FINEP e BNDES lançam Programa de R$ 3 bilhões na área de Petróleo e Gás

O presidente Glauco Arbix anunciou que está previsto para setembro o primeiro edital de seleção de empresas interessadas em participar do Inova Petro.

O presidente Glauco Arbix anunciou que está previsto para setembro o primeiro edital de seleção de empresas interessadas em participar do Inova Petro. Lançado na segunda (13/08), o programa – parceria da FINEP com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) –, vai destinar R$ 3 bilhões para desenvolver a cadeia de fornecedores para a indústria de petróleo e gás e, com isso, melhorar o conteúdo local da indústria.

Durante o lançamento, ocorrido na sede da Petrobrás na segunda (13), Arbix destacou o diferencial da iniciativa: “o programa, que conta com todo o suporte técnico da Petrobras, representa a primeira vez que a FINEP vai combinar diferentes instrumentos de financiamento, como o crédito, Subvenção Econômica e cooperativo entre Instituições Científicas Tecnológicas (ICTs) e empresas.” Já o BNDES vai aplicar seus recursos nas formas de crédito, participação acionária e FUNTEC.

O Inova Petro tem duração prevista até o ano de 2016, oferecendo recursos para o desenvolvimento de tecnologias relacionadas às seguintes linhas temáticas: processamento de superfície – tecnologias aplicáveis no processamento que acontece em plataformas e embarcações; Instalações submarinas – tecnologias aplicáveis aos diversos equipamentos e dutos que ficam abaixo da lâmina d’água; Instalações de poços – tecnologias aplicáveis ao poço no fundo do mar. Veja aqui um vídeo institucional sobre o programa.

Participaram da cerimônia de lançamento os ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel, a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do estado do Rio de Janeiro, Julio Bueno e o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Mauro Borges Lemos, dentre outras autoridades. Na ocasião, também foi assinado um memorando de entendimentos que estabelece a ação conjunta do MDIC, Petrobras e ABDI para desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais (APLs).

“O Inova Petro é uma ação que visa aprimorar o conhecimento tecnológico em um segmento onde temos vocação natural para liderança”, disse Raupp. Segundo Maria das Graças Foster, o aumento do índice de conteúdo local é hoje uma questão central para a Petrobras. “Hoje, nossa média de conteúdo local chega perto de 65%. Em refinarias, é próximo a 92%, e em gás e energia chega com folga a 90%”, afirmou.

Poderão participar do processo de seleção do Inova Petro empresas brasileiras e/ou grupos econômicos brasileiros com Receita Operacional Bruta (ROB) superior a R$ 16 milhões, individualmente ou em associação. Projetos de empresas com ROB inferior a esse limite são elegíveis somente se desenvolvidos em conjunto com outra empresa e/ou grupo econômico com ROB superior a este valor.

No caso de associação entre empresa proponente de capital de controle nacional com outra empresa estrangeira e/ou controlada por matriz no exterior, poderá ser concedido o apoio a projetos que impliquem em efetiva transferência e absorção de competências e tecnologias pela primeira.

O ministro Fernando Pimentel destacou que a atuação coletiva dos três ministérios – MCTI, MDIC e Ministério de Minas e Energia (MME) em torno do Inova Petro acontece em um momento em que o país “apresenta índices favoráveis”. Para ele, “a cadeia de Petróleo e Gás, notadamente, a ligada ao Pré-sal, está para o Brasil como a corrida espacial já esteve para os Estados Unidos no século passado”.

Ao todo, foram oito meses de preparação, com cerca de 50 especialistas dedicados à elaboração do programa. A FINEP entrará com R$ 1,5 bi e o BNDES com a outra metade. “O Inova Petro é um esforço concentrado para a busca de desenvolvimento em novos sistemas para viabilizar a produção eficiente no pré-sal, que requer avanços significativos. A prospecção em águas profundas e a distancia maior se reveste de muitos desafios técnicos e operacionais”, afirmou o presidente do BNDES, Luciano Coutinho.

Paulo Sérgio Rodrigues Alonso, assessor da Petrobras para Conteúdo Local, explicou que o programa não visa apenas à área de exploração e produção de petróleo, mas também está aberto ao setor de abastecimento e de gás e energia. “Esta é a primeira vez que, numa relação de cooperação, buscamos as empresas, ou seja, os fornecedores, antes das Universidades e ICTs. É um teste de inversão consciente, as companhias irão atrás dos centros de pesquisa a partir de suas necessidades”. Segundo o vice-presidente do BNDES, João Carlos Ferraz, o programa pretende ir em busca dos desafios do setor, e não apenas enfrentá-los.

“Estamos organizando ações para identificar desafios no processamento de superfície, processamento submarino, e tecnologias de poços que não são conhecidas e podem afetar a eficiência da exploração”, destacou. Os projetos devem ser desenvolvidos integralmente no território nacional. Não são passíveis de apoio propostas de tropicalização e/ou internalização de tecnologias já desenvolvidas no exterior pelas matrizes e/ou controladoras de empresas proponentes instaladas no Brasil. O processo de seleção contará com um Comitê de Avaliação FINEP-BNDES-Petrobras, que julgará as propostas enviadas.

Detalhamento dos diferenciais do programa:
O INOVA PETRO possui algumas características que pretendem potencializar o desenvolvimento de inovações na cadeia de petróleo e gás brasileira. Destacam-se os seguintes aspectos:

* Combinação de instrumentos: a combinação de recursos não reembolsáveis com reembolsáveis irá ampliar a gama de instrumentos disponíveis para o desenvolvimento de projetos de inovação no setor de petróleo e gás, sendo portanto uma alternativa mais competitiva e vantajosa do que a operação de crédito concedida de forma habitual;

* Parceria FINEP-BNDES: embora a FINEP e BNDES apresentem instrumentos comuns (crédito e não reembolsável), as duas instituições se complementam, já que a Financiadora oferecerá a Subvenção Econômica e o BNDES os instrumentos de renda variável;

* Definição estratégica dos temas a cargo da Petrobras: diante da enorme possibilidade de temas e desafios nesse setor, a Petrobras contribuirá com a seleção dos principais temas que apresentam desafios tecnológicos e que têm um maior potencial de desenvolvimento nacional;

* Comitê de Avaliação Técnica: o Comitê de Avaliação será multidisciplinar. A Petrobras contribuirá com a análise técnica dos projetos, avaliando se a proponente terá condições de seguir com o desenvolvimento. A FINEP e o BNDES irão avaliar a consistência dos planos de negócio, bem como realizarão as análises jurídicas, de crédito e de garantias;

* Aquisições estratégicas: a Petrobras analisará os planos de negócios apresentados pelas empresas proponentes podendo garantir demanda futura para os equipamentos e serviços desenvolvidos.

* Cooperação técnica da Petrobras: um aspecto importante para o sucesso dos projetos é a etapa de acompanhamento. Para isso, a Petrobras dará apoio técnico no acompanhamento do desenvolvimento dos projetos, no sentido de mitigar os riscos técnicos do desenvolvimento;

* Chamadas múltiplas: possibilidade de existências de diversas chamadas públicas, permitindo que novos temas, considerados estratégicos do ponto de vista de inovação e de conteúdo local, entrem no programa.
Fonte: TI Bahia.com

Projeto do IFBA campus Salvador é contemplado em edital da Fapesb

O IFBA, campus Salvador, através de parceria com a Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da Universidade Federal da Bahia (UFBA), foi contemplado no edital nº11/2012, destinado à infraestrutura em pesquisa, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).

O IFBA, campus Salvador, através de parceria com a Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da Universidade Federal da Bahia (UFBA), foi contemplado no edital nº11/2012, destinado à infraestrutura em pesquisa, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).

Segundo o professor José Mário Araújo, responsável pelo Grupo de Pesquisa em Sinais e Sistemas do Instituto, a aprovação é fruto de um trabalho integrado que acontece desde 2004, incluindo a participação do Grupo de Pesquisa em Sistemas de Comunicação, coordenado pelos professores Fabrício Simões, do IFBA, e Vitaly Esquerre, da UFBA: “A colaboração constante entre as duas instituições já produziu diversos resultados expressivos em pesquisa, como teses de doutorado, no domínio da engenharia elétrica, notadamente nas áreas de sistemas de comunicação, sistemas de controle e instrumentação eletrônica. Além disso, é interessante destacar que este é o terceiro edital de infraestrutura com participação bem sucedida dos envolvidos”, explicou.

A proposta foi contemplada com um montante de aproximadamente 180 mil reais. Parte do recurso deverá ser investida em equipamentos e softwares para o Laboratório de Processamento Digital de Sinais (DSP-LAB) do IFBA.

Fonte: Portal IFBA

Pesquisadores criam robô que se camufla em criaturas marinhas

Pesquisadores da Universidade de Harvard desenvolveram um robô com capacidade de camuflagem baseando-se em criaturas marinhas como polvos, sépias e lulas, informou nesta sexta-feira a revista “Science”.

Pesquisadores da Universidade de Harvard desenvolveram um robô com capacidade de camuflagem baseando-se em criaturas marinhas como polvos, sépias e lulas, informou nesta sexta-feira a revista “Science”. Assim como os cefalópodes, o robô tem um corpo suave, elástico e de grande flexibilidade.

O professor George Whitesides, um dos autores do estudo, explicou que a “robótica convencional é uma área bastante desenvolvida”, e advertiu que a maioria das equipes é construídas se baseando no plano corporal de um mamífero. “Nossa pergunta é: por que temos que fazer isso? Por que não pensar nos organismos que são suaves, que podem ter estruturas e formas de movimento diferentes e estratégias de camuflagem?”, insistiu.

O novo robô foi elaborado a partir de polímeros de silício e seu movimento é impulsionado por bombeamento de ar através de pequenos cilindros incorporados a suas “patas”. Já a camuflagem que desenvolveram é baseada em uma rede de pequenos canais pelos quais se bombeiam tinturas para mudar sua aparência.

Além de mudar de cor, as máquinas podem bombear líquidos quentes ou frios com o objetivo de conseguir também uma camuflagem térmica, assim como utilizar líquidos fluorescentes para brilhar no escuro. “A ideia é que se você tem um sistema que pode simular o movimento dos músculos muito bem e um sistema que pode transportar o fluido, com a combinação dos dois pode fabricar este dispositivo para se adaptar a um problema cirúrgico específico”, disse Stephen Morin, diretor do projeto.
Mas além das possíveis aplicações cirúrgicas, esse tipo de robô pode ter muitos outros objetivos. “O bom desses sistemas é que suas propriedades são muito diferentes das dos robôs convencionais. Podem conseguir movimentos muito complicados em sistemas simples”, acrescentou Whitesides.

Por outro lado, os custos são muitos mais baixos que os da robótica convencional. “Para uma missão de busca e resgate, esse tipo de robô poderia, em princípio, ser usado e se perder. Se você usa um robô de US$ 25 mil, o envia a um prédio e o prédio cai, isso é um problema real. Se o senhor envia um dispositivo em que investiu US$ 100 e o teto cai, não importa”, disse o professor.

Fonte: Portal IG

FAPESB participa do II Simpósio Internacional de Indicações Geográficas

De 21 a 24 de agosto, acontecerá na cidade de Fortaleza, no Ceará, o II Simpósio Internacional de Indicações Geográficas (IG), que deverá reunir representantes de associações de produtores, além de autoridades de diversos países e estudiosos.

De 21 a 24 de agosto, acontecerá na cidade de Fortaleza, no Ceará, o II Simpósio Internacional de Indicações Geográficas (IG), que deverá reunir representantes de associações de produtores, além de autoridades de diversos países e estudiosos. O evento tem como objetivos apresentar um panorama mundial de IGs, divulgar as Indicações Geográficas já concedidas pelo INPI no país, estimular o surgimento de outras, ampliar as discussões internacionais para o nível local e colocar em pauta a posição real do nosso país frente a essas discussões.

A FAPESB é pioneira entre as Fundações de Amparo à Pesquisa do Brasil no apoio a projetos de IG. Em seu Programa de Apoio a Tecnologias Sociais e Ambientais, a Fundação reconhece a importância de apoiar iniciativas que contribuam para incentivar pedidos de proteção, na forma de Indicação Geográfica. Seu objetivo é elevar o valor agregado de produtos e serviços baianos e estimular os produtores de determinada região a se organizarem em torno de um projeto comum nos seus respectivos territórios, visando torná-los mais competitivos.

Em 2011, a FAPESB lançou o Edital de Apoio a Projetos de Caracterização de Indicação Geográfica (IG) no Estado da Bahia, com o intuito de conferir a produtos e serviços baianos as condições técnicas e legais para o requerimento de Indicação Geográfica junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Esta iniciativa resultou na aprovação de cinco projetos. Entre os dias 21 e 24 de agosto, a FAPESB participará do II Simpósio Internacional de Indicações Geográficas, onde poderá apresentar suas ações de apoio à IG bem como os projetos contemplados em seu edital.

Saiba mais sobre o assunto:

O que é Indicação Geográfica?

Quando um produto ou serviço é originário de certo local e possui características específicas da região, é importante que seja registrado como tal. A identificação de um produto ou serviço quanto ao seu local de origem e características particulares é o que chamamos de Indicação Geográfica (IG).

A Indicação Geográfica confere ao produto ou serviço proteção legal contra uso de terceiros, em termos de propriedade industrial. O reconhecimento da procedência é importante para dar destaque aos produtos no mercado, diferenciando-os de outros similares. Além disso, a Indicação Geográfica lhes confere reputação e identidade própria, tornando-os mais atraentes, competitivos e confiáveis. Isso contribui para elevar o valor agregado tanto do produto ou serviço, quanto do seu local de origem.

Veja algumas indicações geográficas do Brasil registradas no INPI:

• Vinhos do Vale do Vinhedo – Rio Grande do Sul

• Café da Serra da Mantiqueira – Minas Gerais

• Camarão da Costa Negra – Ceará

• Arroz do Litoral Norte Gaúcho – Rio Grande do Sul

• Artesanato em Capim Dourado do Jalapão – Tocantins

• Panela de Barro de Goiabeiras – Espírito Santo

• Cachaça de Paraty – Rio de Janeiro

• Couro Acabado do Vale dos Sinos – Rio Grande do Sul

• Queijo de Serro – Minas Gerais

• Calçados de Franca – São Paulo
Confira os projetos aprovados pela FAPESB no Edital de Apoio a Projetos de Caracterização de Indicação Geográfica (IG).

• Qualidade, Identidade e Notoriedade da Farinha de Mandioca de Nazaré das Farinhas – BA: uma contribuição à Indicação Geográfica
Universidade Federal da Bahia (UFBA)

• Cacau Cabruca Bahia: História, Origem e Qualidade de um Produto ligado à Mata Atlântica
Instituto Federal Baiano (IF Baiano)

• Caracterização do Potencial de Indicação Geográfica para os Cafés do Planalto da Conquista – BA
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

• Identidade geográfica como Fator de Geração de Valor e Renda aos Pequenos Negócios de Cerâmica Artesanal de Maragogipinho – BA Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC)

• Indicação Geográfica do Sisal de Valente

Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS)

Para mais informações sobre o apoio da FAPESB envie e-mail para ctsa@fapesb.ba.gov.br ou ligue: (71) 3116-7623.
Informações sobre o II Simpósio Internacional de Indicações Geográficas

acesse: www.2sig.com.br

Fonte: ascom/fapesb

FAPESB aumenta valor das bolsas de estudo

Seguindo a política de valorização da formação de recursos humanos, a FAPESB aumentou, no início de agosto, os valores das bolsas de estudo.

Seguindo a política de valorização da formação de recursos humanos, a FAPESB aumentou, no início de agosto, os valores das bolsas de estudo. O intuito é equiparar os valores das bolsas concedidas pela Fundação aos valores vigentes praticados pelo CNPq.

Todos os bolsistas da FAPESB vinculados às modalidades Iniciação Científica cotas, Mestrado cotas e Doutorado cotas, receberão, com vigência a partir de 1º de agosto, seus auxílios com os novos valores. As de Iniciação Científica, outrora no valor de R$ 360, aumentaram para R$ 400; as de Mestrado passaram de R$ 1.200 para R$ 1.350; as de Doutorado foram de R$ 1.800 para R$ 2.000; e as de Pós-Doutorado 2 subiram de R$ 3.000 para R$ 3.700. O valor das bolsas de Pós Doutorado 2 só sofrerão alteração para as pessoas que forem contempladas a partir do Edital 022/2012.

Todos os programas de Pós-Graduação stricto sensu do estado da Bahia, independente do conceito CAPES, recebem cotas institucionais de bolsas da FAPESB. A Fundação ampliou, em 2012, todas as cotas de bolsas dos programas de pós-graduação stricto sensu e aumentou em mais de 30% as bolsas de Iniciação Científica. A novidade é que, além das modalidades acima citadas, a FAPESB passou a conceder bolsas também para a modalidade Mestrado Profissional.

Para mais informações sobre bolsas, acesse o portal FAPESB.

Fonte: ascom/fapesb

FAPESB prorroga inscrições do Edital PAPPE Integração

O Edital Bahia Inovação 008/2011 – Modalidade Subvenção Econômica – PAPPE INTEGRAÇÃO prorrogou as inscrições.

O Edital Bahia Inovação 008/2011 – Modalidade Subvenção Econômica – PAPPE INTEGRAÇÃO prorrogou as inscrições. O preenchimento dos cadastros e formulários on line poderão ser realizados até as 17h30 do dia 05/10/2012 e o envio das propostas até as 18h00 do dia 09/10/2012.

As micro empresas e empresas de pequeno porte eram assim consideradas por possuírem receita bruta anual entre R$ 240 mil e R$ 2,4 milhões. Agora, para serem consideradas de micro e pequeno porte, as empresas devem ter receita bruta anual entre R$ 360 mil e R$ 3,6 milhões.

O Edital possui duas modalidades para envio de propostas: na Modalidade 1 poderão ser consideradas propostas em qualquer segmento produtivo ou de serviços, a exemplo da agropecuária, da indústria de extração ou de transformação, do comércio e dos serviços de saúde, educação e segurança pública, que apresentem potencial de elevação da competitividade de micro e pequenos empreendimentos sediados no Estado da Bahia.

Além dos aspectos considerados na modalidade anterior, poderão ser apoiados na Modalidade 2 projetos de fortalecimento de micro e pequenos empreendimentos que possam vir a atender demandas tecnológicas de bens e serviços relacionadas às realização da COPA DO MUNDO FIFA 2014 BRASIL.

Para financiar os projetos aprovados nesta rodada, serão alocados R$ 8.658.543,75 (oito milhões, seiscentos e cinquenta e oito mil, quinhentos e quarenta e três reais e setenta e cinco centavos). As propostas da modalidade 1 poderão ser contempladas com até R$ 400 mil, enquanto as da modalidade 2 poderão receber até R$ 800 mil.

Confira o Edital.

Fonte: ascom/fapesb

Cadeia produtiva de petróleo terá aporte bilionário da Finep e BNDES

A Finep e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vão aplicar R$ 3 bilhões no mercado de petróleo.

A Finep e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vão aplicar R$ 3 bilhões no mercado de petróleo. O programa Inova Petro, que será lançado oficialmente na próxima segunda-feira (13), é voltado ao desenvolvimento de fornecedores brasileiros para a cadeia produtiva da indústria de petróleo e gás natural.

Poderão participar do processo de seleção empresas brasileiras ou grupos econômicos brasileiros com Receita Operacional Bruta (ROB) superior a R$ 16 milhões, individualmente ou em associação. Projetos de empresas com ROB inferior são elegíveis somente se desenvolvidos em parceria com outra entidade com ROB superior a este valor.

Os projetos devem ser desenvolvidos integralmente em território nacional. Não são passíveis de apoio projetos de tecnologias já desenvolvidas no exterior pelas matrizes ou controladoras de empresas proponentes instaladas no Brasil.

O objetivo das instituições é fomentar projetos que contemplem pesquisa, desenvolvimento, engenharia, absorção tecnológica, processos e/ou serviços inovadores ligados ao tema. O dinheiro será aplicado até 2016. Serão oferecidos recursos para o desenvolvimento de tecnologias relacionadas às seguintes linhas temáticas: processamento de superfície, instalações submarinas e instalações de poços.

A ideia é que o Inova Petro contribua para a política de produção local e para a competitividade e sustentabilidade da cadeia de fornecedores. Existe ainda a possibilidade de haver outras chamadas públicas para selecionar projetos de outras áreas do setor petrolífero.

Devido à grande possibilidade de temas e desafios no ramo, a Petrobras será a responsável pela seleção dos principais temas que apresentam desafios tecnológicos e que têm um maior potencial de desenvolvimento nacional.

A verba poderá ser oferecido nas modalidades de crédito, subvenção econômica e cooperação entre instituições científicas tecnológicas (ICTs) e empresas. Já o BNDES vai aplicar seus recursos na forma de crédito, participação acionária e Fundado Tecnológico (Funtec).

Fonte: Agência Gestão CT&I de Notícias com informações da Finep

Brasil e China inauguram centro de nanotecnologia e refinam consensos

O Centro Brasil-China de Pesquisa e Inovação em Nanotecnologia foi inaugurado simbolicamente nesta quarta-feira (8), no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O Centro Brasil-China de Pesquisa e Inovação em Nanotecnologia foi inaugurado simbolicamente nesta quarta-feira (8), no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Na audiência, os ministros Marco Antonio Raupp e Wan Gang também refinaram os consensos dos dois países em torno do Plano Decenal Brasil-China de Cooperação 2012-2021, no que diz respeito a linhas gerais e a cinco áreas específicas.

A sessão dá continuidade ao acordo assinado em junho, durante a conferência Rio+20, pela presidenta Dilma Rousseff e pelo primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, que elevou o nível de parceria das duas nações para “estratégica global”. Os dois mandatários ratificaram, então, que a ênfase ao plano está diretamente ligada à cooperação nos setores da ciência, tecnologia e inovação. Raupp participou da assinatura.

Além de reunir novas iniciativas conjuntas em diversos segmentos, as nações estabeleceram então a criação dos centros virtuais conjuntos Brasil-China de Satélites Meteorológicos e de Biotecnologia.

Demonstração

No encontro de quarta-feira, Raupp disse que o tamanho da delegação brasileira mostra o interesse brasileiro no assunto. “Tivemos oportunidade de discutir duas vezes, na Alemanha e em Beijing, os pontos de vista sobre o plano decenal”, relatou. “Minha posição é simplesmente de criar condições objetivas de cumpri-lo, de que sejamos soldados agindo sob a coordenação dos dirigentes que assinaram.”

O titular do MCTI sugeriu, e Gang assentiu, que se trabalhe com base nos respectivos planos estratégicos de política de ciência e tecnologia (no caso brasileiro, a Encti) e que se aproveite a experiência adquirida em áreas e projetos já compartilhados. Ambos deram destaque ao projeto Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (CBers), que tem mais de duas décadas.

Os dois concordaram também quanto à intenção de inserir o setor empresarial na agenda conjunta dos países e estimular a inovação tecnológica e a elevação da competitividade na indústria. “O mundo está sofrendo crise econômica, especialmente os Estados Unidos e a Europa, por isso é muito importante cooperarmos olhando para o futuro, para enfrentar juntos os desafios e aproveitar as oportunidades”, disse o ministro da Ciência e Tecnologia da China.

O presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB/MCTI), José Raimundo Coelho, destacou que a experiência cooperativa na área remonta a 1986 e subiu progressivamente de graduação: de parceria sino-brasileira na ocasião da assinatura do termo de cooperação (1988) a parceria Sul-Sul, depois parceria estratégica Sul-Sul e, recentemente, parceria global Sul-Sul.

Raupp sugeriu que as iniciativas conjuntas para satélites meteorológicos busquem convergir com as dos CBers, de recursos terrestres. O histórico e as perspectivas do projeto foram abordados pelo presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCTI), Leonel Perondi. Ele explicou que o plano final de trabalho para os satélites meteorológicos precisa ser concluído em seis meses após a assinatura do acordo.

Para o ministro chinês Wan Gang, o projeto representa um marco na cooperação Sul-Sul e é muito benéfico para outros países, que não têm satélites. Ele disse esperar que os avanços em torno da iniciativa sirvam a necessidades como o combate ao desmatamento e a produção agrícola, entre outros fins.

Nanotecnologia

Para 5 a 7 de setembro está marcada visita de nove pesquisadores à China para tratar de iniciativas em nanotecnologia. “A expectativa é que eles possam voltar com um portfólio de projetos dos quais possamos começar a estudar o financiamento”, comentou o ministro Raupp. O secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação substituto do MCTI, Adalberto Fazzio, parabenizou o governo chinês pelo avanço no tema. “Em poucos anos, passou a ser o país que mais publica na área e talvez o segundo em patentes”, disse, acrescentando que a inovação na área transpassa outras vertentes do plano decenal.

O diretor do Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano), Fernando Galembeck, citou temas que já têm ações em curso. Caberá a ele coordenar nacionalmente o Centro Brasil-China de Pesquisa e Inovação em Nanotecnologia. A placa de inauguração do novo centro será levada ao LNNano, em Campinas (SP), onde a instituição funcionará. O dirigente contou que universidades e empresas têm procurado o laboratório para participar das ações na área.

O secretário de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social, Eliezer Pacheco, informou que se encontra em análise a entrada do Brasil na Rede Internacional para o Bambu e o Ratã. A China é o maior produtor mundial de bambu.

O presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI), Glauco Arbix, contou que o Brasil está realizando levantamento inspirado em documento patrocinado pelo governo chinês sobre tecnologias que o país deveria dominar até 2020. Também propôs a montagem de grupo de trabalho sobre parques tecnológicos. Complementando a ideia, o ministro Raupp sugeriu e ficou acertada a realização de um encontro em 2013 reunindo empresários para troca de experiências e aproximação para negócios. Wan Gang disse esperar, no futuro próximo, a formação de um parque industrial binacional. Segundo ele, essas estruturas respondem por metade das patentes e um terço dos novos produtos em seu país, e os parques de alcance nacional perfazem 12,8% do Produto Interno Bruto (PIB).

Ciência sem Fronteiras

Sobre o Centro Brasil-China de Biotecnologia, o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), Glaucius Oliva, avaliou que o momento é propício, em função das parcerias já estabelecidas entre empresas farmacêuticas. Ele informou ainda, quanto ao Programa Ciência sem Fronteiras, que a meta é ter pelo menos 5 mil bolsistas no país asiático, dentre os 101 mil previstos no total.

O secretário executivo do ministério, Luiz Antonio Elias, e o secretário de Política de Informática, Virgilio Almeida, também participaram da reunião. O Ministério das Relações Exteriores (MRE) do Brasil foi representado pelos embaixadores Benedicto Fonseca Filho e Francisco Mauro Brasil de Holanda. Pelo lado chinês também estava presente o embaixador no Brasil, Xu Jing, além de outros representantes do governo.

Fonte: Pedro Biondi – Ascom/MCTI

GIRO NA CIÊNCIA – Menina de 2 anos ganha braços feitos em impressora 3D

Engenheiros do hospital infantil Nemours-Akfred I. duPont, na Flórida, nos Estados Unidos, usaram uma impressora 3D para criar “braços mágicos”.

Engenheiros do hospital infantil Nemours-Akfred I. duPont, na Flórida, nos Estados Unidos, usaram uma impressora 3D para criar “braços mágicos”. Eles funcionam como um exoesqueleto capaz de devolver os movimentos dos braços de Emma Lavelle, uma menina de dois anos.
Emma nasceu com artrogripose múltipla congênita, uma doença neuromuscular rara que atrofia articulações e membros. Por causa disso, ela não podia mover os braços para brincar com blocos, comer sozinha ou abraçar seus pais e amigos.

Agora, com ajuda do aparelho que a própria Emma apelidou de “braços mágicos”, ela já pode levantar os braços. Com um colete criado pela impressora 3D chamada Stratasys Dimension 3D, ela foi capaz de levar um doce à boca pela primeira vez.

Na verdade, os “braços mágicos” se chamam Wilmington Robotic Exoskeleton WREX. Eles fazem parte de um mecanismo modular para os membros superiores montado com frequência em cadeiras de rodas.

Porém, esse sistema tem todas as partes feitas com barras de metal articuladas, faixas plásticas de resistência, pequenas peças impressas em 3D e é bem grande. Por isso, o mecanismo precisou ser adequado para Emma. Então, os cientistas desenvolveram algo com a forma de uma jaqueta personalizada feita com plásticos impressos em três dimensões.

Os membros superiores têm faixas esportivas resistentes com as peças. Elas fornecem a sensação de flutuação e auxiliam no movimento voluntário da criança.

A facilidade da impressão em 3D possibilita a personalização das peças. Quando uma quebra, é só imprimir outras. Por isso, o instrumento deve ganhar novas versões de acordo com as suas medidas para poder acompanhar o crescimento de Emma. Ela usa o mecanismo todos os dias para brincar e ir para a escola.
Veja abaixo um vídeo com a história de Emma:

Fonte: exame.com

FAPESB apoia projeto de sistema para monitoramento do ar

O projeto da empresa baiana EDZA, foi tema de uma importante matéria da publicação científica “Ciência Hoje”.

O projeto da empresa baiana EDZA, foi tema de uma importante matéria da publicação científica “Ciência Hoje”. O motivo dessa reportagem foi o sistema que a empresa está desenvolvendo, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA), e com o apoio financeiro da FAPESB, para monitoramento da qualidade do ar, e que deverá ser utilizado por diversos órgãos ambientais e prefeituras de todo o Brasil.
O sistema é ainda inédito no Brasil e estará disponível no final desse ano.
Veja aqui a matéria na íntegra.