FAPESB apoia evento da UNEB sobre Caminhos para a Prosperidade na SNCT

Com apoio da FAPESB, a Universidade do Estado da Bahia (UNEB) realizará, na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), a exposição “Caminhos para a Prosperidade”.

Com apoio da FAPESB, a Universidade do Estado da Bahia (UNEB) realizará, na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), a exposição “Caminhos para a Prosperidade”. O evento será composto pela apresentação de ações desenvolvidas pela UNEB, através do Núcleo de Educação Especial NEDE, da Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares ITCP e da Incubadora de Empreendimentos Econômicos Solidários INCUBA. As ações contribuem para a inclusão social, a promoção do desenvolvimento humano, a preservação ambiental e a geração de riquezas.

Durante a exposição, serão apresentados elementos que estimulem a reflexão sobre os conceitos de economia verde, sustentabilidade e pobreza. O tema da SNCT será apresentado em quatro seções:

– Para além da diminuição da emissão de carbono
Apresentação da bicicleta de bambu; pesquisas acadêmicas que mostram as vantagens ambientais da utilização do bambu, lembrando ao público a existência de outros materiais que podem atender as necessidades atuais e futuras; reflexões sobre os custos econômicos, de saúde e ambientais, causados pelos engarrafamentos nas grandes cidades; o projeto bicicleta escola, da Prefeitura de São Paulo, e outras experiências que aliam tecnologias verdes com melhoria da qualidade de vida e da convivência humana.

– De mãos dadas
Apresentação de tecnologias sociais desenvolvidas pela Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares – ITCP, que aliam estratégias de inclusão socioeconômica com a produção de novas tecnologias; pão enriquecido com farinha de semente de abóbora parceria com a COOFE – Cooperativa Múltipla Fontes de Engomadeira, e com o Centro de Saúde e Departamento de Ciências da Vida; e a telha de sisal-cimento desenvolvida com a COOPERJOVENS.

– Ampliando horizontes
Apresentação do trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Educação Especial NED de tecnologias assistivas, do percentual da população com deficiência, por tipo de deficiência e dos tipos de ajuda disponíveis, de acordo com a ISO 9.999.

– Uma visão mais ampla da riqueza
Apresentação do El Sistema, ação nascida na Venezuela, em 1975, por iniciativa do Maestro José Antônio Abreu, consagrada ao resgate pedagógico, ocupacional e ético da infância e da juventude, mediante a instrução e a prática coletiva de música, dedicada à capacitação, prevenção e recuperação dos grupos mais vulneráveis do país, tanto por suas características etárias como por sua situação socioeconômica. O El Sistema já formou mais de 300 mil músicos na Venezuela e hoje é reconhecido mundialmente, tendo inspirado a implantação de iniciativas similares em 25 países, entre eles o Brasil, com o NEOJIBA – Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, que neste ano comemora seus 5 anos de existência.

Neste ano, a UNEB visa estimular, via divulgação na WebTV Uneb e outros meios, a participação dos estudantes da Universidade do Estado da Bahia e de outras universidades e centros de ensino superior. Para a coordenadora do projeto, Zélia Maria Fajardini, mostrar estas ações é incentivar as pessoas a refletirem sobre seus modos de vida e a relação com outros modos de vida. Ao mesmo tempo, estimula as pessoas a conhecerem ações desenvolvidas no Estado da Bahia, levando-as a refletir sobre conceitos mais amplos e a se inserirem na busca da melhoria da qualidade de vida.

A exposição das ações da UNEB acontecerá no período da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, de 2012, de 15 a 21 de outubro, no Núcleo de Educação Especial NEDE, da Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares ITCP e da Incubadora de Empreendimentos Econômicos Solidários INCUBA, na UNEB.

Fonte: Ascom/Fapesb

Jornada científica da UNEB debate relação entre a ciência e o mundo

Eu, a ciência e o mundo. Este é o tema da XVI Jornada de Iniciação Científica (IC) da UNEB, que acontece entre os dias 16 e 19 deste mês, no Campus I da universidade, em Salvador.

Eu, a ciência e o mundo. Este é o tema da XVI Jornada de Iniciação Científica (IC) da UNEB, que acontece entre os dias 16 e 19 deste mês, no Campus I da universidade, em Salvador.

A iniciativa, promovida pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PPG), tem o objetivo de socializar as pesquisas produzidas pelos estudantes da universidade, bolsistas de IC, no período de agosto de 2011 a julho deste ano.

A jornada é aberta ao público externo, sem a necessidade de inscrições prévias. A estimativa é de que o evento reúna em suas atividades cerca de 500 participantes, entre docentes, graduandos e pós-graduandos, além de convidados.

A palestra de abertura, intitulada Ciência e ética no século XXI, vai ser ministrada pela médica Eliane Azevedo, professora emérita da Universidade Federal da Bahia (Ufba).

A UNEB oferece anualmente 383 bolsas de iniciação científica para estudantes dos 24 campi da instituição, referentes ao Programa de Iniciação Cientifica (Picin) da universidade, ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e ao programa de IC da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).

Mais informações no site www.uneb.br.

Serviço
O que: XVI Jornada de Iniciação Científica
Quando: de 16 a 19 de outubro
Onde: no Campus I da UNEB, em Salvador

Fonte: Ascom/UNEB

UESC leva “Caminhão com Ciência” para Ilhéus e Itabuna com apoio da FAPESB

Palestras, oficinas e atividades diversas farão parte das ações promovidas pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT).

Palestras, oficinas e atividades diversas farão parte das ações promovidas pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). O evento ocorrerá no período de 15 a 18 de outubro, no Instituto Federal da Bahia (IFBA), Campus Ilhéus, e no bairro de São Caetano em Itabuna, que concentra um grande número de escolas públicas. Este ano, como nos anteriores, o Caminhão com Ciência estará presente, trazendo atividades interativas para todas as faixas etárias.

As palestras proferidas estão vinculadas ao tema da SNCT, “Economia Verde, Sustentabilidade e Erradicação da Pobreza”. Serão seis palestras sobre os seguintes temas: Economia verde, sustentabilidade e erradicação da pobreza; Agricultura familiar: agregação de valores aos produtos agrícolas; Múltiplos usos da Mata Atlântica e erradicação da pobreza; Permacultura e ecotecnologia; Jeca Tatu e o discurso do progresso: sustentabilidade para quem?.

Além das palestras, serão realizadas atividades também englobando o tema da Semana. Dentre elas, estão a exposição Explorando as Etapas da Cadeia de Produção, baseada no filme documentário “A História das coisas” de Annie Leonard; o Jogo dos transgênicos; e diversas oficinas sobre Matemática, Geometria da Natureza, Tratamento de Água, Reciclagem de papel, entre outros.

No mesmo local onde acontecerão estas atividades, será apresentado o Caminhão com Ciência, um acervo de experimentos e atividades interativas de diversas áreas do conhecimento, que tem participado das atividades da SNCT desde 2005. Todos os anos, o Caminhão com Ciência atrai um grande número de pessoas, e sua apresentação durante a SNCT já se tornou tradição nas cidades de Ilhéus e Itabuna.

O caráter itinerante da atividade tem como vantagem abranger um público de diferentes faixas etárias de todas as camadas sociais, de Ilhéus, Itabuna e região. Este ano, a UESC manterá essa metodologia, visitando o IFBA e escolas públicas estaduais da região, priorizando, este ano, os temas Agricultura Familiar, Os Usos da Mata Atlântica e A Erradicação da Pobreza.

Confira abaixo as palestras e oficinas que serão oferecidas:

Palestras:

– Economia verde, sustentabilidade e erradicação da pobreza
Serão abordadas as relações ambientais, sociais, econômicas, políticas e éticas existentes entre esses conceitos e apresentadas e discutidas as práticas desenvolvidas atualmente no Brasil relacionadas à economia verde, apontando-se os avanços e retrocessos.

– Agricultura familiar: agregação de valores aos produtos agrícolas
O objetivo será transmitir ao público algumas das técnicas disponíveis para agregação de valores aos produtos agrícolas, destacando-se as técnicas de boas práticas de produção e processamento dos produtos agrícolas aliado às boas práticas de fabricação e comercialização.

– Múltiplos usos da Mata Atlântica e erradicação da pobreza
O objetivo desta palestra é apresentar o conceito de uso múltiplo de modo a demonstrar o potencial de extração sustentável de outros produtos florestais nas áreas de Mata Atlântica.

– Permacultura e ecotecnologia
A Permacultura envolve uma maneira de pensar e agir a favor da natureza usando um design de conexões com todos os elementos da paisagem contemplando a sinergia entre eles, respeitando o planeta, as pessoas e fazendo uso dos recursos comuns com limite.

– Jeca Tatu e o discurso do progresso: sustentabilidade para quem?
Será discutido como o personagem Jeca Tatu entrou no imaginário brasileiro, buscando estimular a plateia a refletir sobre duas questões básicas sobre sua vida: de onde vinha a sua tristeza e para quem finalmente ele trabalhou.

– Formas Alternativas de Produção de Eletricidade na Região de Ilhéus BA e Breve Análise de Seu Impacto Ambiental
Será apresentado um levantamento de formas alternativas de produção de eletricidade na região de Ilhéus, com a devida conceituação física e localização geográfica de alguns exemplos. A partir da descrição do funcionamento dos meios de produção descritos, vamos mostrar qual seria o impacto ambiental e a relação custo/benefício da construção de plantas geradoras de eletricidade tanto na cidade quanto no campo.

Atividades:

– Jogo dos transgênicos: esse jogo deverá oportunizar aos alunos a compreensão dos processos biológicos envolvidos na criação de um organismo geneticamente modificado bem como as implicações sociais, políticas, econômicas, culturais e éticas envolvidas na criação e possível comercialização desses organismos.

– Exposição Explorando as Etapas da Cadeia de Produção, baseada no filme documentário A História das coisas de Annie Leonard.

Oficinas:

– Oficina sobre multiplano: o objetivo desta oficina é apresentar diferentes atividades com o MULTIPLANO e associar essas atividades com conteúdos geométricos, levando o aluno a pensar nas formas das figuras planas, como o
triângulo, o quadrilátero, dentre outros.

– Matemática e Origami: existe muita Matemática envolvida na brincadeira ORIGAMI, que pode ser explorada de maneira lúdica no ensino de alguns tópicos da Geometria. O objetivo dessa oficina é usar a Matemática no seu aspecto criativo que está ligado à intuição, à imaginação mais do que ao raciocínio lógico-dedutivo, que também está implicitamente presente.

– Fractal: a geometria da natureza: será apresentada a Geometria Fractal que, com suas características, representa, descreve e mede de forma eficiente, situações consideradas imprevisíveis e caóticas.

– Matemática: aprenda brincando: nesta oficina buscamos despertar a curiosidade pela matemática apresentando atividades, jogos e modelos matemáticos, com a intenção de que o estudante aprenda de forma lúdica.

– Reciclagem de papel: os participantes serão convidados a realizarem todas as etapas de reciclagem de papel, demonstrando a importância desse processo.

– Tratamento de água: os participantes terão oportunidade de realizarem as etapas do tratamento de água, debatendo-se sobre a importância e a economia desse recurso.

Fonte: Ascom/Fapesb

Com apoio da FAPESB, UESC realiza ações ecotecnológicas em assentos quilombolas

Na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que acontece de 15 a 21 de outubro, a Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), com o apoio da FAPESB, realizará visitas às comunidades quilombolas de Itacaré, São Roque/João Rodrigues/Santo Amaro e Serra D´água, no distrito de Taboquinhas.

Na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que acontece de 15 a 21 de outubro, a Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), com o apoio da FAPESB, realizará visitas às comunidades quilombolas de Itacaré, São Roque/João Rodrigues/Santo Amaro e Serra D´água, no distrito de Taboquinhas. O objetivo é levar a estas comunidades informações teórico-práticas sobre o manejo do ambiente, o cuidado com as pessoas, o reconhecimento e uso econômico dos georrecursos, enfatizando e respeitando os conhecimentos e sabedoria das comunidades.

O ponto forte das ações está na aplicação das ecotecnologias, como compostagem, canteiros com desenhos geométricos multifuncionais, minhocário, tratamento de águas e privadas secas. A equipe executora do projeto tem o domínio desses procedimentos, que vêm sendo aplicados na maioria das comunidades contempladas pelo projeto de extensão Permacultura, nas Escolas e Comunidades da UESC, desde 2007.

A importância do evento consiste no fato de os participantes terem a oportunidade de conhecer e enaltecer os conhecimentos adquiridos por essas comunidades, que remontam a milênios, associando as ciências da natureza e as ciências humanas. Estes conhecimentos transformam-se em aplicações ecotecnológicas para garantir renda, qualidade de vida, economia dos georrecursos, culminando em uma comunidade estável, economicamente viável e sustentável. Além disso, o trabalho contribui para a elevação da autoestima dessas populações quase sempre isoladas e abandonadas.

Serão empregadas técnicas de permacultura em busca de soluções criativas e harmoniosas tendo a natureza como aliada e indispensável à sobrevivência. A permacultura tem como objetivo criar assentamentos ecologicamente corretos garantindo alimentos de qualidade, fortalecendo o laço fraterno dos integrantes em um processo sustentável. Isto significa o fortalecimento da comunidade, com a garantia de seus alimentares, produção de ervas medicinais, criação de pequenos animais, criação de galinhas de terreiro, possibilitando trocas com outras comunidades, venda de excedentes e garantia de renda.

Estas ações serão transmitidas para a comunidade através de palestras e práticas ecotecnológicas no intuito de levar um novo olhar aos assentados em relação à natureza que os cerca. As visitas pretendem abranger 300 pessoas nos assentamentos quilombolas. Os principais temas abordados serão: ambientes, pessoas, geoserviços, ciências e ecotecnologias.

Fonte: Ascom/Fapesb
Foto: Comunidade quilombola – Rio de Contas, Itacaré – por Fábio Coppola

Com apoio da FAPESB, UEFS oferece visitas a estudantes durante a SNCT

Durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) promoverá, com apoio da FAPESB, o XVI Seminário de Iniciação Científica. A programação inclui um programa de visitas orientadas ao complexo de laboratórios didáticos e de pesquisa da UEFS, para alunos da rede de ensino fundamental e médio.

Durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) promoverá, com apoio da FAPESB, o XVI Seminário de Iniciação Científica. A programação inclui um programa de visitas orientadas ao complexo de laboratórios didáticos e de pesquisa da UEFS, para alunos da rede de ensino fundamental e médio. Os laboratórios são em áreas e temas diversos, tais como botânica, zoologia, microbiologia, biologia marinha, meio ambiente, biotecnologia, geociências, física, astronomia, oceanografia, bioprospecção, desertificação, ciência e tecnologia de alimentos, engenharia civil entre outras. Além das visitas, serão promovidos palestras, oficinas e mini-cursos no campus de Feira de Santana e em Lençóis.

Como parte da programação, será realizado o XVI Seminário de Iniciação Científica da UEFS em que serão apresentados pôsteres sobre os trabalhos originados de projetos de pesquisa desenvolvidos na UEFS e apresentados pelos bolsistas de Iniciação Científica dos programas PROBIC/UEFS, PIBICCNPQ e FAPESB. Também serão apresentados pôsteres sobre os trabalhos originados de projetos/programas de extensão, apresentados por estudantes bolsistas. O objetivo é estimular o interesse do público por Ciência e Tecnologia e as suas implicações no cotidiano buscando despertar a consciência de que o uso adequado da ciência e tecnologia é fundamental para o desenvolvimento sustentável.

Além dos laboratórios haverá visitas também para as exposições de coleções dos Laboratórios de Ictiologia, de Animais Peçonhentos e Herpetologia, de Experimentos Científicos de Física e Matemática e o Museu Casa do Sertão, relacionando ciência, tecnologia e desenvolvimento sustentável. O objetivo da Jornada Ciência e Tecnologia para Sociedade é aproximar a Universidade da Sociedade, destacando que o conhecimento produzido na academia deve estar diretamente voltado para as necessidades da população.

A Pró-Reitoria de Extensão coordenará as atividades a serem desenvolvidas e a programação está disponível no site www.uefs.br. Maiores informações poderão ser obtidas na Pró-Reitoria de Extensão ou através dos telefones (75) 3161-8026/ 8254.

Fonte: Coordenação do projeto

MACT recebe apoio da FAPESB para a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

O Museu Antares de Ciência e Tecnologia (MACT), localizado no Observatório Astronômico Antares da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), desde 2009 realiza trabalhos de popularização das ciências em diversas áreas do conhecimento.

O Museu Antares de Ciência e Tecnologia (MACT), localizado no Observatório Astronômico Antares da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), desde 2009 realiza trabalhos de popularização das ciências em diversas áreas do conhecimento. Nas atividades realizadas, existe a preocupação de demonstrar o papel e a ação do homem no meio. Na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), o MACT oferecerá para a comunidade, além das atividades habituais, palestras, jogos educativos e oficinas que irão evidenciar a importância da economia verde e da sustentabilidade na erradicação da pobreza.

A exposição do Museu denominada Planeta Terra: Eras e épocas é composta por seis exposições que retratam as modificações do ambiente, desde o Big Bang até os dias atuais. O visitante pode conhecer a história do Big Bang, a origem dos minerais e a utilização dos mesmos no dia a dia, bem como sua extração, que, na maioria das vezes, é insustentável. A segunda exposição traz a fauna e a flora do planeta na Era Mesozóica com o parque Dinossauros e Pterossauros do Brasil, além de apresentar outros dez animais dessa época. Em seguida, o visitante aprende sobre a origem do homem e a presença dos mamíferos gigantes que coexistiram com os primeiros hominídeos. Esta exposição levanta a discussão sobre a ação do homem no ambiente, pois uma das teorias existentes é que a extinção de alguns desses mamíferos pode ter ocorrido com o auxilio da ação humana.

A quarta exposição é representada por uma alegoria da Stonehenge e a quinta traz a conquista espacial. Na última amostra, o Espaço Natureza apresenta os biomas baianos (costeiro, mata atlântica, caatinga e cerrado). Nesse espaço é possível descrever aos visitantes as características geográficas, geológicas, além da fauna e da flora de cada bioma. A partir dessa amostra o público tem a oportunidade de analisar a ação do homem no meio. É por meio dessas exposições que o MACT trabalha diariamente com o público temas relacionados com sustentabilidade.

Durante a SNCT, o Museu oferecerá palestras, oficinas e jogos educativos com o tema central da Semana: Sustentabilidade, Economia Verde e Erradicação da Pobreza, nos turnos matutino e vespertino, além da visitação normal às exposições. Após as palestras, com duração de 30 a 40 minutos, o visitante poderá escolher entre a participação em oficinas ou nos jogos educativos que estarão disponíveis nas dependências do MACT. Ao final do turno os participantes do evento terão o acompanhamento dos monitores do MACT para o percurso expositivo do museu.

A programação será igual nos turnos matutino e vespertino, para atender a todos os estudantes, sem prejuízo do conteúdo abordado. Nas noites dos dias 16 e 18 de outubro, os visitantes terão a oportunidade de desenvolver o conhecimento introdutório com palestras sobre astronomia e observações noturnas com auxilio de telescópio. Os temas das palestras são: “Índice de Integridade Biótica (IBI): Novas perspectivas para a avaliação de Ecossistemas aquáticos”; “Extração Mineral: benefícios e consequências”; e “Energia Verde: A utilização de energia eólica na Bahia”.

Serão oferecidas oficinas sobre Ferramentas e técnicas aplicadas ao manejo de ecossistemas aquáticos continentais; Desafios na aplicação dos paradigmas da sustentabilidade; Gestão sustentável de resíduos sólidos orgânicos domésticos; e A arte do lixo.

Para participar da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, o Museu Antares de Ciência e Tecnologia recebeu apoio da FAPESB através do Edital de Popularização da Ciência.

Fonte: Ascom/Fapesb

FAPESB apoia evento sobre produção de doce de banana na Ilha de Maré

Você conhece a Ilha de Maré? Trata-se de uma das ilhas da Baía de Todos os Santos que, embora seja carente em áreas importantes como saúde, educação, transporte e segurança, possui grande potencial turístico e um povo acolhedor, dono de uma notável culinária e uma rica produção artesanal, sendo uma das mais concorridas paradas nos passeios marítimos pela Baía.

Você conhece a Ilha de Maré? Trata-se de uma das ilhas da Baía de Todos os Santos que, embora seja carente em áreas importantes como saúde, educação, transporte e segurança, possui grande potencial turístico e um povo acolhedor, dono de uma notável culinária e uma rica produção artesanal, sendo uma das mais concorridas paradas nos passeios marítimos pela Baía. Nos seus quase 14 quilômetros quadrados de área não existem estradas, nem automóveis e o transporte mais comum é feito no lombo de animais ou em motocicletas.

Dentre os produtos artesanais produzidos na Ilha de Maré, encontra-se o doce de banana, muito tradicional na região. O evento Feira de Conhecimentos Ciência e Experiência Local, que será realizado nos dias 19 e 20 de outubro na Ilha de Maré, na localidade de Santana, tem como objetivo aproximar o fazer científico do conhecimento local. Durante os dois dias, serão realizadas atividades como palestras e oficinas, além do espaço aberto para depoimentos dos produtores e da população sobre a produção do doce de banana. Os organizadores do evento pretendem envolver moradores das diversas comunidades da ilha, preferencialmente estudantes da educação básica e trabalhadores envolvidos na cadeia produtiva do doce de banana.

O que se pretende durante o evento, é promover ações de contextualização e aplicabilidade da Tecnologia Social; de fomento e valorização da Economia Verde; de estímulo à consciência em torno da Sustentabilidade e aos esforços para a erradicação da pobreza. O intuito, ao final, é recolher soluções adotadas pelos produtores da ilha e aprimorá-las em outros contextos sociais, através de uma cadeia colaborativa, a partir da articulação e diálogo entre as experiências vivenciadas na produção artesanal do doce de banana na Ilha de Maré.

A Feira de Conhecimentos Ciência e Experiência Local faz parte da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que será realizada de 15 a 21 de outubro. O evento tem o apoio da FAPESB, por meio do Edital de Popularização da Ciência.

O que: Feira de Conhecimentos Ciência e Experiência Local
Data: 19 e 20 de outubro das 9h às 16h30.
Local: Clube Santa Cruz, Santana, Ilha de Maré

Fonte: Ascom/Fapesb

Cientistas descobrem bactéria que produz ouro

Cientistas da Universidade de Michigan descobriram uma bactéria capaz de produzir ouro 24 quilates. A bactéria teve 99,9% de eficácia ao processar cloreto de ouro e gás natural em ouro puro.

Cientistas da Universidade de Michigan descobriram uma bactéria capaz de produzir ouro 24 quilates. A bactéria teve 99,9% de eficácia ao processar cloreto de ouro e gás natural em ouro puro.

Segundo os responsáveis pelo projeto, Kazem Kashefi e Adam Brown, o trabalho seria uma “alquimia microbiana”. Foi preciso encubar a Cupriavidus metallidurans por aproximadamente uma semana para transformar o produto tóxico. A bactéria precisa ficar o tempo inteiro exposta ao cloreto de ouro para conseguir produzir o elemento.

Os cientistas também perceberam que a bactéria é cerca de 25 vezes mais resistente aos ambientes tóxicos do que se imaginava. O site Ubergizmo lembra que a Cupriavidus metallidurans foi descoberta em 1976 em uma fábrica de processamento de metal.

Os pesquisadores lembram que o cloreto de ouro é mais barato do que o ouro, mas os custos do processo de produção não resultariam em uma margem de lucro tão alta.

Fonte: exame.com (http://exame.abril.com.br/ciencia/noticias/cientistas-descobrem-bacteria-que-produz-ouro)

Cientistas descobrem bactéria que produz ouro

Cientistas da Universidade de Michigan descobriram uma bactéria capaz de produzir ouro 24 quilates. A bactéria teve 99,9% de eficácia ao processar cloreto de ouro e gás natural em ouro puro.

Cientistas da Universidade de Michigan descobriram uma bactéria capaz de produzir ouro 24 quilates. A bactéria teve 99,9% de eficácia ao processar cloreto de ouro e gás natural em ouro puro.

Segundo os responsáveis pelo projeto, Kazem Kashefi e Adam Brown, o trabalho seria uma “alquimia microbiana”. Foi preciso encubar a Cupriavidus metallidurans por aproximadamente uma semana para transformar o produto tóxico. A bactéria precisa ficar o tempo inteiro exposta ao cloreto de ouro para conseguir produzir o elemento.

Os cientistas também perceberam que a bactéria é cerca de 25 vezes mais resistente aos ambientes tóxicos do que se imaginava. O site Ubergizmo lembra que a Cupriavidus metallidurans foi descoberta em 1976 em uma fábrica de processamento de metal.

Os pesquisadores lembram que o cloreto de ouro é mais barato do que o ouro, mas os custos do processo de produção não resultariam em uma margem de lucro tão alta.

Fonte: exame.com (http://exame.abril.com.br/ciencia/noticias/cientistas-descobrem-bacteria-que-produz-ouro)

Instituto de pesquisas oceanográficas facilitará previsão de desastres, diz cientista

As informações que forem colhidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Oceanográficas (Inpo) serão importantes para revelar as influências que o oceano tem sob o continente. A afirmação é do coordenador do simpósio Inter-Relações Oceano-Continente no Cenário das Mudanças Globais, Luiz Drude de Lacerda, que terminou nesta quarta-feira (3). Ele também elogiou o anúncio de criação do instituto.

As informações que forem colhidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Oceanográficas (Inpo) serão importantes para revelar as influências que o oceano tem sob o continente. A afirmação é do coordenador do simpósio Inter-Relações Oceano-Continente no Cenário das Mudanças Globais, Luiz Drude de Lacerda, que terminou nesta quarta-feira (3). Ele também elogiou o anúncio de criação do instituto.

De acordo com o especialista, os dados poderão ser usados no sistema de prevenção de desastres nacionais. Para Lacerda, a criação do Inpo irá acabar com a dependência do Brasil nas pesquisas oceanográficas. “O país fica restrito à pesquisa feita nas universidades e ao apoio que a Marinha dá. Será o primeiro instituto civil de pesquisa oceanográfica”, afirma.

Há algum tempo a comunidade científica defende a criação do instituto. O cientista compara a nova unidade ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que “fez diferença para o Brasil, se você pensar que hoje o mundo todo depende de informações por satélite”.

O coordenador destaca ainda que pesquisas nessa área são muito caras, por exigirem monitoramento, manutenção e equipamentos de custo elevado, como boias para coleta de dados, cujo valor estimado é de cerca de US$ 2 milhões cada.

O especialista ressaltou que será possível criar cenários de previsão do que pode ocorrer nos continentes. “[É] fundamental para fazer um bom cenário de previsão de desastres naturais saber o que acontece no oceano aberto”, alerta Luis Lacerda. “Mesmo a comunidade científica tem uma certa dificuldade de entender essa inter-relação entre o oceano e o que ocorre no continente”.

Para ele, as pesquisas oceanográficas no país são importantes para a hegemonia brasileira no Atlântico Sul, inclusive para proteger as áreas de exploração de petróleo na camada pré-sal.

Fonte: Agência Gestão CT&I de Notícias com informarções da Agência Brasil