Edital 004/2014 – Participação em Eventos Científicos e/ou Tecnológicos em Território Internacional (Maio,Junho e Julho)

Em resposta ao Edital FAPESB 004/2014 – Participação em Eventos Científicos e/ou Tecnológicos no Exterior – Etapa 01, a FAPESB recebeu 39 (trinta e nove) propostas. Dessas, 35 (trinta e cinco) foram enquadradas, sendo 24 (vinte e quatro) aprovadas, totalizando um montante de R$ 124.551,06 (cento e vinte e quatro mil, quinhentos e cinquenta e um reais e seis centavos), atendendo a 100 % da demanda qualificada.

Edital 004/2014 – Participação em Eventos Científicos e/ou Tecnológicos em Território Nacional (Maio,Junho e Julho)

Em resposta ao Edital FAPESB 004/2014 – Participação em Eventos Científicos e/ou Tecnológicos em Território Nacional – Etapa 01, a FAPESB recebeu 03 (três) propostas sendo 02 (duas) na Faixa 1 (pesquisadores consolidados) e 01 (uma) na Faixa 2 (pesquisadores em fase de consolidação). Todas as propostas foram enquadradas e 02 (duas) foram aprovadas, totalizando um montante de R$ 2.839,80 (dois mil, oitocentos e trinta e nove reais e oitenta centavos), atendendo a 100% da demanda qualificada.

Edital 003/2014 – Apoio à Organização de Eventos Científicos, Tecnológicos, de Inovação e/ou Empreendedorismo (Etapa 2: Eventos de Setembro a Dezembro de 2014)

Em resposta ao Edital 003/2014 – Apoio à Organização de Eventos Científicos, Tecnológicos, de Inovação e/ou Empreendedorismo (Linha 01 – Organização de Eventos Científicos e/ou Tecnológicos), a serem realizados no período de setembro a dezembro de 2014 (Etapa 02), a FAPESB recebeu 99 (noventa e nove) propostas, em uma demanda bruta de R$ 2.036.073,59 (dois milhões, trinta e seis mil, setenta e três reais e cinquenta e nove centavos). Dessas, 89(oitenta e nove) foram enquadradas, sendo 66(sessenta e seis) classificadas e beneficiadas, 14(quatorze) classificadas não beneficiadas por limitação orçamentária do Edital, 09 (nove) não classificadas e 10(dez) não enquadradas.

Edital 003/2014 – Apoio à Organização de Eventos Científicos, Tecnológicos, de Inovação e/ou Empreendedorismo (Etapa 1: Eventos de Maio a Agosto de 2014)

Em resposta ao Edital 003/2014 – Apoio à Organização de Eventos Científicos, Tecnológicos, de Inovação e/ou Empreendedorismo (Linha 01 – Organização de Eventos Científicos e/ou Tecnológicos), a serem realizados no período de maio a agosto de 2014 (Etapa 01), a FAPESB recebeu 31 (trinta e uma) propostas, em uma demanda bruta de R$ 602.012,22 (seiscentos e dois mil, doze reais e vinte e dois centavos). Dessas, 29 (vinte e nove) foram enquadradas, sendo 27 (vinte e sete) classificadas, 02 (duas) não classificadas e 02 (duas) não enquadradas.

Edital 002/2014 – Apoio à Formação e Articulação de Redes de Pesquisa Ambiental no Estado da Bahia

Em resposta ao Edital FAPESB/SEMA Nº 002/2014 – Apoio à Formação e Articulação de Redes de Pesquisa Ambiental no Estado da Bahia, foram submetidas 38 (trinta e oito) propostas nos padrões estabelecidos. Dessas, 10 (dez) foram não enquadradas e 28 (vinte e oito) foram enquadradas, sendo que 17 (dezessete) foram classificadas e apoiadas, 04 (quatro) classificadas e não contratadas por limitação de orçamento e 07 (sete) não classificadas. Foram comprometidos no Edital R$ 3.620.692,03 (três milhões, seiscentos e vinte mil, seiscentos e noventa e dois reais e três centavos).

Pesquisa apoiada pela Fapesb é publicada em renomada revista científica do Reino Unido

Um grupo de pesquisa do Laboratório de Bioquímica e Química de Microrganismos (LBQM), no Instituto de Química da Universidade Federal da Bahia (UFBA), juntamente com pesquisadores do Instituto de Física da UFBA e do Departamento de Ciências Exatas e da Terra da UNEB (Campus Salvador), desenvolveu, com o apoio da Fapesb, um projeto de criação de microtubos metálicos que imitam a forma de microrganismos.

Um grupo de pesquisa do Laboratório de Bioquímica e Química de Microrganismos (LBQM), no Instituto de Química da Universidade Federal da Bahia (UFBA), juntamente com pesquisadores do Instituto de Física da UFBA e do Departamento de Ciências Exatas e da Terra da UNEB (Campus Salvador), desenvolveu, com o apoio da Fapesb, um projeto de criação de microtubos metálicos que imitam a forma de microrganismos. Os resultados da pesquisa foram publicados na revista eletrônica Biomaterials Science, editada pela prestigiosa Royal Society of Chemistry, a maior agência não governamental de suporte para educação em química do Reino Unido.
Os pesquisadores utilizam o conceito de biomimética e biomimetismo, que consiste em usar estruturas produzidas pela natureza, de forma a imitar suas propriedades ou formas. Fungos filamentosos são cultivados em soluções contendo nanopartículas de ouro que, por sua vez, são assimiladas na parede celular do microrganismo. No fim, são produzidas as chamadas “células ciborgues”, termo científico novo que significa: células modificadas com nanomateriais que podem desempenhar funções completamente diferentes de sua especialização original.
O professor dr. Marcos Malta, coordenador do projeto, explica: “Utilizamos esses fungos ‘ciborgues’ como molde para produção de microtubos de ouro através de um simples tratamento térmico. O mais interessante nesse trabalho é que os microtubos produzidos retém a forma morfológica das células originais”. Segundo dr. Malta, esses microtubos metálicos podem ter importantes aplicações no futuro na área de eletroquímica, eletroanalítica e desenvolvimento de sensores.
Malta lembra que o projeto é financiado exclusivamente pela Fapesb, através do Edital Pronem: Programa de apoio a Grupos Emergentes e do Edital Pronex: Programa de Apoio a Núcleos de Excelência. Além disso, todo o trabalho foi desenvolvido na Bahia, com pesquisadores de instituições baianas. “Sem dúvida, esse trabalho demonstra que podemos fazer ciência de qualidade e impacto aqui na Bahia. A área de biomateriais ainda é incipiente no Brasil e estamos trabalhando para tornar Salvador um centro de pesquisa de alta qualidade nessa área”, diz dr. Malta.
O artigo, publicado como “communication” na revista eletrônica Biomaterials Science, pode ser acessado livremente através da página da revista ou diretamente neste link.
Por: Lorena Bertino – Ascom Fapesb
Foto: Microtubos de ouro obtidos do fungo Aspergillus niger

FAPESB participa de parceria Brasil-Reino Unido de apoio à pesquisa e inovação no País

O governo do Reino Unido anunciou o lançamento de uma parceria com o Brasil que deverá injetar cerca de R$ 200 milhões em projetos colaborativos de pesquisa científica e inovação tecnológica no País pelos próximos três anos.

O governo do Reino Unido anunciou o lançamento de uma parceria com o Brasil que deverá injetar cerca de R$ 200 milhões em projetos colaborativos de pesquisa científica e inovação tecnológica no País pelos próximos três anos.
Metade desse dinheiro virá de um fundo criado no início deste mês pelo governo britânico, no valor de $375 milhões de libras esterlinas (cerca de R$ 1,4 bilhão), dedicado a apoiar o desenvolvimento de países emergentes por meio de investimentos em ciência e tecnologia. A outra metade virá de agências de fomento brasileiras, que se comprometeram a dar uma contrapartida de igual valor a cada libra investida no País.
Quinze nações emergentes serão beneficiadas pelo fundo britânico, batizado de Fundo Newton, incluindo China, Índia e África do Sul. O Brasil receberá $27 milhões de libras (cerca de R$ 100 milhões), divididos em três parcelas anuais de $9 milhões de libras (R$ 33 milhões) cada.
Por enquanto, apenas um terço da contrapartida brasileira está garantida, graças a uma parceria com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), que se comprometeu a investir “no mínimo” $3 milhões de libras (R$ 11 milhões) por ano nos próximos três anos. Os outros dois terços estão sendo negociados com agências de fomento federais e outros eventuais parceiros.
“Mais importante do que o dinheiro investido são as parcerias que isso gerar”, disse ao Estado o presidente da Confap, Sergio Luiz Gargioni. Todos os projetos submetidos ao fundo deverão ser desenvolvidos em parceria por pesquisadores e/ou empresas do Brasil e do Reino Unido. A expectativa é que a primeira chamada para submissão de propostas seja lançada nos próximos dois meses. Os recursos poderão ser usados tanto para bolsas quanto para projetos de pesquisa acadêmica ou de inovação tecnológica na indústria.
Prioridades. Ainda que seja uma parceria com investimentos iguais dos dois lados, o objetivo, segundo representantes do Consulado-Geral Britânico em São Paulo, é beneficiar o Brasil, e os projetos deverão ser voltados para a solução de problemas brasileiros. Os grandes temas de pesquisa selecionados para o programa são segurança alimentar, transformação urbana, bioeconomia e doenças negligenciadas.
“O Reino Unido é um líder mundial na colaboração no campo de pesquisa científica internacional e vê muitos ganhos em parcerias com países como o Brasil, que tem demonstrado um avanço acelerado no investimento em ciência e inovação e está posicionado para ser uma das potências científicas do futuro”, afirmou, em nota divulgada pelo consulado, o ministro das Finanças do Reino Unido, George Osborne, que participou de um evento de celebração do acordo com o Brasil na Universidade de São Paulo (USP) na manhã de quinta-feira (10).
Além de Gargioni, representando as Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs), participaram do evento o reitor da USP, Marco Antonio Zago, e os presidentes do CNPq, Glaucius Oliva, e da Capes, Jorge Guimarães.
Internacionalização. A parceria com o Reino Unido deverá ajudar a reduzir uma das principais limitações do desenvolvimento científico-tecnológico do Brasil, que é a baixa internacionalização de suas pesquisas – algo que afeta diretamente a qualidade e o impacto da ciência produzida no País, assim como a posição das universidades brasileiras nos rankings internacionais.
“Temos uma clara visão de que parcerias internacionais ajudam e melhoram a qualidade dos nossos projetos de pesquisa”, disse ao Estado o presidente da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe), Diogo Simões. “A participação das FAPs nessa iniciativa será muito importante para descentralizar os investimentos do fundo. É uma missão estratégica para nós aumentar esse nível de cooperação.”
Por: Herton Escobar / O Estado de S. Paulo

Edital 011/2014 – APOIO À FORMAÇÃO E ARTICULAÇÃO DE REDES DE PESQUISA NO ESTADO DA BAHIA

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia – FAPESB torna público o Edital Nº011/2014 e convoca pesquisadores vinculados às instituições de pesquisa e desenvolvimento e/ou de ensino e pesquisa, públicas ou particulares, sediadas no Estado da Bahia, a apresentarem propostas para o fomento de projetos de pesquisa científica e tecnológica.

Desenbahia passa a financiar projetos de inovação

INOVACRED é a nova linha de financiamento que a Desenbahia lança quinta-feira (10). O objetivo é financiar projetos de investimentos em inovação visando maior competitividade de micros, pequenas e médias empresas. Segundo seu presidente, Vitor Lopes, a Desenbahia passa a atuar como repassadora do Programa Inovacred da FINEP, com envolvimento direto de secretarias estaduais (Sefaz, Secti e SICM), instituições do sistema FIEB, além da FAPESB e do SEBRAE.

INOVACRED é a nova linha de financiamento que a Desenbahia lança quinta-feira (10). O objetivo é financiar projetos de investimentos em inovação visando maior competitividade de micros, pequenas e médias empresas. Segundo seu presidente, Vitor Lopes, a Desenbahia passa a atuar como repassadora do Programa Inovacred da FINEP, com envolvimento direto de secretarias estaduais (Sefaz, Secti e SICM), instituições do sistema FIEB, além da FAPESB e do SEBRAE. Trata-se de um marco importante de reforço na política estadual de inovação. O volume inicial de recursos chega a R$ 80 milhões.
A linha INOVACRED Desenbahia pode financiar projeto de inovação entre R$ 150 mil reais e R$ 10 milhões de reais, com juros reduzidos de 3,5% ao ano, e prazo de até 96 meses. O objetivo é estimular as empresas na introdução de novos produtos, processos, serviços, marketing e até mesmo novo método organizacional. Assim, a linha financia equipamentos e instrumentos, matérias-primas, material de consumo, aquisição de tecnologia, patenteamento e licenciamento, treinamentos, softwares customizados. Em casos especiais, a linha viabiliza a instalação de empresas no Parque Tecnológico da Bahia.
Segundo João Paulo Rodrigues Matta, Analista de Desenvolvimento da Desenbahia, o INOVACRED oferece ao empresariado baiano uma linha de crédito inédita no mercado e representa um avanço no sistema governamental de inovação. Principalmente porque atua em parceria com instituições interessadas na propagação da cultura da inovação, incluindo as universidades, associações e órgãos de classe. Entre os setores prioritários estão biotecnologia, fármacos, nanotecnologia, biocombustíveis, energia alternativa, transporte, games e audiovisuais.
REVISTA DESENBAHIA – A apresentação da nova linha de financiamento vai ocorrer na mesma solenidade de lançamento da 19ª Revista Desenbahia, publicação acadêmica, no auditório da Agência de Fomento (10/04), às 14h30. Da programação consta palestra sobre “Inovação como vetor de transformação do negócio”, a cargo de Rafael Lucchesi, Diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e dirigente do Sesi e Senai. O evento é aberto.
Por: Thiago Ribeiro de Souza/Desenbahia