Edital Desafio Tecnologia para a Educação encerra inscrições nesta segunda-feira (26)

TI BAHIA - Edital Desafio Tecnologia para EducaçãoSalvador, 26/09/2016 – Você é aluno da rede pública estadual de ensino e pensa em transformar a realidade com o uso da ciência e tecnologia? O Edital Desafio Tecnologia para a Educação 2016, oportunidade dos alunos da rede pública estadual de ensino apresentarem projetos nas áreas de ciência, tecnologia e inovação, como alternativa que amenizem ou sanem problemas cotidianos, encerra suas inscrições nesta segunda-feira (26), às 17h.

Com o tema Educação em Saúde, os projetos devem visar à solução de uma situação problema, para a qual pode ser idealizado um processo, um modelo, um invento ou um experimento científico para resolvê-la ou minorá-la, gerando um resultado, modelo, protótipo ou outro tipo de produção. É requisito obrigatório a inclusão do link para um vídeo (de até 7min) gravado no canal YouTube, contendo as etapas que evidenciem o desenvolvimento do projeto.

As inscrições podem ser realizadas no site da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia. O Desafio é destinado a estudantes do ensino básico e /ou profissional da rede pública estadual. Porém, o cadastro no sistema Fapesb deve ser feito pelo professor orientador. O Edital é fruto da parceria entre a Secretaria de Ciência Tecnologia e Inovação (SECTI), FAPESB e da Secretaria da Educação (SEC), através do Instituto Anísio Teixeira (IAT). Confira o edital completo.

Link: http://www.tibahia.com/tecnologia_informacao/conteudo_unico.aspx?c=N_EVENTO&fb=B_FULL&hb=B_CENTRA&bl=LAT1&r=N_EVENTO&nid=42284 

 

Fonte: TI Bahia

Edital Desafio Tecnologia para a Educação encerra inscrições nesta segunda-feira

GOVERNO DO ESTADO - Edital Desafio Tecnologia para a Educação encerra inscrições nesta segunda-feiraO aluno do ensino básico ou profissional da rede estadual de ensino que pensam em transformar a realidade com o uso da ciência, tecnologia e inovação pode se inscrever, até às 17h desta segunda-feira (26), no Edital Desafio Tecnologia para a Educação 2016, lançado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), vinculada à Secretaria de Ciência Tecnologia e Inovação (Secti). Os projetos apresentados nas três áreas devem ter alternativa voltada a amenizar ou sanar problemas cotidianos.

Com o tema ‘Educação em Saúde’, os projetos devem busca a solução de uma situação problema, para a qual pode ser idealizado um processo, um modelo, um invento ou um experimento científico destinados a resolvê-la ou minorá-la, gerando um resultado, modelo, protótipo ou outro tipo de produção. É requisito obrigatório a inclusão do link para um vídeo (de até 7minutos) gravado no canal YouTube, contendo as etapas que evidenciem o desenvolvimento do projeto.

Link: http://www.secom.ba.gov.br/2016/09/135109/Edital-Desafio-Tecnologia-para-a-Educacao-encerra-inscricoes-nesta-segunda-feira.html

 

Fonte: Governo do Estado da Bahia

EDITAL 007/2016 – APOIO À ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS DE INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E TECNOLOGIAS SOCIAIS – ETAPA 2

Em resposta ao Edital 007/2016 – Apoio à Organização de Eventos de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologias Sociais, a serem realizados no período de junho de 2017 a novembro de 2017 (Etapa 02); a FAPESB teve 65 (sessenta e cinco) propostas concluídas no sistema, sendo que 04 (quatro) não foram postadas, 07 (sete) foram desenquadradas e 54 (cinquenta e quatro) foram enquadradas e avaliadas. Destas 54 (cinquenta e quatro), 13 (treze) foram classificadas e 41 (quarenta e uma) não classificadas. Esta etapa apresentou uma demanda bruta de R$ 784.546,47 (setecentos e oitenta e quatro mil, quinhentos e quarenta e seis reais e quarenta e sete centavos). Para o referido Edital, foram alocados recursos no valor total de R$ 160.000,00 (cento e sessenta mil reais).

EDITAL 007/2016 – APOIO À ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS DE INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E TECNOLOGIAS SOCIAIS.

Em resposta ao Edital 007/2016 – Apoio à Organização de Eventos de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologias Sociais, a serem realizados no período de novembro de 2016 a maio de 2017 (Etapa 01), a FAPESB recebeu e enquadrou 09 (nove) propostas, em uma demanda bruta de R$ 121.610,00 (cento e vinte e um e seiscentos e dez reais). Dessas 09 (nove), 06 (seis) foram classificadas e 03 (três) não classificadas.

Fapesb lança edital de combate a Tríplice Epidemia de Arboviroses

FATOS&POINTS - Fapesb lança edital de combate a triplice epidemis de ArbovirosesEm um cenário crescente de casos de zika, dengue e chikungunya, três principais doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) lança o edital apoio a projetos de pesquisa científica ou tecnológica de combate a tríplice epidemia de arboviroses no estado. A inscrição de propostas pode ser feita até o dia 17 do próximo mês de outubro.

Para fomentar e desenvolver pesquisa científica e tecnológica de combate a tríplice epidemia de arboviroses, os projetos apresentados devem contemplar, obrigatoriamente, uma ou mais das linhas temáticas definidas pelo edital e serem apresentadas por pesquisadores doutores, vinculados a instituições de ensino superior ou de pesquisa e desenvolvimento, públicas ou particulares sem fins lucrativos.

O diretor-presidente da Fapesb, Eduardo Almeida, ressalta o compromisso da Fundação em impulsionar expansão de pesquisas sobre o zika vírus, dengue e chikungunya. “O momento atual requer uma forte atuação científica para redução no número de casos e sequelas causados por estes vírus”.

As arboviroses são causadas, principalmente, por arbovírus transmitidos por insetos e aracnídeos. Incluem também vírus da dengue, zika vírus, febre chikungunya e febre amarela. Os sintomas podem variar, costumando apresentar febre, dor de cabeça, dor nas articulações, náuseas e manchas vermelhas na pele. Outras informações podem acessadas no edital 012/2016.

Fonte: Fatos&Points

 

Link: http://jornalfatosepoints.com.br/fapesb-lanca-edital-de-combate-triplice-epidemia-de-arboviroses/

Pacientes do SUS podem fazer tomografia que detecta câncer

Como contrapartida social, a Secti garantiu que a entidade privada ofertasse, gratuitamente, a centenas de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), a realização de tomografias por emissão de pósitrons computadorizadas (PET-CT), que utiliza glicose radioativa para determinar se há células cancerígenas e qual o grau da doença.

O diagnóstico precoce de um câncer pode significar a cura da doença. Foi pensando na produção de novos biomarcadores que podem ser usados para prever quão agressivo é um câncer e, ainda, a identificação, em um determinado paciente, de quais terapias podem ser mais adequadas, que o Complexo Médico Delfin submeteu um projeto e foi contemplado no Programa Estadual de Incentivo à Inovação Tecnológica (Inovatec), da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado (Secti).

Como contrapartida social, a Secti garantiu que a entidade privada ofertasse, gratuitamente, a centenas de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), a realização de tomografias por emissão de pósitrons computadorizadas (PET-CT), que utiliza glicose radioativa para determinar se há células cancerígenas e qual o grau da doença.

Seguro e indolor, o procedimento só pode ser marcado mediante solicitação médica, por meio da Central Estadual de Regulação de Alta Complexidade da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), através dos telefones (71) 3117-5749 e (71) 3117- 5759.

Aplicativo simula instrumentos percussivos e ritmos musicais brasileiros

ensando na divulgação da música percussiva brasileira, a produtora baiana Disco Azul criou o aplicativo Beat! Percussion Fever, que simula 44 instrumentos de percussão da música brasileira, além de 100 ritmos. O aplicativo foi lançado com apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), por meio do edital Tecnova.

Agogô, moringa, zabumba, reco-reco, caxixi, pandeiro, xequerê. Você conhece esses instrumentos, suas sonoridades e origens? Pensando na divulgação da música percussiva brasileira, a produtora baiana Disco Azul criou o aplicativo Beat! Percussion Fever, que simula 44 instrumentos de percussão da música brasileira, além de 100 ritmos. O aplicativo foi lançado com apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), por meio do edital Tecnova.

Através do aplicativo, é possível aprender a história e origens de gêneros musicais tipicamente brasileiros, como baião, batuque paulista, carimbó, congada, ijexá, maracatu e tambor de crioula. “A importância do aplicativo é dar destaque a riqueza da cultura e da música brasileira. A proposta é amplificar o diálogo entre a área cultural e a área tecnológica”, afirma Jamile Vasconcelos, idealizadora do Beat! Percussion Fever.

A gestora cultural também fala sobre a importância com apoio financeiro da FAPESB, FINEP e MCTI ao seu projeto inovador, executado pela produtora baiana Disco Azul. “O edital foi muito importante porque possibilitou que tivéssemos tempo de pesquisa, além de uma equipe disponível para trabalhar. O apoio da Fapesb foi essencial para a viabilidade do aplicativo”, ressaltou Jamile Vasconcelos.

Além da versão para celular, o projeto conta também com um website bilíngue. Com design intuitivo, em formato de “controle joystick” para garantir melhor ergonomia, o app permite que o usuário conheça e toque os instrumentos de percussão mediante toques na tela e/ou agitação do aparelho e aprenda diferentes ritmos.

O app disponibiliza uma tela de informações com detalhamento de áreas de toque dos instrumentos, o MeEnsine! (TeachMe!), uma ferramenta especial que ensina ao usuário como tocar diferentes ritmos e o ToqueJunto (PlayAlong), função que permite selecionar e acompanhar uma música tocando o instrumento escolhido.

Gratuito, o utilitário está disponível para iPhone, em português e inglês e conta com áudios exclusivos, gravados e finalizados em estúdio, além de funções e ferramentas voltadas à performance ao vivo, educação e entretenimento, para pessoas com ou sem conhecimento musical prévio, disponível em http://beatfun.band

Aplicativo Mosquito Zero é lançado em Salvador

A TARDE - Aplicativo Mosquit Zero é Lancado em SalvadorBairro com maior índice de infestação pelo mosquito Aedes aegypti em Salvador, a Palestina foi escolhida para o lançamento do aplicativo Mosquito Zero, ontem, com panfletagem, distribuição de cartazes e orientações aos moradores.

Segundo o último Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (Liraa), de junho, o bairro apresenta 4,6% de focos a cada 100 imóveis. Atrás apenas do Itaigara (com 3,6%), bairro que receberá as mesmas ações da Palestina.

Informar focos, registrar casos suspeitos das doenças, consultar unidades de saúde próximas e transmitir dados sobre saneamento básico são atributos do aplicativo desenvolvido por funcionários da Secretaria Municipal da Saúde (SMS).

Vencedora do concurso Ideias Inovadoras, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), a nova ferramenta – idealizada pelo gerente de projeto Alex Sandro Correia e pelo analista de sistemas Tadeu Chagas – foi a única no Brasil a ter o aval do Ministério da Saúde.

Disponível para o sistema Android, o aplicativo deverá transmitir, inicialmente, informações enviadas a partir desses dois bairros. Os dados irão para o Ouvidoria Geral do Município, que encaminhará para os respectivos órgãos municipais.

Segundo Tadeu, a partir do cadastramento, o usuário terá condições de transmitir fotos de focos do mosquito, transmitir informações georreferenciadas e informar se apresenta sintomas das doenças (dengue, zika e chikungunya).

“Além disso, pode mandar dados sobre saneamento básico, se o local tem abastecimento de água, rede de esgoto e coleta de lixo, por exemplo”, explicou. “Isso possibilitará que o gestor tome as decisões com base nos dados de determinada área”, completou.

Projeto-piloto

Alex Sandro explicou que o aplicativo faz parte de um projeto-piloto, razão pela qual foram selecionados os dois bairros com maiores índices de infestação na capital. “A ideia é chamar a responsabilidade para a população, pois 80% dos focos estão nas casas”, apontou.

Índices da Palestina

Moradora do bairro da Palestina há 23 anos, a dona de casa Eliete Ferreira, 48 anos, ouviu atentamente as orientações dos profissionais do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). A moradora garantiu que costuma tomar todos os cuidados necessários para evitar a proliferação do mosquito em casa.

“É realmente muito preocupante saber que a Palestina está com esse alto índice de infestação. Conheço vários casos de pessoas que ficaram doentes, tanto na minha família quanto na vizinhança”, lamentou a dona de casa. “Aqui, na minha residência, tenho o maior cuidado com as plantas, com o tanque e as garrafas”, ela acrescentou.

Negligência prejudica
Para o comerciante Adalberto Lopes, 54, o trabalho de quem toma precauções para evitar os focos é prejudicado por quem é negligente. “Já perdeu a graça com tanta propaganda que passa na televisão, mas o povo não toma jeito. Assim não tem dinheiro que chegue”, criticou o morador.

Fonte: A Tarde

 

Link: http://atarde.uol.com.br/digital/noticias/1802814-aplicativo-mosquito-zero-e-lancado-em-salvador

Aplicativo ganhador do concurso Ideias Inovadoras ajuda no combate ao Aedes aegypti

CONFAP - Aplicativo ganhador do concurso ideias inovadoras

Já pensou em contribuir para o controle do Aedes aegypti através do celular? A partir desta segunda-feira (19), já está disponível o aplicativo Mosquito Zero, que permite ao usuário informar locais de foco e presença do mosquito; registrar casos suspeitos de dengue, chikungunya e zika vírus; consultar unidades de saúde e identificar condições de saneamento básico. O aplicativo foi um dos vencedores do Concurso Ideias Inovadoras, promovido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).

Inicialmente o aplicativo contemplará os bairros Palestina e Itaigara. “São os dois bairros de Salvador que apresentaram o maior número de focos do mosquito”, explica Alex Sandro Correia, idealizador do projeto. Para o lançamento, agentes comunitários de saúde e os desenvolvedores do aplicativo realizarão uma panfletagem segunda e terça, nos bairros Palestina e Itaigara, respectivamente.

Por enquanto, moradores de outros bairros podem acessar o conteúdo do aplicativo através do site www.mosquitozero.com.br . O cidadão poderá acompanhar o andamento da sua solicitação através do número de protocolo, acessando o Portal Mosquito Zero ou através de notificações que serão atualizadas automaticamente no seu aplicativo.

O Mosquito Zero conquistou o 1º lugar na categoria Pós-Graduandos Lato Sensu e Stricto Sensu, do Concurso Ideias Inovadoras, em 2014. “O Concurso ampliou nossos horizontes, abriu novas possibilidades de utilização da tecnologia e incentivou a criar algo inovador, que traga um diferencial, que agregue valor e que traga resultados”, afirma Alex Sandro.
O app foi o único programa no país selecionado pelo Governo Federal para receber recursos que viabilizassem o funcionamento. “Vencer o Concurso Ideias Inovadoras impulsionou a gente a se inscrever em uma linha de financiamento do Ministério da Saúde e sermos o único projeto aprovado do Brasil”, conta o idealizador.

A tecnologia estará disponível para a plataforma Android e acessível em três idiomas (português, inglês e espanhol). As informações registradas pela população serão avaliadas por profissionais qualificados e encaminhadas para Ouvidoria Geral do Município, a qual se encarregará de acionar os órgãos competentes para o atendimento das demandas.

Fonte: CONFAP

 

Link: http://confap.org.br/news/aplicativo-ganhador-do-concurso-ideias-inovadoras-ajuda-no-combate-ao-aedes-aegypti/

Com maior infestação de Aedes aegypti, Palestina e Itaigara podem usar app para notificar focos

CORREIO DA BAHIA - Com maior infestação de aedes

Mosquito Zero foi lançado nesta segunda-feira (19) pela Secretaria Municipal de Saúde
Notificar possíveis focos de Aedes aegypti aos órgãos públicos deve ficar mais fácil em Salvador. Essa é a promessa do aplicativo Mosquito Zero, lançado nesta segunda-feira (19) pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Além de registrar focos, as pessoas podem, através do app, informar, em tempo real, casos suspeitos de dengue, chikungunya e zika na cidade.

Quem vai responder às solicitações é a própria SMS: para isso, foi montado um Centro de Monitoramento na sede do órgão, na Rua Carlos Gomes, que vai registrar tudo em tempo real. Depois que a pessoa envia sua denúncia ou notificação, os agentes da secretaria que receberem a informação terão até 72 horas para responder à demanda – seja indo até o local, seja solicitando a ajuda de algum outro órgão. É possível até enviar fotos do local onde há suspeita de foco do Aedes.

Apesar de moradores de todos os bairros poderem baixar o software, nessa primeira fase de implantação, o aplicativo vai responder apenas às denúncias feitas nos bairros da Palestina e do Itaigara – os dois que tiveram os maiores índices no último Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), que indica a infestação do mosquito e é divulgado a cada três meses pelo órgão de saúde. No caso da Palestina, em junho, o LIRAa foi de 4,6%; no Itaigara, 3,6%. Até 3,9%, o índice é de “alerta”. A partir daí, significa que há um alto risco de epidemia – como já é a situação da Palestina. Só para dar uma ideia, Salvador teve um LIRAa de 1,4%.

“Estamos começando as ações estrategicamente na Palestina e no Itaigara, porque é preciso ter cautela nesse primeiro momento, até porque são bairros com perfis diferentes”, explicou o gerente em pesquisa do Núcleo de Tecnologia da Informação da SMS, Alex Sandro Correia, que desenvolveu o software.

Quando a SMS receber a notificação pelo centro de monitoramento, vai ser a hora de dar encaminhamento para que os órgãos públicos envolvidos respondam – nem sempre vai ser só a saúde. É possível, por exemplo, que o foco suspeito seja um local com lixo acumulado, cabendo, assim, à Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb). Se for um carro abandonado, é a mesma coisa: mas, dessa vez, pode ser responsabilidade da Transalvador ou da Secretaria Municipal da Ordem Pública (Semop). Após os primeiros 90 dias, o Mosquito Zero deve ser ampliado para outros bairros – os 10 com maiores índices de infestação.

Orientação nos bairros
Nesta segunda-feira, inclusive, agentes de saúde e controle de endemias percorreram ruas da Palestina para conversar e orientar moradores sobre o aplicativo e como fazer as denúncias. A estudante de Pedagogia Rafaela Oliveira, 29 anos, foi uma das que gostaram da ideia. No ano passado, a filha teve chikungunya. “Tenho tanque fechado em casa, mas acho que falta conscientização de alguns vizinhos ainda. Às vezes, você faz a sua parte, mas o outro lado não faz a parte dele”, diz.

Para a líder geral de agentes de endemias do distrito de saúde de Cajazeiras, que inclui a Palestina, Evanize Cerqueira, o Mosquito Zero deve até ajudar que os moradores informem sobre problemas nas casas dos vizinhos. “Às vezes, muitos moradores não querem indicar o foco na casa do outro para não criar problema”.

 

A agente de saúde Ana Paula Medrado acredita que o software vai facilitar a vida dos servidores também. “A gente espera que tenha uma melhora, porque essa comunicação é muito importante, especialmente porque a Palestina é uma comunidade carente e distante (do centro da cidade)”.

 

Nesta terça-feira (20), os agentes de saúde da SMS vão caminhar pelas ruas do Itaigara para conversar com os moradores do local – assim como foi feito na Palestina.

Disponível para sistemas Android, o aplicativo é gratuito. A versão para iOS deve chegar em breve – daqui a cerca de três meses – mas é possível acessar o portal mosquitozero.com.br usando qualquer smartphone. Também é possível acessar nos idiomas Inglês e Espanhol, além de Português.

O Mosquito Zero é financiado pelo Ministério da Saúde e foi um dos vencedores do Concurso Ideias Inovadoras, promovido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) – na época, em 2014, o app conquistou o 1º lugar na categoria Pós-Graduandos Lato Sensu e Stricto Sensu, em 2014. Por isso, foi o único programa no país selecionado pelo Governo Federal para receber recursos que viabilizassem o funcionamento.

Fonte: Correio 24horas

 

Link: http://www.correio24horas.com.br/detalhe/salvador/noticia/com-maiores-indices-de-infestacao-de-aedes-aegypti-palestina-e-itaigara-poderao-usar-aplicativo-para-notificar-focos-do-mosquito/?cHash=398fc936832d8078bb950521ba32ba97