensaram nisso, como desenvolveram o estudo “Caracterização, Avaliação e Customização da Qualidade de Amêndoas de Cacau de Variedades Clonais para Produção de Chocolate”, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), através do edital Apoio às Soluções Inovadoras para Lavoura Cacaueira.

Além de um feriado religioso, a Páscoa também é lembrada pelos chocolates. Amargo, ao leite, branco, com castanhas, sem lactose, meio amargo… são muitos os tipos que podemos encontrar por aí. E que todos eles são deliciosos, disso ninguém discorda. Mas você já parou para pensar nas misturas que estão por trás da fabricação de chocolates?

Os pesquisadores Carlyle Matos e Cilene Souza não só pensaram nisso, como desenvolveram o estudo “Caracterização, Avaliação e Customização da Qualidade de Amêndoas de Cacau de Variedades Clonais para Produção de Chocolate”, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), através do edital Apoio às Soluções Inovadoras para Lavoura Cacaueira.

“O trabalho buscou caracterizar e avaliar as propriedades físicas, físico-química, química e sensorial de diferentes variedades clonais de cacaueiro resistentes à vassoura-de-bruxa para estabelecer padrões de qualidade de amêndoas de cacau a serem utilizados na produção de chocolates finos univarietal ou de blends específicos”, afirma Carlyle.

A ideia do projeto partiu da observação de que o desenvolvimento de diferentes clones do cacaueiro resistente ao ataque da vassoura-de-bruxa e a abertura de novos mercados para produção de massa de cacau e chocolates especiais com qualidade diferenciada, dependia diretamente da qualidade de matéria prima. Os pesquisadores perceberam então a necessida¬¬de informações sobre a qualidade das sementes frescas e posteriormente das amêndoas fermentadas e secas de clones promissores.

Para Carlyle, o incentivo da Fundação foi essencial para o desenvolvimento do trabalho: “o apoio da FAPESB funcionou como aporte de recurso financeiro para aquisição de materiais, equipamentos, reagentes e pagamento de bolsista, contribuindo significativamente para o desenvolvimento das atividades do projeto, pois sem esse suporte o projeto não seria viabilizado”, afirma Carlyle.

Resultado: Bolsa de mestrado para grupos sub-representados na Ciência

Sob a linha de Professional Development & Engagement (PDE) do Fundo Newton, o programa de Bolsas de Estudos de Mestrado para Grupos Sub-Representados na Ciência no Brasil busca alavancar a participação de tais grupos nas áreas da ciência, bem como apoiar o ambiente científico e de inovação no país.

Diversidade e Inclusão na Ciência

Sob a linha de Professional Development & Engagement (PDE) do Fundo Newton, o programa de Bolsas de Estudos de Mestrado para Grupos Sub-Representados na Ciência no Brasil busca alavancar a participação de tais grupos nas áreas da ciência, bem como apoiar o ambiente científico e de inovação no país.

O objetivo desta chamada é a promoção de um programa de mestrado no Reino Unido, como uma experiência abrangente para fortalecer a participação de grupos sub-representados nas áreas de ciência e inovação no Brasil, como mulheres de minorias étnicas, além de influenciar mais práticas e políticas inclusivas.

Os parceiros cofinanciadores nesta iniciativa são as Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) dos estados brasileiros de Goiás (FAPEG), Paraíba (FAPESQ/PB) e Bahia (FAPESB).

Bolsistas selecionados

É com grande satisfação que anunciamos os candidatos contemplados nesta chamada:

Nome                                            Estado               Área de estudo
Ana Claudia de Melo Goncalves    PB                 Biology
Attyla Fellipe Sousa Lino                GO                 Engineering
Ayanda Dantas Silva                       GO                 Pharmacy
Cristina Camargo Pereira               GO                Nutrition
Douglas Xavier                                PB                  IT/ Business Technology
Isabelle Cristine da Costa              GO                 Biotechnology
Jéssica Vieira Teixeira                     GO                 Biology
Kivia Vieira                                       BA                 Geology
Lorena Cordeiro Lopes                  GO                 Biology
Tamiles Silva                                   BA                  Nutrition

Lista de espera:

Nome                                        Estado                  Área de estudo
Amanda Deus                            GO                       Social Communication
Diego Bonfim                             BA                       Medicine
Enoe Isabela Baía de Moraes  GO                       Psychology
Hiago Martins Borges               GO                       Engineering
Liliane Silva                                PB                        Psychology

Agradecemos a todos os interessados neste programa. Acompanhe nosso site e assine nossa newsletter para ser informado a respeito de novas oportunidades.

Para mais detalhes, veja o edital desta chamada, disponível na área de downloads no final desta página. Outras questões sobre o programa podem ser encaminhadas para o e-mail newton@britishcouncil.org.br

Veja mais!

Fonte: British Council

Doutoranda da UNEB recria Salvador do século XIX em programa 3D

O projeto, que é fruto da tese da pesquisadora, consiste em um programa de modelação em imagens em três dimensões (3D) que recria além do teatro, a região onde hoje está localizada a Praça Castro Alves (antiga Freguesia da Sé), no centro histórico da capital.

Passear pela Salvador do século XIX, conversar com populares e conhecer ícones políticos e artísticos da época se tornou possível para todos que possuem acesso a um computador com conexão a internet. Todas essas experiências são oferecidas pelo Museu Virtual Teatro São João da Bahia, projeto da doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Educação e Contemporaneidade (PPGEduC) da UNEB, Maria Antonia Lima Gomes.

O projeto, que é fruto da tese da pesquisadora, consiste em um programa de modelação em imagens em três dimensões (3D) que recria além do teatro, a região onde hoje está localizada a Praça Castro Alves (antiga Freguesia da Sé), no centro histórico da capital.

Para ter acesso ao software, basta entrar no site do museu virtual, verificar as especificações e requerimentos do sistema e baixar o arquivo executável, de acordo com o sistema operacional utilizado pelo usuário. Após iniciar o programa do museu virtual, o usuário precisa apenas mover o cursor do mouse e usar as setas do teclado para explorar toda a região disponível e promover interações com os personagens.

É possível dialogar com pessoas nas ruas e ícones históricos como o Imperador Dom Pedro II, o poeta Castro Alves, o maestro Carlos Gomes e cantor Xisto Bahia. O personagem pode ainda entrar no Teatro São João da Bahia e visualizar como aconteciam os bailes de máscaras da época.

O antigo espaço cultural foi construído em 1812, com referências do Teatro São João de Lisboa, em Portugal. O espaço soteropolitano foi o primeiro teatro brasileiro de grande porte, com capacidade para cerca de 2 mil pessoas.

Idealizadora do projeto, Maria Antonia Lima Gomes ressalta que o Museu Virtual Teatro São João da Bahia foi criado sem fins lucrativos. Após a defesa da tese de doutorado que culminou em sua produção, o programa se tornará de domínio público.

O software está em processo de atualização e já conta com mais de 1,7 mil acessos de 20 países. Todos os usuários podem deixar sugestões e colaborações, assim, o programa passará por ajustes para qualificar a proposta de ofertar uma abordagem sócio-construtivista com a modelagem 3D.

O trabalho acadêmico da pesquisadora é orientado pelo professor da UNEB Alfredo Matta e co-orientação do docente Lucas Robatto, da Universidade Federal da Bahia (Ufba). O museu virtual contou com a parceria da Sotero Tech.

Fonte: UNEB

Campus Party deve reunir 4 mil pessoas na Arena Fonte Nova

A capital baiana será palco, entre os dias 9 e 13 de agosto, de uma edição da Campus Party, evento tecnológico que completa 10 anos no Brasil, com edições em 20 países e planos de expansão para outras regiões do Brasil. Em Salvador, o evento acontecerá na Arena Fonte Nova, tendo como tema principal Inovação Produtiva e a expectativa de reunir 4 mil campuseiros, que contarão com internet de 20 gigabytes para aproveitar mais de 250 horas de atividades e conteúdo

A capital baiana será palco, entre os dias 9 e 13 de agosto, de uma edição da Campus Party, evento tecnológico que completa 10 anos no Brasil, com edições em 20 países e planos de expansão para outras regiões do Brasil. Em Salvador, o evento acontecerá na Arena Fonte Nova, tendo como tema principal Inovação Produtiva e a expectativa de reunir 4 mil campuseiros, que contarão com internet de 20 gigabytes para aproveitar mais de 250 horas de atividades e conteúdo; expectativa de atrair 30 mil visitantes, além de apresentação de projetos de instituições tecnológicas e de ensino, palestras, workshops, robótica, maratona de negócios, dentre outras atividades, e ainda instalação de 1.500 barracas para os participantes que chegam do interior e de outros estados do país.

O encontro, que reúne principalmente jovens com foco na tecnologia, tem a missão de entender como será o futuro e traz sempre cinco temáticas principais – Inovação, Ciências, Empreendedorismo, Criatividade e Entretenimento. Na Bahia, a edição do evento foi confirmada após a articulação do Governo do Estado, através do titular da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Vivaldo Mendonça, junto ao presidente da Campus Party, Francesco Farruggia.

Com a vinda do evento para Salvador, as secretarias do estado estão se articulando para o desenvolvimento de projetos que poderão ser apresentados durante a Campus Party. Na avaliação do governador Rui Costa, o acontecimento traz para Salvador a possibilidade de ampliação das perspectivas profissionais de jovens baianos e proporciona o estímulo à troca de ideias na área tecnológica. “É mais uma oportunidade para que jovens inseridos na tecnologia ampliem seus horizontes e interajam com os demais participantes. Só temos a comemorar a vinda de mais esse evento para a nossa capital”, afirmou o governador, na manhã desta segunda-feira (3), durante coletiva que acontece no Salão de Atos da Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, para apresentação do detalhes da realização do evento.

A primeira edição regional acontecerá em junho em Brasília e, em seguida, é a vez de Salvador sediar o evento. “Temos em torno de 500 mil campuseiros cadastrados em nossa plataforma e morando em diversas regiões do país. Vemos um enorme potencial a ser explorado, uma vez que a Campus Party fomenta iniciativas focadas em inovação”, explica Francesco Farruggia.

Sobre a Campus Party

A Campus Party é a maior experiência tecnológica do mundo. Realizada desde 1997, reúne jovens geeks em um festival de inovação, criatividade, ciência, empreendedorismo e universo digital. Desde a sua primeira edição, na Espanha, encontrou um público tão entusiasmado que cresceu e se internacionalizou passando a ter, a partir de 2008, e dições no Brasil, Inglaterra, Alemanha, Colômbia, México Equador, El Salvador, Cingapura, Itália, Portugal e Estados Unidos.

As comunidades acadêmicas e científicas, além dos coletivos ligados à tecnologia, já foram ativadas pela Campus Party e pelo Governo do Estado. Eles receberam com grande entusiasmo a notícia e já colaboram na construção do conteúdo do evento. Em 2017, a Campus Party Brasil completa dez anos de existência.

Fonte: SECOM BAHIA

Premiação valoriza pesquisadoras e cientistas baianas

Seis pesquisadoras são as vencedoras da primeira edição do prêmio ‘Bahia pela diversidade – Mulheres nas Ciências’, que foi realizado nesta quinta-feira (30), no Museu de Arte da Bahia, em Salvador. O prêmio, que valoriza a participação de mulheres em áreas da ciência ainda de predominância masculina, como as engenharias e ciências biológicas, tem como objetivo dar reconhecimento ao trabalho de cientistas que contribuem para o desenvolvimento da pesquisa e tecnologia no estado.

Para Blandina Viana, umas das pesquisadoras homenageadas, a premiação é uma ação afirmativa importante. “Além de um reconhecimento, primeiramente pessoal, por toda uma trajetória de trabalho, este prêmio é uma oportunidade de aproximar a academia da sociedade e de reconhecer o papel das mulheres nas ciências na Bahia. A gente espera que um prêmio como este estimule mais meninas a seguirem a carreira nas ciências”.

Para a secretária de Politicas para Mulheres, Julieta Palmeira, além de representar um passo em direção à igualdade de gênero nas ciências, a premiação também ajuda a impulsionar a trajetória de pesquisadoras mais jovens. “São tantas jovens talentosas precisando de reconhecimento. Este prêmio certamente vai ser um grande incentivo para que elas ganhem cada vez mais reconhecimento em suas áreas de atuação. E que continuem trazendo evoluções para nossa tecnologia”.

As vencedoras foram escolhidas por meio de consulta pública, realizada através do site da Fapesb. Além do troféu, elas receberam uma premiação em dinheiro nos valores de R$ 15 mil para duas pesquisadoras com pelo menos oito anos de experiência e R$ 5 mil para as quatro mais jovens. O prêmio é resultado de uma parceria entre a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), a Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM) e a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). A iniciativa tem como objetivo promover a diversidade no campo cientifico.

De acordo com o presidente interino da Fapesb, Lázaro Cunha, as próximas edições terão temáticas semelhantes. “O edital que deu origem a este prêmio integra um programa de apoio à diversidade. Esta edição teve como foco a participação de mulheres na ciência, para as próximas, a nossa ideia é que outros grupos que são sub-representados nas áreas da ciência, tecnologia e inovação sejam contemplados com essa premiação, como os indígenas, negros e membros do grupo LGBT”, afirma.

Fonte: Secom BA

Projeto apoiado pela Fapesb estuda as dificuldades enfrentadas por escritoras negras baianas

Apesar dos grandes avanços que as mulheres têm conquistado pela igualdade de gênero, ainda há muito caminho a ser percorrido. Principalmente no mercado editorial. Escritoras baianas e negras ainda enfrentam diversos obstáculos para publicação de suas obras. Foi o que identificou a pesquisadora Taise Campos no projeto “Modos de Produção, Publicação e Circulação de Obras de Escritoras Negras Baianas”, apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia.

Apesar dos grandes avanços que as mulheres têm conquistado pela igualdade de gênero, ainda há muito caminho a ser percorrido. Principalmente no mercado editorial. Escritoras baianas e negras ainda enfrentam diversos obstáculos para publicação de suas obras. Foi o que identificou a pesquisadora Taise Campos no projeto “Modos de Produção, Publicação e Circulação de Obras de Escritoras Negras Baianas”, apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia.

“O projeto parte da constatação da invisibilidade que atinge escritoras negras, advinda muitas vezes da dificuldade de publicação de suas obras e da pouca circulação destas. Assim, nos propomos a investigar como tais escritoras driblam, de alguma maneira, as “barreiras” impostas à produção, publicação e circulação de seus escritos, resistindo a interdições e silenciamentos de suas vozes”, afirma Taise.

O trabalho, que foi sua dissertação de mestrado, identificou que “a orientação patriarcal e hegemônica buscou destituir o lugar de fala das mulheres, mantendo-as longe do acesso ao conhecimento” e que as escritoras buscaram criar “linhas de atuação para fazer notáveis suas vozes dentro de uma sociedade modelada culturalmente pelo patriarcalismo, eurocentrismo e capitalismo”, destaca.

A invisibilidade das escritoras negras é um cenário que precisa ser revertido. O incentivo à leitura de autoras mulheres, o reconhecimento dessas escritoras e a divulgação de obras dessas mulheres são ações que podem contribuir para diminuição da desigualdade de gênero. Taise sugere que “é preciso que se criem aberturas às vozes de mulheres e negras em vários setores sociais, especialmente nas instituições educacionais, que se constituem fonte de formação literária para tantos sujeitos”.

Mês das Mulheres
Durante o mês de março, em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia realiza diversas ações para reconhecer e abrir espaço para as pesquisadoras de ciência, tecnologia e inovação. Dentre as iniciativas, estão a campanha #SerMulher, nas redes sociais, a entrega do prêmio Bahia Pela Diversidade – Mulheres nas Ciências e a produção de matérias com pesquisadoras que estudam questões de gênero e relacionadas às mulheres.

Edital Pappe Integração seleciona 56 propostas de empresas de micro e pequeno porte

Com o objetivo de apoiar o crescimento de empreendimentos baianos de micro e pequeno porte, o edital Pappe Integração, parceria da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) e Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), por intermédio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), selecionou 56 propostas dos 98 projetos inscritos no sistema da Fapesb.

Com o objetivo de apoiar o crescimento de empreendimentos baianos de micro e pequeno porte, o edital Pappe Integração, parceria da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) e Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), por intermédio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), selecionou 56 propostas dos 98 projetos inscritos no sistema da Fapesb.

O edital 008/2016 – Subvenção Econômica/Pappe Integração dispõe o valor de R$ 21 milhões para as áreas de comércio e serviço, biotecnologia, economia criativa, acessibilidade, saúde, segurança, games e combate ao Vírus Zika e ao mosquito Aedes Aegypti. Do total de 56 propostas selecionadas, 31 propostas são de empresas de porte micro e 25 de empresas de pequeno porte, dos setores de TIC´s, engenharias e saúde, dos municípios de Salvador, Ilhéus e Feira de Santana.

Segundo Alzir Mahl, Coordenador de Competividade Empresarial da Fapesb, o resultado preliminar é bastante significativo pelo número de empresas de micro e pequeno porte contempladas. “A Fundação mantém o firme propósito de apoiar a melhoria da competitividade das empresas baianas através da inovação tecnológica. Este apoio também é um indutor ao desenvolvimento sócio econômico da Bahia, pois existem empresas do interior sendo apoiadas”, destacou.

A próxima etapa conta com o prazo para apresentação de recurso administrativo por parte das empresas proponentes. Concluída essa fase, serão realizados os demais trâmites de visitas, análise de documentos para contratação e repasse dos recursos para as empresas aprovadas.

Consulte o resultado preliminar do edital 008/2016 – Subvenção Econômica/Pappe Integração aqui.

Capes recebe R$ 316 milhões para bolsas e eventos científicos

O Ministério da Educação (MEC) destinou na última semana um total de R$ 316 milhões para pagamentos da Capes

O Ministério da Educação (MEC) destinou na última semana um total de R$ 316 milhões para pagamentos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Esse recurso custeará aproximadamente 190 mil bolsas em diversos programas, além de apoiar a realização de eventos científicos e de atividades de pesquisa em programas estratégicos.
Cerca de R$ 182 milhões será para o pagamento de 90 mil bolsistas em diversas modalidades: mestrado, doutorado, pós-doutorado, professor visitante e professor sênior, além de iniciação científica, supervisão e do programa Idiomas sem Fronteiras. Também estão englobados neste valor pagamentos no âmbito dos programas de Apoio à Pós-Graduação (Proap), de Excelência Acadêmica (Proex) e de Doutorado Interinstitucional (Dinter).
Outros R$ 45,3 milhões permitirão o pagamento de 71.675 bolsas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid), 5.255 bolsas do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor) e 983 bolsas do Observatório da Educação.
Além disso, R$ 16 milhões serão repassados a 14 mil bolsistas da Universidade Aberta do Brasil (UAB) e 3 mil bolsistas de mestrados profissionais, enquanto R$ 2,5 milhões beneficiarão 2.212 participantes do programa Ciência sem Fronteiras. Está também garantido o pagamento de 2.327 bolsas dos programas tradicionais da Capes e o custeio de 129 projetos com o repasse de R$ 10 milhões.
Por fim, R$ 40,55 milhões custearão o pagamento de quatro contratos firmados com editoras que fornecem conteúdos à comunidade acadêmica por meio do Portal de Periódicos. Os demais R$ 19,9 milhões serão para despesas diversas, como as administrativas, com convênios e de capacitação, entre outras.
Fonte: Agência ABIPTI

SBPC e ABC pedem que restabeleça condição financeira da Fapesb

As entidades pedem que a situação financeira da Fapesb seja devolvida para “que a Bahia preserve sua infraestrutura de pesquisa e continue a elevar o padrão de sua produção científica e tecnológica”.

As entidades pedem que a situação financeira da Fapesb seja devolvida para “que a Bahia preserve sua infraestrutura de pesquisa e continue a elevar o padrão de sua produção científica e tecnológica”.

A SBPC e a ABC enviaram carta ao governador do Estado da Bahia, Rui Costa, alertando para a situação financeira crítica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb). Segundo o texto, as entidades apuraram que “desde o ano de 2015, a Fapesb vem arcando seus compromissos somente com o pagamento de bolsas – ou seja, todos os demais projetos e auxílios à pesquisa estão sem repasses. Com isso, as atividades científicas estão sendo comprometidas em todas as universidades do Estado, com a paralização – e, em muitos casos, perda – de projetos que vêm sendo desenvolvidos ao longo de anos”.

As entidades pedem que a situação financeira da Fapesb seja devolvida para “que a Bahia preserve sua infraestrutura de pesquisa e continue a elevar o padrão de sua produção científica e tecnológica”.

Leia aqui a carta completa.

Fonte: Jornal da Ciência