Academia de Ciências da Bahia e Fapesb promovem Simpósio com sugestões para ecossistemas baianos

A Academia de Ciências da Bahia – ACB e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia – FAPESB realizarão, nos dias 06 e 07 de maio, o evento “Simpósio Potencial de Desenvolvimento Agrícola Sustentável (Produção Vegetal e Produção Animal) e Sugestões de Linhas de Pesquisa”.

A Academia de Ciências da Bahia – ACB e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia – FAPESB realizarão, nos dias 06 e 07 de maio, o evento “Simpósio Potencial de Desenvolvimento Agrícola Sustentável (Produção Vegetal e Produção Animal) e Sugestões de Linhas de Pesquisa”. O evento tem como objetivo promover a geração de propostas que interessem ao Governo Estadual – comprometido com a elaboração do Plano de Desenvolvimento Sustentável para a Bahia – e também ao Estado e à sociedade civil, como contribuição aos debates no evento internacional Rio + 20.

A solenidade de abertura acontecerá no dia 06/05, às 18h e contará com a palestra do agrônomo, economista e professor da USP, Dr. José Eli da Veiga, com o tema “Desenvolvimento Agrícola Sustentável, uma Possibilidade Contemporânea”. No dia 07/05, o Simpósio estará organizado em cinco sessões sobre os ecossistemas do território baiano: Semiárido, com Manoel Abílio Queiroz (UNEB); Altitudes, com Abel Rebouças (UESB); Recôncavo, com Carlos Alfredo Lopes (UFRB); Litoral, Mata Atlântica e Cacaueira, com Rui Barbosa da Rocha (UESB); e Cerrado, com Fábio Gelape Faleiro (UNB). As palestras abordarão o potencial de desenvolvimento agrícola sustentável com foco em sugestões de linhas de pesquisa para os cinco ecossistemas.

As inscrições são presenciais no local do evento, que será no Hotel Marazul – Av. Sete de Setembro, nº 3937, Barra, Salvador. Para mais informações acesse o blog: simposiosobreagricultura.blogspot.com.br ou ligue (71) 3116-7654.

Fonte: ascom/fapesb

GIRO NA CIÊNCIA – A economia verde e a lâmpada de LED

Desenvolvimento sustentável e redução da pobreza são os dois temas principais da Rio+20, que vai acontecer na cidade do Rio de Janeiro daqui a dois meses.

Desenvolvimento sustentável e redução da pobreza são os dois temas principais da Rio+20, que vai acontecer na cidade do Rio de Janeiro daqui a dois meses. Sobre a pobreza, ninguém tem dúvida. Quem não vive nela ou convive com ela diariamente, pelo menos já ouviu falar. Mas o que esse desenvolvimento sustentável tem a ver com a nossa vida? Tudo. Ou mudamos a nossa relação com recursos como a água, a energia e o solo, ou teremos sérios problemas nesta e nas próximas gerações.

Um exemplo simples dessa convivência nem sempre pacífica são as velhas lâmpadas incandescentes. Elas desperdiçam energia, esquentam e poluem. Mas são baratas. Uma portaria do Ministério das Minas e Energia estabelece que elas sejam retiradas do mercado em 2016. Devem ser substituídas por modelos fluorescentes ou de LED, mais eficientes. Porém, mais caras. Mas será que elas são mesmo tão mais caras?

Uma lâmpada incandescente, comum, de 60W, custa cerca de R$ 2 em qualquer boa casa do ramo. Uma moderna de LED, com 12W, que tem a mesma luminosidade, custa R$ 70. Não dá para comparar. Certo? Errado. A boa e velha incandescente dura no máximo 1.000 horas, a de LED tem uma vida útil de 25.000 horas. Com isso, o preço relativo mudou. Já estamos falando de R$ 70 contra R$ 50.

Mas a grande diferença está no consumo de energia. Uma lâmpada de LED (Diodo Emissor de Luz) chega a consumir até 80% menos energia de que um modelo convencional. Ao longo das 25.000 horas, essa economia giraria em torno de R$ 220. Ou seja, a lâmpada incandescente que aparentemente custava só R$ 2, já está em R$ 270. Dois outros indicadores tornam a comparação ainda mais difícil para o modelo antigo. Mas estes são um pouco mais difíceis de mensurar.

Todas as vezes que acendemos as luzes das nossas casas estamos emitindo gases de efeito estufa e aquecendo o planeta. Esse aquecimento pode ser maior ou menor de acordo com a fonte de energia. Se for carvão, gás ou óleo será maior do que quando se usam fontes hidrelétricas, eólicas ou nucleares. No nosso exemplo, 25 incandescentes funcionando por 25.000 horas emitiriam 21 kg de CO2 a mais do que os modelos de LED.

Por fim, todas essas lâmpadas, de LED ou comuns, um dia param de funcionar e precisam ser jogadas no lixo. De preferência num lixo especial, recolhido pelas próprias empresas que fabricam. Umas são feitas de vidro, alumínio, tungstênio, latão, estanho e chumbo. As outras usam sílica, terras raras e fósforo. Mas tudo vai virar resíduo. Só que na hora de descartar, teremos 25 lâmpadas comuns e uma de LED. Será que estas são mesmo muito mais caras?

Fonte: O Globo

FAPESB reúne-se com NITs para discutir regulamentação da Lei de Inovação na Bahia

Aconteceu ontem, 25/04, na FAPESB, uma reunião para apresentar uma proposta de regulamentação da Lei de Inovação da Bahia, que contou com a presença de gestores e membros de Núcleos de Inovação e Tecnologia (NIT) do estado.

Aconteceu ontem, 25/04, na FAPESB, uma reunião para apresentar uma proposta de regulamentação da Lei de Inovação da Bahia, que contou com a presença de gestores e membros de Núcleos de Inovação e Tecnologia (NIT) do estado. Durante o encontro, que foi promovido pela Rede de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia da Bahia (REPITTEc) e conduzido pelo gestor do NIT da UESC, professor Gesil Amarante Segundo, o grupo analisou em detalhes a Lei nº 17.346/2008, discutindo seu conteúdo e sugerindo adaptações que tornem o texto mais claro e objetivo.

Segundo o prof. Amarante, é necessário passar por esse processo de modificação da lei, em que muitas coisas precisam ser alvo de regulamentação. O objetivo é diminuir a burocracia nos processos que envolvem trabalhos de cooperação entre universidades e empresas e fazer com que os pontos que já foram alvo de questionamento, inclusive dos próprios órgãos de controle das instituições, fiquem mais claras. “Estamos tentando limpar o terreno para que aquilo que está na lei seja exercitado. Assim não caminharemos para um futuro, um novo arcabouço, sem ter realmente testado o que foi pensado nessa Lei”, disse Amarante.

A Lei de Inovação permite novos investimentos na área de Ciência e Tecnologia no estado, além de uma maior aproximação entre as universidades e o setor produtivo. De acordo com Amarante, embora a inovação se confirme nas empresas, ela envolve inteligência para mudar a vida das pessoas. “Hoje, no Brasil, a maior reserva de conhecimento acumulado encontra-se nas instituições de Ciência e Tecnologia e não utilizá-las é um grande desperdício para a sociedade.” Para ele, é importante envolver os estudantes nos processos que têm ligação com a inovação, mesmo que embrionária, para que desde a graduação os alunos compreendam que o desenvolvimento da ciência e tecnologia contribui diretamente para o desenvolvimento econômico. “Hoje em dia a gente forma pessoas para nos substituir na academia, a gente não forma as pessoas para criarem empresas inovadoras que vão gerar riqueza e empregos. É preciso atacar isso na base que é na formação das pessoas” disse o professor.

Embora a Lei de Inovação seja voltada a instituições públicas do Estado da Bahia, participaram da reunião instituições federais e privadas, com representantes do SENAI, IFBA, Unifacs, INPI e UFRB, além da UEFS, UNEB, REPITTEc e FAPESB. Segundo a coordenadora do setor de Apoio ao desenvolvimento tecnológico e empreendedorismo da FAPESB, Vivian Alves, muitas coisas ainda não estão claras na Lei de Inovação e por isso é necessário que as instituições se reúnam para complementar e alinhar os pontos ainda subentendidos. “A regulamentação vai deliberar sobre casos que estão omissos ou pífios na lei, vai preencher as lacunas que estão em aberto e isso beneficiará não apenas as Instituições Científicas e Tecnológicas (ICT), mas a SECTI e a FAPESB na condução de suas políticas e programas”, disse.

A proposta do grupo é reunir-se periodicamente para propor melhorias à lei.

Fonte: ascom/fapesb

FAPESB lança livro “Projetos Inovadores” que reúne alguns dos principais trabalhos apoiados pela Fundação

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) lançou nesta semana o livro “Projetos Inovadores”, uma publicação que reúne alguns dos principais trabalhos realizados por empresas e pesquisadores baianos, com o apoio da Diretoria de Inovação (DI) da Fapesb.

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) lançou nesta semana o livro “Projetos Inovadores”, uma publicação que reúne alguns dos principais trabalhos realizados por empresas e pesquisadores baianos, com o apoio da Diretoria de Inovação (DI) da Fapesb. A publicação traz 40 projetos de inovação além de apresentar cinco incubadoras de empresa que recebem apoio financeiro da Fapesb.

Em 2007, a Fapesb implementou sua Diretoria de Inovação, tornando-se a pioneira dentre as Fundações de Amparo à Pesquisa na institucionalização do trabalho de apoio à inovação na forma de uma diretoria específica. Atualmente, a Diretoria de Inovação atua diretamente em três frentes específicas: apoio à melhoria da competitividade empresarial; apoio ao desenvolvimento científico, tecnológico e empreendedorismo; e apoio a tecnologias sociais e ambientais.

Os projetos estão inseridos nestas três frentes de apoio e englobam diversas áreas do conhecimento, como Tecnologia de Informações e Comunicação, Saúde, Energia, Petróleo, Agricultura, Educação, dentre outros. Há trabalhos engenhosos, como o aquecedor solar, da empresa Engecal, que utiliza um sistema de placas dinâmicas capazes de acompanhar a trajetória do sol e aumentar a captação de energia para aquecimento de água. Ou o Petrol-Pack, um equipamento compacto, móvel, capaz de explorar poços marginais de pequenas vazões.

Há, também, projetos voltados para a acessibilidade, como o os jogos desenvolvidos pelo pesquisador Xisto Lucas, do SENAI, que ajudam crianças com necessidades especiais a desenvolverem suas habilidades linguísticas, contribuindo para sua inclusão social. E ainda os projetos voltados para a educação em empreendedorismo, que ajudam comunidades carentes a desenvolverem seus próprios negócios, promovendo a sustentabilidade e a autonomia das famílias.

“Projetos Inovadores” foi concebido e realizado pela Fapesb com ajuda dos pesquisadores, como mais uma forma de prestação de contas, para que a população possa acompanhar de perto o trabalho de fomento que vem sendo realizado pela Fundação. Só neste ano, a Fapesb já lançou 14 editais com valor total de 32 milhões de reais e lançará, ainda este mês, mais quatro editais no valor total de 22 milhões. São eles: Edital de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico e à Inovação nas Universidades Estaduais; Edital de Educação para o Empreendedorismo; Edital de Apoio a Estudos de Cadeias Produtivas nos Espaços Territoriais do Estado da Bahia; e a segunda etapa do Edital PAPPE Integração.

Fonte: ascom/fapesb

Salvador recebe 5º Congresso de Biodiesel e 8º Congresso de Plantas Oleaginosas

Teve início na tarde da segunda-feira, 16/04, o 5º Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel, realizado simultaneamente ao 8º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel.

Teve início na tarde da segunda-feira, 16/04, o 5º Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel, realizado simultaneamente ao 8º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel. O evento, que acontecerá até o dia 19/04 é o principal evento técnico e científico da área de biodiesel e referência para as áreas de produção de plantas oleaginosas, óleos, gorduras e biodiesel. O tema central este ano é “Biodiesel, Inovação e Desenvolvimento Regional”.

Segundo o Presidente do evento, Prof. Pedro Castro Neto, o Estado da Bahia foi escolhido para sediá-lo este ano por sua importância para a cadeia produtiva do biodiesel, uma vez que envolve desde a produção agrícola até a produção e uso do biodiesel. Este ano, foram lançados nos congressos três livros com 882 artigos científicos, desenvolvidos por 700 instituições de pesquisa e ensino e mais de 2000 pesquisadores. “Esses congressos são um meio de integração de vários pesquisadores, desde a iniciação científica até o pós-doutorado, tornando-se uma alavanca para que ocorra inovação na área de biodiesel que é um combustível de uso recente na matriz de combustíveis do país”, disse Castro Neto.

Durante a solenidade de abertura, a professora Ana Lúcia Gabas apresentou seu livro Reologia na Indústria de Biocombustíveis, com o qual presenteou o Ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antônio Raupp e o Governador Jaques Wagner. O livro foi distribuído gratuitamente durante o evento. Na ocasião, foi feita ainda uma homenagem especial a Expedito de Sá Parente (in memorian), grande divulgador do biodiesel no Brasil e detentor da primeira patente brasileira de biodiesel. O Ministro Raupp entregou uma placa a Expedito Parente Júnior, filho do homenageado.

Segundo Raupp, as pesquisas cientificas e tecnológicas para viabilização de um programa de biosidesel estão contribuindo e afetando diretamente a questão social e ambiental do país. “Estamos investindo em um combustível renovável, portanto de grande impacto na questão da emissão de carbono no país”, disse. “Nós temos recursos tecnológicos inclusive para implementar com muito mais força o desenvolvimento de novas tecnologias para a ampliação de outros produtos e insumos, como mamona e babaçu, que podem ter impacto muito maior na produção da agricultura familiar com o uso da energia do biodiesel em nosso país”, completou.

O governador Jaques Wagner enfatizou o orgulho de recepcionar pela primeira vez os congressos no Nordeste. “A Bahia é a maior produtora de mamona do país, a segunda maior de algodão, a quinta maior de amendoim e a sexta maior de soja, portanto nós temos um leque muito largo das plantas que podem ser utilizadas na produção de biodiesel”, disse. O governador falou ainda sobre a situação de seca que acomete o sertão da Bahia e das consequências que a estiagem está trazendo para a região: “Praticamente 60% do nosso território está no semiárido. É a maior parte do semiárido brasileiro. Um dos maiores motivos por estarmos aqui nesse congresso é porque a Bahia tem 650 mil famílias vivendo da agricultura familiar, significa que 3 milhões e meio de baianos sobrevivem desta produção, baianos estes que estão sofrendo porque já perderam a safra do milho, do feijão em função da seca”.

Jaques Wagner cumprimentou o Diretor Geral da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB), Roberto Paulo Lopes e citou alguns projetos importantes que vêm sendo apoiados pela Fundação: “Temos tido surpresas superagradáveis. Inclusive várias pesquisas já estão à disposição. Podemos citar nesse sentido um scanner para deficientes visuais para leitura de livros e o desenvolvimento de um mecanismo para que aqueles que detêm Mal de Parkinson possam realizar tarefas simples e caseiras”. Ambos os projetos estão inseridos na publicação “Projetos Inovadores” lançado neste mês pela FAPESB.

O evento, que termina amanhã, está construído de forma a apresentar as principais tecnologias das diferentes áreas da cadeia produtiva e, para tanto, estão sendo realizadas palestras, mesas redondas, reuniões técnicas, simpósios e seminários.

Fonte: ascom/fapesb

Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia 2012 abre inscrições

A partir desta segunda-feira (9), tem início o período de inscrições para o Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia de 2012, com o tema principal “Inovação tecnológica na saúde”.

A partir desta segunda-feira (9), tem início o período de inscrições para o Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia de 2012, com o tema principal “Inovação tecnológica na saúde”. Estudantes e pesquisadores de todo o Brasil e dos demais países membros e associados do Mercosul (Argentina, Paraguai, Uruguai, Venezuela, Bolívia, Chile, Peru, Colômbia e Equador) devem enviar seus projetos até 9 de julho, por meio deste site .

Os trabalhos devem englobar a região Mercosul e se relacionar a prevenção, tratamento, desenvolvimento de vacinas, diagnósticos, medidas sanitárias e novas tecnologias biomédicas e farmacêuticas para: doenças de caráter infeccioso; encefalites; doenças endêmicas agudas e crônicas; doenças crônico-degenerativas e imunológicas; doenças neurológicas; doenças crônicas não transmissíveis.

A premiação abrange do ensino médio ao doutorado e é dividida em quatro categorias: Iniciação Científica – estudantes do ensino médio com idade até 21 anos, com ou sem orientação de professor (prêmio: US$ 2.000); Estudante Universitário – sem limite de idade, com ou sem orientador (prêmio: US$ 3.500); Jovem Pesquisador – graduados com até 35 anos (prêmio: US$ 5.000); Integração – equipes compostas por pesquisadores graduados em pelo menos dois dos países do grupo, sem limite de idade (prêmio: US$ 10.000).

A cerimônia de entrega do Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia deste ano será realizada no Brasil, em data e local a serem definidos. O prêmio foi criado pela Reunião Especializada em Ciência e Tecnologia (RECyT), é patrocinado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil (MCTI/Brasil) e apoiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/Brasil); pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco); pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC); pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação Produtiva da Argentina; pelo Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia do Paraguai; pelo Ministério de Educação e Cultura do Uruguai; e pelo Observatório Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação da Venezuela.

Histórico

O prêmio, criado em 1998, tem como objetivos: reconhecer e premiar os melhores trabalhos que apresentem contribuições para o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação; incentivar a realização da pesquisa científica e tecnológica e a inovação; e contribuir para o processo de integração regional entre os países membros e associados ao bloco. Nas oito edições anteriores, concorrentes brasileiros foram premiados em pelo menos uma das categorias.

Fonte: Portal MCTI

Pesquisadores contemplados no Edital de Apoio a Pesquisas Interdisciplinares assinam termo de outorga na FAPESB

Na tarde desta quarta-feira, 28/03, os pesquisadores contemplados no Edital 022/2011 – Apoio a Pesquisas Interdisciplinares – PROINTER compareceram à Fapesb para a assinatura do termo de outorga. Este Edital tem como objetivo apoiar atividades de pesquisas interdisciplinares de cunho científico, tecnológico e/ou inovação, financiando aquisição de equipamentos, instalação ou modernização da infraestrutura de pesquisa em instituições de ensino superior da Bahia.

Na tarde desta quarta-feira, 28/03, os pesquisadores contemplados no Edital 022/2011 – Apoio a Pesquisas Interdisciplinares – PROINTER compareceram à Fapesb para a assinatura do termo de outorga. Este Edital tem como objetivo apoiar atividades de pesquisas interdisciplinares de cunho científico, tecnológico e/ou inovação, financiando aquisição de equipamentos, instalação ou modernização da infraestrutura de pesquisa em instituições de ensino superior da Bahia.

Durante a reunião de assinatura, os contemplados receberam as orientações necessárias quanto às exigências para execução do dinheiro e prestação de contas de acordo com a legislação. A Assessora Chefe da FAPESB, Ana Oliveira, deu as boas-vindas aos pesquisadores e fez uma apresentação da Fundação seguida de uma introdução sobre o termo de outorga, onde constam todas as principais informações: “Vocês vão assinar um termo de outorga que é um documento publicado no Diário Oficial do Estado. Esse instrumento legal é responsabilidade de vocês, portanto leiam”, disse.

A assessora falou de questões cruciais no desenvolvimento do projeto, como os 60 dias de antecedência necessários para a solicitação de aditivo de prazo, os novos critérios de remanejamento, a diferença entre a prestação de contas técnicas e prestação de contas financeiras dentre outros.

Para este Edital a FAPESB disponibilizou o valor de R$ 1,3 milhão, sendo que cada projeto poderá receber no máximo R$ 75 mil. Ao todo, foram submetidos 123 projetos dos quais 18 foram contemplados.

Fonte: ascom/fapesb

Seminário discute mercado farmacêutico com especialistas mundiais em saúde, ciência e tecnologia

Aconteceu nesta segunda-feira, 26/03, no Bahia Othon Palace Hotel, em Salvador, o Seminário Internacional Tecnologia, Inovação e Equidade em Saúde – O mercado de Produtos Farmacêuticos.

Aconteceu nesta segunda-feira, 26/03, no Bahia Othon Palace Hotel, em Salvador, o Seminário Internacional Tecnologia, Inovação e Equidade em Saúde – O mercado de Produtos Farmacêuticos. O evento contou com a participação de palestrantes internacionais da área de saúde, como o professor de Organização Industrial Luigi Orsenigo, da Universidade de Brescia, na Itália; o Pesquisador Ismael Rafols, da Universidade de Sussex, no Reino Unido; a professora de Economia na Open University de Londres, Maureen Mackintosh; e a professora de Ciência e Tecnologia da Universidade de Sussex, Mariana Mazzucato. O seminário foi realizado pelo Instituto Nacional de Ciência, Inovação e Tecnologia em Saúde (CITECS), em parceria com o Programa Integrado de Economia, Tecnologia e Inovação em Saúde e com o Instituto de Saúde Coletica (ISC) da UFBA.

Durante a abertura do evento, o diretor geral da FAPESB, Roberto Paulo Machado Lopes disse que, embora a Bahia tenha avançado muito em termos de pesquisas científicas, ainda tem muito o que fazer na área de inovação: “É fundamental inserir a inovação nos nossos processos produtivos. Um evento como esse contribui muito no processo de rompimento da inércia institucional em relação à inovação nas empresas”, disse.

O superintendente de Assistência Farmacêutica, Ciência e Tecnologia em Saúde da Secretaria de Saúde da Bahia (SESAB) elogiou o tema escolhido para o evento: “Gostaria de destacar a felicidade de estar participando da abertura de um seminário que tem a equidade no seu tema central, a redução das desigualdades e o papel da tecnologia e inovação neste ponto em particular. Isso está escrito em nossos princípios, da luta pela saúde igual para todos, do desenvolvimento de nosso sistema único de saúde. A escolha do tema, portanto, foi muito feliz”.

Eduardo Mota, diretor do ISC, falou sobre a importância do evento para a troca de informações entre instituições e sociedade: “É difícil reunir a liderança das instituições mais importantes da área de saúde e da área de Ciência e Tecnologia como temos hoje aqui. É um momento importante para as instituições e para a sociedade e agradeço a todos que estão aqui trazendo informações de nosso interesse”.

Cada um dos palestrantes versou sobre um diferente tema dentro do mercado farmacêutico. O professor Orsenigo falou sobre os elementos que sustentaram a “idade de ouro” dos produtos farmacêuticos e a remodelação da indústria e seus vínculos com os cuidados de saúde em geral. Rafols focou na Rede de Conhecimento e as Bases Científicas para Inovação e Desenvolvimento em Saúde, explorando a dinâmica de P&D na indústria farmacêutica. A professora Mackintosh discorreu sobre o Acesso a medicamentos essenciais na África, relatando resultados de pesquisas sobre a produção local de medicamentos da Tanzânia, o acesso em áreas rurais e o acesso aos genéricos. Por fim, a professora Mazzucato falou sobre Mercados Financeiros e Ideias para a área de medicamentos.

Fizeram parte da mesa de abertura Eduardo Mota, diretor do ISC-UFBA; Manoel Barral Neto, diretor do CNPq; Alfredo Boa Sorte; superintendente de Assistência Farmacêutica, Ciência e Tecnologia em Saúde da SESAB; Robert Verhaine, Pró-Reitor de Ensino de Pós-Graduação da UFBA; Paulo Câmera, Secretário Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação; Roberto Paulo Machado Lopes, diretor geral da FAPESB; Sebastião Loureiro, coordenador do Programa de Economia da Saúde – PECS/ISC/UFBA; e Mittermayer Galvão dos Reis, pesquisador titular e diretor da Fundação Oswaldo Cruz.

Fonte: ascom/fapesb

Alunos da UNEB-Campus XI de Serrinha visitam a FAPESB

No último dia 15/03, a FAPESB recebeu a visita de alunos do curso de Administração da UNEB, Campus Serrinha.

No último dia 15/03, a FAPESB recebeu a visita de alunos do curso de Administração da UNEB, Campus Serrinha. Acompanhados pela professora Elizangela Junqueira, que leciona disciplinas como Metodologia do Trabalho Científico e Métodos e Técnicas em Pesquisa, os alunos receberam as boas vindas do Diretor Científico, Eduardo Boery, que ressaltou a importância de estimular a pesquisa científica na Universidade. Boery lembrou aos alunos que em 2011 a FAPESB aumentou substancialmente o número de bolsas de iniciação científica e que eles poderiam ser contemplados, com o auxílio dos professores.

O grupo de cerca de 25 alunos assistiu a uma apresentação da Assessora Chefe da Fundação, Ana Oliveira, sobre a estrutura organizacional da FAPESB e mais especificamente sobre os programas da Diretoria Científica. A Assessora Chefe lembrou que esta foi a primeira vez que a Fundação recebeu a visita de um grupo de universitários: “A vinda dos alunos foi importante para que eles pudessem saber em que programas da Fundação eles podem ser inseridos”, disse. Em seguida, Alzir Mahl, que coordena a área de apoio à competitividade empresarial, falou sobre a Diretoria de Inovação da FAPESB, suas coordenações, seus Editais e alguns projetos apoiados. Dentro dos Editais, Mahl enfatizou o Concurso Ideias Inovadoras, para o qual qualquer pessoa residente no Estado da Bahia pode submeter projeto. O Concurso tem uma categoria graduandos, que em 2011 premiou alunos da UNIFACS e da própria UNEB.

A visita prosseguiu com um passeio pelos setores da Fundação, onde os alunos puderam compreender o que acontece em cada um, como funcionam as diretorias, o programa de bolsas e conhecer um pouco mais da história da FAPESB. Segundo a professora Elizangela, a visita foi muito importante para que os alunos pudessem entender vários aspectos da pesquisa científica, tecnológica e de inovação e também sobre a área de administração: “O trabalho da Fundação, sério, eficaz e aberto à sociedade, motivou nossos alunos a buscarem ações que possam aproximar a UNEB- Campus XI da FAPESB”, afirmou a professora.

Segundo Boery, a visita dos alunos da UNEB deveria ser tomada como exemplo pelas demais Instituições de Ensino Superior da Bahia no sentido de ter um maior conhecimento das ações da FAPESB. “A Fundação busca sempre incentivar os alunos de graduação, através das bolsas de iniciação científica, a desenvolverem seu potencial para se tornarem futuros pesquisadores”, disse.

Fonte: ascom.fapesb

Governador Jaques Wagner recebe exemplar do livro Baía de Todos os Santos em evento da FAPESB

Em evento de lançamento de sete Editais da FAPESB, ocorrido no último dia 13/03, foi apresentada a segunda edição do livro Baía de Todos os Santos, que faz parte do Programa Baía de Todos os Santos da Fundação.

Em evento de lançamento de sete Editais da FAPESB, ocorrido no último dia 13/03, foi apresentada a segunda edição do livro Baía de Todos os Santos, que faz parte do Programa Baía de Todos os Santos da Fundação. O livro, organizado por Carlos Caroso, Fátima Tavares e Cláudio Pereira, é fruto de um trabalho de intensas pesquisas fundamentadas em investigação bibliográfica, trabalho de campo e análise de dados.

As pesquisas fomentadas pela FAPESB fazem parte de um projeto estruturante que envolve pesquisadores de diversas áreas voltadas ao desenvolvimento sustentável da Baía de Todos os Santos e à melhoria de vida de sua população. O primeiro volume do livro teve como foco os aspectos oceanográficos da Baía. A segunda edição, apresentada no evento, versa sobre os aspectos humanos, como formação histórico-cultural, economia, infraestrutura, transporte e desenvolvimento.

Segundo o diretor geral da FAPESB, Roberto Paulo Machado Lopes, o objetivo do livro é aprimorar os conhecimentos sobre a Baía de Todos os Santos, que auxiliará na construção da ponte Salvador-Itaparica. “É preciso conhecer a Baía para que se tenha uma intervenção mais efetiva e com maior eficiência do estado.” No evento, foi lançado um Edital de Apoio a Projetos de Pesquisa e Articulação em Rede para as Baías da Bahia, que visa ampliar e difundir conhecimentos para encontrar soluções de problemas e promover o desenvolvimento sustentável desta região. “Não só o edital como também o livro subsidiam a intervenção do estado na construção da ponte”, disse Roberto Paulo.

Fonte: ascom.fapesb