FAPESB apóia II Encontro de Turismo de Base Comunitária e Economia Solidária que acontece até dia 08 de julho

Teve início na última terça-feira o II Encontro de Turismo de Base Comunitária e Economia Solidária promovida pela Universidade Estadual da Bahia (UNEB), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB).

Teve início na última terça-feira o II Encontro de Turismo de Base Comunitária e Economia Solidária promovida pela Universidade Estadual da Bahia (UNEB), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB). O evento, que acontece de 3 a 8 de julho, engloba um conjunto de atividades, com palestras, recitais, apresentações de grupos musicais, mesas-redondas e oficinas, e oferecerá, nos dias 7 e 8, diversas opções de roteiros de turismo comunitário em bairros populares de Salvador.

Na tarde da quarta-feira, aconteceu no Teatro Caetano Veloso, na UNEB, uma apresentação do grupo cultural Balanço das Latas Brasil, que realiza trabalhos musicais com crianças, a partir de instrumentos feitos de material reciclável. Em seguida, teve início a mesa-redonda “Turismo Comunitário e Solidário no Brasil e na Bahia”, mediada pela professora Sandra Guaré, que contou com a participação do pesquisador e coordenador do Programa Terra Sol, Alberto Viana de Campos Filho, a representante da Rede Tucum, do Ceará, Rosa Pereira e a produtora cultural e professora da UEFS, Gal Meireles.

A palestrante Rosa apresentou a Rede Tucum, um projeto pioneiro de turismo comunitário realizado na Zona Costeira do Ceará. As comunidades desta região são marcadas por um processo de resistência que se iniciou na década de 70, quando passaram a ser ameaçadas por grandes projetos, como complexos industriais e portuários, parques eólicos, criadouros de camarão e pelo turismo convencional. Estes conflitos levaram a população a iniciar o trabalho de turismo comunitário.

“O turismo comunitário é aquele em que as populações locais possuem controle efetivo sobre seu desenvolvimento e gestão. Está baseado na gestão comunitária ou familiar das infraestruturas e serviços turísticos, no respeito ao meio-ambiente, na valorização da cultura local e na economia solidária”, explicou Rosa. Junto com outros membros da Rede Tucum, ela elaborou alguns princípios, com orientações para as pessoas que quisessem se engajar no projeto. Acima de tudo, os princípios focam no respeito ao ser humano, englobando homens, mulheres, jovens e crianças: “Todos são convidados a participar e discutir o projeto, todos podem e devem colaborar”, disse Rosa.

Para iniciar o trabalho de turismo comunitário, a equipe promove debates com a população sobre a sociedade e sua visão de mundo. Em uma segunda etapa, discute o turismo convencional e o comunitário e, por fim, pergunta se a comunidade quer desenvolver esta atividade. Os grupos são formados e começam a realizar pesquisas para conhecer os desafios e potencialidades de suas comunidades e realizam um evento para apresentarem o projeto aos moradores. Cada grupo recebe treinamento específico sobre a área na qual deseja trabalhar.

Hoje, a rede Tucum envolve 13 comunidades costeiras, dois pontos de hospedagem solidária e duas ONGs parceiras. “Elegemos estratégias para que o turismo se consolidasse como tarefa econômica, política e cultural”, explica Rosa. Segundo ela, é preciso ter uma estrutura adequada para se desenvolver o turismo comunitário de qualidade: “Uma de nossas comunidades tinha apenas um quarto para hospedagem e hoje possui 60 leitos. À medida que a comunidade precisa ampliar sua estrutura, nós auxiliamos”.

Para que o trabalho prossiga com sucesso, Rosa diz que é necessário que as comunidades estejam inseridas de forma mais ampla nos debates políticos de seu município. É preciso que elas participem de encontros com o prefeito, marchas e mobilizações, não apenas focadas no turista, mas na sua própria população: “Não é porque o turista vem que precisamos asfaltar a rua, e sim porque nós moramos lá e precisamos da rua asfaltada”, diz Rosa.

O pesquisador Alberto Viana apresentou sua visão do Turismo de Base Comunitária (TBC) que vem sendo desenvolvido no Brasil e na Bahia. Para ele, a principal motivação para se realizar turismo comunitário é conhecer os diferentes modos de vida e ver as necessidades de cada comunidade. Alberto falou sobre a ausência de políticas públicas para o turismo comunitário: “Em menos de três anos tivemos três ministros no MTUR, que tiraram o TBC das discussões. Mas mesmo assim, muitas iniciativas prosseguem sem o apoio do governo”.

Alberto apresentou as diferenças do turismo na comunidade e turismo da comunidade. Segundo ele, o turismo na comunidade é o turismo de ver: “O turista fica dentro do veículo apenas vendo o que o guia aponta”, explica. O turismo da comunidade é de conviver, em que o turista conhece de fato o modo de vida da comunidade, experimenta e vivencia seus costumes e suas tradições.

A professora Gal Meirelles mostrou o trabalho desenvolvido com jovens da Ilha de Maré, através do projeto Meu Lugar Vê o Mundo, que insere estes jovens no mundo da fotografia. O projeto nasceu de resultados obtidos em pesquisas ao redor da Baía de Todos os Santos, sobre a qualidade do ar. A Ilha de Maré fica em frente à comunidade de Botelho, que recebe muitos produtos químicos do polo industrial de Aratu, como carvão, enxofre e etanol, deixando a população em situação de risco. Após medirem a qualidade do ar com filtros especiais, constatou-se que o ar em Botelho é mais poluído do que no centro de São Paulo. A partir desta pesquisa, Gal conversou com a comunidade sobre a implementação do Meu Lugar Vê o Mundo.

Através do projeto, os jovens participaram de uma oficina de 40 horas, que consistiu em um curso básico de fotografia digital. “A ideia é formar um acervo, tratar as imagens, fazer uma exposição na comunidade e fora dela e comercializar as fotos”, explicou Gal. A ideia do projeto era mostrar aos jovens um olhar diferenciado sobre o seu mundo, valorizando o lugar onde vivem e o seu próprio trabalho. “A foto é muito importante para o turismo e existe muito pouco material sobre a Ilha de Maré”, disse a professora. Segundo ela, a intenção é transformar as fotos em um livro.

O II Encontro de Turismo de Base Comunitária e Economia Solidária irá até o dia 08 de julho. A partir das 14h de hoje, o grupo Reggae, Raizado na Palavra fará uma apresentação no Teatro Caetano Veloso, seguido da mesa-redonda “Turismo Rural na Agricultura Familiar e Produção Associada no Brasil”. Às 17h acontecerão três oficinas de artesanato, pintura e arte e Circuitos de Caminhadas Anda Brasil.

Fonte: ascom/fapesb
Foto: Grupo Cultural Balanço das Latas Brasil

Edital 024/2012

O Governo do Estado da Bahia, por intermédio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia – FAPESB, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, torna público o Edital Nº 024/2012 e convida os interessados a apresentarem projetos de pesquisa aprovados nas Chamadas de Projetos MEC/MCTI/CAPES/CNPq/FAP’s.

IAT e UNEB abrem trabalhos do II Simpósio Baiano de Licenciatura

O Instituto Anísio Teixeira – IAT, juntamente com a Universidade do Estado da Bahia – UNEB, abriu, na quinta-feira (05/7), os trabalhos do II Simpósio Baiano de Licenciatura – SBL.

O Instituto Anísio Teixeira – IAT, juntamente com a Universidade do Estado da Bahia – UNEB, abriu, na quinta-feira (05/7), os trabalhos do II Simpósio Baiano de Licenciatura – SBL.

A cerimônia de abertura contou com a presença de representantes de todas as Instituições de Ensino Superior, além da Diretora Geral do IAT, e vice-presidente do Fórum Permanente de Apoio a Formação Docente – FORPROF, Irene Cazorla, de Roberto Paulo Lopes, Diretor Geral da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia – FAPESB, e Ana Maria Silva Teixeira, presidente do Conselho Estadual de Educação – CEE.
“É uma satisfação para a UNEB organizar esse evento. É preciso alterar a prática docente para que, de fato, a gente transforme a sociedade. E isso implica em pesquisa na área de formação docente” disse Adriana Lima, vice-reitora da UNEB e organizadora do II SBL. Adriana ressaltou ainda que o FORPROF tem um papel fundamental na construção de diretrizes e nas proposições de políticas públicas do estado da Bahia.

Ana Teixeira ressaltou o papel do Conselho Estadual de Educação e a preocupação com as discussões da sociedade. “Nós sabemos que o Conselho precisar ter mais sensibilidade social e temos um compromisso, hoje, de não só ter como princípios a gestão democrática, a transparência, a modernização, mas estar atento a todos os problemas e demandas sociais. A educação básica e a formação de professores é um tema recorrente nas nossas reuniões”, falou Teixeira.

No evento, foi anunciado pelo Diretor da FAPESB o lançamento do edital Inovações Educacionais da FAPESB, em parceria com o IAT, que vai contemplar escolas públicas municipais, estaduais e federais sediadas no Estado.

Segundo Irene Cazorla, é preciso que todas as instituições de ensino tomem para si a política de formação de professores como uma política de prioridade. “É necessário estabelecer um diálogo entre as licenciaturas regulares e as especiais, entre pesquisa e academia e aquilo que vai para o chão da escola. A escola deve ser também um lócus de pesquisa. É preciso que as ações se consolidem, se efetivem”, afirmou Irene.

Nessa perspectiva, Amélia Tereza Santa Rosa Maraux, superintendente da Superintendência de Desenvolvimento da Educação Básica – SUDEB, ressaltou a necessidade de pensar o chão da escola como um espaço privilegiado dessa formação. “Temos um caminho muito grande a percorrer porque o ideal que buscamos é a melhoria dos indicadores da educação básica. Temos que sair do discurso para a prática”, disse Maraux.
Como participante do encontro, a professora da rede estadual, Fátima Fonseca, afirmou que o evento é importante porque traz melhorias, novas dinâmicas para a sala de aula, e apresenta, para os alunos da educação básica, projetos científicos.

O simpósio, que tem como temática central a política de formação de professores da educação básica, oportuniza discussão com todas as Instituições de Ensino Superior – IES, públicas e privadas, através de contribuições reflexivas de convidados de IES da Bahia e de outros estados, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES/MEC e do Conselho Nacional de Educação – CNE. Além disso, contou com a presença de diversos representantes de entidades voltadas para a área de educação.

Fonte: Portal IAT

Prorrogadas as inscrições para o Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia

As inscrições para o Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia foram prorrogadas.

As inscrições para o Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia foram prorrogadas. Estudantes e pesquisadores do Brasil e dos países integrantes do Mercosul (Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela) têm até o dia 13 de agosto para se inscreverem.
Os participantes concorrem nas categorias de pesquisas relacionadas à prevenção, tratamento, desenvolvimento de vacinas, diagnósticos, medidas sanitárias e novas tecnologias biomédicas e farmacêuticas para enfermidades relevantes para a região, de acordo com as linhas de pesquisa definidas no regulamento.

Do ensino médio ao doutorado, a premiação se divide em quatro categorias:
– Iniciação científica: para estudantes de ensino médio de até 21 anos, com ou sem orientação de professor (prêmio de US$ 2 mil).
– Estudante universitário: para universitários, com ou sem orientação de professor ou limite de idade (prêmio de US$ 3,5 mil).
– Jovem pesquisador: para graduados com até 35 anos (prêmio: US$ 5 mil).
– Integração: para equipes de pesquisadores graduados de pelo menos dois dos países listados, sem limite de idade (prêmio de US$ 10 mil).

Fonte: Agência Gestão CT&I de Notícias

Congresso ABIPTI 2012 debaterá aproximação entre academia e setor produtivo

Apesar da ampliação de investimentos em pesquisa e desenvolvimento por parte da indústria, a cultura de inovação ainda é pequena no setor produtivo.

Apesar da ampliação de investimentos em pesquisa e desenvolvimento por parte da indústria, a cultura de inovação ainda é pequena no setor produtivo. Como são realidades distintas com características específicas, há uma lacuna entre os resultados das pesquisas das universidades e as demandas das empresas.

Dessa forma, muito do que é desenvolvido na academia não se transforma em inovação por não atender às necessidades imediatas do mercado. As entidades de pesquisa, desenvolvimento e inovação (EPDIs) são fundamentais nesse processo porque oferecem serviços para o setor produtivo e projetos junto a universidades, e têm essa função de conectar o que é desenvolvido pelos pesquisadores com as demandas das empresas e da indústria.

Com o tema “Tecnologia para um Brasil inovador e competitivo”, a Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (ABIPTI), que representa 170 EPDIs no país, promoverá de 14 a 16 de agosto, em Brasília (DF), o Congresso ABIPTI 2012.

De acordo com a presidente da associação, Isa Assef, o evento contará com grandes nomes do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI), do setor produtivo e do cenário internacional. “Abordaremos a importância das EPDIs na política de inovação brasileira e possíveis alternativas para fortalecer os institutos responsáveis pela aproximação das empresas com as universidades”, assinala.

A abertura do evento contará com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antônio Raupp e o ex-ministro da pasta, Sergio Rezende. O Congresso ABIPTI 2012 trará também o chefe de Departamento de Negócios Internacionais do Instituto Fraunhofer, Eckart Bierdümpel, maior organização de pesquisa aplicada da Europa e exemplo de instituição de excelência na promoção da pesquisa e da inovação. A programação preliminar está no site

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Estudantes, instituições associadas à ABIPTI e às associações nacionais de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei) e de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) terão 50% de desconto nas inscrições. O formulário de inscrições está disponível no site www.abipti.org.br/congresso2012.

Sobre a ABIPTI – A associação com sede em Brasília, Distrito Federal, foi criada em 1980 e tem como missão representar e promover a participação das entidades de pesquisa, desenvolvimento e inovação (EPDIs) no estabelecimento e na execução da política de desenvolvimento nacional.

Para atender a sua missão, a ABIPTI tem feito parcerias com importantes aliados e participado de debates e decisões relacionados ao setor, principalmente com sugestões e articulações junto ao Congresso Nacional, para o aprimoramento da legislação federal sobre Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) e junto às agências de fomento, com vistas a promover a participação dos seus associados nos Editais.

Fonte: ascom/ABIPTI

Confira a programação do II Encontro Turismo de Base Comunitária e Economia Solidária, que terá início hoje às 18h

Terá início na tarde desta terça-feira o II Encontro Turismo de Base Comunitária e Economia Solidária no Teatro Caetano Veloso da Universidade do Estado da Bahia, no Cabula. Confira a programação

Terá início na tarde desta terça-feira o II Encontro Turismo de Base Comunitária e Economia Solidária no Teatro Caetano Veloso da Universidade do Estado da Bahia, no Cabula. Confira a programação.
03 DE JULHO, TERÇA-FEIRA

18:00 – Abertura

Tema: “PANORAMA DO TURISMO COMUNITÁRIO NA AMÉRICA LATINA”
Palestrante: Ernesto Barrera, Universidade de Buenos Aires (UBA), Buenos AIres – Argentina Coordenador da Área de Turismo Rural/Faculdade de

Agronomia
Apresentação Cultural
Terno de Reis Rosa Menina, Pernambués, Salvador – BA
04 DE JULHO, QUARTA-FEIRA
08:30 – Poeta Everton Lima, Beiru,Salvador – BA
Mesa-redonda: “ECONOMIA SOLIDÁRIA, INCUBAÇÃO E

COOPERATIVISMO”
Mediador: Maurício Nogueira, ITCP/UNEB
Palestrantes:
– Denys Dorza, ITCP/UFPR, Curitiba – PR
– José da Boa Morte, SETRE /Governo do Estado da Bahia
– Ronalda Barreto, INCUBA, PGEduc/UNEB – BA
11:30 – Intervalo, Apresentação de Pôsters e Visita às Mostras
13:00 – Intervenção Panela Solar: Ana Cláudia Borges, Salvador – BA
14:00 – Banda Balanço das Latas, Saramandaia, Salvador – BA
Mesa-redonda: “TURISMO COMUNITÁRIO E SOLIDÁRIO NO BRASIL E NA BAHIA”
Mediadora: Natália Coimbra de Sá, ITCP,DCH I,PGDR,DMMDC/UNEB- BA
Palestrantes:
– Alberto Viana de Campos Filho, Pesquisador Externo da UNEB e da UBA/Coordenador do Programa Terra Sol. Articulador da REDETRAF
– Rosinha, Representante da Rede Tucum/Rede Turisol, Fortaleza – CE
– Maria das Graças Meireles – Produtora Cultural/Professora UEFS – BA
17:00 – Oficinas
– Turismo de Aventura/Cicloturismo: Tiago Mendes e Rivailton Souza, Salvador – BA
– Graffiti e Arte Urbana : Denissena, Cabula, Salvador – BA
– Circuitos de Caminhada Anda Brasil: Alberto Viana, Salvador-BA
18:00 – Apresentações Culturais
Poetisa Joanice Marques, Pernambués, Salvador – BA
Negro Davi, Pernambués, Salvador – BA
05 DE JULHO, QUINTA-FEIRA
8:30 – Cordel de Davi Nunes, Beiru, Salvador – BA
Mesa-redonda: “TURISMO DE BASE COMUNITÁRIA, UNIVERSIDADE E (RE)CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO”
Mediadora: Francisca de Paula Santos da Silva, ITCP,DCH I,PGDR,DMMDC/UNEB
Palestrantes:
-Marta de Azevedo Irving, UFRJ, Rio de Janeiro – RJ
-Patrícia Alves Ramiro, UNESP, Rosana, São Paulo – SP
-Thyrso Maltez, ITCP/IFBA, Salvador – BA
11:30 – Intervalo, Apresentação de Pôsters e Visita às Mostras
13:00 – Intervenção Canteiros Coletivos: Débora Poulain, Salvador – BA
14:00 – Reggae, Raizado na Palavra, Mata Escura, Salvador – BA
Mesa-redonda: “TURISMO RURAL NA AGRICULTURA FAMILIAR E PRODUÇÃO ASSOCIADA NO BRASIL”
Mediador: Alberto Viana de Campos Filho, Pesquisador Externo da UNEB e UBA. Articulador REDETRAF
Palestrantes:
-José Carlos Oliveira, Secretaria do Estado da Bahia (SETUR/BA)
-Juliane da Soler, COODESTUR, Porto Alegre – RS
-Ananias Viana, Rota da Liberdade, Santiago do Iguape, Cachoeira-BA
17:00 – Oficinas
– Projeto da Rede Indígena Solidária de Arte e Artesanato – RISADA : Jaborandy Tupinambá de Olivença, Ilhéus – BA
– Pintura e Arte : Hélio Santos, Saramandaia, Salvador – BA
18:00 – Apresentação Cultural
Zé Grilo Trio Lampião, Fazenda Grande do Retiro, Salvador – BA
06 DE JULHO – SEXTA-FEIRA
8:30 – Poetas Mirins: Weslei, Cleiton e Ester, Pernambués, Salvador – BA
Mesa-redonda: ”TURISMO DE BASE COMUNITÁRIA NO ESPAÇO URBANO E PRODUÇÃO ASSOCIAÇÃO, EXPERIÊNCIAS EM SALVADOR-BAHIA”
Mediadora: Lara Mícia, Instituto Ecomundus, Salvador-BA
Palestrantes:
– Marta Leiro, Coletivo de Mulheres e Rede Social do Calafate, Retiro, Salvador-BA
– Isael Barros, Diretor de Projeto Cultural/Sócia, Salvador – BA
– Leonardo Leal, ITES / UFBA, Salvador – BA
11:30 – Intervalo, Apresentação de Pôsters e Visita às Mostras
13:00 – Intervenção Panela Solar: Ana Cláudia Borges, Salvador – BA
14:00 – Samba de Chula, Arraial do Retiro, Salvador – BA
Mesa-redonda: “TURISMO DE BASE COMUNITÁRIA, CULTURA, ECONOMIA SOLIDÁRIA E DIFUSÃO DO CONHECIMENTO”
Mediadora: Maria do Carmo Araújo, ITCP, DCH I/UNEB- BA
– Pedro Jatobá, ITEIA – BA
– Jamira Alves, Espaço Cultural do Uruguai – BA
– Jorge Rasta, Fazenda Quilombo D’Oiti, Itacaré – BA
18:00 – Encerramento
Tema: “TURISMO DE BASE COMUNITÁRIA E ECONOMIA SOLIDÁRIA”
Palestrante : Christian Henriquez Zuñinga, Universidade Austral do Chile
19:00 – Apresentação Cultural
Tribo Bóssambá, Saboeiro, Sussuarana, Salvador – BA
7 DE JULHO – SÁBADO
09:00 – ROTEIROS DE TURISMO COMUNITÁRIO EM BAIRROS POPULARES DE SALVADOR
Plataforma – “Platatour”; Retiro – “Tour Comunitário do Calafate”; Uruguai – “Valorizando a Cultura da Paz”. Por R$ 25,00 cada um. Plataforma, só visita e almoço, sem lanche; Retiro, visita, lanche e almoço; Uruguai, só visita e lanche, sem almoço.
Saída da UNEB do Cabula, Campus I, em transporte disponibilizado, às 08:30.
17:00 – I Mostra Cine Art’s.doc, no Beiru. Rua Guanabara, a mesma do Colégio Estadual Helena Magalhães.
20:30 – Apresentação de D’js e V’js, Beiru, Salvador-BA
08 DE JULHO – DOMINGO
09:00 – ROTEIROS DE TURISMO COMUNITÁRIO EM BAIRROS POPULARES DE SALVADOR
Mata Escura – “(Em)Cantos da Mata Escura”. Por R$ 25,00, inclui visita, café e almoço.
Saída da UNEB do Cabula, Campus I, em transporte disponibilizado, às 08:30.

Pesquisa colaborativa e educação científica são temas de palestra na FAPESB

Nesta quinta-feira, dia 05/07, a Academia de Ciências da Bahia promoverá palestra com o Prof. Charbel Niño El-Hani, do Instituto de Biologia da UFBA, com o tema “Rumo a uma Escola Produtora de Conhecimento: pesquisa colaborativa, desenvolvimento profissional e melhoria da Educação Científica”.

Nesta quinta-feira, dia 05/07, a Academia de Ciências da Bahia promoverá palestra com o Prof. Charbel Niño El-Hani, do Instituto de Biologia da UFBA, com o tema “Rumo a uma Escola Produtora de Conhecimento: pesquisa colaborativa, desenvolvimento profissional e melhoria da Educação Científica”. A palestra acontecerá às 9h, no Salão Lazareto, na FAPESB.

A chamada lacuna pesquisa-prática, em que as informações produzidas em pesquisas acadêmicas são pouco usadas por atores sociais envolvidos com atividades que necessitam destas informações, tem sido uma preocupação constante no Laboratório de Ensino, História e Filosofia da Biologia (LEHFBio) do Instituto de Biologia da UFBA. A preocupação é ainda maior quando se trata da relação entre a pesquisa em ensino de ciências e a prática docente de professores de ciências.

Para enfrentar o problema da lacuna pesquisa-prática, o instituto de Biologia da UFBA tem usado duas estratégias: a manutenção de uma comunidade virtual de prática (ComPratica, que reúne professores da educação básica, licenciandos em biologia, pós-graduandos e pesquisadores educacionais; e a construção de um grupo de pesquisa colaborativa (CoPPEC) reunindo os mesmos atores pessoalmente.

Mais recentemente, o Grupo Colaborativo de Pesquisa em Educação em Ciências (GC PEC), do Depto. de Educação da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), e o Grupo de Pesquisa em Ensino de Ciências e Matemática, ENCIMA/UFBA), da Faculdade de Educação da UFBA também se uniram a estas iniciativas.

Nesta palestra, serão apresentadas as duas estratégias e seus resultados, contemplando os seguintes aspectos: (i) o impacto da ambas as estratégias sobre o desenvolvimento profissional de professores da educação básica e pesquisadores educacionais, sobre o lugar institucional da pesquisa na escola e sobre a melhoria da educação científica no estado da Bahia; (ii) as concepções de pesquisa educacional e, em particular, de pesquisa docente que têm orientando as práticas de pesquisa do CoPPEC; e (iii) propostas do CoPPEC para a melhoria da educação científica no estado da Bahia.

Fonte: ACB

Giro na Ciência – 10 inovações “verdes” das Olimpíadas de Londres

Veja algumas inovações “verdes” das Olimpíadas de Londres

Aeroporto com carrinhos elétricos

O principal aeroporto da cidade, o Heathrow Iternational – que deve receber pelo menos 80% de todos os atletas, dirigentes e espectadores das Olimpíadas -, inaugurou um sistema de carrinhos elétricos, que dispensam motorista, usados para levar os passageiros do aeroporto aos bolsões de estacionamento e vice-versa. Cada veículo, que comporta até quatro pessoas, trafega sobre uma pista exclusiva a uma velocidade de até 40 km/h e tem emissão reduzida de poluentes.

Ao passageiro, cabe o simples trabalho de acionar em uma tela o destino desejado. O tempo da viagem entre o terminal e o estacionamento é de cerca de quatro minutos. Os “Ultra”, como são chamados, fazem parte do programa “Sistema de trânsito pessoal rápido” (PRT, na sigla em inglês) e substituíram alguns dos ônibus a diesel usados para transporte de passageiros no aeroporto. Além do ganho ambiental óbvio, o sistema ajuda a evitar lotações e diminuir o tempo de espera. Uma solução prática, eficiente e sustentável.

Arenas recicláveis

Depois de um grandioso espetáculo cheio de pirotecnia em 2008, Pequim ainda não encontrou finalidades para alguns de seus estádios. Para não cometer o mesmo erro, Londres evitou as sedutoras megaconstruções olímpicas que, além de pressionar o orçamento, se tornam muitas vezes um problemão após as competições. Exemplo disso é a arena que abrigará os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de basquete. Erguida dentro dos padrões da construções sustentáveis – que balizaram todo o projeto inglês – a arena é totalmente reciclável. Ao final dos jogos, toda sua estrutura – dos bancos às quadras, passando pelo esqueleto de mil toneladas de aço e a cobertura inflável de PVC branca – poderá ser desmontada e reutilizada em outras instalações esportivas pelo país. A arena que vai sediar a modalidade pólo aquático também segue a mesma premissa de temporalidade. Erguida a partir de materiais de plástico reciclado, ela será desmontada ao término dos jogos.

Lixeiras high tech para transmitir notícias

Em fevereiro, Londres instalou um moderno e inovador sistema de coleta seletiva: lixeiras inteligentes equipadas com duas telas LCD uma em cada lado, que são sensíveis ao toque e transmitem notícias em tempo real. Diariamente, das 6h às 23h59, os aparelhos de coleta seletiva reproduzem informações do mercado financeiro, meio ambiente, de cultura e arte, generalidades e previsões do tempo. Há planos, inclusive, de garantir conectividade Wi-Fi na temporada dos jogos olímpicos. A ideia por trás da atratividade do aparelho é uma só: chamar atenção da população para aumentar a taxa de reciclagem da cidade.

Recompensa para quem andar de bicicleta ou a pé

Imagine ser recompensado monetariamente por deixar o carro em casa e ir a pé ou de bicicleta para o trabalho? Com a aproximação dos jogos olímpicos, essa é a tática que a prefeitura de Londres pretende adotar para estimular a mobilidade sustentável, reduzir a poluição e os níveis de congestionamento. Por trás do bônus verde está a empresa Recyclebank que, em parceria com a companhia de transporte municipal Transport for London (TfL), criou um aplicativo para smartphone capaz de mensurar e pontuar os deslocamentos por meios alternativos de cada pessoa. Quando um usuário digita o destino de sua viagem, o app re.route sugere rotas para percorrer a pé ou de bike. Quem segue uma das vias alternativas ganha cinco pontos de recompensa, que são então convertidos em prêmios resgatáveis na forma de descontos em lojas e cinemas conveniados. Disponível apenas para iPhone, o aplicativo começou a valer em maio e no futuro há planos de gerar uma versão para Android.

Árvore solar

Postes com formas orgânicas abastecidos por energia renovável vão iluminar a cidade até setembro para homenagear os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Londres. Idealizados pelo designer Ross Lovegrove, famoso por misturar ciência, tecnologia e natureza em seus projetos, os postes em formato de árvores brotaram em Londres em maio por ocasião da Clerkenwell Design Week, uma feira com o que há de mais visionário no setor. Com folhas equipadas com células fotovoltaicas que transformam a luz do sol em eletricidade, o poste tem galhos de LED que acendem automaticamente quando escurece.

Frota de táxi ecológicos

A frota de táxis londrinos passou por uma repaginada verde. No início de fevereiro, começaram a circular pela ruas da cidade os primeiros modelos do Fluence Z.E, o sedã da Renault totalmente movido a eletricidade. Disponibilizados pela firma britânica de transporte sustentável Car Climate, o veículo é alimentado por baterias de lítio que proporcionam uma autonomia de 160 quilômetros sem emitir um grama sequer de CO2. Os carros podem ser encontrados no centro da cidade, região com maior concentração de estações de recarga elétrica. A tarifa é igual à cobrada pelos táxis tradicionais. Parte dos icônicos Black Cabs londrinos também ganharam por uma repaginada verde, passando a rodar com células a hidrogênio no lugar de diesel, fonte significativa de poluição.

Ônibus de dois andares ganha versão ecológica

Um dos principais símbolos de Londres ganhou ares mais modernos e ficou mais ecológico. O tradicional ônibus vermelho de dois andares foi adaptado para receber de forma mais adequada as pessoas com dificuldade de mobilidade e também gerar menos poluição. Os novos modelos, que começaram a circular em fevereiro, são equipados com uma tecnologia híbrida, que usa eletricidade e diesel “verde”, que emite metade dos gases poluentes de uma versão convencional, e tem o dobro da eficiência no aproveitamento de combustível.

Embalagens biodegradáveis

Um evento das dimensões das Olimpíadas precisa ter um senhor esquema de coleta de lixo – que não será pouco. Além dos coletores de recicláveis, Londres aposta em embalagens biodegradáveis, principalmente as usadas na alimentação. Por isso, toda comida ou bebida vendida dentro do parque olímpico e nas arenas dos jogos deverão ser feitas de material compostável. Os organizadores estimam que 40% de todo o resíduo gerado nas instalações olímpicas virá da alimentação.

“Cola mágica” contra poluição

As ruas de Londres recebem, desde o começo do ano, uma solução química capaz de atrair partículas de poeira fina do ar e prendê-las ao asfalto. Um veículo especial asperge uma solução de acetato de magnésio de cálcio, que tem o curioso efeito de atrair partículas de poeira fina em suspensão e prendê-las ao asfalto. Uma vez capturada, a poeira é recolhida pelo movimento contínuo dos pneus de carros ou lavada pela chuva. Segundo o excêntrico prefeito Boris Johnson, dá para reduzir em até 10% a concentração de partículas de poeira no ar, melhorando a condição da atmosfera.

Megaprojeto de descontaminação

Um dos carros-chefes do projeto das Olimpíadas verdes de Londres foi a revitalização de uma antiga zona industrial no distrito de Stratford para a construção do Parque Olímpico. A maior operação de descontaminação já feita no Reino Unido precisou de quatro anos de trabalho intenso e mais de 230 milhões de reais investidos para livrar de componentes tóxicos 2 milhões de toneladas de solo contaminado. O complexo de 2,5 quilômetros quadrados hoje conta com uma cobertura vegetal frondosa de 4 mil ávores e 300 mil plantas aquáticas.

Fonte: Exame.com
Foto: Arena Reciclável

China vai oferecer 5 mil bolsas para estudantes brasileiros

Um acordo de intercâmbio de estudantes entre Brasil e China vai oferecer 5 mil vagas para estudantes brasileiros.

Um acordo de intercâmbio de estudantes entre Brasil e China vai oferecer 5 mil vagas para estudantes brasileiros. O termo, que faz parte do programa Ciência sem Fronteiras (CsF), envolve a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o China Scholarship Council.

As bolsas serão oferecida até 2015. Todo ano serão enviados 250 estudantes brasileiros ao país asiático. O governo chinês isentará a mensalidade e taxa de matrícula de 600 vagas. Pelo acordo, serão oferecidas bolsas de estudos em áreas prioritárias, como engenharias, ciências da natureza e energia renováveis.

Serão oferecidas bolsas nas seguintes modalidades: graduação, graduação-sanduíche e pós-graduação. As vagas estarão disponíveis em instituições que ofereçam aulas em inglês. Os dois países também firmaram parceria para a criação de um centro de cultura brasileira na China e um centro de cultura chinesa no Brasil.

Além disso, outro acordo garante o desenvolvimento da pesquisa nas áreas de nanotecnologia, biotecnologia, telecomunicações, oceanografia e proteção ambiental.

Fonte: Agência Gestão CT&I de Notícias

Empresa em Salvador desenvolve laboratório virtual de física com apoio da FAPESB

A Educandus, empresa há 22 anos no mercado de tecnologia educacional, desenvolveu o Newton, um laboratório virtual interativo para geração de simuladores e experimentos de física na internet.

Você que é ou já foi aluno de física deve lembrar muito bem de todos os desenhos com planos retos, planos inclinados, carros, bolas, caixas, sem contar nos circuitos elétricos que o professor desenhava no quadro. Quantas vezes você quis saber como seria na prática cada uma daquelas situações? Agora é possível. A Educandus, empresa há 22 anos no mercado de tecnologia educacional, desenvolveu o Newton, um laboratório virtual interativo para geração de simuladores e experimentos de física na internet. O Newton permite que estudantes e professores montem seus experimentos acessando, através do simples click do mouse, os diversos componentes e medidores necessários, de forma semelhante aos modelos reais.

Dotado de login e senha, o laboratório virtual possibilita aos professores monitorarem o aprendizado do aluno através do LMS (Learning Management System), podendo, desta forma, identificar as dificuldades no aprendizado. O Newton traz inúmeras funcionalidades exclusivas que facilitam a compreensão dos fenômenos físicos simulados. O maior envolvimento e a facilidade de compreensão dos assuntos são promovidos pela alta interação proporcionada pelos experimentos e a interface gráfica em alta resolução, contando com recursos 3D. O Newton permite que os experimentos sejam gravados e visualizados por outros usuários: “Se você gravar um experimento no Newton e eu gostar, posso estudá-lo, modificá-lo e gravar como se fosse um novo experimento enriquecendo a biblioteca do laboratório”, explica José Valber Cavalcante, coordenador do projeto.

Os simuladores funcionam como experimentos prontos onde o usuário apenas informa valores para algumas variáveis e assiste a execução do fenômeno sem poder interferir. É possível, por exemplo, montar circuitos elétricos e medir a corrente e voltagem, simular movimentos de corpos sólidos alterando velocidade, atrito, resistência do ar e outras variáveis que possam interferir no movimento proposto. Para isso, o Newton disponibiliza planos horizontais e inclinados, polias, molas, blocos, bolas, medidores de velocidade, tempo, aceleração, peso, referências de atrito, gravidade, elasticidade, massa e muitas outras propriedades e ferramentas.

Além de montar e gravar experimentos referentes aos exercícios proposto em sala de aula, o aluno poderá repetir ou publicar na web o evento gerado, o qual poderá ser analisado posteriormente pelo professor. Este, por sua vez, poderá registrar suas observações para o aluno.

O Newton oferece diversas vantagens para alunos, professores e escolas, permitindo a repetição de experiências, sem custos extras com consumo de materiais, em um ambiente virtual 100% seguro. Além disso, amplia a interação entre professores e alunos facilitando a transmissão do conhecimento de forma dinâmica e atrativa. Isto é particularmente importante na rede pública de ensino, cujos laboratórios reais ou não existem, ou carecem de materiais consumíveis.

Em 2010, a Educandus levou o Newton para uma feira de educação na Inglaterra, onde teve uma excelente repercussão. A equipe observou que lá não havia software similar, com as mesmas funcionalidades que o Newton, o que foi um grande incentivo para que eles continuassem aprimorando o programa. No mesmo ano, o Newton foi apresentado em outra feira internacional, desta vez na Suíça, onde novamente se percebeu a ausência de produtos com suas características. “Vimos, então, que estávamos fazendo a coisa certa, que o Newton tinha seu quinhão de inovação, até mesmo pela procura, pelas visitas que tivemos em nosso stand, com pesquisadores e educadores de diversos países”, conta Valber.

A Educandus desenvolveu o Newton com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB) e da FINEP, através do Edital PAPPE-Subvenção Econômica, com o valor de R$ 480 mil. No momento, este Edital está com inscrições abertas até o dia 03 de agosto, no valor total de R$ 8,6 milhões.

Fonte: ascom/fapesb