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Chamadas públicas apoiam pesquisa em todas as áreas do conhecimento, fixação de doutores, soberania alimentar, inteligência artificial para a gestão pública e publicação de livros O Governo da Bahia deu mais um passo para fortalecer o ecossistema estadual de ciência, tecnologia e inovaçã

A divulgação científica ganhou protagonismo na Bahia nesta terça-feira (30), durante a cerimônia de entrega da primeira edição do Prêmio Bahia Faz Ciência de Jornalismo. Promovida pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) e pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e I

Encontro reuniu pesquisadores para apresentação de resultados parciais de iniciativas apoiadas pelos editais Agricultura Familiar I e Ciência na Mesa 1 A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) realizou, nos dias 20 e 21 de maio, o Seminário de Acompanhamento e Avaliação d
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A UNEB, por meio do Colegiado de Ciências Biológicas do Departamento de Educação (DEDC) do Campus VII, realiza o II Simpósio Micológico do Semiárido, entre os dias 26 e 29 de setembro de 2015, em Senhor do Bonfim – BA.

Embalagens biodegradáveis, obtidas a partir da adição de nanocristais de celulose a polímeros feitos com amido e quitosana – fibra produzida a partir do esqueleto de crustáceos como camarão, caranguejo e lagosta – ,poderão se tornar uma vantagem competitiva relevante para as exportações baianas de mangas na forma fresh-cut, ou seja, sem casca e sem caroço, para o mercado internacional.

O presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), Eduardo Santana de Almeida, proferiu palestra na manhã da última terça-feira (04/08) sobre o cenário atual da Fundação e as perspectivas para o futuro. Para uma plateia cheia, que contou com a presença da comunidade acadêmica, pesquisadores, quadro de funcionários da Fapesb e estudantes universitários, Eduardo apresentou os números da Fapesb e falou sobre as dificuldades atuais.
O mercado de nanotecnologia está em franca expansão no mundo, com a descoberta de novos métodos e aplicações para os produtos desenvolvidos por meio desta técnica. O Brasil ainda não é uma das potências do ramo, mas produz pesquisas inovadoras sobre as utilizações desta tecnologia.

Nossos ossos são estruturas sólidas, pouco flexíveis, que possuem uma capacidade de auto remodelação. Mas, a medida em que envelhecemos, eles se desgastam naturalmente, tornando-se mais rígidos e propensos a fraturas. Além disso, golpes e impactos violentos também podem quebrar os ossos. Acidentes de carro, ferimentos por armas de fogo ou quedas são algumas situações que costumam causar defeitos críticos nos tecidos ósseos.

Já pensou em abastecer o seu carro com um combustível feito do mel de abelha? O apicultor Luiz Jordans Ramalho Alves decidiu dar uma utilidade para o mel que era descartado da fábrica por não passar pelo controle de qualidade. Desde 2011, ele estuda uma forma de zerar o desperdício, já que são descartados cerca de 11 kg de mel por mês.

Através do Institut des Sciences de l’Information et de leur Interactions da França, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), em parceria com o Institut National de Recherche en Informatique et Automatique (IRIA) e o Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS), lança o Edital N° 019/2015 – Cooperação Internacional FAPESB/INRIA/INS2i – CNRS.